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The post is targeted to the "average" developer (those we often forget), who's responsible for developing the smaller applications, not necessary visible to the public, but extremely important for the right companies.
I do use TDD, I do use interfaces and IOCs, I do use complex ORMs and big frameworks, but only, and only when I really need it (I kinda try to reduce the noise in my apps). Like said in the comments: It's a question about choosing the right tools for the job.
Acho que tudo depende do tamanho do buraco.
Dispensa teste unitários, elaboração de arquitetura, boas práticas, design patterns, etc para uma aplicação de grande porte para você ver o tamanho do problema que você vai arrumar depois....
2012/6/13 Mário Meyrelles <mariome...@gmail.com>
Eu ouço este tipo de discurso todos os dias na agência onde trabalho. E mentiras repetidas muitas vezes acabam se tornando verdades. Concordo e foco hoje muito mais na entrega do que na parte invisível do sistema. Mesmo com dor no coração.
2012/6/13 Gerson Dias <gerson....@gmail.com>
Bom dia pessoal,O que acham deste post que vi hoje? http://jhovgaard.net/how-i-stopped-writing-awesome-codeBasicamente ele diz que antes ele usava todas as técnicas que conhecemos e que isso não necessariamente garantiria a felicidade de seus clientes, que estavam interessados somente no resultado que eles viam no navegador.... Então ele parou de escrever testes unitários, usar um container, nhibernate, asp.net mvc, e passou a fazer somente testes com um selenium da vida e a programar "mais rápido" (tendo mais "produtividade").O que acham?att,Gerson Afonso Dias
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Quando vejo esse tipo de texto vem sempre na minha cabeça a palavra depende (Eu odiava essa palavra) e logo vem em seguinte esse artigo [1] que me tirou completamente a minha grande dúvida de quando usar uma coisa e quando não usar.
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Desenvolvimento "acelerado" não é sustentável no médio e longo prazo para projetos que serão suportados pelo time de desenvolvimento.
Em 13 de junho de 2012 15:52, Leo D <leon...@gmail.com> escreveu:
Genial, eu assino embaixo.Penso que é parecido com isso:[]’s---From: Gerson DiasSent: Wednesday, June 13, 2012 11:41 AMSubject: [dotnetarchitects] Como parei de escrever códigos incríveis!Bom dia pessoal,O que acham deste post que vi hoje? http://jhovgaard.net/how-i-stopped-writing-awesome-codeBasicamente ele diz que antes ele usava todas as técnicas que conhecemos e que isso não necessariamente garantiria a felicidade de seus clientes, que estavam interessados somente no resultado que eles viam no navegador.... Então ele parou de escrever testes unitários, usar um container, nhibernate, asp.net mvc, e passou a fazer somente testes com um selenium da vida e a programar "mais rápido" (tendo mais "produtividade").O que acham?att,Gerson Afonso Dias--
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"(...) e continua se recusando a ignorar (...)"
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Aquelas empresas que são feitas por engenheiros para engenheiros.
Eu não trabalho sobre pressão.2012/6/14 Rodrigo Magalhães dos Santos <rmagal...@gmail.com>
O que você consideraria como "ser sustentável"?
Conheço um punhado de empresas que estão no mercado há mais de 20 anos e que contrariam essa tese. Os programadores estão mantendo código em linguagens proprietárias ou em C# traduzido do Delphi que foi traduzido do Clipper e estão ganhando dinheiro até hoje. Os desenvolvedores sofrem um stress razoável mas, excetuando-se alguns casos raros, aonde é que não se trabalha sob pressão?
On Thursday, June 14, 2012 5:57:27 PM UTC-3, Denis Ferrari wrote:Desenvolvimento "acelerado" não é sustentável no médio e longo prazo para projetos que serão suportados pelo time de desenvolvimento.
