[tribuna_da_internet] Resumo 5852

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Feb 6, 2012, 4:36:55 AM2/6/12
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Mensagens neste resumo (14 Mensagens)

1.1.
A "Marcha da Esta��o" arrasa a gest�o do prefeito de BH De: Carceroni48
2.
Fwd: FORUM PERMANENTE TVC Graciliano Ramos De: Francisco Marcos Lopes Cavalcanti
3.
O relat����rio vazou! Afinal, descoberta a agenda da Liga ����rabe p De: MVMeireles
4.
2011 - Not����cias sobre a produ�����o  de petr����leo e g����s no B De: MVMeireles
5.
[Carta O BERRO] 'O neoprogressismo pode ter v����rios anos pela fren De: MVMeireles
6.
Santayana denuncia um golpe contra a Petrobr����s De: Sonia Montenegro
7.
[Carta O BERRO]  Ditadura x Comiss���ão da Verdade: a expectativa d De: Vanderley - Revista
8.
[Carta O BERRO]  Assista as m����sicas de Tito Madi , por ele e v��� De: Vanderley - Revista
9.
[Carta O BERRO]  TER����A-FEIRA ���� CINEMA!    Todas as 3���� Feira De: Vanderley - Revista
10.
A SEMANA - O (DES) RUMO DAS ���⒠��COISAS���⒠�� De: Fernanda Tardin
11.
A taxa Tobin sobre as transa�����es financeiras - A atribulada e par De: MVM<==>News
12.
Desintegra�����o da eurozona? De: MVMeireles
13.
FURNAS - A VERDADE DOCUMENTADA - Att. p/ rela�����o de COMPRADOS- UR De: MVM<==>News
14.
Drogas Uma guerra Perdida/  - URGE ADESAO DE TODOS a esta luta pela De: Fernanda Tardin

Mensagens

1.1.

A "Marcha da Esta��o" arrasa a gest�o do prefeito de BH

Enviado por: "Carceroni48" carce...@yahoo.com.br   carceroni48

Dom, 5 de Fev de 2012 8:25 am




03/02/2012
Prefeito M����rcio Lacerda 'ganha' marchinha pol����mica de Carnaval
DE S����O PAULO
O prefeito de Belo Horizonte, M����rcio Lacerda (PSB), pode ficar marcado na hist����ria do Carnaval da capital mineira caso uma m����sica alusiva ���� sua gest����o ganhe o concurso de marchinhas da Banda Mole, tradicional bloco carnavalesco da cidade.

A "Marcha da Esta�����o" compete com nove m����sicas finalistas e tem no refr����o, nada elogioso, um trocadilho com o nome do pol����tico: "Come����a com m, termina com erda. Adivinha o que que ����".

Em nenhum momento, no entanto, a letra diz textualmente o nome de Lacerda.

Folhapress

"Come����a com m e termina com 'erda'", diz o refr����o da marcha alusiva ao prefeito de Belo Horizonte, M����rcio Lacerda (PSB)

"Perfeito como esse ���� a pura 'prefei�����o'. Ele ���� t����o bom que agrada situa�����o e oposi�����o. Interditou a pra����a e trouxe a praia para esta�����o... s���� n����o d���� conta mesmo de evitar alagamento."

A m����sica vencedora do "Concurso de Marchinhas Mestre Jonas", sambista mineiro, ser���� anunciada neste s����bado em um baile pr����-carnavalesco em Belo Horizonte.

Caso seja campe����, os autores Renato Villa����a e Jo����o Bas����lio podem receber R$ 5.000 pelo primeiro lugar na premia�����o. O segundo lugar receber���� R$ 3.000 e o terceiro, R$ 1.000.

Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Belo Horizonte afirmou que n����o vai se pronunciar sobre o assunto.

CONFIRA O AUDIO DA MARCHINA EM:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1043513-prefeito-marcio-lacerda-ganha-marchinha-polemica-de-carnaval.shtml
2.

