Prezados/as,
Gostaríamos de reforçar o convite para a participação na “Oficina de Design do Participatório”, a ser realizada nos dias 13 e 14 de maio, no CNTC (Centro de Eventos e Treinamento), para isso enviamos abaixo e em anexo a programação.
Pedimos a gentileza de confirmar a presença para aqueles/as que não o fizeram.
Colocamo-nos à disposição para quaisquer dúvidas.
Atenciosamente,
Carla de Paiva Bezerra
Participatório – Observatório Participativo da Juventude
SECRETARIA NACIONAL DE JUVENTUDE
Secretaria Geral da Presidência da República
(61) 3411-2212 | 9208-9747
OFICINA DE DESIGN
Participatório – Observatório Participativo da Juventude
Data: 13 e 14 de maio de 2013.
Local:
CNTC - Centro de Eventos e Treinamento
Avenida W5 - SGAS, 902, Bloco C (ao Lado da FUNAI)
Brasília - DF - CEP 70390-020
Fone: 61 3217-7100
Objetivo
Reflexão sobre a proposta de plataforma do Participatório (versão alfa) e levantamento de requisitos para aperfeiçoá-la, a partir da escuta de diferentes atores envolvidos no processo.
Organizações da sociedade civil, gestores de políticas públicas, pesquisadores e parceiros/as convidados/as.
Programação
Dia 13/05 - Segunda
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Momentos |
Desenvolvimento |
Pessoa responsável |
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M1 – Abertura |
9h Recepção e apresentações pessoais |
Carla Bezerra (SNJ) |
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9h30 Saudação da SNJ |
Secretária Severine Macedo (SNJ) |
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9h45 – Café com Prosa (Coffee Break) |
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10h Apresentação do Participatório: conceitos, cenários de uso da plataforma, estratégias de mobilização social. |
SNJ/SG-PR/UFRJ/UFPR Elisa Guaraná, Carla Bezerra, Ricardo Poppi, Ivana Bentes, Laura Sanchez. |
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12h - ALMOÇO |
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M2 – Apresentar a metodologia |
14h Apresentação da Metodologia e Organização dos Grupos de Trabalho |
Valéria Viana Labrea (SNJ) |
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M3 - Identificar os principais pontos de atuação do Participatório |
14h30 Discussão em grupos Questão1: Como o participatório pode contribuir para a realização do sonho/missão da sua rede/organização?
15h30 Plenária |
GTs - relator |
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16h30 Café com Prosa (Coffee Break) |
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M4 – Identificar ações para a melhoria do fluxo de informações disponíveis na plataforma do Participatório
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17h Discussão em grupos Questão 2: A partir do seu perfil (pessoal e organizacional) no ambiente, como espera contribuir para o participatório?
18h Plenária
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GTs - relator |
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19h30 JANTAR |
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Momentos |
Desenvolvimento |
Pessoa responsável
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M5 – Identificar ações sob responsabilidade da SNJ |
9h Discussão em grupos Questão 3: Como você acha que deve ser a atuação Governamental no ambiente para construir conhecimento de forma colaborativa com a juventude Brasileira? |
Valéria Viana (SNJ)
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M6 – Próximos passos
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10h Encaminhamentos gerais 11h Avaliação Final 12h30 Fala Final de encerramento
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SNJ |
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12h30 ALMOÇO |
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Lívia,
Desaceitar porque não acho que o governo, e aqui não importa o quanto gostemos dele e eu adoro o Poppi, deva indicar nomes dos coletivos da sociedade. Os coletivos devem indicar os nomes dos coletivos. Pode até se tirar um esquema rotativo para todos que constroem e se dispuserem a participar das viagens o possam. Mas esta é uma longa discussão sobre assimetria interna e hierarquia involuntária.
Tenho certeza que foi na correria e sem nenhuma reflexão mais de fundo que chamaram um panguà como eu.
Abrax
Flynn
Ok vamos lá :
Foi muito boa a reunião ontem, mesmo vendo muitas teles e empresas lá, pois, de certo temos uma vantagem.