Em 13 de junho de 2012 15:52, Leo D <leon...@gmail.com> escreveu:Genial, eu assino embaixo.Penso que é parecido com isso:[]’s---
From: Gerson DiasSent: Wednesday, June 13, 2012 11:41 AMSubject: [dotnetarchitects] Como parei de escrever códigos incríveis!Bom dia pessoal,O que acham deste post que vi hoje? http://jhovgaard.net/how-i-stopped-writing-awesome-codeBasicamente ele diz que antes ele usava todas as técnicas que conhecemos e que isso não necessariamente garantiria a felicidade de seus clientes, que estavam interessados somente no resultado que eles viam no navegador.... Então ele parou de escrever testes unitários, usar um container, nhibernate, asp.net mvc, e passou a fazer somente testes com um selenium da vida e a programar "mais rápido" (tendo mais "produtividade").O que acham?att,Gerson Afonso Dias--
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https://github.com/juanplopes
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Rodrigo,Não é uma opinião pessoal, é uma visão. Cada pessoa ou grupo que escolhe fazer diferente e consegue bons resultados gera evidências de que é possível agregar valor de uma forma que seja boa para todo mundo, não só para o investidor/dono da empresa/gerente.
Em 15 de junho de 2012 13:01, Rodrigo Magalhães dos Santos <rmagal...@gmail.com> escreveu:Juan, não estou argumentando como desenvolvedor querendo melhorar as coisas para mim mesmo, estou tentando enxergar as coisas como um todo. Por isso, pensar em exceções acaba sendo contraproducente.
Denis, não leve a coisa para o lado pessoal Pelo Amor de Deus, não estou julgando sua capacidade. Se formos caminhar nesse sentido fica impossível argumentar de uma maneira mais prática e direta.
Vocês estão argumentando a partir de uma perspectiva pessoal. Não acho esse tipo de posicionamento ruim, só acho que se formos tentar encontrar soluções para o cenário geral, essa perspectiva acaba não gerando bons resultados.
On Friday, June 15, 2012 12:55:47 PM UTC-3, Denis Ferrari wrote:Oi Rodrigo,Cuidado com julgamentos, você nunca trabalhou comigo e não tem informação suficiente para entender a forma como eu penso.Cada vez que um profissional assume: O mercado é assim mesmo, o cenário atual ganha força. Nós somos os responsáveis por chegar nessa situação. Assim como também somos responsáveis por mudar esse cenário.Eu decidi trabalhar de uma forma diferente, escolhendo meus clientes e garantindo a entrega constante de valor produzindo sob os conceitos que julgo corretos. Se um cliente quer a forma tradicional, existe todo um mercado aí para atende-lo.O que estou querendo dizer é: Não precisa ser dessa forma, existe uma forma diferente. Cada um que avalie o que quer e corra atrás.Não ignoro o mercado atual, muito pelo contrário, sempre ajudei o mesmo a melhorar. Só que EU fiz uma escolha de como quero trabalhar. Qualquer um pode fazer isso, é só conseguir lidar com as consequências da sua decisão e garantir a qualidade do seu trabalho.
Em 15 de junho de 2012 11:59, Rodrigo Magalhães dos Santos <rmagal...@gmail.com> escreveu:
Juan, ao meu ver você está trabalhando numa empresa que é exceção. Não há vagas suficientes em empresas assim para todos nós.
Denis, com todo o meu respeito, eu considero que quando você repete que "abandonar essas práticas não é sustentável" e continua se recusando a ignorar que há um monte de empresas que nunca as adotaram e continuam lucrativas, você está aderindo à massa de desenvolvedores que continua buscando soluções ideais visando apenas os nossos próprios problemas.
Estamos dentro da boa e velha guerra entre departamento operacional x vendas. Sim, somos o operacional, somos os peões, por mais nobres que nos consideremos devido a termos estudado tanto, e enquanto não começarmos a propor soluções que harmonizem as nossas necessidades com a vontade das empresas de ganhar dinheiro, vamos continuar com essa bagunça generalizada que é a nossa área e nossas reclamações vão continuar soando como mimimi aos ouvidos daqueles que detém os recursos que pagam nossos salários.