Fwd: FORUM PERMANENTE TVC Graciliano Ramos

Enviado por: "Francisco Marcos Lopes Cavalcanti" flop...@gmail.com   flopesca

Dom, 5 de Fev de 2012 9:21 am



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Antonio Caetano <caetano.filho@yahoo.com.br>
Data: 30 de janeiro de 2012 14:42
Assunto: FORUM PERMANENTE TVC Graciliano Ramos
Para:

**

O texto ���� de Graciliano Ramos. Qualquer semelhan����a com o que aconteceu
nos anos com do governo Lula ���� mera conincid����ncia!

Caetano
__________________________________________________________
*MARECHAL HERMES*
(do livro: Alexandre e outros herois)
"esse quadrienio 1910-1914 foi tormentoso. talvez nenhum homem publico
tenha sofrido o que o marechal hermes sofreu. os jornais disseram dele
cobras e lagartos, teatrinhos populares meterem-no em cena como personagem
quase abrigatoria de revistas ordinarias, a blague carioca n����o o poupou.
em geral ninguem se lembrava de atacar-lhe os erros, que foram numerosos:
esfor����aram-se por cobri-lo de ridiculo e isto contentou a insensatez
nacional.. esse homem respeitavel e honesto, bom ministro da guerra no
quadrienio anterior, caiu nas malhas da politicagem, que o apresentou ao
pais como um idiota. insultando-o a imprensa usou o cal����o mais baixo; todas
as anedotas em que figurava um imbecil vestiram roupa nova; contra o
marechal todas as armas se utilizaram: a calunia , a vaia, o cart����o obsceno.
tendo sido, em 1910, antagonista de rui barbosa,um geni que, segundo
afirmavam, assombrara o mundo, hemes da fonseca foi considerado antonimo do
prodigio. isto pareceu razoavel ao publico indigena. o presidente era um
sujeito cego, surdo, insensivel. e quando falava dizia bobagens.
mexeram-lhe na vida intima, expuseram em letra de forma horriveis minucias
em giria de bordel.
*(olha o nunca dantes - braga-)*
nunca houve neste pais torpezas semelhantes. "

Portal do Nassif

3.

O relat����rio vazou! Afinal, descoberta a agenda da Liga ����rabe p

Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 5 de Fev de 2012 11:32 am




From: beatrice
From: Vila Vudu

Sent: s����bado, 4 de fevereiro de 2012 21:23

Subject: O relat����rio vazou! Afinal, descoberta a agenda da Liga ����rabe para a S����ria [4/2/2012, Pepe Escobar, Asia Times Online]

O Relat����rio vazou! Afinal, descoberta
A agenda da Liga ����rabe para a S����ria

4/2/2012, Pepe Escobar, Asia Times Online
http://www.atimes.com/atimes/Middle_East/NB04Ak01.html

Eis aqui, em ritmo de curso intensivo, uma s����ntese das maquina�����es �����democr����ticas����� da Liga ����rabe ����� de fato, Liga do Conselho de Coopera�����o do Golfo (CCG), porque quem realmente manda nessa organiza�����o pan-����rabe s����o duas das seis monarquias do Golfo Persa que integram o CCG, tamb����m conhecido como Clube Contrarrevolucion����rio do Golfo, a saber: o Qatar e a Casa de Saud.

O CCG criou um grupo na Liga ����rabe para monitorar o que se passa na S����ria. O Conselho Nacional S����rio ����� baseado na opini����o de Turquia e Fran����a, pa����ses membros da Organiza�����o do Tratado do Atl����ntico Norte (OTAN) ����� apoiou com entusiasmo a iniciativa. N����o por acaso e muito significativamente, o L����bano, vizinho da Turquia, n����o aprovou a constitui�����o do tal grupo de �����monitores�����.

