Audiência Pública sobre o Projeto de Wifi Livre em Sampa e Oficina de Design Participatório (SNJ) dias 13 e 14 em Brasília

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Guilherme Flynn

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May 10, 2013, 4:54:18 PM5/10/13
to onibus...@googlegroups.com
Busunfas,

A Lívia, por conta de um engarrafamento na Raposo, não pôde ir na audiência pública. Então eu fui. São 120 praças de wifi aberto público com ao menos uma por distrito, cinco lotes de praças por região (os locais a serem colocadas estão abertos para discussão), 512 kbps de velocidade por usuário, 24.000 pessoas conectadas simultaneamente, e um total de 45 milhões de reais por três anos. Tava assim de engravatados das grandes empresas querendo entender a real, e dentro do possível o Sérgio Amadeu foi enfático na questão de neutralidade, gestão pública dos dados, privacidade e uso residencial aberto e permitido (o que assusta as empresas, pois perderiam assinantes). A proposta do Saldanha, só entendi agora, é bastante ousada, é juntar uma galera da sociedade civil e disputar um lote que teria uma gestão aberta. Cada lote deve ser algo próximo de 9 milhões de reais, compra de equipamentos e gestão de ao menos 20 praças por três anos. Eu tenho muitas,mas muitas dúvidas sobre isso. Fiz uma fala a partir do que foi discutido nessa lista, mas como sou meio noob na tecnologia de redes a parte técnica da fala ficou prejudicada e confusa, mas enfatizei a neutralidade, não identificação para login e abertura para tecnologias livres (dá para ver na PósTv, eu não me arrisco pois me envergonho). Se puderem ver e dar uma criticada isso pode ajudar meu processo de aprendizado sobre essas questões.

Outra coisa completamente diferente: Participatório da Juventude
Dando continuidade àquela discussão à qual fomos meses  atrás na Casa Fora do Eixo, a ideia é em parceria com o povo de software livre da UFPR, o C3SL, com o Fora do Eixo e com diversas organizações da sociedade civil criar uma rede social de juventude em SL tanto para contatos entre sociedade civil como para orientar políticas públicas de juventude.
Não sei bem porque, nem me foi falado, fui chamado a ir lá.  Talvez porquê eu e o Markun fomos os que mais falamos na outra reunião. Já aceitei o convite e aqui vão minhas perguntas:
Devo desaceitar? (sem problema)
Não gosto de falar só a partir da minha telha por isso coloco abaixo o convite e a programação, o que vocês acham importante que falemos lá? Vamos acumular um tantinho mais de discussão por aqui?
Deve rolar um streaming que posto aqui assim que tiver o link.
Abrax
Guilherme

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Carla de Paiva Bezerra <carla....@presidencia.gov.br>
Data: 10 de maio de 2013 17:10
Assunto: Programação e Local - Oficina de Design Participatório
Para: Monica Sacramento Costa <monica...@presidencia.gov.br>, Valeria da Cruz Viana Labrea <valeri...@presidencia.gov.br>


Prezados/as,

 

Gostaríamos de reforçar o convite para a participação na “Oficina de Design do Participatório”, a ser realizada nos dias 13 e 14 de maio, no CNTC (Centro de Eventos e Treinamento), para isso enviamos abaixo e em anexo a programação.

 

Pedimos a gentileza de confirmar a presença para aqueles/as que não o fizeram.

 

Colocamo-nos à disposição para quaisquer dúvidas.

 

Atenciosamente,

 

Carla de Paiva Bezerra

Participatório – Observatório Participativo da Juventude

SECRETARIA NACIONAL DE JUVENTUDE

Secretaria Geral da Presidência da República

(61) 3411-2212 | 9208-9747

 

 

 

OFICINA DE DESIGN  

Participatório – Observatório Participativo da Juventude

 

Data: 13 e 14 de maio de 2013.

 

Local:

CNTC - Centro de Eventos e Treinamento

Avenida W5 - SGAS, 902, Bloco C (ao Lado da FUNAI)

Brasília - DF - CEP 70390-020

Fone: 61 3217-7100

http://goo.gl/maps/2HOmU

 

Objetivo

Reflexão sobre a proposta de plataforma do Participatório (versão alfa) e levantamento de requisitos para aperfeiçoá-la, a partir da escuta de diferentes atores envolvidos no processo.

 

Público-alvo

Organizações da sociedade civil, gestores de políticas públicas, pesquisadores e parceiros/as convidados/as.

