O grupo no qual você está postando é um grupo da Usenet. As mensagens postadas neste grupo farão com que o seu e-mail fique visível para qualquer pessoa na internet.
em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
foi nos que fizemos também.
Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
mim é burrice. JS hoje é essencial.
Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
leitores de tela.
Olá Acaz,
O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o público.
A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém muitas
vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa para
que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns casos é
até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário conseguir
chegar lá, otimo.
> em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
> onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
> foi nos que fizemos também.
> Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
> mim é burrice. JS hoje é essencial.
> Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> leitores de tela.
> Olá Acaz,
> O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o público.
> A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém muitas
> vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
> acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa para
> que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
> exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
> burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns casos é
> até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário conseguir
> chegar lá, otimo.
> > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
> > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
> > foi nos que fizemos também.
> > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
> > mim é burrice. JS hoje é essencial.
> > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> > leitores de tela.
Se você quer desenvolver algo realmente acessível, não cabe a você julgar o
que o usuário faz, se ele desabilita tem seus próprios motivos, e se você
visa suportar essas pessoas, vai ter que desenvolver uma aplicação que
degrade bem.
Procure browsers para deficientes visuais (WebbIE, Audio Browser, e outros)
e teste suas aplicações neles, só assim vai saber o que realmente ocorre. E
lembre-se sempre que acessibilidade não é apenas dar suporte para
deficientes visuais e usuários sem suporte a JavaScript. Você também deve
prestar atenção em detalhes que afetam deficientes físicos/motores, como
tamanho de botões e links, etc. Contraste de cores é outro grande ponto a
ser observado, procure as recomendações de acessibilidade da W3C, é um bom
ponto de partida.
> em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
> onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
> foi nos que fizemos também.
> Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
> mim é burrice. JS hoje é essencial.
> Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> leitores de tela.
O mais importante, independentemente de modelos, é você deixar a coisa
funcionando basicamente com puro markup, com o que o HTML te oferece. Semper
pense em implementação de JavaScript como um *acréscimo*.
Mesmo que a usabilidade não fique tão boa sem JavaScript (como acontece às
vezes), sempe deixe a página funcionando. Daí, com JavaScript, faça o que
quiser com ela para *melhorar* a experiência do usuário. Só tome cuidado com
exageros. ;)
Acho que exageraram um pouco no Aredes, mas talvez isso dependa do tipo do
site e do que o cliente quer.
*
*
2009/8/27 Acaz Souza <acazso...@gmail.com>
> em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
> onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
> foi nos que fizemos também.
> Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
> mim é burrice. JS hoje é essencial.
> Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> leitores de tela.
> Se você quer desenvolver algo realmente acessível, não cabe a você julgar o
> que o usuário faz, se ele desabilita tem seus próprios motivos, e se você
> visa suportar essas pessoas, vai ter que desenvolver uma aplicação que
> degrade bem.
> Procure browsers para deficientes visuais (WebbIE, Audio Browser, e outros)
> e teste suas aplicações neles, só assim vai saber o que realmente ocorre. E
> lembre-se sempre que acessibilidade não é apenas dar suporte para
> deficientes visuais e usuários sem suporte a JavaScript. Você também deve
> prestar atenção em detalhes que afetam deficientes físicos/motores, como
> tamanho de botões e links, etc. Contraste de cores é outro grande ponto a
> ser observado, procure as recomendações de acessibilidade da W3C, é um bom
> ponto de partida.
>> em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
>> onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
>> estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
>> foi nos que fizemos também.
>> Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
>> mim é burrice. JS hoje é essencial.
>> Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
>> leitores de tela.
> 2009/8/27 Gabriel Gilini <gabrielgil...@gmail.com>
> Se você quer desenvolver algo realmente acessível, não cabe a você julgar o
>> que o usuário faz, se ele desabilita tem seus próprios motivos, e se você
>> visa suportar essas pessoas, vai ter que desenvolver uma aplicação que
>> degrade bem.
>> Procure browsers para deficientes visuais (WebbIE, Audio Browser, e
>> outros) e teste suas aplicações neles, só assim vai saber o que realmente
>> ocorre. E lembre-se sempre que acessibilidade não é apenas dar suporte para
>> deficientes visuais e usuários sem suporte a JavaScript. Você também deve
>> prestar atenção em detalhes que afetam deficientes físicos/motores, como
>> tamanho de botões e links, etc. Contraste de cores é outro grande ponto a
>> ser observado, procure as recomendações de acessibilidade da W3C, é um bom
>> ponto de partida.
>>> em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
>>> onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
>>> estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
>>> foi nos que fizemos também.
>>> Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
>>> mim é burrice. JS hoje é essencial.
>>> Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
>>> leitores de tela.
Boa noite Acaz.
Minha dica é: Use sempre o bom senso.
Não concordo muito com algumas coisas que estão sendo pregadas ultimamente.
Como assim não usar o poder que temos?
Pra mim é besteira construir algo só com o puro e mais belo HTML.
Cara, as coisas evoluem, e temos diversas maneiras de fazer com que o
site/sistema seja acessível a todos.
Já fazem 12 anos desde que o HTML 4 foi lançado, e querem que eu faça um
site com puro HTML?
Não confundam as coisas, HTML é a base de tudo, porém durante estes longos
anos muita coisa evoluiu.
Meu humilde conselho é que tu desenvolva 2 modelos, um que seja "acessível"
á todos, e outro que utilize todo o potencial que dispomos hoje.
Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém vai
desabilitar o Javascript?
- "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript". Como
assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
Eu sei que existe, mas nunca vi "ao vivo" isso.
É a ordem natural das coisas... evoluir.
As vezes penso que se depender de algumas pessoas o HTML 5 nunca vai
"vingar" e nem Javascript 2.
> A internet tem que ser para todos e tudo, eu só quero que meu serviço
> seja algo correto.
> On 27 ago, 17:00, Leandro Medeiros <leogu...@gmail.com> wrote:
> > Olá Acaz,
> > O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o
> público.
> > A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém
> muitas
> > vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
> > acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa
> para
> > que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
> > exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
> > burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns casos
> é
> > até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário
> conseguir
> > chegar lá, otimo.
> > > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
> > > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> > > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
> > > foi nos que fizemos também.
> > > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
> > > mim é burrice. JS hoje é essencial.
> > > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> > > leitores de tela.
Discordo de parte de seus argumentos, Jaydson.
Eu acho que o fato de alguns usuários - seja lá qual for o motivo - não
terem JavaScript habilitado / disponível não deve ser em hipótese alguma
desconsiderada.
E evolução é, claro, muito bom. Mas é melhor ainda não evoluir além das
necessidades de um objetivo, que, no caso, é levar informação ao público,
sem rodeios nem dificuldades.
