Não é de hoje que tentam minar isso, e também não é de hoje que falam da criação de sindicato e o scambal. Como sempre o mercado vai dar um jeito de fugir disso.
Não é de hoje que tentam minar isso, e também não é de hoje que falam da criação de sindicato e o scambal. Como sempre o mercado vai dar um jeito de fugir disso.
Minar não, a contratação PJ é fora da lei em 90% dos casos, simples assim. O que as empresas fazem é se defender contra o risco legal. A Petrobras exige que os fornecedores contratem seus funcionários porque, caso contrário, pode ser processada pelo recurso, que prova que trabalhou para a Petrobras durantes anos.
O CLT causa um certo conformismo no desenvolvedor parece que o deixa mais preguiçoso
Não é de hoje que tentam minar isso, e também não é de hoje que falam da criação de sindicato e o scambal. Como sempre o mercado vai dar um jeito de fugir disso.
Ooops pera aí!!! Não fala assim da Petrobras não...
Bom, não vou falar mt, mas a questão das estatais está ligada a política. Já houvi 2 vezes que não devemos falar de política aqui, então meu email está disponível para falar desse assunto específico.
2009/11/27 Gerson Dias <gerson....@gmail.com>
<br
| Eduardo, Talvez PJ não seja mesmo a solução como você mesmo diz e existe um atraso nas nossas leis trabalhistas eu acredito que ela não é compativel em 100% para a área de TI por causa dos autos salários e principamente pela quantidade de descontos. |
Grato! Deivid Roger Oliveira Santos |
| --- Em sex, 27/11/09, Eduardo Miranda <dud...@gmail.com> escreveu: |
Ooops pera aí!!! Não fala assim da Petrobras não...
não é compativel em 100% para a área de TI
Tem a empresa querer tratar o funcionário como dispensável, mas também o
funcionário querer ter a mesma relação com a empresa :-)
Ou seja, aquele desenvolvedor que não quer ter relação com a empresa,
por opção. Ele quer apenas tocar 1 projeto, porque aquela é uma
oportunidade e tal. Mas não quer vínculo. É coisa de "one night stand",
não namoro. O desenvolvedor prefere dispensar a empresa quando for
possível para tocar outro projeto (de repente com outras tecnologias)
depois.
É um modelo válido na minha opinião. E pode ser bom para os dois lados.
[]s
O mercado de TI é muito diferente de outras áreas. Empresas de engenharia ou advocacia se caracterizam por um inicio de carreira com baixos salários (conheço muitos advogados e engenheiros que consideram R$2000 um excelente salário inicial
Brandão,
concordo plenamente com sua colocação, trabalhei muito tempo como CLT em outra àrea não TI e posso afirmar que a mão de obra para as empresas em geral é vista como "recurso" se tiver que dispensar a empresa vai dispensar e ponto final. O inverso também é verdadeiro se aparecer alguma oportunidade melhor o contratado CLT vai embora e pronto!
Em TI a contratação PJ é uma alternativa (mesmo que seja Ilegal) e esse tipo de contratação nos coloca no controle de nossas vidas, so temos que ter controle sobre nossas financas, pois, não contaremos com coisas tipo: FGTS, Seguro Desemprego, etc quando nosso contratante não necessitar mais de nossos serviços.
No momento dou preferencia a contratação como PJ.
[]´s
Edmilson
--- Em sex, 27/11/09, Emmanuel G. Brandão <egomes...@gmail.com> escreveu:
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Por isso gosto dos comentários do Alexandre, sempre com bom senso
comercial :)
Se vc olhar o valor hora de R$ 80 (cerca de US$ 45) já é bastante elevado em patamares internacionais (india e china fazem muito mais barato). E este valor é possível de ser feito com um PJ de hora de cerca de R$ 35
Creio que o mundo ideal seria o modelo americano (e de alguns países europeus), de "contractors", onde cada profissional de TI (e de outras áreas de alto nível) pode assumir qualquer empreitada no formato que lhe for mais conveniente.
