The problem with OOL is not the OO.
http://www.rebol.com/article/0425.html
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Guaracy Monteiro
http://fotomix.wordpress.com/
Fala Guaracy,
Engraçado esses "bate e volta" das pessoas (e o mesmo e repetitivo
yadda-yadda que aparece nos comentários: "..it's just a tool.." e
coisa e tal). OO, em particular (talvez como qualquer outra coisa mal
definida) parece estimular essas "revoltas"...
Achei uma pena o autor não ter detalhado e focado as críticas (não li
os comentários, só passei o olho procurando por algo interessante).
Uma pena também ter mostrado insatisfação com a falta de evidências
para algumas assertivas, sendo que ele mesmo, quando afirma algo, não
parece fazer juz ao rigor que exige.
Agora, para alguns comentários:
Eu sempre me sinto desconfortável quando dizem que OO possui uma
relação com os objetos do mundo real. Para minha agradável surpresa,
no SICP, os autores são cuidadosos o suficiente para dizerem algo como
"[...] building computational models whose structure matches __our
perception__ of the real world" (ênfase minha).
A reflexão dele sobre a caneta e "desenhar" é um caso interessante.
Acho que, cedo ou tarde, mais cedo do que tarde talvez, as pessoas
pensam sobre algo na mesma linha -- "a caneta não desenha" ou "pelos
céus, em que classe pertence o método foo?" ! De certa forma, acho que
ele tem razão. Acredito que diferentes razões emergiram na linhagem
das linguagens para essa união entre objetos e procedimentos, da forma
como conhecemos, com a sintaxe que conhecemos, (na mistura que
conhecemos). Talvez, os motivos que fizeram sentido pra isso no
passado não façam mais sentido. E, talvez ele tivesse outras
perspectivas se considerasse CLOS...
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Thiago Silva
Computer Science
M.Sc. Candidate at Federal University of Pernambuco
jabber/gtalk: tsi...@jabber-br.org
http://blog.sourcecraft.info