A dica é manter as coisas sempre simples, bonitas e funcionais.
> Boa noite Acaz.
> Minha dica é: Use sempre o bom senso.
> Não concordo muito com algumas coisas que estão sendo pregadas ultimamente.
> Como assim não usar o poder que temos?
> Pra mim é besteira construir algo só com o puro e mais belo HTML.
> Cara, as coisas evoluem, e temos diversas maneiras de fazer com que o
> site/sistema seja acessível a todos.
> Já fazem 12 anos desde que o HTML 4 foi lançado, e querem que eu faça um
> site com puro HTML?
> Não confundam as coisas, HTML é a base de tudo, porém durante estes longos
> anos muita coisa evoluiu.
> Meu humilde conselho é que tu desenvolva 2 modelos, um que seja "acessível"
> á todos, e outro que utilize todo o potencial que dispomos hoje.
> Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém vai
> desabilitar o Javascript?
> - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript". Como
> assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
> Eu sei que existe, mas nunca vi "ao vivo" isso.
> É a ordem natural das coisas... evoluir.
> As vezes penso que se depender de algumas pessoas o HTML 5 nunca vai
> "vingar" e nem Javascript 2.
>> A internet tem que ser para todos e tudo, eu só quero que meu serviço
>> seja algo correto.
>> On 27 ago, 17:00, Leandro Medeiros <leogu...@gmail.com> wrote:
>> > Olá Acaz,
>> > O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o
>> público.
>> > A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém
>> muitas
>> > vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
>> > acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa
>> para
>> > que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
>> > exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
>> > burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns casos
>> é
>> > até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário
>> conseguir
>> > chegar lá, otimo.
>> > > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
>> > > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
>> > > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
>> > > foi nos que fizemos também.
>> > > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
>> > > mim é burrice. JS hoje é essencial.
>> > > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
>> > > leitores de tela.
> Boa noite Acaz.
> Minha dica é: Use sempre o bom senso.
> Não concordo muito com algumas coisas que estão sendo pregadas ultimamente.
> Como assim não usar o poder que temos?
Pelo jeito você entendeu tudo errado.
> Pra mim é besteira construir algo só com o puro e mais belo HTML.
> Cara, as coisas evoluem, e temos diversas maneiras de fazer com que o
> site/sistema seja acessível a todos.
> Já fazem 12 anos desde que o HTML 4 foi lançado, e querem que eu faça um
> site com puro HTML?
Sua aplicação *deve* funcionar só com HTML. Como já foi dito, não há
problema algum se a experiência de uso for mais pobre, desde que seja
possível completar a tarefa (como já vi dificuldade de interpretação do que
falo nessa lista, entendam que quando digo "deve" está subentendido que
estou falando de uma aplicação desenvolvida corretamente de acordo com
recomendações dos órgãos "responsáveis", por falta de um termo melhor).
> Não confundam as coisas, HTML é a base de tudo, porém durante estes longos
> anos muita coisa evoluiu.
> Meu humilde conselho é que tu desenvolva 2 modelos, um que seja "acessível"
> á todos, e outro que utilize todo o potencial que dispomos hoje.
Aí que tá a pegadinha, essa sugestão que todo mundo dá, de desenvolver
aplicações que degradam corretamente, torna mais fácil para *você* a
manutenção da aplicação. Se você desenvolver duas formas diferentes, vai ter
muito mais código pra manter.
> Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém vai
> desabilitar o Javascript?
Conheço algumas pessoas que desabilitam, por causa de tanta porquice que
fazem nos sites por aí. Eu mesmo já tive que desativar diversas vezes pra
passar por cima da cagada de algum desenvolvedor.
> - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript". Como
> assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
Ahm, celular?
Vários celulares têm navegadores sem suporte a JavaScript. Isso sem falar
nos navegadores text-only, alguns têm suporte, outros não. Fora outros
aplicativos que lêem HTML e possuem um mini navegador build-in, ou outras
inúmeras situações que são impossíveis de prever.
> Eu sei que existe, mas nunca vi "ao vivo" isso.
> É a ordem natural das coisas... evoluir.
> As vezes penso que se depender de algumas pessoas o HTML 5 nunca vai
> "vingar" e nem Javascript 2.
Provavelmente o HTML5 vai "vingar", é só dar uma olhada nas listas do whatwg
que você vê envolvimentos dos desenvolvedores dos grandes browsers. Isso é
um bom indicativo.
Com certeza EcmaScript 5 (ou Harmony) também "vingará", pelo mesmo motivo.
Mas nada disso vai eliminar a existência de uma miríade de dispositivos e
navegadores que não suportam tudo o que há de novo, por isso sempre vai
existir a preocupação com degradação na Internet, já que a existência de uma
regulamentação nesse ambiente é absurda.
>> A internet tem que ser para todos e tudo, eu só quero que meu serviço
>> seja algo correto.
>> On 27 ago, 17:00, Leandro Medeiros <leogu...@gmail.com> wrote:
>> > Olá Acaz,
>> > O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o
>> público.
>> > A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém
>> muitas
>> > vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
>> > acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa
>> para
>> > que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
>> > exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
>> > burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns casos
>> é
>> > até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário
>> conseguir
>> > chegar lá, otimo.
>> > > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
>> > > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
>> > > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
>> > > foi nos que fizemos também.
>> > > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
>> > > mim é burrice. JS hoje é essencial.
>> > > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
>> > > leitores de tela.
Eu tô entendendo, eu tambem concordo que as coisas tem que evoluir, e
quem usa uma coisa passada vai ficar na pior concerteza, acho que isso
é em qualquer área.
Acho que tem que olhar pelo público alvo e outros quesitos.
A internet é uma bagunça, todos constroem como quiserem.
Se nao fosse isso nao seria a internet neh, mais é isso ai.
On 28 ago, 00:13, Gabriel Gilini <gabrielgil...@gmail.com> wrote:
> > Boa noite Acaz.
> > Minha dica é: Use sempre o bom senso.
> > Não concordo muito com algumas coisas que estão sendo pregadas ultimamente.
> > Como assim não usar o poder que temos?
> Pelo jeito você entendeu tudo errado.
> > Pra mim é besteira construir algo só com o puro e mais belo HTML.
> > Cara, as coisas evoluem, e temos diversas maneiras de fazer com que o
> > site/sistema seja acessível a todos.
> > Já fazem 12 anos desde que o HTML 4 foi lançado, e querem que eu faça um
> > site com puro HTML?
> Sua aplicação *deve* funcionar só com HTML. Como já foi dito, não há
> problema algum se a experiência de uso for mais pobre, desde que seja
> possível completar a tarefa (como já vi dificuldade de interpretação do que
> falo nessa lista, entendam que quando digo "deve" está subentendido que
> estou falando de uma aplicação desenvolvida corretamente de acordo com
> recomendações dos órgãos "responsáveis", por falta de um termo melhor).
