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Um jornal a serviço dos açorianos - http://tribunadosacores.blogspot.com
Reino de
Ilha Bela, Estado de Madredeus, Reino Unido dos Açores.
1º de Fevereiro
de 2011 - Edição 32
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[ELEIÇÃO]
Açorianos escolhem novos Senadores Reais
Com uma presença nas urnas de 75% de açorianos aptos a votar, foram escolhidos os novos Senadores Reais do Reino Unido dos Açores, para uma gestão legislativa de 6 meses. Os vencedores foram divulgados através da Ordenação Real 006/2011, e podem ser conferidos aqui:
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Candidatos ao Senado Real (em ordem de classificação) |
Votos recebidos (%) |
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Hilal Iskandar |
44% |
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Tiago Galvão et Valois |
22% |
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Rodrigo Côrte-Real Teles |
11% |
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Maria Helena L. B. Baharem |
11% |
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Em branco |
11% |
Com este resultado, são considerados eleitos como novos Senadores Reais, na ordem de classificação: Hilal Iskandar, Tiago Galvão et Valois e Rodrigo Côrte-Real Teles (por ter mais tempo de cidadania açoriana ininterrupta que a candidata Maria Helena L. B. Baharem). Já a candidata Maria Helena L. B. Baharem ficou como suplente.
Os primeiros trabalhos do Senado Real já foram determinados, e esta é a pauta de trabalho básica:
a) Escolha do Presidente do Senado Real e da Mesa Diretora;
b) Dar posse ao Primeiro-Ministro eleito, e
receber seu Programa de Governo;
b) Realizar julgamento de todos os processos existentes anteriormente, se
houverem;
c) Indicar lista tríplice de nomes para preencher a vaga de Juiz na Corte
Suprema de Justiça
Na próxima edição, a Tribuna dos Açores pretende trazer com mais detalhes os primeiros passos dos novos Senadores Reais e tudo o que vem sendo debatido e votado no Senado Real.
Novo Primeiro-Ministro é escolhido por 66% dos votos válidos
A eleição para escolha do novo Primeiro-Ministro do Reino Unido dos Açores, D. Fernando Luiz Lencastre de Basto Baharem, transcorreu com grande tranqüilidade, primeiro, devido a apenas um cidadão açoriano ter se apresentado como candidato e não ter ocorrido o choque de candidaturas, e segundo, pela experiência do candidato, demonstrada na condução do Vice-Reino de Gotland, único Vice-Reino que conseguiu manter-se ativo durante a baixa atividade açoriana em 2010. Por isso o candidato conseguiu 66% dos votos válidos, sendo que os 34% foram de votos em branco. O Premier D. Fernando Luiz, desde que tomou conhecimento do resultado final do processo eleitoral, tratou de agilizar na criação de seu Plano de Governo, pois o mesmo será avaliado esta semana pelo Senado Real, como exige a Constituição Nacional. E ao mesmo tempo, D. Fernando Luiz tem feito inúmeros contatos para conseguir montar a tempo, e com qualidade, sua equipe ministerial. Na próxima edição a Tribuna dos Açores publicará melhores informações sobre o início do governo de D. Fernando Luiz.
[ARTIGO]
Revisitando nossas História: As “Grandes Crises” e as “Épocas de Ouro”
Por: Wagner Côrte-Real Bacciotti Campodonio
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Historicamente o Reino Unido dos Açores, micronação com quase 12 anos de fundação, sempre passou por ciclos de alternância entre momentos de pouca atividade, de pouca participação da população e nos casos mais agudos, a estagnação do sistema açoriano em todos os níveis. São ciclos que ainda não conseguimos encerrar definitivamente, pois todos nós gostaríamos de manter uma atividade mínima direta, sem interrupções. Os açorianos sempre tiveram que buscar a recuperação dos tombos que levaram, e reverter situações em que aos olhos de quem não está aqui vivenciando o cotidiano açoriano, podem imaginar que sucumbimos. Passamos por inúmeras dificuldades ao longo de nossa história, mas o povo açoriano sempre soube se reerguer através do trabalho e dedicação, mesmo que poucos, com muita competência e sem apelações de baixo nível.
Repassando nossa história, com base nos arquivos do Museu da História Açoriana, destaco alguns momentos de nossas “Épocas de Ouro” e de nossas “Grandes Crises”, em que conseguimos nos reerguer com dignidade.
Entre 1998 e 2000 passamos pelo período conhecido como “I Época de Ouro”, em que toda a estrutura do Reino Unido dos Açores foi elaborada, as primeiras leis, enfim, foi o princípio do projeto micronacional denominado Reino Unido dos Açores, elaborado por Vicente Arruda (micronacionalmente Vicente de Córdova). Porém, dois anos de boas colheitas pararam em 2000, quando passamos pela chamada “I Grande Crise”, sem um monarca e com as instituições açorianas desmoronadas pela inatividade de quase toda a população. Esse momento resultou na união do Reino Unido dos Açores com uma antiga micronação, o Sereníssimo Reino de Aquitânia, formando assim o Império Ultramarino de Sinon. Essa união formada em 1º de janeiro de 2001 não surtiu os efeitos esperados pela Coroa Açoriana e durou até 11 de setembro do mesmo ano, quando ocorreu a I Restauração de nossa Independência e o início do reinado de D. Córdova III. Porém, foi formado um impasse diplomático, e Açores, aos olhos do micronacionalismo, continuava sendo parte de Sinon, pelo menos até janeiro de 2002 quando Sinon reconheceu a independência dos Açores. Após essa Grande Crise, veio uma era de grande prosperidade, uma das mais belas épocas dos Açores que durou até o final de 2003, que foi conhecida como a “II Época de Ouro”, momento de grande atividade na área política, um Senado Nacional forte, construtoras realizando obras estruturais e a imprensa bastante participativa da sociedade açoriana.