Acho que ao invés de se ter um esforço para se combater esta "ilegalidade", seria melhor se este esforço fosse ser feito para que nossos bons políticos de tocassem desta realidade e fizessem esforços para mudar isto
CLT ou PJ, IMHO, são formatos de contratação, se a empresa acha que um PJ é meramente um recurso e é dispensável, se fosse CLT seria da mesma forma! Tem empresas que não investem nada nos funcionários, pagam o mínimo que dá, como numa empresa assim seria melhor ser PJ que CLT?
Basta evoluir seu raciocínio. Se somos inviáveis para outsourcing, no final das contas somos inviáveis para qualquer coisa.
Tem um lado da história que eu acredito que caiba nessa thread ...
O lado do desenvolvedor, que sempre foi tratado com respeito, e retribui o respeito “vestindo a camisa”, participando com cumplicidade e empenho dos projetos, que não fica fuçando e-panelinha ou outras listas de empregos, contratado como PJ, e que de uma hora pra outra se vê promovido ao mercado. O que esse cara faz? Imaginem o cara ser dispensado em dezembro, por exemplo. Aonde é que esse cara vai conseguir alocação?
Concordo que CLT é inviável, mas PJ chega a ser cruel em uma situação como a que acabei de descrever.
É claro que eu espero comentários que os semi-deuses podem fazer, como: “Ah! O cara é ruim tem que pastar mesmo”. Mas pensem que chegou uma pessoa nova, que tem pela frente um software com regras bastante complexas e um framework que foge do óbvio e por necessidade, correria e urgência na entrega de funcionalidades para o cliente não recebeu o mínimo de treinamento e não tem uma linha de documentação escrita (se alguém falar que isso não existe, bem-vindo ao mundo real). Passou três meses o cara faz tudo mecanicamente e tende a ser dispensado porque é fraco.
Mas será que o cara é fraco mesmo? Ou isso é mais uma desculpa para tirar o peso da culpa das costas?
Se eu estou dispensando um cara porque ele é fraco, será que eu passei todas as informações ou pelo menos as mais importantes para que ele pudesse começar a produzir?
Beleza! Vamos contratar como PJ, mas não vamos esperar que estamos contratando um clone nosso e que já venha sabendo tudo o que precisamos para “não perder rítmo” de produção.
Esse é um lado bastante cruel da contratação como PJ.
Abs
Marcello
| Marcelo, Esses tipos de situações acontecem tanto com PJ e CLT. |
Grato! Deivid Roger Oliveira Santos |
| --- Em dom, 29/11/09, Marcello Feipelli <marcello.v...@gmail.com> escreveu: |
Com certeza Deivid, mas como CLT, SE o cara passar de três meses tem “um qualquer” para que ele tenha alguma sobrevida, como PJ não (até onde eu saiba)
Abs.
Marcello
Veja
quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes</a
Então, acho que vc está errado. Nós (brasileiros) somos muito bons
Agora com CLT vc não aumenta 30%, vc dobra os custos!
Eu disse que vc estava errado pq apesar de sermos bons (repetindo o seu email), ainda assim seriamos inviaveis
Porém estamos sendo 30% a mais ineficientes
Se vc se encontra na minoria que acha que CLT em TI é bom para alguém
Na boa... quem é bom não é devolvido para o mercado.
Heheheheh ….. essa é a resposta de semi-deus que eu tava esperando .... uahuahuahuahuahauhuh
Vacilo!!!! Sem comentários
Sinceramente,
Quem é bom e é demitido é porque deu mole.
1) Você tem de ter um bom relacionamento e geralmente você está ligado à estratégia, tendo uma visão global do que acontece na empresa. Afinal, você toca mais de um projeto, sabe o que está andando o que não está, acaba tendo um contato com todos os gerentes dos seus projetos.
2) Se você é bom, normalmente as empresas tentam te realocar internamente. Se você trabalha em um lugar onde você é visto como fulano #909800293737 , não adianta, aí você está na lama mesmo, mas caso contrário, quando você tem “nome”, as coisas são diferentes.