 


Programação

Dia 13/05 - Segunda

Momentos

Desenvolvimento

Pessoa responsável

M1 Abertura

9h Recepção e apresentações pessoais

Carla Bezerra (SNJ)

 

9h30 Saudação da SNJ

Secretária Severine Macedo (SNJ)

9h45 Café com Prosa (Coffee Break)

 

10h Apresentação do Participatório: conceitos, cenários de uso da plataforma, estratégias de mobilização social.

SNJ/SG-PR/UFRJ/UFPR

Elisa Guaraná, Carla Bezerra, Ricardo Poppi, Ivana Bentes, Laura Sanchez.

 

 

12h - ALMOÇO

M2 Apresentar a metodologia

14h Apresentação da Metodologia e Organização dos Grupos de Trabalho

Valéria Viana Labrea (SNJ)

M3 - Identificar os principais pontos de atuação do Participatório

14h30 Discussão em grupos

Questão1:

Como o participatório pode contribuir para a realização do sonho/missão da sua rede/organização?

 

15h30 Plenária

GTs - relator

16h30 Café com Prosa (Coffee Break)

M4 Identificar ações para a melhoria do fluxo de informações disponíveis na plataforma do Participatório

 

 

17h Discussão em grupos

Questão 2:

A partir do seu perfil (pessoal e organizacional) no ambiente, como espera contribuir para o participatório?

 

18h Plenária

 

GTs - relator

19h30 JANTAR

 

Dia 14/05 – Terça

Momentos

Desenvolvimento

Pessoa responsável

 

M5 Identificar ações sob responsabilidade da SNJ

9h Discussão em grupos

Questão 3:

Como você acha que deve ser a atuação Governamental no ambiente para construir conhecimento de forma colaborativa com a juventude Brasileira?

Valéria Viana (SNJ)

 

M6 Próximos passos

 

10h Encaminhamentos gerais

11h Avaliação Final

12h30 Fala Final de encerramento

 

SNJ

12h30 ALMOÇO

 

 

 

 

 

 


Programação Oficina Design.pdf

Lívia Ascava

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May 10, 2013, 5:15:47 PM5/10/13
to onibus...@googlegroups.com
Flynn,

Eu vou prá Brasilia também, viu
E desaceitar por que?


--
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--
lívia ascava 
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Pedro Markun

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May 10, 2013, 5:19:41 PM5/10/13
to onibus...@googlegroups.com
Eu não sei é pq não me chamaram :~

Flynn, quando for assim quebra a thread em 2 pô :P

Eu estou enroscado aqui, mas vou ver sem calma mais tarde e mando meus pitacos.

---

Sobre a história de disputar a gestão, eu acho fera, mas estou fora. Isso posto eu dou força e boto fé e energia se você for de fato puxar isso, Saldanha :D

Só que, insisto, no atual modelo de licitação proposto quem manda é a PRODAM e se a gente reverter isso pra um grupo multistakeholder com participação paritária da sociedade, vamos ter o que falar sobre todos lotes e não apenas o nosso :)

abs,
Pedro Markun

2013/5/10 Lívia Ascava <lias...@gmail.com>

Guilherme Flynn

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May 10, 2013, 5:46:46 PM5/10/13
to onibus...@googlegroups.com

Lívia,
Desaceitar porque não acho que o governo, e aqui não importa o quanto gostemos dele e eu adoro o Poppi, deva indicar nomes dos coletivos da sociedade. Os coletivos devem indicar os nomes dos coletivos. Pode até se tirar um esquema rotativo para todos que constroem e se dispuserem a participar das viagens o possam. Mas esta é uma longa discussão sobre assimetria interna e hierarquia involuntária.
Tenho certeza que foi na correria e sem nenhuma reflexão mais de fundo que chamaram um panguà como eu.
Abrax
Flynn

Pedro Markun

unread,
May 10, 2013, 6:27:13 PM5/10/13
to onibus...@googlegroups.com
Flynn,

acho que é uma colocação importante e a gente (pelo menos na THacker) sempre que lembra dá esse puxão de orelha. Os processos da CGU/OGP, por exemplo são mestres em tirar nomes da cartola. Eles chamam de 'especialistas reconhecidos' ou algo parecido.

Mas eu acho que é melhor ir, ocupar e conseguir espaço para fazer inclusive essa fala... do que não ir, 'boicotar' e nada mudar.

abs,
Pedro Markun

2013/5/10 Guilherme Flynn <gui...@gmail.com>

Marcelo Saldanha

unread,
May 11, 2013, 12:28:58 PM5/11/13
to onibus...@googlegroups.com
Ok vamos lá :

Foi muito boa a reunião ontem, mesmo vendo muitas teles e empresas lá, pois, de certo temos uma vantagem.