On Wednesday, June 13, 2012 11:41:02 AM UTC-3, Gerson Dias wrote:
Bom dia pessoal,--O que acham deste post que vi hoje? http://jhovgaard.net/how-i-stopped-writing-awesome-code
Basicamente ele diz que antes ele usava todas as técnicas que conhecemos e que isso não necessariamente garantiria a felicidade de seus clientes, que estavam interessados somente no resultado que eles viam no navegador.... Então ele parou de escrever testes unitários, usar um container, nhibernate, asp.net mvc, e passou a fazer somente testes com um selenium da vida e a programar "mais rápido" (tendo mais "produtividade").O que acham?att,Gerson Afonso Dias
Você recebeu esta mensagem porque faz parte do grupo .Net Architects hospedado no Google Groups.
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Nem eu e nem os outros membros da equipe da Lambda3 trabalham sobre pressão, e nem sequer temos gerentes. Mais uma empresa/vagas para lista de exceções.
O Juan esta absolutamente certo em seus comentarios. Não adianta reclamar do trabalho se você se posiciona apenas para empresas mediocres...
On Friday, June 15, 2012 12:01:10 PM UTC-3, Rodrigo Magalhães dos Santos wrote:
"(...) e continua se recusando a ignorar (...)"
Na verdade eu quis dizer "continua se recusando a aceitar".
On Friday, June 15, 2012 11:59:56 AM UTC-3, Rodrigo Magalhães dos Santos wrote:
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Rodrigo, a Lambda3 recusa projetos sim, com razoável frequência. Já recusamos projetos muito grandes para o nosso porte, que fariam muita diferença financeiramente caso dessem certo. Sempre que percebemos que não será possível agregar valor ao cliente recusamos o projeto. Isso pode acontecer por diversos motivos, mas em geral é porque o cliente ainda está preso a um modelo que o impede de evoluir. Nós até tentamos trabalhar isso, seria bom pra todo mundo, mas tem empresas que ainda não estão preparadas.Quanto a encontrar maneiras de tornar o ambiente de outras empresas mais organizados, ou produtivos, ou felizes... nós fazemos isso com frequência. Os funcionários da empresa em geral são muito envolvidos com as comunidades de desenvolvimento, e também fazemos isso com consultoria. Exemplos: dos 7 organizadores do DNAD, 2 eram da Lambda3, que também cuidou de todo o evento administrativamente e o patrocinou. Nós participamos da organização de alguns dos maiores eventos de TI do país, como o AgileBrazil, Ágiles, TDC, entre outros, patrocinamos diversos outros, e palestramos em ainda mais. E quando você assistir uma palestra de alguém da Lambda3 pode ter certeza que boa parte da preparação da palestra foi feita durante o horário de trabalho. E o cara não teve que fazer hora extra por causa disso porque ela é desencorajada e mal vista pelos colegas, que preferem que o cara saia com a namorada, vá a academia, vá pra casa ler um livro, jogar videogame, ver os amigos, sei lá. Oito horas de trabalho por dia é tempo demais, ninguém na empresa trabalha mais que isso (fora casos extremos onde o cara vidra num código e não dorme até terminar - eu mesmo sendo culpado de fazer isso às vezes - mas evitamos). Outro exemplo: estou no Rio semana sim semana não atuando na XP Investimentos, ajudando a empresa com arquitetura de software, práticas de engenharia, e processos ágeis. Estamos ajudando eles a contratar e estamos conseguindo apoios diversos, inclusive para a comunidade de desenvolvimento daquela parte do Rio (esperem alguns anúncios em breve por aqui).Enfim, a Lambda3 foi criada para ser a empresa que nós gostaríamos de trabalhar. E ela é. Foi legal ver o relato do Victor Arias aqui, porque eu nem sabia que ele tinha vindo falar, mas tomem o que ele disse como um relato de um cara que está satisfeito porque trabalha em uma empresa que permite que ele faça o que gosta.E pra quem acha que esse tipo de empresa não existe, convido a leitura de um post que escrevi a pouco tempo:O mundo que você vive é determinado pelas suas percepções.Quanto à discussão