[FOLHA DE PCO] EDIÇÃO #6

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Rafael

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Feb 24, 2010, 6:07:02 PM2/24/10
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FOLHA DE PORTO CLARO

 

 

REPÚBLICA ARISTOCRÁTICA DE PORTO CLARO OCIDENTAL * SÃO HERCULANO


DOMINGO, 24 DE FEVEREIRO DE 2010 * ANO II * NÚMERO # 6


EDITORIAL

 

Para o bem ou para o mal Porto Claro Ocidental nunca foi tão efervescente. O que aconteceu nos bastidores, vindo a culminar com estranhos acontecimentos na República foi inimaginável, apesar de alguns arautos terem a impressão de que o microestado andava por demais silencioso.

Deu no que deu, quando os arcanos se revelaram ainda mais sérios do que o esperado, as velhas raposas largaram tiveram que largar seus refúgios. Neste dia, caiu o presidente, caiu uma senadora e o Partido Aristocrático Republicano aproximou-se mais do poder, apesar de o executivo estar quase em absoluto nas mãos do PND.

Esta edição é especial, em razão aos acontecimentos marcantes destes últimos dias em Porto Claro. Que seria hoje o tabuleiro de xadrez político mais interessante do micronacionalismo Lusófono. Entre peões e reis, intermediários, use ou seja usado, continue se agüentar, ou deixe o microestado se não for dado a essas coisas.

 

É disso que falaremos. Diretamente do  olho do furacão.

 

Acompanhe.


NO OLHO DO FURACÃO!


 

POLÍTICA

 

MIMI FRANSAN VAI...MAS VOLTA

 

São Herculano (PC) – Ninguém esperava, mas aconteceu. Logo após saber, através de conversas nos corredores do Senado que tinha perdido seu cargo de Senadora Aristocrática, por ordens do Moderador, Michelle Fransan(PND) ficou indignada.  Enviou uma mensagem de repúdio, onde centrou suas críticas principalmente ao Lorde Protetor, Rodrigo Rocha, autor da OG.

Segundo Mimi, sua exoneração foi injusta, por não acontecer em um momento de eleição, que ao ver da política, seria mais propício para esse tipo de troca. Também pesou o fato de a política ter sido a última a saber dos fatos, quando vários micronacionalistas já comentavam em privado seu destino.

Ela saiu, mas não sem apontar sua metralhadora giratória de sarcasmo e baixo calão para seus adversários. O Lorde Protetor, em pessoa, se manifestou em lista dizendo-se “decepcionado” com a micronacionalista, dizendo que a defendia nos bastidores e tentou até demovê-la da idéia de sair:

- Lamentável. Não esperava isso de uma moça que até semana retrasada era uma completa desconhecida mas que, de uma forma ou de outra, aprendi a admirar e que cheguei inclusive a despender noites a fio em sua defesa nos bastidores.Reitora Michelle Fransan, em respeito à imagem que nutria da Srta. até a leitura de seu famigerado e-mail, peço de coração que reconsidere sua decisão. Caso contrário, não espere nenhum novo esforço de minha parte para demovê-la.

Porém, a ex-senadora, reitora e comissária manteve-se irredutível, atacando novamente o braço-direito do Imperador de Reunião:

- A reação foi exatamente proporcional a atitude baixa que tiveram comigoMinha reação foi honesta e verdadeira, já não posso dizer o mesmo da sua, declarou ela.

A turma do deixa - disso bem que tentou, mas não deu, sobrou para várias pessoas, entre eles, seu substituto no parlamento, D.Bruno Queiroz (PAR), que ouviu poucas e boas. Porém, quando ninguém esperava que fosse retroceder, eis que ela voltou atrás, após de cuspir tudo sobre os valores de Reunião, em elogio ao imperador Claudio I.

Em articulação feita, Torres Homem (PND) pediu para ser exonerado, que foi prontamente realizado pelo Lorde Protetor, que recolocou Mimi em seu velho posto.  

 

          


FOLHA DE PORTO CLARO


 

POLÍTICA

 

BRUNELLA CAI, ARON NO PODER

 

São Herculano (PC) – Poucos têm as características que este irreverente político tem e gostem ou não Marcello Brunella (PND) é um micronacionalista que alguns amam, outros odeiam, mas jamais ignoram. Ultimamente destacado como o presidente de PCO, numa folclórica vitória por um voto, Brunella viu-se fora do Palácio Diamante, ainda que temporariamente.

Isto porque, o senado, na ocasião inteiramente do PND chegou a conclusão que ele, assim como Flávio Miranda eram culpados pela confusão que causaram em lista nacional. Foi condenado à um mês sem postar nas listas do microestado e, sendo presidente, automaticamente suspenso de seu cargo. Aron(PND), como presidente do Senado assumiu.