Quando os mais de 160 monitores, depois de um m����s de investiga�����es, publicaram seu relat����rio... Surpresa! O relat����rio n����o repetia a vers����o do CCG ����� segundo a qual o governo de Bashar al-Assad-do-Mal estaria unilateralmente e indiscriminadamente, matando o pr����prio povo, o que tornaria absolutamente necess����ria e urgente uma �����mudan����a de regime�����.

O Comit���� Ministerial da Liga ����rabe j���� aprovara o relat����rio, por quatro votos a favor (Arg����lia, Egito, Sud����o e Om����, membro do CCG) ���� s���� um voto contr����rio (adivinhem: claro, o Qatar ����� atualmente na presid����ncia da Liga ����rabe, porque o emirado comprou da Autoridade Palestina o turno, na presid����ncia rotativa da institui�����o).

Ent����o aconteceu que o relat����rio foi ou completamente ignorado (pela m����dia-empresa ocidental) ou detonado sem piedade (pela m����dia ����rabe que, praticamente toda ela, ���� financiada ou pela Casa de Saud ou pelo Qatar). O relat����rio n����o foi sequer discutido ����� porque o Conselho de Coopera�����o do Golfo impediu que, traduzido do ����rabe ao ingl����s, fosse publicado no website da Liga ����rabe.

At���� que, afinal, o relat����rio vazou. Pode ser lido em ingl����s, na ����ntegra, em http://www.columbia.edu/~hauben/Report_of_Arab_League_Observer_Mission.pdf.

O documento ���� absolutamente claro e assertivo: n����o h���� nenhum tipo de repress����o letal organizada pelo governo s����rio contra manifestantes pac����ficos. Em vez disso, o relat����rio denuncia as muitas gangues armadas como respons����veis pela morte de centenas de civis e de mais de mil soldados do ex����rcito s����rio, em atentados organizados e letais (explos����es de ����nibus de transporte de civis, ataques a bomba contra trens carregados de ����leo diesel, ataques a bomba contra ����nibus de transporte de policiais e ataques a bomba contra pontes e oleodutos).

O relat����rio n����o confirma a vers����o oficial distribu����da pelo CCGOTAN para o caso s����rio, de levante popular esmagado por tanques e balas. Na mesma dire�����o do relat����rio, tamb����m R����ssia e China, do grupo BRICS, e muitos pa����ses do mundo em desenvolvimento veem o governo s����rio em luta de resist����ncia contra grupos de mercen����rios estrangeiros pesadamente armados. O relat����rio caminha na dire�����o de confirmar essas suspeitas.

O Conselho Nacional S����rio ���� constitu����do de �����irm����os����� da Fraternidade Mu����ulmana aliados ���� Casa de Saud e ao Qatar �����, que recebem tamb����m o discreto e inc����modo apoio de Israel, nos bastidores. Legitimidade n����o ���� o forte do CNS. Quanto ao Ex����rcito S����rio Livre (ESL), h���� desertores e h���� quem se oponha ao regime de Assad, mas, sobretudo, o ESL est���� infestado de mercen����rios estrangeiros armados pelo Conselho de Coopera�����o do Golfo, especialmente gangues salafistas.

Seja como for, o CCGOTAN, impedido de aplicar na S����ria o model����o padr����o de implantar �����democracia����� ���� custa de bombardear at���� destruir o pa����s sendo isso necess����rio para livrar-se do ditador-do-mal proverbial, n����o se deixar���� paralisar. A Casa de Saud e o Qatar, l����deres do CCG, j���� desmentiram e desqualificaram o pr����prio relat����rio dos pr����prios monitores, e j���� partiram, desembestados, para decidir, de vez, a quest����o: trabalham hoje para impor mudan����a de regime na S����ria, como interessa ao CCGOTAN, usando o Conselho de Seguran����a da ONU como seu instrumento.

Assim se v���� claramente que o atual movimento �����liderado pelos ����rabes para assegurar solu�����o pac����fica a dez meses de conflitos����� na S����ria, atrav����s da ONU, nada ���� al����m de evidente tentativa de derrubar o governo s����rio, o que se chama hoje �����mudan����a de regime�����. A discuss����o prossegue.