como um todo:Usar a ferramenta certa pro trabalho faz todo o sentido. O problema é achar que dá pra cortar qualquer prática mais complexa com base nesse tipo de post, o que é um bruta absurdo em muitos cenários. Houve uma supersimplificação proposital com o objetivo de gerar discussão, e deu certo. O post tem que ser lido entendendo isso.De fato nesse momento há menos empresas que trabalham certo e são legais de trabalhar do que empresas ao estilo antigo. Por outro lado, há menos bons profissionais também. Não posso dizer que vejo uma abundância absurda de pessoas excepcionalmente boas tecnicamente de onde posso contratar com facilidade, bons profissionais são mais difíceis de encontrar. Então tudo fica meio equilibrado.Eu não posso falar por ninguém, só posso falar por mim. Eu estudo muito, constantemente. Quem não o faz fica pra traz. Eu tenho uns 15 anos de mercado, mas eu tenho mais 30 anos pela frente, e pretendo seguir estudando nesses próximos 30 anos. Imagine como olharei para o mercado em 5 ou 10 anos; um mercado que hoje é formado de muitos programadores que não gostam de estudar, que não conhecem o básico para sequer serem chamados de programadores. Cada um sabe como estrutura a própria vida, mas a minha está baseada em estudar muito, me divertir muito, e fazer tudo isso mantendo minha saúde, o que envolve andar muito de bicicleta, escalar, e ter tempo pra familia e amigos. E não dá pra fazer isso se você passa 10 anos em uma empresa fazendo CRUD, é pura perda de tempo, temos que otimizar o pouco tempo que temos.No fim das contas, eu acho que só quem já viu como funciona uma empresa legal entende um pouco melhor do que se trata. E de SP só não conhece a Lambda3 quem não quer, fazemos dojos por lá direto, happy hours, tem treinamentos.. chance é o que não falta. Essa semana veio uma estudante de mestrado almoçar com a gente pra entender como funcionamos, pra usar no mestrado dela... E olha, não é só a Lambda3, tem um monte de empresas legais por aí, é só procurar.Enfim, falei demais... espero ter ajudado a jogar um pouco de luz sobre como funcionamos e até onde é possível chegar. Boa sorte a todos e espero sinceramente que os realmente dedicados e apaixonados pela profissão, do DNA e de fora daqui, tenham o sucesso que merecem.[]sGiovanni Bassi2012/6/15 Rodrigo Magalhães dos Santos <rmagal...@gmail.com>
A Lambda3 recusa projetos que não a interessam, e se isso faz com que ela tenha mais sucesso, então ela está certíssima em fazê-lo. Mas eu creio que se vocês procurassem encontrar maneiras de tornar o ambiente de outras empresas mais organizados, talvez acabariam até aumentando o mercado de projetos interessantes em que vocês atuam. Mas é só uma opinião minha, e reconheço que os trade-offs talvez não justifiquem o investimento.
On Friday, June 15, 2012 1:24:57 PM UTC-3, Victor Arias wrote:Nem eu e nem os outros membros da equipe da Lambda3 trabalham sobre pressão, e nem sequer temos gerentes. Mais uma empresa/vagas para lista de exceções.
"I Have to Work Faster and Faster
Development cycles are going asymptotically to zero length. That sounds crazy, espe- cially if you started professional programming when I did, when projects typically lasted months, even years. However, today there are plenty of Internet sites that deploy new code several times a day and all of us are feeling the pressure to get work done more quickly, without sacrificing quality, of course.
When schedules were longer, it made more sense to model your domain carefully and to implement that domain in code. If you made a mistake, it would take months to correct with a new release. Today, for most projects, understanding the domain pre- cisely is less important than delivering some value quickly. Our understanding of the domain will change rapidly anyway, as we and our customers discover new insights with each deployment. If we misunderstand some aspect of the domain, we can fix those mistakes quickly when we do frequent deployments.