Se entrarmos como entidades sem fins lucrativos e com o prerrogativa de que as redes serão de gestão comunitária, acho pouco provável que as teles entrem, mesmo se forem através de suas fundações.

Falado isso, temos algumas missões e são elas :

1 - Arrumar pelo menos 5 entidades sem fins lucrativos para entrarem como proponentes.  Neste quesito já estou vendo algumas, dentre elas a Artigo XIX (com a Laura Tresca), Entropia (Caribe), Abraço (José Soter) e acredito que a Fora do Eixo com certeza deverá entrar, só não sei se a conversa é com o Capile ou se é com outra pessoa, se vcs tiverem o contato blz.
2 - Temos que melhorar o texto dando as sugestões de exclusão, alteração e inclusão dos termos que achamos mais correta pra um projeto deste foco.  Eu já estou preparando um aqui e postarei pra irmos discutindo. Temos 7 dias pra fechar este texto.
3 - Como uma de nossas deficiências seria a parte técnica, ou seja, tecnicos pra dar a manutenção, já estou vendo dois parceiros, sendo um deles a Alvarion (fabricante de equipamentos de telecom RF) e a NEC (empresa jamponesa de soluções para cidades).  Lógico que o debate está em aberto para definirmos papeis e como elas se darão, mas, estou correndo atrás do que parece ser mais logico e como a gestão será da sociedade civil não vejo grandes problemas.
4 - Ficou claro que os objetivos principais do edital é a qualidade, abrangência, disponibilidade e segurança, sendo assim, Temos que discutir qual o formato que iremos aceitar para as praças.  Sendo só um pouco pragmático e estrategista minha sugestão é que façamos com equipamentos robustos, mesmo que de mercado (e no caso aqui com um dos nossos parceiros, visto que o equipamento deles respondem aos quesitos tecnicos), para que nesta iniciativa possamos criar redes livres no entorno das praças, atrves de provedores comunitários e se tudo caminhar bem, em um ano criaremos a autosustentabilidade do projeto, usando os recursos para expansão das redes e não mais somente para as praças...acho que isso seria o top para uma resposta a prefeitura (a não ser que o objetivo escondido seja o controle das redes e o suo do projeto para fins politicos).

Eu vou fazer um esforço pra arranjar entidades de Sampa ou mais proximas possiveis para entrarem como proponentes, porém, se não for possivel, estou me praprando para habilitação tb, mas, antes temos que fechar os termos dentro do edital, pois, lá só existiam os termos para participação de empresas e não ONGs.

No mais, caso vcs tb conheçam outras entidades sem fins lucrativos que possam adentrar como proponentes e/ou parceiras nas ações vamos chamando o pessoal pra discutir aqui e lá no FB tb :-) https://www.facebook.com/events/452455661515430/

Abs e sigamos.

PS.: Flynn, tenho certeza de que se garantirmos a qualidade e a gestão comunitária, até mesmo as praças terão redes livres.

PS1.: Markun no texto que irei lançar pra sugestão de mudança do edital ficará claro que o papel da PRODAM, tem que se limitar a captação de informações para verificação de atendimento aos objetivos, dando a eles a chance de fazerem auditorias periodicas e eventuais se forem necessárias e só.

Acredito que a parte de segurança não cabe a prefeigura nem a prodam se preocuparem, pois, a rede é da proponente e o link é de um fornecedor, sendo assim, a unica coisa que o governo tem nesta história é o patrocinio, pois, as redes são de propriedade da proponente :-), fato este que ao termino do contrato poderemos fazer oque quisermos, inclusive, como proposta minha, doar a infra pra comunidade fazer a gestão completa :-).

Pedro Markun

unread,
May 11, 2013, 12:48:11 PM5/11/13
to onibus...@googlegroups.com
Opa Saldanha,

seguimos a prosa então.


2013/5/11 Marcelo Saldanha <marcelo...@gmail.com>

Ok vamos lá :

Foi muito boa a reunião ontem, mesmo vendo muitas teles e empresas lá, pois, de certo temos uma vantagem.

Se entrarmos como entidades sem fins lucrativos e com o prerrogativa de que as redes serão de gestão comunitária, acho pouco provável que as teles entrem, mesmo se forem através de suas fundações.