Se entrarmos como entidades sem fins lucrativos e com o prerrogativa de que as redes serão de gestão comunitária, acho pouco provável que as teles entrem, mesmo se forem através de suas fundações.
Falado isso, temos algumas missões e são elas :
1 - Arrumar pelo menos 5 entidades sem fins lucrativos para entrarem como proponentes. Neste quesito já estou vendo algumas, dentre elas a Artigo XIX (com a Laura Tresca), Entropia (Caribe), Abraço (José Soter) e acredito que a Fora do Eixo com certeza deverá entrar, só não sei se a conversa é com o Capile ou se é com outra pessoa, se vcs tiverem o contato blz.
2 - Temos que melhorar o texto dando as sugestões de exclusão, alteração e inclusão dos termos que achamos mais correta pra um projeto deste foco. Eu já estou preparando um aqui e postarei pra irmos discutindo. Temos 7 dias pra fechar este texto.
3 - Como uma de nossas deficiências seria a parte técnica, ou seja, tecnicos pra dar a manutenção, já estou vendo dois parceiros, sendo um deles a Alvarion (fabricante de equipamentos de telecom RF) e a NEC (empresa jamponesa de soluções para cidades). Lógico que o debate está em aberto para definirmos papeis e como elas se darão, mas, estou correndo atrás do que parece ser mais logico e como a gestão será da sociedade civil não vejo grandes problemas.
4 - Ficou claro que os objetivos principais do edital é a qualidade, abrangência, disponibilidade e segurança, sendo assim, Temos que discutir qual o formato que iremos aceitar para as praças. Sendo só um pouco pragmático e estrategista minha sugestão é que façamos com equipamentos robustos, mesmo que de mercado (e no caso aqui com um dos nossos parceiros, visto que o equipamento deles respondem aos quesitos tecnicos), para que nesta iniciativa possamos criar redes livres no entorno das praças, atrves de provedores comunitários e se tudo caminhar bem, em um ano criaremos a autosustentabilidade do projeto, usando os recursos para expansão das redes e não mais somente para as praças...acho que isso seria o top para uma resposta a prefeitura (a não ser que o objetivo escondido seja o controle das redes e o suo do projeto para fins politicos).
Eu vou fazer um esforço pra arranjar entidades de Sampa ou mais proximas possiveis para entrarem como proponentes, porém, se não for possivel, estou me praprando para habilitação tb, mas, antes temos que fechar os termos dentro do edital, pois, lá só existiam os termos para participação de empresas e não ONGs.
No mais, caso vcs tb conheçam outras entidades sem fins lucrativos que possam adentrar como proponentes e/ou parceiras nas ações vamos chamando o pessoal pra discutir aqui e lá no FB tb :-) https://www.facebook.com/events/452455661515430/
Abs e sigamos.
PS.: Flynn, tenho certeza de que se garantirmos a qualidade e a gestão comunitária, até mesmo as praças terão redes livres.
PS1.: Markun no texto que irei lançar pra sugestão de mudança do edital ficará claro que o papel da PRODAM, tem que se limitar a captação de informações para verificação de atendimento aos objetivos, dando a eles a chance de fazerem auditorias periodicas e eventuais se forem necessárias e só.
Acredito que a parte de segurança não cabe a prefeigura nem a prodam se preocuparem, pois, a rede é da proponente e o link é de um fornecedor, sendo assim, a unica coisa que o governo tem nesta história é o patrocinio, pois, as redes são de propriedade da proponente :-), fato este que ao termino do contrato poderemos fazer oque quisermos, inclusive, como proposta minha, doar a infra pra comunidade fazer a gestão completa :-).
Opa Saldanha,seguimos a prosa então.2013/5/11 Marcelo Saldanha <marcelo...@gmail.com>
Ok vamos lá :
Foi muito boa a reunião ontem, mesmo vendo muitas teles e empresas lá, pois, de certo temos uma vantagem.