3) Se você sabe que está tudo indo para a vala, você vai ficar parado esperando? Não. Você pergunta e sente a pressão. Vai precisar saber se estão mentindo, ou não, mas no final das contas se o “clima” ficar estranho, você já sabe o que vai acontecer né?!
4) Exceto 2009 (primeira vez que vejo o mercado realmente calmo) nunca vi problemas com realocação. Pode demorar mais, menos, mas sempre tem alguma coisa interessante ou algum lugar para contribuir.
A média do mercado é muito ruim, infelizmente, nesse país de cegos, quem tem 1 olho é rei.
Como eu disse um dia desses: Para a média do mercado, “no dia que o capim nascer vermelho, morrerão de fome.”
Salve semi-deus! Grande Arquiteto! Genio!
Marcello
VTNC, PQP 2.0, FDP v.3
EU DESISTO!
Só para ressaltar uma dúvida:
Quem aqui nunca foi demitido/dispensado ?
| Luiz, Acho que você está generalizando, muitos desenvovedores já forma demitidos ou dispensados mais não por incompetência existem N motivos para isso. Por exemplo: o próprio término do projeto determinado, a empresa não conseguir realocar a mão de obra ou até mesmo problemas financeiros do contratante. |
Grato! Deivid Roger Oliveira Santos |
| --- Em dom, 29/11/09, Luiz Carlos Faria <luizcar...@gmail.com> escreveu: |
Clao que existem situações de crise, principalmente nesse último ano. Mas também acredito que possa existir negligência dos próprios profissionais, pois eu nunca passei por um lugar onde alguma informação não vazasse.
Radio-pião além de trazer problema, também nos deixa de olhos abertos.
Nessa questão de trabalhar por projeto, eu não posso opinar. Eu corri pra bem longe disso por vontade própria. Mesmo assim, se o acordo é que quando acabasse o projeto, você PODERIA ou não ficar, pra mim isso não conta. Contaria se no meio de um projeto de 12 meses você é dispensado.
Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes</a
Isto significa que 70% da população brasileira ativa é preguiçosa?
A lei brasileira certamente é atrasada em relação ao mercado de trabalho, mas não acredito que PJ seja a solução.
Sorry, eu acho justo.
2009/11/28 Eduardo Miranda <dud...@gmail.com>
2009/11/27 Alexandre Valente <alexandre...@gmail.com>
2009/11/27 Eduardo Miranda <dud...@gmail.com>
2009/11/27 Deivid Santos <deivid...@yahoo.com.br>
Grato!
Deivid Roger Oliveira Santos
--- Em sex, 27/11/09, Eduardo Miranda <dud...@gmail.com> escreveu:
De: Eduardo Miranda <dud...@gmail.com>
Data: Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009, 18:39
Não é de hoje que tentam minar isso, e também não é de hoje que falam da criação de sindicato e o scambal. Como sempre o mercado vai dar um jeito de fugir disso.
Minar não, a contratação PJ é fora da lei em 90% dos casos, simples assim. O que as empresas fazem é se defender contra o risco legal. A Petrobras exige que os fornecedores contratem seus funcionários porque, caso contrário, pode ser processada pelo recurso, que prova que trabalhou para a Petrobras durantes anos.
O CLT causa um certo conformismo no desenvolvedor parece que o deixa mais preguiçoso
Isto significa que 70% da população brasileira ativa é preguiçosa? Acho que não. Além disso já trabalhei com tanto PJ preguiçoso que definitivamente não acredito nesta afirmação.
A lei brasileira certamente é atrasada em relação ao mercado de trabalho, mas não acredito que PJ seja a solução.
2009/11/27 Daniel Moreira Yokoyama <moreira....@gmail.com>
Não é de hoje que tentam minar isso, e também não é de hoje que falam da criação de sindicato e o scambal. Como sempre o mercado vai dar um jeito de fugir disso.
Atenciosamente,
Daniel Moreira Yokoyama.
http://halonfullestuse.wordpress.com/
"I am putting myself to the fullest possible use, which is all I think that any conscious entity can ever hope to do."