Falado isso, temos algumas missões e são elas :

1 - Arrumar pelo menos 5 entidades sem fins lucrativos para entrarem como proponentes.  Neste quesito já estou vendo algumas, dentre elas a Artigo XIX (com a Laura Tresca), Entropia (Caribe), Abraço (José Soter) e acredito que a Fora do Eixo com certeza deverá entrar, só não sei se a conversa é com o Capile ou se é com outra pessoa, se vcs tiverem o contato blz.

A gente pode entrar com o Laboratório de Cultura Digital, acho. Tem uma questão política ai que o Savazoni era o diretor até pouco tempo atrás, mas isso em alguma medida vai passar qualquer rede ligada com cultura digital. Como eu disse, eu mesmo não tenho interesse/energia para pilotar esse fogão... mas posso consultar os outros membros do Lab e imagino que eles não vão se opor - dado que a gente tenha gente (você e quem mais quiser) pra tocar isso.

 
2 - Temos que melhorar o texto dando as sugestões de exclusão, alteração e inclusão dos termos que achamos mais correta pra um projeto deste foco.  Eu já estou preparando um aqui e postarei pra irmos discutindo. Temos 7 dias pra fechar este texto.

Puxa ae que a gente chega junto, minhas sugestões estão quase todas no pad de toda forma.

3 - Como uma de nossas deficiências seria a parte técnica, ou seja, tecnicos pra dar a manutenção, já estou vendo dois parceiros, sendo um deles a Alvarion (fabricante de equipamentos de telecom RF) e a NEC (empresa jamponesa de soluções para cidades).  Lógico que o debate está em aberto para definirmos papeis e como elas se darão, mas, estou correndo atrás do que parece ser mais logico e como a gestão será da sociedade civil não vejo grandes problemas.

De acordo. Mas acho, com todos os entraves que isso pode gerar, que era uma boa abrir conversa com esses caras sobre o uso de tecnologias livres. OpenWRT é um firmware livre e usado em vários hardwares - inclusive soluções de mercado. E a verdade é que as praças não são tão grandes assim. Meu entendimento é que a gente tem que ser pragmáticos, mas não da pra sacrificar o principio por isso :)
 
4 - Ficou claro que os objetivos principais do edital é a qualidade, abrangência, disponibilidade e segurança, sendo assim, Temos que discutir qual o formato que iremos aceitar para as praças.  Sendo só um pouco pragmático e estrategista minha sugestão é que façamos com equipamentos robustos, mesmo que de mercado (e no caso aqui com um dos nossos parceiros, visto que o equipamento deles respondem aos quesitos tecnicos), para que nesta iniciativa possamos criar redes livres no entorno das praças, atrves de provedores comunitários e se tudo caminhar bem, em um ano criaremos a autosustentabilidade do projeto, usando os recursos para expansão das redes e não mais somente para as praças...acho que isso seria o top para uma resposta a prefeitura (a não ser que o objetivo escondido seja o controle das redes e o suo do projeto para fins politicos).

Vide resposta anterior. Eu acho que a gente tem que brigar SÉRIO por política pública de qualidade e não por 'proponente de qualidade'. Pq nessa tua proposta a gente vai ganhar (?) no máximo um lote. E ai? Como fazem os outros? Metade da cidade fica coberta por uma linda nuvem mesh e aberta e o outro por uma rede McDonnald que proibe pr0n?


Eu vou fazer um esforço pra arranjar entidades de Sampa ou mais proximas possiveis para entrarem como proponentes, porém, se não for possivel, estou me praprando para habilitação tb, mas, antes temos que fechar os termos dentro do edital, pois, lá só existiam os termos para participação de empresas e não ONGs.


Vide resposta sobre o Lab. Tem que pesar se interessa, o atual estatuto do lab permite que a gente crie núcleos específicos. Minha sugestão, se formos por esse caminho, era criar um núcleo específico com as pessoas interessadas, com total autonomia e independencia. 
 
No mais, caso vcs tb conheçam outras entidades sem fins lucrativos que possam adentrar como proponentes e/ou parceiras nas ações vamos chamando o pessoal pra discutir aqui e lá no FB tb :-) https://www.facebook.com/events/452455661515430/

Abs e sigamos.

PS.: Flynn, tenho certeza de que se garantirmos a qualidade e a gestão comunitária, até mesmo as praças terão redes livres.

PS1.: Markun no texto que irei lançar pra sugestão de mudança do edital ficará claro que o papel da PRODAM, tem que se limitar a captação de informações para verificação de atendimento aos objetivos, dando a eles a chance de fazerem auditorias periodicas e eventuais se forem necessárias e só.