> > Não confundam as coisas, HTML é a base de tudo, porém durante estes longos
> > anos muita coisa evoluiu.
> > Meu humilde conselho é que tu desenvolva 2 modelos, um que seja "acessível"
> > á todos, e outro que utilize todo o potencial que dispomos hoje.
> Aí que tá a pegadinha, essa sugestão que todo mundo dá, de desenvolver
> aplicações que degradam corretamente, torna mais fácil para *você* a
> manutenção da aplicação. Se você desenvolver duas formas diferentes, vai ter
> muito mais código pra manter.
> > Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém vai
> > desabilitar o Javascript?
> Conheço algumas pessoas que desabilitam, por causa de tanta porquice que
> fazem nos sites por aí. Eu mesmo já tive que desativar diversas vezes pra
> passar por cima da cagada de algum desenvolvedor.
> > - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript". Como
> > assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
> Ahm, celular?
> Vários celulares têm navegadores sem suporte a JavaScript. Isso sem falar
> nos navegadores text-only, alguns têm suporte, outros não. Fora outros
> aplicativos que lêem HTML e possuem um mini navegador build-in, ou outras
> inúmeras situações que são impossíveis de prever.
> > Eu sei que existe, mas nunca vi "ao vivo" isso.
> > É a ordem natural das coisas... evoluir.
> > As vezes penso que se depender de algumas pessoas o HTML 5 nunca vai
> > "vingar" e nem Javascript 2.
> Provavelmente o HTML5 vai "vingar", é só dar uma olhada nas listas do whatwg
> que você vê envolvimentos dos desenvolvedores dos grandes browsers. Isso é
> um bom indicativo.
> Com certeza EcmaScript 5 (ou Harmony) também "vingará", pelo mesmo motivo.
> Mas nada disso vai eliminar a existência de uma miríade de dispositivos e
> navegadores que não suportam tudo o que há de novo, por isso sempre vai
> existir a preocupação com degradação na Internet, já que a existência de uma
> regulamentação nesse ambiente é absurda.
> >> A internet tem que ser para todos e tudo, eu só quero que meu serviço
> >> seja algo correto.
> >> On 27 ago, 17:00, Leandro Medeiros <leogu...@gmail.com> wrote:
> >> > Olá Acaz,
> >> > O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o
> >> público.
> >> > A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém
> >> muitas
> >> > vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
> >> > acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa
> >> para
> >> > que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
> >> > exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
> >> > burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns casos
> >> é
> >> > até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário
> >> conseguir
> >> > chegar lá, otimo.
> >> > > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
> >> > > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> >> > > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
> >> > > foi nos que fizemos também.
> >> > > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
> >> > > mim é burrice. JS hoje é essencial.
> >> > > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> >> > > leitores de tela.
Acho que a internet é como as ruas e cidades, não são todas
acessíveis.
haha, a perfeição está extremamente longe.
a ideia de tim berners lee de deixar a internet para todos está
extremamente longe dos 100%, está acontecendo, mas longe dos 100%. É
muito difícil.
On 28 ago, 09:35, Acaz Souza <acazso...@gmail.com> wrote:
> Eu tô entendendo, eu tambem concordo que as coisas tem que evoluir, e
> quem usa uma coisa passada vai ficar na pior concerteza, acho que isso
> é em qualquer área.
> Acho que tem que olhar pelo público alvo e outros quesitos.
> A internet é uma bagunça, todos constroem como quiserem.
> Se nao fosse isso nao seria a internet neh, mais é isso ai.
> On 28 ago, 00:13, Gabriel Gilini <gabrielgil...@gmail.com> wrote:
> > > Boa noite Acaz.
> > > Minha dica é: Use sempre o bom senso.
> > > Não concordo muito com algumas coisas que estão sendo pregadas ultimamente.
> > > Como assim não usar o poder que temos?
> > Pelo jeito você entendeu tudo errado.
> > > Pra mim é besteira construir algo só com o puro e mais belo HTML.
> > > Cara, as coisas evoluem, e temos diversas maneiras de fazer com que o
> > > site/sistema seja acessível a todos.
> > > Já fazem 12 anos desde que o HTML 4 foi lançado, e querem que eu faça um
> > > site com puro HTML?
> > Sua aplicação *deve* funcionar só com HTML. Como já foi dito, não há
> > problema algum se a experiência de uso for mais pobre, desde que seja
> > possível completar a tarefa (como já vi dificuldade de interpretação do que
> > falo nessa lista, entendam que quando digo "deve" está subentendido que
> > estou falando de uma aplicação desenvolvida corretamente de acordo com
> > recomendações dos órgãos "responsáveis", por falta de um termo melhor).
> > > Não confundam as coisas, HTML é a base de tudo, porém durante estes longos
> > > anos muita coisa evoluiu.
> > > Meu humilde conselho é que tu desenvolva 2 modelos, um que seja "acessível"
> > > á todos, e outro que utilize todo o potencial que dispomos hoje.
> > Aí que tá a pegadinha, essa sugestão que todo mundo dá, de desenvolver
> > aplicações que degradam corretamente, torna mais fácil para *você* a
> > manutenção da aplicação. Se você desenvolver duas formas diferentes, vai ter
> > muito mais código pra manter.
> > > Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém vai
> > > desabilitar o Javascript?
> > Conheço algumas pessoas que desabilitam, por causa de tanta porquice que
> > fazem nos sites por aí. Eu mesmo já tive que desativar diversas vezes pra
> > passar por cima da cagada de algum desenvolvedor.
> > > - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript". Como
> > > assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
> > Ahm, celular?
> > Vários celulares têm navegadores sem suporte a JavaScript. Isso sem falar
> > nos navegadores text-only, alguns têm suporte, outros não. Fora outros
> > aplicativos que lêem HTML e possuem um mini navegador build-in, ou outras
> > inúmeras situações que são impossíveis de prever.
> > > Eu sei que existe, mas nunca vi "ao vivo" isso.
> > > É a ordem natural das coisas... evoluir.
> > > As vezes penso que se depender de algumas pessoas o HTML 5 nunca vai
> > > "vingar" e nem Javascript 2.
> > Provavelmente o HTML5 vai "vingar", é só dar uma olhada nas listas do whatwg
> > que você vê envolvimentos dos desenvolvedores dos grandes browsers. Isso é
> > um bom indicativo.
> > Com certeza EcmaScript 5 (ou Harmony) também "vingará", pelo mesmo motivo.
> > Mas nada disso vai eliminar a existência de uma miríade de dispositivos e
> > navegadores que não suportam tudo o que há de novo, por isso sempre vai
> > existir a preocupação com degradação na Internet, já que a existência de uma
> > regulamentação nesse ambiente é absurda.