Porém, o folclórico Brunella não deixou por menos. Mantendo o estilo que o levou ao poder, escreveu uma carta repleta de termos jurídicos na qual indultava a si próprio(isso mesmo que você está lendo!), usando de prerrogativa dada ao cargo presidencial, Coube ao Defensor Público, Heitor Baltazar, esclarecer que estando o presidente a cumprir uma pena, não pode indultar-se.

Aproveitando-se da manobra, Aron sancionou todas as leis que Brunella não executou, apagou o incêndio gerado por Flávio, que apagou posts da LN e manteve todos os políticos anteriores em seus respectivos comissariados, exceto Bruno Sartor (PAR) e Lucas de Baqueiro, que pediram exoneração.

Á boca pequena, conta-se que o getulístico Brunella, voltará “nos braços do povo” e que irá exonerar todos os membros de comissariado que apoioram a oposição, ao iniciar pelo comissário de Estado e o Inspetor-Chefe da STASI. Porém, começando por Aron.

 

 

 


NO OLHO DO FURACÃO!


 

JUSTIÇA

 

JUSTIÇA EM DEBATE

 

São Herculano (PCO) – Não houve instância mais exigida neste momento que a justiça de PCO. Confusões de Brunella e Miranda, xingamentos de Mimi Fransan, auto-indulto, penas de um mês. A justiça de PCO está sendo muito exigida, o que leva a um questionamento acerca do poder Juslegislativo, inovação de Porto Claro Ocidental.

Alguns questionam que ao parlamentares julgarem casos, a politicagem acaba imperando na hora da aplicação – ou não – de penas, levando ao descrédito. Por outro lado, uma corrente acredita que tirar do parlamento essa responsabilidade empobreceria um projeto ousado que no começo deu certo.

Propostas surgiram neste sentido de aprimorar o sistema de PCO e os Senadores terão muito que deliberar. Agora houve uma leve alteração na configuração da Casa e Bruno Queiroz (PAR) é profundo conhecedor da jurisprudência, influenciando de significativamente na decisão final.

Apesar do clima passado, eles parecem dispostos a deliberar pelo melhor em termos de justiça. Apesar da desigualdade em números, o lado mais coerente e sob pressão social vencerá.


FOLHA DE PORTO CLARO


TE CUIDA, ROCHA!

 

Há quem diga que não houve nem haverá Lorde Protetor como Filipe Oliveira em Reunião. Mas talvez nenhum dos que ocupou esse cargo teve tanta confiança do Imperador do Sacro Império como Rodrigo Rocha. Sujeito tranqüilo e bem-humorado, para quem conhece pessoalmente foi adotado pelo imperador por sua fidelidade e apagou alguns incêndios na carreira.

Seu grande destaque foi o período de regência que terminou no comecinho de 2009, com atividade e tudo funcionando no Império. Mas como sempre, o olho com relação ao cargo é grande e as maquinações não param. Há quem diga que ao mexer em Porto Claro Ocidental, Rocha botou a mão em cumbuca que não devia.

Exonerou Michelle Fransan (PND) do cargo de Senadora, ato normal para quem esta acostumado com o Moderador em Reunião, porém não esperava a reação que veio na volta. Acabou sendo xingado, expondo a si mesmo e ao cargo à algo incomum nos  últimos tempos, pois respondia diplomaticamente enquanto a outra o escorraçava.

Para finalizar, após toda essa confusão, Rocha ainda, a recolocou no cargo, após Torres Homem  pedir para sair. Alguns dizem que faltou tato ao experiente micronacionalista, não sentindo que mesmo como protetorado, PCO é diferente de Reunião.

Outros alegam que os fins justificam os meios, já que uma micronacionalista ativa manteve-se na esfera reuniã, ao manter-se como cidadã de PCO.

 


O PRIMEIRO JORNAL DE PCO!


SOCIEDADE

 

OUTROS ASSUNTOS PARA ESCANTEIO

 

São Herculano (PCO) – Após o factual, muitos assuntos acabaram sendo deixados de lado. Um deles, pode alterar o equilíbrio de forças em PCO que é o surgimento do Micronacional Socialismo Portoclarense, nos moles do MicroSoc reunião. O partido lançou manifesto em Lista Nacional e já tem os quatro membros para ser homologado, só restando um estatuo e deliberação do Senado.

O trabalho de Nelson Weber e o desenvolvimento de boas ações no Conselho de Cultura de PCO foi outro assunto que ficou de lado, sendo mais relevante aos olhos do povo o entra e sai do comissário que ao mesmo tempo conseguiu pedir a sida de dois partidos. O MicroSoc e o PND.

No final, valeu o bom senso e Weber pediu para retornar ao PND.

 

      

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