Acredito que a parte de segurança não cabe a prefeigura nem a prodam se preocuparem, pois, a rede é da proponente e o link é de um fornecedor, sendo assim, a unica coisa que o governo tem nesta história é o patrocinio, pois, as redes são de propriedade da proponente :-), fato este que ao termino do contrato poderemos fazer oque quisermos, inclusive, como proposta minha, doar a infra pra comunidade fazer a gestão completa :-).

Então Saldanha, mas minha proposta é o contrário desse. Eu não quero autonomia e liberdade para os proponentes gerenciarem sua rede. Eu quero que eles executem o serviço de acordo com as especificações de um comite misto sociedade/governo.
As diretrizes de segurança, os padrões tecnologicos, a captação de informações... tudo isso, imo, deve ser regido por um comite misto composto por grupos da rede/moradores do entorno das praças/proponentes/gov em uma proporção minimamente paritária.
 

Marcelo Saldanha

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May 11, 2013, 3:46:23 PM5/11/13
to onibus...@googlegroups.com
Vamu que vamu, resposta em verde :-)


Em sábado, 11 de maio de 2013 13h48min11s UTC-3, Pedro Markun escreveu:
Opa Saldanha,

seguimos a prosa então.


2013/5/11 Marcelo Saldanha <marcelo...@gmail.com>
Ok vamos lá :

Foi muito boa a reunião ontem, mesmo vendo muitas teles e empresas lá, pois, de certo temos uma vantagem.

Se entrarmos como entidades sem fins lucrativos e com o prerrogativa de que as redes serão de gestão comunitária, acho pouco provável que as teles entrem, mesmo se forem através de suas fundações.

Falado isso, temos algumas missões e são elas :

1 - Arrumar pelo menos 5 entidades sem fins lucrativos para entrarem como proponentes.  Neste quesito já estou vendo algumas, dentre elas a Artigo XIX (com a Laura Tresca), Entropia (Caribe), Abraço (José Soter) e acredito que a Fora do Eixo com certeza deverá entrar, só não sei se a conversa é com o Capile ou se é com outra pessoa, se vcs tiverem o contato blz.

A gente pode entrar com o Laboratório de Cultura Digital, acho. Tem uma questão política ai que o Savazoni era o diretor até pouco tempo atrás, mas isso em alguma medida vai passar qualquer rede ligada com cultura digital. Como eu disse, eu mesmo não tenho interesse/energia para pilotar esse fogão... mas posso consultar os outros membros do Lab e imagino que eles não vão se opor - dado que a gente tenha gente (você e quem mais quiser) pra tocar isso.
Acho que o Lab seria muito legal de entrar no edital. Quanto a energia, eu diria que a proposta é sinergia, principio do mínimo esforço, da prosperidade e da eficiencia. Tem muita gente boa que poderá compor o grupo como parceiros. falado isso, poderemos até fazer um projeto padrão e compartilhar com os demais ganhadores do edital, caso não sejam todos entidades da sociedade civil, casadas com os ideiais de redes livres..

 
2 - Temos que melhorar o texto dando as sugestões de exclusão, alteração e inclusão dos termos que achamos mais correta pra um projeto deste foco.  Eu já estou preparando um aqui e postarei pra irmos discutindo. Temos 7 dias pra fechar este texto.

Puxa ae que a gente chega junto, minhas sugestões estão quase todas no pad de toda forma.
Vamos discuti-las no decorrer da semana pra fechar um texto bacana.

3 - Como uma de nossas deficiências seria a parte técnica, ou seja, tecnicos pra dar a manutenção, já estou vendo dois parceiros, sendo um deles a Alvarion (fabricante de equipamentos de telecom RF) e a NEC (empresa jamponesa de soluções para cidades).  Lógico que o debate está em aberto para definirmos papeis e como elas se darão, mas, estou correndo atrás do que parece ser mais logico e como a gestão será da sociedade civil não vejo grandes problemas.