At���� aqui, os suspeitos de sempre ����� Washington, Londres e Paris ����� j���� foram obrigados a garantir ���� comunidade internacional que n����o se trata de obter autoriza�����o da ONU para que a OTAN destrua a S����ria como destruiu a L����bia. A secret����ria de Estado Hillary Clinton defende o golpe como �����uma via para transi�����o pol����tica, que preservar���� a unidade e as institui�����es s����rias�����.

Mas R����ssia e China, dois BRICS, est����o vendo as coisas como as coisas s����o. Um terceiro BRICS ����� a ����ndia ����� al����m do Paquist����o e da ����frica do Sul, tamb����m j���� levantou s����rias obje�����es ao projeto de resolu�����o que o CCGOTAN tenta impor ao Conselho de Seguran����a da ONU.

N����o haver���� outra zona a����rea de exclus����o ���� moda l����bia; afinal, o regime de Assad n����o est���� usando avi����es Migs contra civis. Qualquer resolu�����o para mudan����a de regime na S����ria ser���� vetada por R����ssia e China. O pr����prio bloco CCGOTAN est���� desarranjado, porque os diferentes subgrupos ����� Washington, Ancara e o duo Casa de Saud/Doha ����� t����m diferentes agendas geopol����ticas de longo prazo. Isso, para nem falar de um parceiro comercial e vizinho crucialmente importante da S����ria, o Iraque, que tamb����m se op����e a qualquer esquema para mudan����a de regime.

Tudo isso considerado... Por que a Casa de Saud e o Qatar, t����o interessados em �����democracia����� na S����ria... Por que n����o usam todo o seu imponente arsenal de armas norte-americanas para, na calada da noite ����� como fizeram no Bahrain ����� invadir a S����ria e executar a tal �����mudan����a de regime�����, eles mesmos?

++++++++++++++++++++++++++++
4.

2011 - Not����cias sobre a produ�����o  de petr����leo e g����s no B

Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 5 de Fev de 2012 11:52 am




5 de fevereiro de 2012

2011 - Not����cias sobre a produ�����o de petr����leo e g����s no Brasil

Dois po����os do pr����-sal, localizados no campo de Lula, registraram em dezembro as duas maiores produ�����es do pa����s, sendo que o principal deles ocupa o topo pelo oitavo m����s seguido.

A produ�����o total de petr����leo do pr����-sal chegou a 167,5 mil barris por dia, e a de g����s, a 5,3 milh����es de metros c����bicos di����rios. Com isso, a produ�����o de ����leo equivalente (boe) chegou a 200,6 milh����es de barris, o que representa aumento de 6,3% em rela�����o ao m����s anterior.

A produ�����o do pr����-sal ���� derivada de nove po����os distintos, sendo dois no campo de Jubarte; dois em Lula; um em Caratinga e Barracuda; um em Marlim Leste; e outro em Marlim e Voador;, al����m do teste de longa dura�����o em Carioca Nordeste.

De acordo com a Ag����ncia Nacional do Petr����leo (ANP), dos nove po����os produtores com reservat����rios no pr����-sal, oito est����o entre os 30 po����os com maior produ�����o total, em ����leo equivalente. A ag����ncia reguladora destacou os po����os do campo de Lula, onde tr����s deles est����o na lista dos 30 maiores produtores.

A Ag����ncia Nacional do Petr����leo, G����s Natural e Biocombust����veis (ANP) informou nesta quinta-feira (2) que a produ�����o de petr����leo no Brasil em 2011 foi recorde, com 768 milh����es de barris de petr����leo e 24 bilh����es de metros c����bicos de g����s natural. Isso representa um total de 919 milh����es de barris de ����leo equivalente, com uma vaz����o di����ria m����dia de 2,52 milh����es barris de ����leo equivalente por dia (MMboe/d).