(HAL 9000)
2009/11/27 Gerson Dias <gerson....@gmail.com>
> Daniel Moreira Yokoyama.http://halonfullestuse.wordpress.com/
>
> "I am putting myself to the fullest possible use, which is all I think that any conscious entity can ever hope to do."
>
> (HAL 9000)
>
É um bom ponto. Comentaram antes em tom de tragédia do PJ que é demitido
em Dezembro, "do nada". Lamentaram que ele não teria acesso a um seguro
desemprego ou saque do FGTS, e por isso estaria na m***a.
Ora, se o sujeito não possui a capacidade de se administrar e criar um
fundo para emergências, esse é um erro primário de educação financeira.
É melhor essa pessoa não ser PJ mesmo, pois ela não tem o perfil. Para
PJ é preciso gostar de administrar o próprio dinheiro.
[]s
Emmanuel,
Contratos de trabalho no Brasil, quer queiram ou não, são regidos pela CLT. Não há o que se discutir.
Havendo vínculo empregatício, ou seja, havendo uma relação de empregado e empregador, há de se obedecer a CLT. É o que diz a lei, e haja vista que vivemos em um estado democrático de direito, é como se deve proceder. O empregado não tem como, legalmente, abrir mão de nada, simplesmente pelo fato de que a outra maneira, contratação como PJ, é ilegal.
Concordo que muitas vezes ninguém é obrigado a fazer isso, mas eu já pessoalmente testemunhei pessoas que foram coagidas a fazê-lo.
E é fato que é muito fácil ganhar na justiça os direitos não pagos quando contratados como PJ. É por isso que muitas grandes empresas de outsourcing já não mais aceitam esse tipo de contratação. Pelo menos não para os cargos operacionais.
Agora concordo com você que, de certa maneira, não é muito ético o cidadão aceitar um emprego como PJ, com a vantagem de receber um maior vencimento líquido mensal, e depois que o contrato é encerrado o mesmo recorrer a justiça para reaver seus direitos. Embora, moralmente, ele tenha aberto mão desses direitos, legalmente isso não pode ser feito. Portanto, nestes casos, o empregado sempre irá ganhar a causa.
E provar o tal vínculo empregatício é muito fácil. Emails com ordens diretas de chefes imediatos na empresa. tesstemunho de colegas de trabalho. Até mesmo notas fiscais - se por um período de tempo forem sido emitidas exclusivamente para uma mesma empresa e com valores similares - geram vínculo empregatício.
Eu sei que a legislação trabalhista brasileira é extremamente paternalista, o que a torna as vezes quase que inviável. Porém, novamente, como vivemos em um estado democrático de direito, não nos cabe contestar uma lei - pelo menos não dessa maneira - e sim cumpri-la.
Hoje em dia não aceitaria ser contratado como PJ, não por querer ficar sempre na mesma empresa, ou por ser preguiçoso como alguns já disseram, mas pelo fato que hoje vejo PJ como o pior de dois mundos - o simples fato de emitir notas fiscais e pagar um contador não faz de ninguém empreendedor ou "dono do próprio negócio" (você continua funcionário de alguém, tendo chefes chatos e que cumprir horários imbecis) e em contrapartida ainda não tem nenhuma segurança ou garantias (não acho legal ser penalizado por ficar doente).
- Pedro Reys
2009/11/28 Emmanuel G. Brandão <egomes...@gmail.com>
Eu não sei quem inventou esse conceito de vínculo empregatício, imagino que seja a zona da justiça brasileira, IMHO: se alguém aceita trabalhar como PJ, ele abre mão da CLT e pronto! Não tem essa de o cara entrar com processo contra a empresa, ele abriu mão, ninguém obrigou ele fazer isso.
Brandão, Emmanuel G.