> > >> A internet tem que ser para todos e tudo, eu só quero que meu serviço
> > >> seja algo correto.
> > >> On 27 ago, 17:00, Leandro Medeiros <leogu...@gmail.com> wrote:
> > >> > Olá Acaz,
> > >> > O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o
> > >> público.
> > >> > A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém
> > >> muitas
> > >> > vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
> > >> > acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa
> > >> para
> > >> > que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
> > >> > exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
> > >> > burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns casos
> > >> é
> > >> > até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário
> > >> conseguir
> > >> > chegar lá, otimo.
> > >> > > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
> > >> > > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> > >> > > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
> > >> > > foi nos que fizemos também.
> > >> > > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
> > >> > > mim é burrice. JS hoje é essencial.
> > >> > > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> > >> > > leitores de tela.
> Acho que a internet é como as ruas e cidades, não são todas
> acessíveis.
> haha, a perfeição está extremamente longe.
> a ideia de tim berners lee de deixar a internet para todos está
> extremamente longe dos 100%, está acontecendo, mas longe dos 100%. É
> muito difícil.
> On 28 ago, 09:35, Acaz Souza <acazso...@gmail.com> wrote:
> > Eu tô entendendo, eu tambem concordo que as coisas tem que evoluir, e
> > quem usa uma coisa passada vai ficar na pior concerteza, acho que isso
> > é em qualquer área.
> > Acho que tem que olhar pelo público alvo e outros quesitos.
> > A internet é uma bagunça, todos constroem como quiserem.
> > Se nao fosse isso nao seria a internet neh, mais é isso ai.
> > On 28 ago, 00:13, Gabriel Gilini <gabrielgil...@gmail.com> wrote:
> > > > Boa noite Acaz.
> > > > Minha dica é: Use sempre o bom senso.
> > > > Não concordo muito com algumas coisas que estão sendo pregadas ultimamente.
> > > > Como assim não usar o poder que temos?
> > > Pelo jeito você entendeu tudo errado.
> > > > Pra mim é besteira construir algo só com o puro e mais belo HTML.
> > > > Cara, as coisas evoluem, e temos diversas maneiras de fazer com que o
> > > > site/sistema seja acessível a todos.
> > > > Já fazem 12 anos desde que o HTML 4 foi lançado, e querem que eu faça um
> > > > site com puro HTML?
> > > Sua aplicação *deve* funcionar só com HTML. Como já foi dito, não há
> > > problema algum se a experiência de uso for mais pobre, desde que seja
> > > possível completar a tarefa (como já vi dificuldade de interpretação do que
> > > falo nessa lista, entendam que quando digo "deve" está subentendido que
> > > estou falando de uma aplicação desenvolvida corretamente de acordo com
> > > recomendações dos órgãos "responsáveis", por falta de um termo melhor).
> > > > Não confundam as coisas, HTML é a base de tudo, porém durante estes longos
> > > > anos muita coisa evoluiu.
> > > > Meu humilde conselho é que tu desenvolva 2 modelos, um que seja "acessível"
> > > > á todos, e outro que utilize todo o potencial que dispomos hoje.
> > > Aí que tá a pegadinha, essa sugestão que todo mundo dá, de desenvolver
> > > aplicações que degradam corretamente, torna mais fácil para *você* a
> > > manutenção da aplicação. Se você desenvolver duas formas diferentes, vai ter
> > > muito mais código pra manter.
> > > > Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém vai
> > > > desabilitar o Javascript?
> > > Conheço algumas pessoas que desabilitam, por causa de tanta porquice que
> > > fazem nos sites por aí. Eu mesmo já tive que desativar diversas vezes pra
> > > passar por cima da cagada de algum desenvolvedor.
> > > > - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript". Como
> > > > assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
> > > Ahm, celular?
> > > Vários celulares têm navegadores sem suporte a JavaScript. Isso sem falar
> > > nos navegadores text-only, alguns têm suporte, outros não. Fora outros
> > > aplicativos que lêem HTML e possuem um mini navegador build-in, ou outras
> > > inúmeras situações que são impossíveis de prever.
> > > > Eu sei que existe, mas nunca vi "ao vivo" isso.
> > > > É a ordem natural das coisas... evoluir.
> > > > As vezes penso que se depender de algumas pessoas o HTML 5 nunca vai
> > > > "vingar" e nem Javascript 2.
> > > Provavelmente o HTML5 vai "vingar", é só dar uma olhada nas listas do whatwg
> > > que você vê envolvimentos dos desenvolvedores dos grandes browsers. Isso é
> > > um bom indicativo.
> > > Com certeza EcmaScript 5 (ou Harmony) também "vingará", pelo mesmo motivo.
> > > Mas nada disso vai eliminar a existência de uma miríade de dispositivos e
> > > navegadores que não suportam tudo o que há de novo, por isso sempre vai
> > > existir a preocupação com degradação na Internet, já que a existência de uma
> > > regulamentação nesse ambiente é absurda.
> > > >> A internet tem que ser para todos e tudo, eu só quero que meu serviço
> > > >> seja algo correto.
> > > >> On 27 ago, 17:00, Leandro Medeiros <leogu...@gmail.com> wrote:
> > > >> > Olá Acaz,
> > > >> > O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o
> > > >> público.
> > > >> > A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém
> > > >> muitas
> > > >> > vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
> > > >> > acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa
> > > >> para
> > > >> > que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
> > > >> > exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
> > > >> > burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns casos
> > > >> é
> > > >> > até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário
> > > >> conseguir
> > > >> > chegar lá, otimo.
> > > >> > > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
> > > >> > > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> > > >> > > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
> > > >> > > foi nos que fizemos também.
> > > >> > > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
> > > >> > > mim é burrice. JS hoje é essencial.
> > > >> > > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> > > >> > > leitores de tela.
Pessoalmente, acho fundamental a acessibilidade, mas prefiria fazer uma
versão para um publico, e outra para outro.
Por exemplo, com html 100% funcional ... la se foi meu ajax ... la se foram
animações, la se foram vlaidações, etc ... (ex.:gmail)
broswers q nao rodam js ... aff, por favor, nunca cogitei uma coisa dessas,
se preciso alterar uma cagada de algum desenvolvedor panaca, abro o firebug
e retiro aquele codigo porco dele, ou mudo pra um return true, hehe
Para browsers em mobile ... bom, mesma situação ... uma versao para mobile é
eminente.
Mas vejo muita diferença neste tratamento, quando tratamos em dois
universos, o de páginas comerciais, e o de sistemas q rodam na web. A RIA,
por exemplo, exige uma construção complexa e dinâmica, em 90% dos
casos...enquanto uma página comercial é visitada por todo o tipo de público.