Se entrarmos como entidades sem fins lucrativos e com o prerrogativa de que as redes serão de gestão comunitária, acho pouco provável que as teles entrem, mesmo se forem através de suas fundações.
Falado isso, temos algumas missões e são elas :
1 - Arrumar pelo menos 5 entidades sem fins lucrativos para entrarem como proponentes. Neste quesito já estou vendo algumas, dentre elas a Artigo XIX (com a Laura Tresca), Entropia (Caribe), Abraço (José Soter) e acredito que a Fora do Eixo com certeza deverá entrar, só não sei se a conversa é com o Capile ou se é com outra pessoa, se vcs tiverem o contato blz.A gente pode entrar com o Laboratório de Cultura Digital, acho. Tem uma questão política ai que o Savazoni era o diretor até pouco tempo atrás, mas isso em alguma medida vai passar qualquer rede ligada com cultura digital. Como eu disse, eu mesmo não tenho interesse/energia para pilotar esse fogão... mas posso consultar os outros membros do Lab e imagino que eles não vão se opor - dado que a gente tenha gente (você e quem mais quiser) pra tocar isso.
2 - Temos que melhorar o texto dando as sugestões de exclusão, alteração e inclusão dos termos que achamos mais correta pra um projeto deste foco. Eu já estou preparando um aqui e postarei pra irmos discutindo. Temos 7 dias pra fechar este texto.
Puxa ae que a gente chega junto, minhas sugestões estão quase todas no pad de toda forma.
3 - Como uma de nossas deficiências seria a parte técnica, ou seja, tecnicos pra dar a manutenção, já estou vendo dois parceiros, sendo um deles a Alvarion (fabricante de equipamentos de telecom RF) e a NEC (empresa jamponesa de soluções para cidades). Lógico que o debate está em aberto para definirmos papeis e como elas se darão, mas, estou correndo atrás do que parece ser mais logico e como a gestão será da sociedade civil não vejo grandes problemas.
De acordo. Mas acho, com todos os entraves que isso pode gerar, que era uma boa abrir conversa com esses caras sobre o uso de tecnologias livres. OpenWRT é um firmware livre e usado em vários hardwares - inclusive soluções de mercado. E a verdade é que as praças não são tão grandes assim. Meu entendimento é que a gente tem que ser pragmáticos, mas não da pra sacrificar o principio por isso :)
4 - Ficou claro que os objetivos principais do edital é a qualidade, abrangência, disponibilidade e segurança, sendo assim, Temos que discutir qual o formato que iremos aceitar para as praças. Sendo só um pouco pragmático e estrategista minha sugestão é que façamos com equipamentos robustos, mesmo que de mercado (e no caso aqui com um dos nossos parceiros, visto que o equipamento deles respondem aos quesitos tecnicos), para que nesta iniciativa possamos criar redes livres no entorno das praças, atrves de provedores comunitários e se tudo caminhar bem, em um ano criaremos a autosustentabilidade do projeto, usando os recursos para expansão das redes e não mais somente para as praças...acho que isso seria o top para uma resposta a prefeitura (a não ser que o objetivo escondido seja o controle das redes e o suo do projeto para fins politicos).
Vide resposta anterior. Eu acho que a gente tem que brigar SÉRIO por política pública de qualidade e não por 'proponente de qualidade'. Pq nessa tua proposta a gente vai ganhar (?) no máximo um lote. E ai? Como fazem os outros? Metade da cidade fica coberta por uma linda nuvem mesh e aberta e o outro por uma rede McDonnald que proibe pr0n?
Eu vou fazer um esforço pra arranjar entidades de Sampa ou mais proximas possiveis para entrarem como proponentes, porém, se não for possivel, estou me praprando para habilitação tb, mas, antes temos que fechar os termos dentro do edital, pois, lá só existiam os termos para participação de empresas e não ONGs.