CSM
blog.egomesbrandao.net
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2009/11/28 Daniel Silva <daniels...@gmail.com>
Também quero dar meus dois centavos...Ser PJ, possuindo vínculo empregatício, é ilegal. E não é uma questão de opinião, mas sim de legislação.O fato de emitir NF não descaracteriza o vínculo empregatício. Até mesmo uma doméstica, que não emite NF, pode conseguir seus direitos caso comprove o vínculo.O profissional PJ que tem como comprovar o vínculo pode perfeitamente exigir os direitos regidos pela CLT. E neste caso, a empresa contratante vai gastar ainda mais, porque poderá pagar multa no caso de fiscalização, além dos direitos de todos os outros PJs que ela tem pendurados. Então se uma empresa não quebra porque não assume os riscos de contratar CLT, pode quebrar porque corre os riscos de só contratar PJ. Assumir riscos é diferente de correr riscos. Quem assume riscos parte de um planejamento, quem corre riscos abandona-se à "sorte".O que a empresa pode fazer é diminuir este risco através de iniciativas como o Alexandre citou. Respeitar a pessoa e trabalhar de uma forma benéfica para todos. Trabalhei como PJ para uma empresa que pagava férias de 10 dias úteis, concedia 3 dias úteis para casamento, até 2 dias úteis para falecimento de parente, 5 dias úteis para nascimento de filho, pagava transporte e alimentação para caso a jornada de trabalho ultrapassasse 9h da noite. Da mesma forma em que uma empresa pode te contratar como CLT e não se comprometer com os direitos do empregado.Ou seja, isso não é uma questão de ganhar mais como PJ ou como CLT, ou ganhar igual e receber tudo na mão (PJ) porque eu consigo gerenciar meu dinheiro, ou ganhar igual e receber uma parte através de benefícios (CLT) porque eu não consigo gerenciar minha grana, mas de respeito pela pessoa, como o Alexandre citou.Na minha opinião, independente da forma de contratação, se não houver respeito pela pessoa não haverá compromisso com a empresa. Um CLT insatisfeito vai fazer de tudo para a empresa demiti-lo, para que ele possa sair e receber os benefícios da recisão. Um PJ insatisfeito vai dar tchau.Pelo que vejo no mercado, PJ é a forma de contratação que mais combina com a realidade.2009/11/27 Emmanuel G. Brandão <egomes...@gmail.com>
CLT ou PJ, IMHO, são formatos de contratação, se a empresa acha que um PJ é meramente um recurso e é dispensável, se fosse CLT seria da mesma forma! Tem empresas que não investem nada nos funcionários, pagam o mínimo que dá, como numa empresa assim seria melhor ser PJ que CLT?Os brasileiros precisam aprender a cuidar da sua vida e não deixar sua carreira na mão de uma empresa, sua aposentadoria na mão do governo, sua saúde na mão de uma sistema falido.O PJ ganha muito mais? Não necessáriamente, se colocar no papel as vezes o CLT ganha mais, porém o PJ tem na mão o que o CLT só vai ter quando se aposentar, e daí é preciso fazer um bom uso disso e não deixar para daqui a 50 anos.
Brandão, Emmanuel G.
CSM
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2009/11/27 Leo D <l...@codigofluente.com.br>
Então, tem dois lados.
Tem a empresa querer tratar o funcionário como dispensável, mas também o
funcionário querer ter a mesma relação com a empresa :-)
Ou seja, aquele desenvolvedor que não quer ter relação com a empresa,
por opção. Ele quer apenas tocar 1 projeto, porque aquela é uma
oportunidade e tal. Mas não quer vínculo. É coisa de "one night stand",
não namoro. O desenvolvedor prefere dispensar a empresa quando for
possível para tocar outro projeto (de repente com outras tecnologias)
depois.
É um modelo válido na minha opinião. E pode ser bom para os dois lados.
[]s
>
>
> O que eu não gosto é essa idéia de tratar o funcionário como
> dispensável. Acho a pior coisa que pode ser feita. E nos casos de
> sucesso que eu vejo, não há um onde esse modelo impere. Nenhum. As
> empresas podem achar que é bom, mas não é. É ruim, pra elas e pros
> profissionais.
>
--
São Frei Galvão, rogai por nós!
Não necessariamente quem aceita trabalhar como PJ foi porque abriu mão da CLT, mas porque essa foi a única opção que lhe foi apresentada.
Então, mesmo induzido a abrir mão, o profissional que tiver como comprovar o vínculo pode ter seus direitos garantidos.