Segundo a ANP, houve aumento de 2,5% na produ�����o de petr����leo e 4,9% na produ�����o de g����s natural na compara�����o com 2010, quando a vaz����o di����ria m����dia ficou em torno de 2,45 MMboe/d. Nos ����ltimos dez anos a produ�����o de petr����leo cresceu 45% e a de g����s natural, 55%.

De acordo com a ANP, houve, em 2011, redu�����o de quase 27% na queima de g����s natural na compara�����o com 2010. O ano de 2011 tamb����m foi o de melhor aproveitamento do g����s natural, tendo sido aproveitado 92,7% de toda a produ�����o do Pa����s. Houve redu�����o de aproximadamente 22,8% na queima na compara�����o ao mesmo m����s em 2010 e de 11,1% se comparada ao m����s anterior.

A ANP informou tamb����m que houve novos recordes mensais de produ�����o no Brasil, no m����s de dezembro, quando chegou a aproximadamente 2,214 milh����es barris por dia (MMbbl/d) e 71 milh����es de m3 por dia (MMm3/d), respectivamente, totalizando em torno de 2,663 MMboe/d.

De:
http://portosenavios.com.br/site/noticias-do-dia/industria-naval-e-offshore/13999-pocos-do-pre-sal-registraram-as-maiores-producoes-de-petroleo-do-pais
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/2/3/producao-de-petroleo-foi-recorde-em-2011-diz-anp
5.

[Carta O BERRO] 'O neoprogressismo pode ter v����rios anos pela fren

Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 5 de Fev de 2012 12:55 pm




Sent: s����bado, 4 de fevereiro de 2012

From: Vanderley - Revista

Carta O Berro.........................................................repassem

'O neoprogressismo pode ter v����rios anos pela frente'
O jornalista e escritor Ignacio Ramonet diz, em entrevista ao jornal P����gina/12 que a maioria dos governos da Am����rica do Sul cumpre a fun�����o dos social-democratas europeus nos anos 50 e que, se n����o cometerem erros, podem aspirar a um ciclo longo de governo. "A constru�����o do Estado de bem-estar e o aumento do n����vel de vida acaba com qualquer tipo de recurso para as oposi�����es tradicionais conservadoras. Agora, a popula�����o est���� percebendo como os seus pa����ses est����o reconstruindo sociedades arrasadas".
Mart����n Granovsky - P����gina/12

Porto Alegre - Nascido em Pontevedra e emigrado com sua fam����lia para a Fran����a, Ignacio Ramonet dirige o Le Monde Diplomatique em espanhol. Foi um dos animadores do primeiro F����rum em 2001 e ���� um dos jornalistas que mais percorrem o mundo, observando suas diferentes realidades.

- Sobre o final do F����rum temos direito de perguntar se foi ����til e o que mudou com respeito ao primeiro encontro, de 2001.

Ramonet -Quando o f����rum foi criado n����o havia outro governo dos que eu chamo neoprogressistas na Am����rica Latina que n����o fosse o de Hugo Ch����vez, que inclusive veio ao f����rum. No ano seguinte, em 2002, pela primeira vez Ch����vez se declarou socialista. Tamb����m veio Lula quando ainda n����o era presidente, mas candidato. Agora, ao contr����rio, os governos neoprogressistas est����o implementando as pol����ticas de inclus����o social e, ao mesmo tempo, o f����rum ���� menos um f����rum dos movimentos sociais. ���� um f����rum no qual se discutiu a crise europ����ia, o movimento dos indignados em geral (os chilenos, Wall Street, etc.) e a quest����o da mem����ria. A jornada da Flacso na sexta-feira, o dia do Holocausto, foi uma das atividades centrais, organizada pelo F����rum Social Tem����tico e o F����rum Mundial da Educa�����o.