Em uma área restrita, por exemplo, para um sistema complexo online, acho
importante uma interface mais "ergonomica" para o usuario, mais usual,
mesmo...neste caso, como ha muitas ferramentas e menus, acho que isto sim, é
a acessibilidades q o usuario precisa.
Claro, ha detalhes simples q ajudam, como titles em imagens, possibilidade
de alteração do tamanho das fontes, um bom controle do contraste das cores,
etc...
> Discordo de parte de seus argumentos, Jaydson.
> Eu acho que o fato de alguns usuários - seja lá qual for o motivo - não
> terem JavaScript habilitado / disponível não deve ser em hipótese alguma
> desconsiderada.
> E evolução é, claro, muito bom. Mas é melhor ainda não evoluir além das
> necessidades de um objetivo, que, no caso, é levar informação ao público,
> sem rodeios nem dificuldades.
> A dica é manter as coisas sempre simples, bonitas e funcionais.
>> Não concordo muito com algumas coisas que estão sendo pregadas
>> ultimamente.
>> Como assim não usar o poder que temos?
>> Pra mim é besteira construir algo só com o puro e mais belo HTML.
>> Cara, as coisas evoluem, e temos diversas maneiras de fazer com que o
>> site/sistema seja acessível a todos.
>> Já fazem 12 anos desde que o HTML 4 foi lançado, e querem que eu faça um
>> site com puro HTML?
>> Não confundam as coisas, HTML é a base de tudo, porém durante estes longos
>> anos muita coisa evoluiu.
>> Meu humilde conselho é que tu desenvolva 2 modelos, um que seja
>> "acessível" á todos, e outro que utilize todo o potencial que dispomos hoje.
>> Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém
>> vai desabilitar o Javascript?
>> - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript".
>> Como assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
>> Eu sei que existe, mas nunca vi "ao vivo" isso.
>> É a ordem natural das coisas... evoluir.
>> As vezes penso que se depender de algumas pessoas o HTML 5 nunca vai
>> "vingar" e nem Javascript 2.
>>> A internet tem que ser para todos e tudo, eu só quero que meu serviço
>>> seja algo correto.
>>> On 27 ago, 17:00, Leandro Medeiros <leogu...@gmail.com> wrote:
>>> > Olá Acaz,
>>> > O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o
>>> público.
>>> > A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém
>>> muitas
>>> > vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
>>> > acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa
>>> para
>>> > que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
>>> > exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
>>> > burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns
>>> casos é
>>> > até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário
>>> conseguir
>>> > chegar lá, otimo.
>>> > > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
>>> > > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
>>> > > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
>>> > > foi nos que fizemos também.
>>> > > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
>>> > > mim é burrice. JS hoje é essencial.
>>> > > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
>>> > > leitores de tela.
Felipe você disse possibilidade de alteração do tamanho das fontes.
Esses detalhes eu acho a maior bobera incluir no html, os browser e
outros equipamentos já tem funcionalidades simples como essas, tamanho
de fontes, zoom, adicionar favoritos e etc...
eu não gosto dessas funcionalidades desse tipo.
On 28 ago, 09:54, Felipe Nascimento de Moura <felipenmo...@gmail.com>
wrote:
> Pessoalmente, acho fundamental a acessibilidade, mas prefiria fazer uma
> versão para um publico, e outra para outro.
> Por exemplo, com html 100% funcional ... la se foi meu ajax ... la se foram
> animações, la se foram vlaidações, etc ... (ex.:gmail)
> broswers q nao rodam js ... aff, por favor, nunca cogitei uma coisa dessas,
> se preciso alterar uma cagada de algum desenvolvedor panaca, abro o firebug
> e retiro aquele codigo porco dele, ou mudo pra um return true, hehe
> Para browsers em mobile ... bom, mesma situação ... uma versao para mobile é
> eminente.
> Mas vejo muita diferença neste tratamento, quando tratamos em dois
> universos, o de páginas comerciais, e o de sistemas q rodam na web. A RIA,
> por exemplo, exige uma construção complexa e dinâmica, em 90% dos
> casos...enquanto uma página comercial é visitada por todo o tipo de público.
> Em uma área restrita, por exemplo, para um sistema complexo online, acho
> importante uma interface mais "ergonomica" para o usuario, mais usual,
> mesmo...neste caso, como ha muitas ferramentas e menus, acho que isto sim, é
> a acessibilidades q o usuario precisa.
> Claro, ha detalhes simples q ajudam, como titles em imagens, possibilidade
> de alteração do tamanho das fontes, um bom controle do contraste das cores,
> etc...
> > Discordo de parte de seus argumentos, Jaydson.
> > Eu acho que o fato de alguns usuários - seja lá qual for o motivo - não
> > terem JavaScript habilitado / disponível não deve ser em hipótese alguma
> > desconsiderada.
> > E evolução é, claro, muito bom. Mas é melhor ainda não evoluir além das
> > necessidades de um objetivo, que, no caso, é levar informação ao público,
> > sem rodeios nem dificuldades.
> > A dica é manter as coisas sempre simples, bonitas e funcionais.
> >> Não concordo muito com algumas coisas que estão sendo pregadas
> >> ultimamente.
> >> Como assim não usar o poder que temos?
> >> Pra mim é besteira construir algo só com o puro e mais belo HTML.
> >> Cara, as coisas evoluem, e temos diversas maneiras de fazer com que o
> >> site/sistema seja acessível a todos.
> >> Já fazem 12 anos desde que o HTML 4 foi lançado, e querem que eu faça um
> >> site com puro HTML?
> >> Não confundam as coisas, HTML é a base de tudo, porém durante estes longos
> >> anos muita coisa evoluiu.
> >> Meu humilde conselho é que tu desenvolva 2 modelos, um que seja
> >> "acessível" á todos, e outro que utilize todo o potencial que dispomos hoje.
> >> Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém
> >> vai desabilitar o Javascript?
> >> - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript".
> >> Como assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
> >> Eu sei que existe, mas nunca vi "ao vivo" isso.
> >> É a ordem natural das coisas... evoluir.
> >> As vezes penso que se depender de algumas pessoas o HTML 5 nunca vai
> >> "vingar" e nem Javascript 2.
> >>> A internet tem que ser para todos e tudo, eu só quero que meu serviço
> >>> seja algo correto.
> >>> On 27 ago, 17:00, Leandro Medeiros <leogu...@gmail.com> wrote:
> >>> > Olá Acaz,
> >>> > O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o
> >>> público.
> >>> > A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos, porém
> >>> muitas
> >>> > vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
> >>> > acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma alternativa
> >>> para
> >>> > que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia de
> >>> > exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos. Não é
> >>> > burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns
> >>> casos é
> >>> > até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário
> >>> conseguir
> >>> > chegar lá, otimo.