Daniel,
Depois me manda a “receita do sucesso” com número próximos da realidade, ou proporcionalmente menores para não me passar o quanto vc ganha por mês ... pode ser em pvt mesmo.
Abs.
Marcello
Pedro,
2009/11/30 Daniel Silva <daniels...@gmail.com>
Disse preguiçoso no sentido de cuidar dos seus próprios interesses além de pôr a mão no dinheiro no fim do mês. CLT se acomoda com seus "direitos" e não conhece os benefícios de administrar sua própria previdência, criar seu próprio fundo de reserva (tanto para o caso de recisão contratual como para qualquer outra coisa).
ou acha mesmo justo ser obrigado a pagar por 30 dias de ausência e um salário a mais no fim do ano, acha?
2009/11/27 Eduardo Miranda <dud...@gmail.com>
O Empregador já perde o sono pensando em clientes, em projetos e em N coisas que ele precisa fazer pra conseguir pagar todo mundo no fim do mês, e ainda tem que se preocupar com quantos destes irão ficar em casa
OK, entendo do isso... Mas como disso, em IMHO (hehe), não deveria ser assim!
Não sou escravocrta, sou a favor de ser remunerado justamente pelo meu serviço.
Ok, preguiça de administrar suas próprias finanças, se vc acredita nisto, sem problemas.
Vai nessa levada e logo, logo nosso setor vai estar igual ao setor de alcool e os coitados que vêem do nordeste cortar cana. Eles, por exemplo, não acham justo pagar pelas ferramentas do cortador, já que eles são pagos por empreitada.
Agora falando sério
, não interessa de onde vem o dinheiro, mas o montante final que vc recebe por ano.
Se vc não se importa de trabalhar sem férias, problema seu,
mas é necessário sim que a empresa reserve tempo para descanso do funcionário e que este receba o suficiente para sobreviver durante este período.
Daniel,Pelo amor de Deus, pare de falar "os Brasileiros são isto", "os Brasileiros são aquilo", como um dono da verdade global.
Ter os direitos garantidos como CLT se consegue por que alguém achou isso!A nossa justiça trabalhista é voltada ao funcionário, por isso temos absurdos cometidos por juízes que não se atualizam.Na minha opinião, se você resolveu ser PJ perdeu esses direitos, simples assim. Se você foi coagido, ameaçado é outra coisa... Mas mesmo assim se você aceitou, você não tem mais direitos!
A nossa justiça esta errada...
Gerson
Sorry, eu acho justo.Empregador que não reconhece a necessidade de descanso e não vê que isso pode inclusive trazer benefícios para a empresa é o típico empregador fordista do século 20.
(antes q digam que isso é visão de cltista, aviso que fui empregador por muitos anos)Cássio Rogério Eskelsen
2009/11/29 Daniel Moreira Yokoyama <moreira....@gmail.com>
Acho que ninguém enxerga o PJ como a solução pq na verdade ninguém enxerga o CLT como problema (exceto os empregadores e aqueles que, como eu, tentam ver o lado deles - ou acha mesmo justo ser obrigado a pagar por 30 dias de ausência e um salário a mais no fim do ano, acha?).
É interessante falar isso, pois existem dois tipos de PJ, aquele que é
uma empresa de fato independente - foi alocado para 1 projeto
específico, por exemplo. E tem aquele que é empregado disfarçado, que é
tratado como funcionário. São duas situações distintas. No meu entender
não há nada de ilegal ou de "jeitinho" em ser o primeiro tipo de PJ.
[]s
Então por que não posso dizer que os brasileiros são isso ou são aquilo? Eu sei cuidar das minhas finaças e ainda assim digo que os brasileiros não sabem, mesmo sendo brasileiro. Vou deixar de dizer só por que você não concorda?
O que isto tem a ver? Eu falava a respeito de pagar 30 dias pro peão ficar em casa, é como se você pagasse um mês inteiro pela falta do seu serviço de telefone, internet ou energia elétrica.
2009/11/30 Eduardo Miranda dud...@gmail.com