Outro momento de crise observou-se no início de 2004, desde vez uma crise política e estrutural. Durante meses houve intensas lutas pela coroa açoriana, e éramos conhecidos como uma monarquia sem Rei e um povo sem força para reagir naquele momento. A crise só foi resolvida nas negociações políticas que ficaram conhecidas como Concilium. No final, D. Waldir de Rezende tornou-se monarca açoriano e nos seus 6 meses em que continuou no micronacionalismo, Açores conseguiu se reerguer com a união de todo o povo em torno de um mesmo objetivo. Era a “III Época de Ouro”. Novamente conseguimos nos reerguer, com novos sites, o regionalismo a todo vapor (destaque para o Reino de Ilha Bela e para o País de Santa Maria), relações diplomáticas ampliadas e a vida social com muitas possibilidades aos cidadãos. Mas no começo de 2005, nova crise açoriana, causada pelo desaparecimento misterioso de D. Waldir I, que resultou até hoje de diversas lendas e boatos. Com seu desaparecimento, a crise deflagrada foi de ausência de um líder, desarticulação da população, legislação ultrapassada e a inexistência de herdeiros legais para o trono açoriano. Passaram-se alguns meses até que os poucos açorianos que mantiveram-se ativos realizaram os Estados Gerais e assim foi coroado D. Giancarlo como novo monarca.
Neste novo reinado, com D. Giancarlo I, Açores não chegou a vivenciar uma nova época de ouro, mas a estabilidade esteve presente, enquanto que poucos foram os avanços institucionais e as novidades tecnológicas. A imprensa, os esportes e a nobiliarquia foram os pontos fortes dessa época. Os bons momentos de D. Giancarlo estenderam-se até a metade de 2007, quando a estabilidade foi sendo minada pela cada vez menor participação da população açoriana e sem renovação, e novamente Açores entrou em crise de atividade interna. Esta “II Grande Crise” foi a mais longa de toda a história do Reino Unido dos Açores, em contrapartida ao mais longo período de estabilidade interna vivenciado entre 2005 e 2007. Em meio a crise, em setembro de 2008, D. Giancarlo I abdicou do trono açoriano (e em janeiro de 2009 da cidadania açoriana) e assim D. Fernando I tornou-se monarca. Mesmo com a mudança, Açores não conseguiu retomar seus áureos tempos, e permaneceu em mínima atividade até a ocorrência de um golpe.
Em 20 de abril de 2009, o então cidadão reunião Giancarlo von Zeni assina um ato de união, em nome do Reino Unido dos Açores, com o Sacro Império de Reunião, aproveitando-se de que a população açoriana estava em sua maioria inativa, ausente ou pouco informada. Açores passou então a ser um protetorado de Reunião. Porém, o ato de união era inconstitucional, pois não foi assinado por um monarca açoriano (tampouco cidadão) e nem ratificado pelo legislativo. Foi uma junção de imposição e oportunismo que mexeu com os brios de toda a população, que secretamente reuniu-se no Restaurante D. João IV para avaliar a melhor forma de reverter o quadro negativo e retomar o caminho de independência e soberania. Finalmente, em 29 de maio de 2009, foi assinada por toda a população ativa açoriana a Carta de Santa Maria, resultando na “II Restauração de nossa Independência”. Com a retomada da soberania açoriana, D. Wagner Campodonio é aclamado popularmente como o novo Rei dos Açores e de todos os seus territórios, além de ter as garantias legais em decorrência do título de nobreza ser o mais alto entre os nobres açorianos que poderim participar da sucessão real. Terminava assim mais uma crise açoriana.
O segundo semestre de 2009 foi excepcional em termos qualitativos e até mesmo quantitativos de atividade. Recordes em número de mensagens foram batidos na lista nacional e listas secundárias, e em termos qualitativos, o novo reinado começou com uma total reorganização estrutural (com os Conselhos Reais sendo implantados e utilizados), fundamentada através da realização dos Estados Gerais, além do fortalecimento das iniciativas privadas, da imprensa, das práticas esportivas (rally, basquete e futebol) e do resgate e valorização da história micronacional açoriana. Outro destaque fica por conta de que apenas no reinado de D. Wagner I é que os protetorados açorianos ganharam mais importância, e assim transformaram-se em Vice-Reinos: Vice-Reino de Gotland (antigo Império Setentrional), Vice-Reino de Econia (antiga República Democrática de Econia) e Vice-Reino de Malídia (antigo Reino Livre de Malídia).