> >>> > > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a empresa
> >>> > > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> >>> > > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de cima
> >>> > > foi nos que fizemos também.
> >>> > > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso pra
> >>> > > mim é burrice. JS hoje é essencial.
> >>> > > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> >>> > > leitores de tela.
HTML ou XHTML bem formados e válidos de acordo com o padrão não
impedem nem dificultam nenhuma dessas aplicações (ajax, animações,
validações). A menos que você esteja se referindo aos clientes com
recursos limitados (Javascript desabilitado, por exemplo). Você sempre
terá trabalho extra fazendo um site que rode com ou sem Javascript,
fato. Mas se você é um desenvolvedor web, esse é justamente o seu
trabalho. Qual o problema?
2009/8/28 Felipe Nascimento de Moura <felipenmo...@gmail.com>:
> Pessoalmente, acho fundamental a acessibilidade, mas prefiria fazer uma
> versão para um publico, e outra para outro.
> Por exemplo, com html 100% funcional ... la se foi meu ajax ... la se foram
> animações, la se foram vlaidações, etc ... (ex.:gmail)
> broswers q nao rodam js ... aff, por favor, nunca cogitei uma coisa dessas,
> se preciso alterar uma cagada de algum desenvolvedor panaca, abro o firebug
> e retiro aquele codigo porco dele, ou mudo pra um return true, hehe
> Para browsers em mobile ... bom, mesma situação ... uma versao para mobile é
> eminente.
> Nem mesmo os grandes como Google, sao tão acessíveis, o Google Reader > meu leitor de RSS preferido não funciona sem JS.
Se for pensar desse jeito eu posso falar que nem mesmo o "grande" José Sarney é um político honesto, maus exemplos existem aos montes entre os grandes e os pequenos.
> Se for pensar desse jeito eu posso falar que nem mesmo o "grande" José
> Sarney é um político honesto, maus exemplos existem aos montes entre
> os grandes e os pequenos.
rsrsrssrsrsr, BOA!!!
On 28 ago, 13:03, Jonas Raoni <jonasra...@gmail.com> wrote:
> > Nem mesmo os grandes como Google, sao tão acessíveis, o Google Reader
> > meu leitor de RSS preferido não funciona sem JS.
> Se for pensar desse jeito eu posso falar que nem mesmo o "grande" José
> Sarney é um político honesto, maus exemplos existem aos montes entre
> os grandes e os pequenos.
muitas vezes, conforme a estrutura q tu ta usando, o zoom pode empurrar
textos para quebrarem onde tu nao queria, movendo outros divs ou spans, ou
reagir de forma diferente de um navegador para outro ... que aplica o zoom
sobre imagens, e outro q nao, por exemplo. Mas so comentei como opção,
mesmo, pessoalmente, tambem nao acho tao interessante essas aplicações...
Opções de dragNdrop, resize, entre outras, tambem podem ser aplicadas, com
criatividade, para ajudar...e como eu disse, isso tudo varia muito do foco
... aplicação web, web2.0, site, ferramenta para gestao de conteúdos, etc
...
> Felipe você disse possibilidade de alteração do tamanho das fontes.
> Esses detalhes eu acho a maior bobera incluir no html, os browser e
> outros equipamentos já tem funcionalidades simples como essas, tamanho
> de fontes, zoom, adicionar favoritos e etc...
> eu não gosto dessas funcionalidades desse tipo.
> On 28 ago, 09:54, Felipe Nascimento de Moura <felipenmo...@gmail.com>
> wrote:
> > Pessoalmente, acho fundamental a acessibilidade, mas prefiria fazer uma
> > versão para um publico, e outra para outro.
> > Por exemplo, com html 100% funcional ... la se foi meu ajax ... la se
> foram
> > animações, la se foram vlaidações, etc ... (ex.:gmail)
> > broswers q nao rodam js ... aff, por favor, nunca cogitei uma coisa
> dessas,
> > se preciso alterar uma cagada de algum desenvolvedor panaca, abro o
> firebug
> > e retiro aquele codigo porco dele, ou mudo pra um return true, hehe
> > Para browsers em mobile ... bom, mesma situação ... uma versao para
> mobile é
> > eminente.
> > Mas vejo muita diferença neste tratamento, quando tratamos em dois
> > universos, o de páginas comerciais, e o de sistemas q rodam na web. A
> RIA,
> > por exemplo, exige uma construção complexa e dinâmica, em 90% dos
> > casos...enquanto uma página comercial é visitada por todo o tipo de
> público.
> > Em uma área restrita, por exemplo, para um sistema complexo online, acho
> > importante uma interface mais "ergonomica" para o usuario, mais usual,
> > mesmo...neste caso, como ha muitas ferramentas e menus, acho que isto
> sim, é
> > a acessibilidades q o usuario precisa.
> > Claro, ha detalhes simples q ajudam, como titles em imagens,
> possibilidade
> > de alteração do tamanho das fontes, um bom controle do contraste das
> cores,
> > etc...
> > > Discordo de parte de seus argumentos, Jaydson.
> > > Eu acho que o fato de alguns usuários - seja lá qual for o motivo - não
> > > terem JavaScript habilitado / disponível não deve ser em hipótese
> alguma
> > > desconsiderada.
> > > E evolução é, claro, muito bom. Mas é melhor ainda não evoluir além das
> > > necessidades de um objetivo, que, no caso, é levar informação ao
> público,
> > > sem rodeios nem dificuldades.
> > > A dica é manter as coisas sempre simples, bonitas e funcionais.
> > >> Não concordo muito com algumas coisas que estão sendo pregadas
> > >> ultimamente.
> > >> Como assim não usar o poder que temos?
> > >> Pra mim é besteira construir algo só com o puro e mais belo HTML.
> > >> Cara, as coisas evoluem, e temos diversas maneiras de fazer com que o
> > >> site/sistema seja acessível a todos.
> > >> Já fazem 12 anos desde que o HTML 4 foi lançado, e querem que eu faça
> um
> > >> site com puro HTML?
> > >> Não confundam as coisas, HTML é a base de tudo, porém durante estes
> longos
> > >> anos muita coisa evoluiu.
> > >> Meu humilde conselho é que tu desenvolva 2 modelos, um que seja
> > >> "acessível" á todos, e outro que utilize todo o potencial que dispomos
> hoje.
> > >> Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos
> alguém
> > >> vai desabilitar o Javascript?
> > >> - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript".
> > >> Como assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
> > >> Eu sei que existe, mas nunca vi "ao vivo" isso.
> > >> É a ordem natural das coisas... evoluir.
> > >> As vezes penso que se depender de algumas pessoas o HTML 5 nunca vai
> > >> "vingar" e nem Javascript 2.