Vide resposta sobre o Lab. Tem que pesar se interessa, o atual estatuto do lab permite que a gente crie núcleos específicos. Minha sugestão, se formos por esse caminho, era criar um núcleo específico com as pessoas interessadas, com total autonomia e independencia.
No mais, caso vcs tb conheçam outras entidades sem fins lucrativos que possam adentrar como proponentes e/ou parceiras nas ações vamos chamando o pessoal pra discutir aqui e lá no FB tb :-) https://www.facebook.com/events/452455661515430/
Abs e sigamos.
PS.: Flynn, tenho certeza de que se garantirmos a qualidade e a gestão comunitária, até mesmo as praças terão redes livres.
PS1.: Markun no texto que irei lançar pra sugestão de mudança do edital ficará claro que o papel da PRODAM, tem que se limitar a captação de informações para verificação de atendimento aos objetivos, dando a eles a chance de fazerem auditorias periodicas e eventuais se forem necessárias e só.
Acredito que a parte de segurança não cabe a prefeigura nem a prodam se preocuparem, pois, a rede é da proponente e o link é de um fornecedor, sendo assim, a unica coisa que o governo tem nesta história é o patrocinio, pois, as redes são de propriedade da proponente :-), fato este que ao termino do contrato poderemos fazer oque quisermos, inclusive, como proposta minha, doar a infra pra comunidade fazer a gestão completa :-).
Então Saldanha, mas minha proposta é o contrário desse. Eu não quero autonomia e liberdade para os proponentes gerenciarem sua rede. Eu quero que eles executem o serviço de acordo com as especificações de um comite misto sociedade/governo.As diretrizes de segurança, os padrões tecnologicos, a captação de informações... tudo isso, imo, deve ser regido por um comite misto composto por grupos da rede/moradores do entorno das praças/proponentes/gov em uma proporção minimamente paritária.
Vou fazer um checklist do que será necessário e de certo antes preciso conversar com o pessoal da SES pq no texto só está com clausulas para participação de empresas. Vou até mandar pra eles uma clausula de edital de entidades sem fins lucrativos para eles poderem se embasar.
Pode colocar a galera no circuito que daí vamos nos alinhando.
Vamos que vamos.
Abs
Atenciosamente,
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Marcelo Saldanha
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No campo das ideias, o limite é sonhar o impossível e no campo das realizações, basta perseverar.
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Galera, fiz esta planilha pra termos uma noção dos valores do edital com base nas estimativas ditas na Audiência.
Evidente que temos que incluir mais alguns itens na planilha, sendo assim, sintam-se livres.
A Daniela Mattern já colocou o doc no ar... agora só cabem as modificações até sexta....
https://docs.google.com/document/d/18ko27YJZGmTsVrUTYrvOCqtdneTBGEB5cxmBzy2JFgo/edit
Vamos ter que propor.
Em uma das dúvidas que tirei lá com o pessoal, o fato é que com lotes grandes só conseguiram entrar empresas. Vou propor que sejam feitos lotes pequenos para que as entidades sem fins lucrativos possam entrar como proponentes. Fora isso é entrarmos em consórcio junto as empresas parceiras.
Já estou vendo isso tb.
E se tudo mais falhar, daí é fazer um #OccupyWikiPraças J
Não sei se a galera tinha percebido nas minhas falas anteriores, mas, a ideia era com a grana que entrasse, disponibilizássemos uma parte para a criação de redes livres nas comunidades do entorno, daí com toda a liberdade de escolha do que iríamos montar.
Falado isso, ainda não conseguimos fechar quais entidades poderão entrar como proponentes. Estou com um plano B aqui de pelo menos o fornecedor entrar e fechar um lote, daí poderemos entrar consorciados.
Fora isso é verificar se tem outras entidades sem fins lucrativos com porte o suficiente para entrar no edital.
Ainda hj devo ter algumas respostas daí posto de novo, fora isso, nada impedirá que possamos fazer este occupy nos entornos J. O link de internet já estará lá, daí é só mobilizarmos a galera pra custear o link e capacitarmos os técnicos comunitários.
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