At���� agora esses n����o eram assuntos do f����rum. Os indignados s����o um tema que n����o tem mais de um ano, e o debate sobre a mem����ria n����o havia sido proposto dessa maneira. Dominavam o anti-imperialismo e a den����ncia das guerras dos Estados Unidos no Iraque ou no Afeganist����o. Est���� se chegando a um n����vel diferente. Os governos aqui na Am����rica do Sul est����o agindo bem em seu conjunto. Mas, cuidado, chega uma nova etapa e ���� preciso melhorar certos aspectos qualitativos.

- O que deveria melhorar na Am����rica do Sul?

Ramonet - N����o acreditar que esta bonan����a que se est���� vivendo vai ser duradoura. Depende do ����xito norte-americano e europeu e de se h���� baixa ou n����o na economia chinesa que afete a pot����ncias agr����colas ou de min����rios.

- Um dos pontos ���� como a Am����rica do Sul aproveita sua atual vantagem pelos pre����os favor����veis dos produtos prim����rios que vende para que outra vez o lucro principal n����o sejam pal����cios franceses no meio da pampa ����mida.

Ramonet - A economia funciona por ciclos. Na Europa n����o podemos falar de pal����cios no meio de nada, mas sim de grandes aeroportos modern����ssimos que agora quase n����o funcionam ou ����peras em cidades pequen����ssimas. A riqueza passou e nem sempre se sabe aproveitar. Aqui, na Am����rica do Sul, a solu�����o ���� criar mais e mais mercado interno. E mercado interno protegido. E tamb����m ampliar os interc����mbios no marco da solidariedade latino-americana. Agora, o mercado latino-americano tem que se articular para que haja massa cr����tica para todos. Se n����o, o Brasil se desenvolver����, mas o Uruguai n����o. Agora que desapareceram 80 milh����es de pobres, h���� uma classe m����dia que consome. O Brasil introduziu o imposto sobre a produ�����o de autom����veis frente ���� China e aumentou essa taxa em 30%. ���� prote�����o e ���� correta.

- Que discuss����o mundial nova apareceu no F����rum?

Ramonet - Por agora, muitos constataram que, al����m das diferentes opini����es, a globaliza�����o existe. Se existe, h���� que analis����-la e descobrir como evitar seus inconvenientes. Em escala mundial, em um debate sobre a crise do capitalismo, uma das opini����es foi que havia que pensar talvez em desglobalizar e reduzir a globaliza�����o. N����o existe s���� uma crise econ����mica. Existe uma crise da pol����tica, da democracia, uma crise alimentar, ecol����gica. Muitos pa����ses latino-americanos n����o est����o pensando nas outras crises, em particular na ecol����gica. Boaventura de Souza Santos sublinhou que n����o ���� normal que se acuse comunidades ind����genas, chamando-as de "terroristas" quando querem proteger o meio ambiente. As realidades v����o mudando. O Movimento dos Sem Terra do Brasil, que antes ocupava terras, n����o o faz porque n����o as t����m. Qualquer peda����o de terra ���� soja. E como o MST, quando se assenta, realiza produ�����es ecol����gicas, ���� recriminado pelo agroneg����cio.

- A discuss����o ecol����gica ���� chave tamb����m porque haver���� uma c����pula mundial no Rio de Janeiro em junho.

Ramonet - A precau�����o ecol����gica ���� algo que se lembrou e que, em certa medida, faz com que os governos estejam pensando em fazer as coisas certas. Dilma disse que queria dar casas ���� popula�����o. Parece-me muito bem, realmente muito bem. Mas tenhamos cuidado de n����o chegar ao pragmatismo chin����s, que em nome do desenvolvimento destr����i o que se oponha a essa id����ia, e terminemos entrando sem necessidade em uma grande contradi�����o.

- Dilma diria: "Est���� bem, Ignacio, mas eu tenho que governar o Brasil e terminar com a mis����ria".

Ramonet - As preocupa�����es ecol����gica e a social n����o s����o excludentes. O F����rum apreciou muito que Dilma tenha decidido vir aqui e n����o tenha viajado ao F����rum de Davos. Quando Lula veio e disse que depois se dirigiria a Davos, algu����m lhe disse: "N����o se pode servir a dois senhores de uma vez". ���� uma frase b����blica. "Tem que escolher."