> > >>> A internet tem que ser para todos e tudo, eu só quero que meu serviço
> > >>> seja algo correto.
> > >>> On 27 ago, 17:00, Leandro Medeiros <leogu...@gmail.com> wrote:
> > >>> > Olá Acaz,
> > >>> > O que deve ser avaliado nesse caso não é se compensa ou não e sim o
> > >>> público.
> > >>> > A acessibilidade deveria ser considerada em todos os projetos,
> porém
> > >>> muitas
> > >>> > vezes o público alvo não exige esse tipo de prática. Javascript e
> > >>> > acessibilidade não são adversários. É necessário criar uma
> alternativa
> > >>> para
> > >>> > que o javascript não seja obstrutivo, só isso. A internet tá cheia
> de
> > >>> > exemplos. Os leitores de tela vão ler os atributos nos elementos.
> Não é
> > >>> > burrice não ter javascript, pense bem e você vai ver que em alguns
> > >>> casos é
> > >>> > até desnecessário. O importante no site é o conteudo, se o usuário
> > >>> conseguir
> > >>> > chegar lá, otimo.
> > >>> > > em quesito de acessiblidade, o que vocês me dizem, porque a
> empresa
> > >>> > > onde trabalho está querendo fazer os sites nesse estilo agora, eu
> > >>> > > estou fazendo uma pesquisa para ver se compensa, esses dois de
> cima
> > >>> > > foi nos que fizemos também.
> > >>> > > Em questão de acessibilidade, apenas 0.5% desabilitam o JS, isso
> pra
> > >>> > > mim é burrice. JS hoje é essencial.
> > >>> > > Mas olhando para o outro lado, eu não conheço esses programas de
> > >>> > > leitores de tela.
Se a proposta é deixar os sites acessíveis, não tem por onde, vai ter
que respeitar os padrões&semântica, javascript não obstrutivo,
arquitetura da informação e whatever, javascript não obstrutivo é uma
das boas praticas recomendadas na criação de sites, JS tem mecanismo
que te possibilitam tal resultado, o efeito colateral é o uso de
técnicas de detecção de objeto ou no pior dos casos detecção de
navegador, aumentando as linhas do script, mas nada que seja um bicho
de sete cabeças.
Acessibilidade engloba também o público alvo, na maioria das vezes é
possível de disponibilizar certa funcionalidade, mas quando público é
muito variável é mais lucrativo deixar acessível, falo isso porque
sofro com a falta de acessibilidade na web, tenho um PSP que tem a
função de acesso a internet (com renderização similar a de celulares e
palm's), mas é horrível utilizar, a maioria dos sites ficam uma BOSTA,
web móvel é mais que uma tendencia, muitos sites estão faturando muito
com aplicações web para celular, tá mais do que na hora de rever este
conceito de webmóvel e levar a sério este tema.
Sobre AJAX, HTML5, CSS3
AJAX é uma faca de dois gumes, tem gente que usa ajax para efeitos
meramente estéticos, ai já é burrice mesmo, ajax é para ser usado
quando houver uma aplicação robusta e pesada e que faça muitas
atualizações, dentro destes critérios é ate uma questão de boa
usabilidade, porque você acha que o google reader usa ajax[?], sobre
validação também, tem muita gente que valida o código só no lado do
cliente, péssima pratica, validação deve ser feita nos dois lados, no
cliente para questões de usabilidade, no servidor para segurança, se
por acaso o JS falhar ta ai o servidor pra aguentar o tranco e fica
não obstrutivo também, animação e etc... deve ser bem pensada, é
valido para portfólio de um designer usar um jquery com 40 plug-ins,
mas para um site comercial hiiiiiiiiiii, pode usar se realmente for
"usável".
HTML5&CSS3 compartilho a opinião de Jacob Nielsen, esperar sentado
porque vai demorar para estar disponível, recomendo salvar os artigos
sobre o tema e abri daqui a dois anos(isso mesmo dois anos!),
navegadores como o IE6 vão ser realidade por um bom tempo, nem ouso
lançar uma previsão, só recomendo para rezar para que o Win Seven seja
tão pirateado quanto o Win XP foi, e isso vai ter praticamente efeito
placebo, pois o IE8 é meio caquinha, mas vai ajudar.
> Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém vai >> desabilitar o Javascript?
> Conheço algumas pessoas que desabilitam, por causa de tanta porquice que > fazem nos sites por aí. Eu mesmo já tive que desativar diversas vezes pra > passar por cima da cagada de algum desenvolvedor.
>> - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript". >> Como assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
> Ahm, celular? > Vários celulares têm navegadores sem suporte a JavaScript. Isso sem falar > nos navegadores text-only, alguns têm suporte, outros não. Fora outros > aplicativos que lêem HTML e possuem um mini navegador build-in, ou outras > inúmeras situações que são impossíveis de prever.
Só pra reforçar meu ponto, olhem o que acabei de ler no c.l.j:
On Aug 30, 2:58 am, Doug Gunnoe <douggun...@gmail.com> wrote:
> On Aug 29, 5:33 pm, Jorge <jo...@jorgechamorro.com> wrote:
> > There are many people here in cljs still worried that javascript might > > be disabled. That just proves that they're still living in the past, > > when pages were just pages and not (web) applications.
> My blackberry came with javascript disabled.
JavaScript desabilitado não é nada de outro planeta, como muita gente pensa.
pessoalmente ... prefiro colocar com js, e deixar uma mensagem la no
noscript... se o cara desabilitou o js, ele tem q saber q vai estar exposto
ao risco de nao conseguir navegar em, sei la, 98% das páginas web... ele tem
q saber q com o IE, ele vai ver páginas menos bontas, se escolher o opera,
tem q saber q algumas ferramentas online nao funcionarão tao bem, se
escolher o chrome, tem q saber q o troço é rapido ... e por aí vai ... é
como instalar um bloqueador de popups e dai querer abrir um popup pra ver o
conteudo ... o cara tem q saber disso ...
tu quer desativar o js? pois bem, desative-o ... mas esteja ciente que
enfrentará problemas.
Para a acessibilidade, bom, voto em colocar uma página simples, crua, dai
com informações basicas de forma facil de ser encontradas, porem, sem tantas
"firulas" ou facilidades q o js+css traria. É o caso de paginas acessadas
por mobile, por exemplo...
Começar a dizer pros designers q nao podem mais usar flash pq a
acessibilidade é ruim ... heheheh
>> Outra coisa...Javascript desabilitado? Como assim? Porque diabos alguém
>>> vai desabilitar o Javascript?
>> Conheço algumas pessoas que desabilitam, por causa de tanta porquice que
>> fazem nos sites por aí. Eu mesmo já tive que desativar diversas vezes pra
>> passar por cima da cagada de algum desenvolvedor.