Em 2010 Açores diminuiu novamente suas atividades, inclusive com a ausência do monarca por alguns meses, mas a estrutura institucional manteve-se inabalada, graças sobretudo ao Condestável nomeado pelo Conselho Consultivo de Estado, Hilal Iskandar, tendo papel firme na manutenção do estado açoriano. No final de 2010 a atividade volta a ser impulsionada pelo retorno de ex-açorianos e o retorno de D. Wagner I. Neste retorno, foram criados diversos blogs das instituições nacionais açorianas, inclusive a inauguração do novo site nacional, seguindo uma mesma identificação visual e tecnológica. E na área de interação social, as comunidades no Orkut e Facebook ganharam mais destaque, além da criação e consolidação do Portal Açores que conta com fórum, mural de recados e a centralização de todas as notícias açorianas. Na política externa Açores retoma os contatos com seus aliados históricos e busca novos caminhos realizando contatos com novas micronações e micronações orkutianas. Na imprensa, Açores é destaque, com jornais em plena atividade e periodicidade regular. E por fim, no início de 2011, Açores retoma de vez seu caminho de prosperidade, realizando um processo limpo e democrático na escolha do novo Primeiro-Ministro e dos novos Senadores Reais.
Desta forma, bem estruturada, com os poderes nacionais instituídos e funcionando e com a essencial participação da população, o Reino Unido dos Açores tem tudo para iniciar sua “IV Época de Ouro”. |
[DIPLOMACIA]
Encerrados contatos com o Reino de Santa Maria
Dia 28/01 foi encerrado oficialmente a visita de reconhecimento diplomático de D. Gomes I, monarca do Reino de Santa Maria ao Reino Unido dos Açores. O término dos contatos ocorreram devido ao Reino de Santa Maria deixar de existir como micronação soberana, e agora fazer parte de outra micronação, aliada açoriana, o Sacro Reino de Pathros. Os contatos foram breves, e não houve sequer a troca de reconhecimentos diplomáticos.
Casa Real Açoriana recebe proposta para integrar a ÚNICA
O chanceler do Império de Monte Ouro Verde, Marcelo Gazzaneu, acaba de chegar ao Reino Unido dos Açores como integrante da comitiva diplomática, que conta também com D. Pietro de Dominicus, Imperador de Monte Ouro Verde.. Com sua chegada, aconteceu da Casa Real Açoriana receber uma proposta de integrar a recém criada ÚNICA, instituição intermicronacional que objetiva a integração entre todas as casas e famílias micronacionais. A proposta ainda está em estudo pela Casa Real Açoriana para obtenção de maiores detalhes.
[IMIGRAÇÃO]
Mais um retorno de ex-açoriano!
Foi com muita alegria que a população açoriana observa o retorno de D. Gabriel Lech, Duque da Ribeira. D. Gabriel retornou dia 23 de janeiro, e através de Ordenação Real, recuperou todos seus títulos nobiliárquicos e direitos de cidadania. O experiente açoriano afirma que estava com saudades dos Açores e que continuará a fazer seus trabalhos associados ao desenvolvimento dos Açores, em especial o País de Santa Maria.
Açores dá as boas vindas aos novos cidadãos
Essa foi uma semana movimentada no Serviço de Imigração dos Açores. Chegaram novos cidadãos açorianos: Ronald Neiva Cruz e Daniel Benitz, sendo que Ronald Cruz é iniciante no micronacionalismo e Daniel Benitz é ex-cidadão da República do Governo Virtual. Inclusive, o Primeiro-Ministro eleito D. Fernando Luiz já fez contato com os mesmos para que integrem o novo governo, e assim possam se desenvolver cada vez mais dentro do micronacionalismo e contribuindo com os Açores. Boa sorte aos novos açorianos!
Turismo crescente nos Açores
Apesar do plano de turismo do novo governo açoriano ainda não ter iniciado, esta semana foi movimentada na área de turismo com a chegada de ilustres micronacionalistas, que vieram fazer uma visita aos Açores. Primeiro chegou Alexandre dos Santos, vindo de Pasárgada, depois quem desembarcou foi Felipe Aron, badalado micronacionalista, e por fim, chegou Vinícius Januzzi, de Pathros. Em breve, espera-se que o novo governo tenha um plano de recepção e acompanhamento aos turistas que nos dão o prazer de conviver por alguns dias, compartilhando suas experiências conosco.
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Jornal Tribuna dos Açores # 32
Reino Unido dos Açores (http://www.reinodosacores.org)
Editor: Wagner Côrte-Real Bacciotti Campodonio
Circulação: Telegrapho Real, Jornaleiro, Imprensa Livre, Nova Imprensa, O Informante,
A Reuniana.
Tribuna dos Açores, fundado em 12 de
outubro de 2004, pela jornalista Vera
Brito, tem como proposta jornalista apresentar os fatos ocorridos no Reino
Unido dos Açores, procurando isentar nos noticiários qualquer ligação
partidária, pessoal ou governamental.
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TRIBUNA DOS AÇORES
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