De acordo. Mas acho, com todos os entraves que isso pode gerar, que era uma boa abrir conversa com esses caras sobre o uso de tecnologias livres. OpenWRT é um firmware livre e usado em vários hardwares - inclusive soluções de mercado. E a verdade é que as praças não são tão grandes assim. Meu entendimento é que a gente tem que ser pragmáticos, mas não da pra sacrificar o principio por isso :)
Temos dois caminhos : 1 - mudar as especificações tecnicas do edital, pois, lá tem um requisito de beamform que é uma parada tecnica para melhorar performance dos radios em cenários de muita interferência, ruido e questões de reflexão e refração de sinal; 2 -  usar um hardware proprietário na torre principal e começarmos a criar uma rede complementar com open hardware e software livre nas comunidadesdo entorno.  Seria imaginar que o sinal da praça vai ser o nosso backhaul para as redes comunitárias.
Esta colocação minha não é uma defesa ao parceiro Alvarion, até porque já havia falado pra eles que será o grupo a definir o formato do projeto, mas, vejo aqui uma questão estratégica de não perdermos o edital e em paralelo termos recursos para montar provedores comunitários no entorno, dai meu velho, basta lembrar que ao final do contrato estas redes estão apoderadas pela comunidade e a infra criada será toda das comunidades digitais :-). Mesmo assim, podemos ou estudar um mix de tecnologias ou eliminar qualquer tipo de equipamento e sistema proprietário em prol da causa.  Só teremos que provar tecnicamente que isso não vai impactar nos objetivos do edital de forma negativa. No que for decidido tô dentro.

 
4 - Ficou claro que os objetivos principais do edital é a qualidade, abrangência, disponibilidade e segurança, sendo assim, Temos que discutir qual o formato que iremos aceitar para as praças.  Sendo só um pouco pragmático e estrategista minha sugestão é que façamos com equipamentos robustos, mesmo que de mercado (e no caso aqui com um dos nossos parceiros, visto que o equipamento deles respondem aos quesitos tecnicos), para que nesta iniciativa possamos criar redes livres no entorno das praças, atrves de provedores comunitários e se tudo caminhar bem, em um ano criaremos a autosustentabilidade do projeto, usando os recursos para expansão das redes e não mais somente para as praças...acho que isso seria o top para uma resposta a prefeitura (a não ser que o objetivo escondido seja o controle das redes e o suo do projeto para fins politicos).

Vide resposta anterior. Eu acho que a gente tem que brigar SÉRIO por política pública de qualidade e não por 'proponente de qualidade'. Pq nessa tua proposta a gente vai ganhar (?) no máximo um lote. E ai? Como fazem os outros? Metade da cidade fica coberta por uma linda nuvem mesh e aberta e o outro por uma rede McDonnald que proibe pr0n?
Vale então vc dar uma sacada numa metodologia bem prática que estamos em fase de discussão, inclusive com o governo federal, de inclui-la nos editais de cidades digitais.  https://www.youtube.com/watch?v=YnWt8Niaw64
Em anexo tb vai o doc que estamos preparando pra divulgação.  A parte principal da proposta se embasa na criação de um fundo municipal e um conselho deliberativo/consultivo para fazer toda a gestão das redes digitais e atividades intrinsecamente ligadas ao tema.  Se quiser poderemos marcar um hangout pra discutir e poder explicar em detalhes como isso está ocorrendo.  concordo contigo de que poderemos colocar no edital que a PRODAM crie um conselho paritário entre governo, integrantes do edital e sociedade civil organizada para trabalhar a gestão global do projeto. Muito boa a ideia.



Eu vou fazer um esforço pra arranjar entidades de Sampa ou mais proximas possiveis para entrarem como proponentes, porém, se não for possivel, estou me praprando para habilitação tb, mas, antes temos que fechar os termos dentro do edital, pois, lá só existiam os termos para participação de empresas e não ONGs.


Vide resposta sobre o Lab. Tem que pesar se interessa, o atual estatuto do lab permite que a gente crie núcleos específicos. Minha sugestão, se formos por esse caminho, era criar um núcleo específico com as pessoas interessadas, com total autonomia e independencia. 
Mata a charada e vamos botar o lab no edital. Como disse acredito que pelo menos umas 3 entidades irão participar.
 
No mais, caso vcs tb conheçam outras entidades sem fins lucrativos que possam adentrar como proponentes e/ou parceiras nas ações vamos chamando o pessoal pra discutir aqui e lá no FB tb :-) https://www.facebook.com/events/452455661515430/

Abs e sigamos.

PS.: Flynn, tenho certeza de que se garantirmos a qualidade e a gestão comunitária, até mesmo as praças terão redes livres.

PS1.: Markun no texto que irei lançar pra sugestão de mudança do edital ficará claro que o papel da PRODAM, tem que se limitar a captação de informações para verificação de atendimento aos objetivos, dando a eles a chance de fazerem auditorias periodicas e eventuais se forem necessárias e só.

Acredito que a parte de segurança não cabe a prefeigura nem a prodam se preocuparem, pois, a rede é da proponente e o link é de um fornecedor, sendo assim, a unica coisa que o governo tem nesta história é o patrocinio, pois, as redes são de propriedade da proponente :-), fato este que ao termino do contrato poderemos fazer oque quisermos, inclusive, como proposta minha, doar a infra pra comunidade fazer a gestão completa :-).