4 | Chapter 1: Why Functional Programming?If careful modeling seems less important, faithfully implementing the object model is even more suspect today than before. While Agile Software Development has greatly improved our quality and our ability to respond to change, we need to rethink ways to keep our code “minimally sufficient” for the requirements today, yet flexible for change. Functional programming helps us do just that.
Functional Programming Is a Return to Simplicity
Finally, building on the previous points, I see functional programming as a reaction against accidental complexity, the kind we add ourselves by our implementation choices, as opposed to the inherent complexity of the problem domain.† So, for exam- ple, much of the object-oriented middleware in our applications today is unnecessary and wasteful, in my opinion.
I know that some of these claims are provocative. I’m not trying to convince you to abandon objects altogether or to become an FP zealot. I’m trying to give you a bigger toolbox and a broadened perspective, so you can make more informed design choices and maybe refresh your enthusiasm for the art and science of software development. I hope this short introduction will show you why my thinking changed. Maybe your thinking will change, too."
Como eu faço pra saber que uma determinada empresa é boa ou não? rs
2012/6/15 Victor Arias <aria...@gmail.com>
Nem eu e nem os outros membros da equipe da Lambda3 trabalham sobre pressão, e nem sequer temos gerentes. Mais uma empresa/vagas para lista de exceções.
O Juan esta absolutamente certo em seus comentarios. Não adianta reclamar do trabalho se você se posiciona apenas para empresas mediocres...
On Friday, June 15, 2012 12:01:10 PM UTC-3, Rodrigo Magalhães dos Santos wrote:
"(...) e continua se recusando a ignorar (...)"
Na verdade eu quis dizer "continua se recusando a aceitar".
On Friday, June 15, 2012 11:59:56 AM UTC-3, Rodrigo Magalhães dos Santos wrote:
Juan, ao meu ver você está trabalhando numa empresa que é exceção. Não há vagas suficientes em empresas assim para todos nós.
Denis, com todo o meu respeito, eu considero que quando você repete que "abandonar essas práticas não é sustentável" e continua se recusando a ignorar que há um monte de empresas que nunca as adotaram e continuam lucrativas, você está aderindo à massa de desenvolvedores que continua buscando soluções ideais visando apenas os nossos próprios problemas.
Estamos dentro da boa e velha guerra entre departamento operacional x vendas. Sim, somos o operacional, somos os peões, por mais nobres que nos consideremos devido a termos estudado tanto, e enquanto não começarmos a propor soluções que harmonizem as nossas necessidades com a vontade das empresas de ganhar dinheiro, vamos continuar com essa bagunça generalizada que é a nossa área e nossas reclamações vão continuar soando como mimimi aos ouvidos daqueles que detém os recursos que pagam nossos salários.
On Wednesday, June 13, 2012 11:41:02 AM UTC-3, Gerson Dias wrote:
Bom dia pessoal,O que acham deste post que vi hoje? http://jhovgaard.net/how-i-stopped-writing-awesome-codeBasicamente ele diz que antes ele usava todas as técnicas que conhecemos e que isso não necessariamente garantiria a felicidade de seus clientes, que estavam interessados somente no resultado que eles viam no navegador.... Então ele parou de escrever testes unitários, usar um container, nhibernate, asp.net mvc, e passou a fazer somente testes com um selenium da vida e a programar "mais rápido" (tendo mais "produtividade").O que acham?att,Gerson Afonso Dias
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Juan, ao meu ver você está trabalhando numa empresa que é exceção. Não há vagas suficientes em empresas assim para todos nós.
Denis, com todo o meu respeito, eu considero que quando você repete que "abandonar essas práticas não é sustentável" e continua se recusando a ignorar que há um monte de empresas que nunca as adotaram e continuam lucrativas, você está aderindo à massa de desenvolvedores que continua buscando soluções ideais visando apenas os nossos próprios problemas.
