Google Groups no longer supports new Usenet posts or subscriptions. Historical content remains viewable.
Dismiss

A “malandragem” cafajeste da FSP

0 views
Skip to first unread message

Heg

unread,
Nov 28, 2009, 1:05:13 PM11/28/09
to
A “malandragem” cafajeste do Otavinho
Por Marco

Do Blog Viomundo

A “MALANDRAGEM” CAFAJESTE DO OTAVINHO

por Luiz Carlos Azenha

Otávio Frias Filho é um cafajeste. A edição da Folha de S. Paulo de
hoje, aquela que trouxe como não quer nada uma acusação-bomba ao
presidente da República, assinada por outro cafajeste, é uma tentativa
mal disfarçada de “malandragem” jornalística.

Não leio a Folha faz tempo, por isso. Não assino o UOL. Não compro
nenhum produto do grupo Folha. Fiz isso muito antes que outros
blogueiros esperneassem contra o jornal. Se tiver de ler algum jornal,
leio o Estadão. O Estadão não disfarça. É um jornal conservador.
Defende interesses conservadores. A Folha é um jornal dirigido por um
cafajeste. Um cafajeste medroso, que não tem coragem nem de assumir
suas posições políticas claramente. Um cafajeste que se apresenta como
“neutro”, “imparcial” e outras safadezas do gênero.

Por dever de ofício, peguei a edição da Folha de hoje, emprestada de
um amigo. O jornal dedicou espaço em três páginas para atacar o filme
sobre Lula. Está claro, para quem é do ramo, que a Folha quis enfeitar
o pavão em torno do artigo do César Benjamin. Que é um cafajeste,
simples assim, por ter feito uma acusação gravíssima contra um
presidente da República sem apresentar provas, sei lá com qual
objetivo político. Inveja? Dor de cotovelo? Ódio ideológico?

Mas volto ao jornalismo cafajeste da Folha: se o jornal de fato
pretendia investigar o assunto, poderia muito bem ter publicado a
denúncia como manchete de primeira página. Mas, se fosse assim,
ficaria muito claro o jogo político. E a Folha se exporia. O que fez o
jornal? Cercou o texto de César Benjamin de outras reportagens sobre o
filme “O Filho do Brasil” e, como quem não quer nada, deixou a
acusação flutuando no meio do texto.

Dois colegas jornalistas disseram que começaram a ler o texto de
Benjamin mas desistiram no meio: era muito chato. Só ficaram sabendo
da acusação na internet. Que, presumo, foi justamente o objetivo:
agora os textos de “Dilma, terrorista” vão acompanhar os de “Lula,
estuprador”, nos e-mails que se espalham pelo mundo e ganham destaque
especialmente nos chats e nos sites de relacionamento. É a propaganda
eleitoral do século 21.

Sei do que estou falando: desde que o Viomundo tocou no assunto,
recebi uma onda de comentários sustentando as acusações contra o
presidente da República, de “leitores” que nunca estiveram no site. É,
presumo, a turma encarregada de espalhar a “acusação” contra Lula, de
dar pernas à versão assinada por César Benjamin. Ele é a Miriam
Cordeiro, versão 2010. Faz parte dos que pretendem detonar o filme com
o objetivo de evitar que Lula, lá adiante, transfira votos para a
ministra Dilma Rousseff. Evitar que o “estuprador” eleja a
“terrorista”. Isso dá uma medida do desespero que essa possibilidade,
cada vez mais factível, causa. E é na hora do desespero que os
cafajestes se revelam.

PS: Um dos jornalistas com os quais conversei a respeito, leitor da
Folha há décadas, me disse: “Vou cancelar a assinatura. Agora deu.”.

0 new messages