http://www.computerworld.com/s/article/9136528/The_A_Z_of_Programming_Languages_Clojure
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Thiago Silva
Computer Science
M.Sc. Candidate at Federal University of Pernambuco
jabber/gtalk: tsi...@jabber-br.org
http://blog.sourcecraft.info
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Thiago Silva
Computer Science
M.Sc. Candidate at Federal University of Pernambuco
jabber/gtalk: tsi...@jabber-br.org
http://blog.sourcecraft.info
Eu, particularmente, gosto da idéia de linguagens multiparadigma, como
> Nessa linha de pensamento, tem quem propõe linguagens de multiplos
> paradigmas, como o tal do Oz (Mozart).
Scala por exemplo. Não ligo muito pra esse lance que muitos dizem por
aí, de que "Scala não é puramente funcional" e blá blá blá.
Sim, é verdade, não é puramente funcional. Amém! Essa é a idéia. E eu
acho que isso dá-nos a capacidade de tirar o melhor dos dois mundos
(emprestando o slogan do JRuby... rsrsrs), o que certamente beneficia
a construção de belas aplicações.
Eu acho que você não entendeu o que eu disse.
Eu disse que não ligo para o que algumas pessoas dizem sobre Scala não
ser uma linguagem puramente funcional. Eu disse que não estou nem aí,
que pouco me importa, se ela é puramente funcional ou não. Porque o
seu objetivo é, de fato, ser multiparadigma.
Mas, cara, o que mais eu vejo quando alguém classifica uma linguagem
como "não puramente funcional" é o fato dela permitir side effects; e
acho que o segundo mais mais é não suportar high-order functions.
Scala permite o primeiro é suporta o segundo. Por isso, até onde eu
sei, ela é dita não puramente funcional. Mas há também que diga que é.
A mim, pouco importa do ponto de vista da escolha (não deixaria de
escolhe-la por não ser puramente funcional), mas interessa do ponto de
vida do aprendizado sobre o paradigma em si.