Então Saldanha, mas minha proposta é o contrário desse. Eu não quero autonomia e liberdade para os proponentes gerenciarem sua rede. Eu quero que eles executem o serviço de acordo com as especificações de um comite misto sociedade/governo.
As diretrizes de segurança, os padrões tecnologicos, a captação de informações... tudo isso, imo, deve ser regido por um comite misto composto por grupos da rede/moradores do entorno das praças/proponentes/gov em uma proporção minimamente paritária.
Aprovado, muito boa a ideia, bate com oque estamos desenhando para cidades digitais livres.
Vou postar as propostas num pirate pad e dai poderemos ir debatendo por lá.... de forma estruturada
Cidades Digitais Livres e Sustentáveis - Versão 3.0.docx

Pedro Markun

unread,
May 11, 2013, 3:52:10 PM5/11/13
to onibus...@googlegroups.com
Belezura.

Questão prática emergencial:

* O lab esta uma certa zona burocrática. Você ou alguém teria tempo/condições de checar a documentação necessária e ver com o contador? Posso fazer a ponte. Imagino que pra entrar na concorrência vamos ter que ter três bilhões de certificados diferentes.

No mais, vou dar um alô pra atual diretoria e demais membros que temos interesse em fazer esse projeto. E vou pedir pra quem quiser colar junto que te procure, ok?

abs,
Pedro Markun

2013/5/11 Marcelo Saldanha <marcelo...@gmail.com>

Marcelo-Gmail

unread,
May 11, 2013, 4:26:27 PM5/11/13
to onibus...@googlegroups.com

Vou fazer um checklist do que será necessário e de certo antes preciso conversar com o pessoal da SES pq no texto só está com clausulas para participação de empresas.  Vou até mandar pra eles uma clausula de edital de entidades sem fins lucrativos para eles poderem se embasar.

 

Pode colocar a galera no circuito que daí vamos nos alinhando.

 

Vamos que vamos.

Abs

 

Atenciosamente,
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Pedro Markun

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May 11, 2013, 4:28:08 PM5/11/13
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okok

2013/5/11 Marcelo-Gmail <marcelo...@gmail.com>

Marcelo Saldanha

unread,
May 13, 2013, 7:16:20 AM5/13/13
to onibus...@googlegroups.com
Abri este piratepad pra darmos as pitacas. http://piratepad.net/ERr69zM7ea

Eu vou ler o texto com mais afinco pra no pad citar os artigos e quais mudanças fazer, porém, será mais pro final do dia.

Vamos que vamos.

PS.: Estou postando os links relevantes na descrição do evento no FB : https://www.facebook.com/events/452455661515430/

Marcelo-Gmail

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May 14, 2013, 5:29:35 AM5/14/13
to onibus...@googlegroups.com

Galera, fiz esta planilha pra termos uma noção dos valores do edital com base nas estimativas ditas na Audiência.

 

Evidente que temos que incluir mais alguns itens na planilha, sendo assim, sintam-se livres.

 

A Daniela Mattern já colocou o doc no ar... agora só cabem as modificações até sexta....

 

https://docs.google.com/document/d/18ko27YJZGmTsVrUTYrvOCqtdneTBGEB5cxmBzy2JFgo/edit

praças digitais sp.xlsx

Lívia Ascava

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May 17, 2013, 4:14:33 PM5/17/13
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"a secretaria decidiu acolher uma série de sugestões que implicarão importantes mudanças no edital. Algumas delas estão relacionadas abaixo. Decidiu-se também estender o prazo da consulta pública até o dia 24 de maio, mantendo inalteradas as demais datas estabelecidas no cronograma."

Alterações no edital: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/tabela_de_alteracoes_1368820378.pdf

Marcelo Saldanha

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May 18, 2013, 7:25:09 AM5/18/13
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Agora acho que liberou usar redes mesh com open hardware :-) dentre outras coisitas mais.

Pra fechar poderemos então pedir redução de lotes. O probs é que não conheço sampa, alguem se habilita a redividir os lotes ?

Vamos que vamos.

Pedro Markun

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May 18, 2013, 8:07:50 AM5/18/13
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Gostei bastante das mudanças.

Sobre a redivisão, não entendi onde isso é possível?

2013/5/18 Marcelo Saldanha <marcelo...@gmail.com>

Marcelo-Gmail

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May 18, 2013, 9:15:09 AM5/18/13
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Vamos ter que propor.