>>> - "Ah, mas o usuário usa um Browser que não tem suporte a Javascript".
>>> Como assim?? Alguém usa mesmo um browser que não suporte Javascript?
>> Ahm, celular?
>> Vários celulares têm navegadores sem suporte a JavaScript. Isso sem falar
>> nos navegadores text-only, alguns têm suporte, outros não. Fora outros
>> aplicativos que lêem HTML e possuem um mini navegador build-in, ou outras
>> inúmeras situações que são impossíveis de prever.
> Só pra reforçar meu ponto, olhem o que acabei de ler no c.l.j:
> On Aug 30, 2:58 am, Doug Gunnoe <douggun...@gmail.com> wrote:
> > On Aug 29, 5:33 pm, Jorge <jo...@jorgechamorro.com> wrote:
> > > There are many people here in cljs still worried that javascript might
> > > be disabled. That just proves that they're still living in the past,
> > > when pages were just pages and not (web) applications.
> > My blackberry came with javascript disabled.
> JavaScript desabilitado não é nada de outro planeta, como muita gente
> pensa.
2009/9/1 Felipe Nascimento de Moura <felipenmo...@gmail.com> [...]
> Começar a dizer pros designers q nao podem mais usar flash pq a > acessibilidade é ruim ... heheheh
Se o designer *não sabe* disso, é incompetente, pois acessibilidade deveria fazer parte de seu expertise. Mas isso, obviamente, não impede o uso de flash para qualquer fim.
No mais, ninguém deveria ter sua experiência de uso prejudicada porque escolheu usar o Opera, por exemplo, não fossem os produtos ruins que formam grande parte da web.
é, eu tenho aqui tbm uns plugins pra isso ... q uso pra burlar alguns sites
mais comunsinhos e tal ... agora, dizer q é questao de segurança? ahh
pára...
nao use mais uma moto, pq pode cair e morrer, ou podem t assaltar. Nao
compre celular pq podem roupar, ou tenis de marca ... nao da pra
generalizar, essas pessoas q usam EFETIVAMENTE isto, o q nao é igual ao
numero de downloads, devem, a cada pagina q visitam, apos verificar q a
pagina é verdadeira habilitar o js pra poder navegar, eles sabem disso.
É como parar de usar emails, pq recebemos virus q podem vir de amigos, ou o
msn, q conhecidos podem mandar arquivos infectados ... ou abandonar o pen
drive, pq na faculdade os pcs estao infectados ... é uma proteção inutil,
nao pq nao funciona, mas sim pq nos priva muito mais q nos favorece...
quantos sites essas pessoas visitam q realmente oferecem risco a eles? o q
eles terao de fazer com todos os outros sites? vao ter q ir la, e dar uns 2
ou 3 cliques pra habilitar o js.
Mais pratico entao, para o designer (note q nao sou designer, sou um
analista/programador, nao costumo fazer sites, mas aplicações web) criar uma
pagina estatica, simplificada para quem realmente quiser usar algo assim,
dizendo q nao confia no js da tua aplicação ou site ... dai vai da
necessidade, mesmo, do foco do site/sistema ...
por exemplo:
diz pro cara q fez isso aqui, q deveria ser tudo em html puro:
http://www.havaianasmania.com/tintas/ diz pra ele q ele tem q usar a criatividade dele e todo o poder das
tecnilogias q ele tem ao alcance, em conjunto com todo o conhecimento dele,
q ele so pode fazer paginas estáticas.
muitas coisas, se tu quer um bom trabalho, tem q saber q ha um preço, dai tu
coloca aquela mensagenzinha pro cara... nao da (por enquanto) pra se entrar
no youtube com flash inativo e querer ver videos, ne.
> 2009/9/1 Felipe Nascimento de Moura <felipenmo...@gmail.com>
> [...]
>> Começar a dizer pros designers q nao podem mais usar flash pq a
>> acessibilidade é ruim ... heheheh
> Se o designer *não sabe* disso, é incompetente, pois acessibilidade deveria
> fazer parte de seu expertise. Mas isso, obviamente, não impede o uso de
> flash para qualquer fim.
> No mais, ninguém deveria ter sua experiência de uso prejudicada porque
> escolheu usar o Opera, por exemplo, não fossem os produtos ruins que formam
> grande parte da web.
2009/9/1 Felipe Nascimento de Moura <felipenmo...@gmail.com>
> é, eu tenho aqui tbm uns plugins pra isso ... q uso pra burlar alguns sites > mais comunsinhos e tal ... agora, dizer q é questao de segurança?
Eu não disse isso, se é o appeal de marketing deles, não tenho nada com isso. [analogias absurdas]
nao da pra generalizar, essas pessoas q usam EFETIVAMENTE isto, o q nao é
> igual ao numero de downloads, devem, a cada pagina q visitam, apos verificar > q a pagina é verdadeira habilitar o js pra poder navegar, eles sabem disso.
Pura especulação. E esse é o ponto da web, você não prevê o que o usuário vai fazer. Você apenas faz a melhor experiência de uso, de acordo com a situação em que ele se encontra. [mais analogias absurdas]
> Mais pratico entao, para o designer (note q nao sou designer, sou um > analista/programador, nao costumo fazer sites, mas aplicações web) criar uma > pagina estatica, simplificada para quem realmente quiser usar algo assim, > dizendo q nao confia no js da tua aplicação ou site ... dai vai da > necessidade, mesmo, do foco do site/sistema ...
Prático? É mais prático não fazer nada. Mas quando eu contrato um desenvolvedor é pra fazer um trabalho *excelente*, não prático. De qualquer forma você está ignorando todos os casos, exceto as pessoas que estão sem JavaScript por motivos de segurança.
Não tenho flash instalado neste computador, então não posso saber exatamente o que você tá querendo dizer. Mas, inferindo pelo domínio, acredito que seja uma peça publicitária. Não preciso dizer que é outra coisa completamente diferente, né? [...]
> nao da (por enquanto) pra se entrar no youtube com flash inativo e querer > ver videos, ne.
O core business do youtube é exibir vídeos em streaming pela web. Até a data presente, não existe alternativa mais compatível que Flash para esse fim.
De novo, são coisas completamente diferentes.
> tudo vai da necessidade, do foco.
Com certeza, mas lembremos que o tópico aqui é acessibilidade. Se você for desenvolver algo na web patrocinado por patrimônio público (tanto aqui no Brasil quanto em muitos outros países), você é *obrigado* a desenvolver uma solução que degrade corretamente e seja completamente acessível para leitores de tela.
Correndo o risco de ser repetitivo, afirmo novamente que não é tão difícil quanto muita gente pensa. Se vocês começarem a se preocupar com isso e planejar suas aplicações com esse objetivo em mente, em pouco tempo vão perceber como é simples.