Estamos dentro da boa e velha guerra entre departamento operacional x vendas. Sim, somos o operacional, somos os peões, por mais nobres que nos consideremos devido a termos estudado tanto, e enquanto não começarmos a propor soluções que harmonizem as nossas necessidades com a vontade das empresas de ganhar dinheiro, vamos continuar com essa bagunça generalizada que é a nossa área e nossas reclamações vão continuar soando como mimimi aos ouvidos daqueles que detém os recursos que pagam nossos salários.
On Wednesday, June 13, 2012 11:41:02 AM UTC-3, Gerson Dias wrote:Bom dia pessoal,--O que acham deste post que vi hoje? http://jhovgaard.net/how-i-stopped-writing-awesome-code
Basicamente ele diz que antes ele usava todas as técnicas que conhecemos e que isso não necessariamente garantiria a felicidade de seus clientes, que estavam interessados somente no resultado que eles viam no navegador.... Então ele parou de escrever testes unitários, usar um container, nhibernate, asp.net mvc, e passou a fazer somente testes com um selenium da vida e a programar "mais rápido" (tendo mais "produtividade").O que acham?att,Gerson Afonso Dias
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Como já programei em Clipper lembro o quanto era fácol colocar um CRUD no ar, inclusive tinha meu próprio sistema de desenvolvimento orientado a dados onde em um arquivo de configuração fazia os mapeamentos e pronto, lá estava a nova tela lendo, gravando, buscando registros.
A vantagem nesta época é que este usuário só usava computador na empresa, então aquela tela preta com letras brancas eratudo que ele conheciade informática, e pra ele aquilo era a oitava maravilha do mundo já que evitava que ele tivesse de escrever um milhão de relatóiros na mão, buscar a ficha em um arquivo empoeirado, etc. etc.
O problema éque nossos usuários hoje me dia tem smartphones, acessam redes sociais e não se contentam mais se você não entrega a ele uma interface rica.
Lá na empresa sempre ouço: quando for desenvolver uma interface pense no facebook, pense na wikipedia, pense no twitter.
Quando comecei a desenvolver para Windows me baseava na interfae do Office, que era o mais próximo que o usuário conhecia e se sentia confortável em utilizar. Hoje a nossa referencia sãoas redes sociais.
E é lógico que para ter isso trazemos para a nossa camada de UI mais responsabilidade, mais código. Mas estamos em um momento de transição onde novas ferramentas estão vindo para nos trazer mais produtividade e teremos de adotar nossas “boas práticas” para que não tenhamos de ficar realmente horas debugando um javascript vilão.
Por ser deficiente visual sou uma das maiores vítimas de interfaces mal desenhadas, e é por isso que sempre que vejo essas mudanças me preocupo um pouco, mas ao mesmo tempo me empolgo e empenho em desenvolver e compartilhar estes conhecimentos afim de garantir uma web mais inclusiva para todos.
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Elemar,
Concordo contigo.
Vejo o quanto é jogado dinheiro fora lá na empresa tendo de reescrever um monte de coisa pelo único fato que quem escreveu não pensou em quem ia ter de manter aquilo depois.
E temos desgraças de todos os tipos desde herança control-c+control-v, lógica de negócio na interface e queries adhoc espalhadas pra todo lado até mesmo o alto acoplamento entre componentes e tecnologias legadas que infelizmente não conseguimos matar.
A última foi a contratação de uma empresa que migrou, usando uma ferramenta, os códigos VB6 para .NET.
Este processo foi implantado como piloto apenas instalando o código migrado AS IS em produção, mas imagino como vai ser quando estes componentes precisarem de evolução/correção.
Ao mesmo tempo essa migração trouxe consigo um framework corporativo que a tempos tentávamos aposentar. Já até pensei em renomeá-lo para Jason ou Freddy Kruger já que ele vive nos meus pesadelos.
Abraços
Mas se o bombeiro não tiver amor por arrombar portas e enfrentar o medo de entrar em um lugar que corre o risco de desabar a qualquer instante, ele pode acabar colocando vidas em perigo.
Gosto da lição do Steve Jobs:
Se este fosse seu último dia de vida, você faria o que está prestes a fazer? Você está feliz fazendo isso?