 

Em uma das dúvidas que tirei lá com o pessoal, o fato é que com lotes grandes só conseguiram entrar empresas.  Vou propor que sejam feitos lotes pequenos para que as entidades sem fins lucrativos possam entrar como proponentes.  Fora isso é entrarmos em consórcio junto as empresas parceiras.

 

Já estou vendo isso tb.

 

E se tudo mais falhar, daí é fazer um #OccupyWikiPraças J

Lívia Ascava

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May 18, 2013, 11:44:53 AM5/18/13
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Marcelo,

Eu posso ajudar a pensar na divisão dos lotes, mas preciso de ajuda para fazer isso. Qual a área de cada um? Quais caracteristicas definem um lote?
> Vale então vc dar uma sacada numa metodologia bem prática que estamos em fase de discussão, inclusive com o governo federal, de inclui-la nos editais de cidades digitais.  Organograma de Cidades Digitais Livres v3.0

> Em anexo tb vai o doc que estamos preparando pra divulgação.  A parte principal da proposta se embasa na criação de um fundo municipal e um conselho deliberativo/consultivo para fazer toda a gestão das redes digitais e atividades intrinsecamente ligadas ao tema.  Se quiser poderemos marcar um hangout pra discutir e poder explicar em detalhes como isso está ocorrendo.  concordo contigo de que poderemos colocar no edital que a PRODAM crie um conselho paritário entre governo, integrantes do edital e sociedade civil organizada para trabalhar a gestão global do projeto. Muito boa a ideia.
>
>  
>
> Eu vou fazer um esforço pra arranjar entidades de Sampa ou mais proximas possiveis para entrarem como proponentes, porém, se não for possivel, estou me praprando para habilitação tb, mas, antes temos que fechar os termos dentro do edital, pois, lá só existiam os termos para participação de empresas e não ONGs.
>
>  
>
> Vide resposta sobre o Lab. Tem que pesar se interessa, o atual estatuto do lab permite que a gente crie núcleos específicos. Minha sugestão, se formos por esse caminho, era criar um núcleo específico com as pessoas interessadas, com total autonomia e independencia. 
>
> Mata a charada e vamos botar o lab no edital. Como disse acredito que pelo menos umas 3 entidades irão participar.
>
>  
>
> No mais, caso vcs tb conheçam outras entidades sem fins lucrativos que possam adentrar como proponentes e/ou parceiras nas ações vamos chamando o pessoal pra discutir aqui e lá no FB tb :-) https://www.facebook.com/events/452455661515430/
>
> Abs e sigamos.
>
> PS.: Flynn, tenho certeza de que se garantirmos a qualidade e a gestão comunitária, até mesmo as praças terão redes livres.
>
> PS1.: Markun no texto que irei lançar pra sugestão de mudança do edital ficará claro que o papel da PRODAM, tem que se limitar a
>
>  
>
> --

Pedro Markun

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May 18, 2013, 11:30:28 PM5/18/13
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Marcelo,

pirando aqui na possibilidade do 'occupy'. E se a gente montasse um sistema, mesh-based, baixo-custo para praças que *não* estão nos primeiros lotes?

Pensando em um sistema para ser comercializado com pontos no entorno? Acho que vale, no mínimo, um estudo de viabilidade - que já é quase um subproduto de estimar o menor custo de implantação para as praças do lote.

Como esta esse levantamento?

abs,
Pedro Markun
ps: Sobre a redivisão dos lotes... não me parece uma solução possível pra essa primeira fase. Mas se for mesmo pra devidir, podemos tentar fazer por uso e não necessariamente por geografia - seguindo a lógica dos pontos críticos.

2013/5/18 Lívia Ascava <lias...@gmail.com>

Marcelo-Gmail

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May 20, 2013, 4:38:28 AM5/20/13
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Não sei se a galera tinha percebido nas minhas falas anteriores, mas, a ideia era com a grana que entrasse, disponibilizássemos uma parte para a criação de redes livres nas comunidades do entorno, daí com toda a liberdade de escolha do que iríamos montar.

 

Falado isso, ainda não conseguimos fechar quais entidades poderão entrar como proponentes. Estou com um plano B aqui de pelo menos o fornecedor entrar e fechar um lote, daí poderemos entrar consorciados.

 

Fora isso é verificar se tem outras entidades sem fins lucrativos com porte o suficiente para entrar no edital.

 

Ainda hj devo ter algumas respostas daí posto de novo, fora isso, nada impedirá que possamos fazer este occupy nos entornos J.  O link de internet já estará lá, daí é só mobilizarmos a galera pra custear o link e capacitarmos os técnicos comunitários.

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