- Talvez Lula necessitasse ir a Davos porque isso tamb����m ajudava na consolida�����o pol����tica de seu governo e hoje o Brasil n����o necessita de Davos.

Ramonet - Claro, as condi�����es mudam. E o f����rum deve mudar tamb����m. Antes muitos dirigentes ou presidentes vinham aqui se fortalecer. Ch����vez e Lula, que j���� citei. Tamb����m Evo Morales, Rafael Correa e Fernando Lugo. Para algumas discuss����es, uma reuni����o do f����rum pode ter hoje um maior sentido na Europa, para discutir ali mesmo a tremenda crise. No pr����ximo ano est���� previsto que tenha lugar em um pa����s ����rabe, porque l���� os movimentos sociais n����o s���� est����o se desenvolvendo, mas tamb����m conseguiram ganhar em dois pa����ses. E h���� novas discuss����es, por exemplo, entre movimentos sociais laicos e movimentos sociais isl����micos.

- O que poderia ser discutido na Europa?

Ramonet - Na Europa j���� h���� algumas discuss����es que se produziam na Am����rica Latina. Uma ���� a id����ia de que a pol����tica est���� gasta e se necessita uma renova�����o pol����tica. De que o sangue e a vitalidade nova vir����o dos movimentos sociais. Dessa vitalidade pode surgir uma mudan����a. Este f����rum n����o teria o mesmo sentido se fosse organizado em Madri, Atenas ou Barcelona, onde h���� sociedades que sofrem e ao mesmo tempo registram em alguns setores grande vontade de mudan����a. Na Am����rica do Sul, por sorte de voc����s, existem situa�����es em que a preocupa�����o ���� seguir crescendo e como faz����-lo melhor.

- N����o h���� um risco de endeusar os movimentos sociais como fatores de mudan����a? Se n����o h���� constru�����o pol����tica, n����o se diluem?

Ramonet - Sim, ���� importante ver como se passa de um momento ao outro. Ainda n����o estamos nessa etapa na Europa, me parece. Ainda n����o. Ningu����m expressa melhor o sofrimento social que o movimento social. Mas se n����o se d���� o passo para a pol����tica, todas as grandes crises sempre servem ���� extrema direita, que aparece sob a forma de movimentos e de partidos anti-sistema. Prometem as mudan����as mais radicais, demag����gicas, transformacionais. ���� importante que o sofrimento social se encarne em movimentos que tenham voca�����o de se envolver na pol����tica.

- Por que ainda n����o acontece esse passo?

Ramonet - Entre outras coisas, em minha opini����o, porque faltam l����deres. At���� o momento, o movimento social inclusive reprova ter l����deres. S����o muito igualitaristas do ponto de vista do funcionamento democr����tico. ���� como a doen����a infantil do movimento social. Em breve chegar���� o momento da adolesc����ncia ou a maturidade, quando seguramente se gerar����o l����deres. N����o l����deres salvadores. Falo de dirigentes democr����ticos que possam entender o movimento social e ajud����-lo a encontrar respostas. Depois da crise do sistema pol����tico venezuelano, no final do que se chamou o "puntofijismo", teria havido mudan����as sem Ch����vez e o que ele representava? E me fa����o a mesma pergunta com respeito ao Equador e Correa, ���� Bol����via e Evo, ao Brasil e Lula, ���� Argentina e Kirchner.

- E como funciona a rela�����o entre os l����deres, os movimentos e os partidos nesses pa����ses da Am����rica do Sul?

Ramonet - Minha percep�����o ���� que hoje os partidos t����m menos influ����ncia que h���� dez anos e os movimentos sociais tamb����m porque os governos est����o fazendo tudo. Os l����deres dos governos conduzem a mudan����a. Houve uma energia social que produziu a mudan����a, mas a mudan����a est���� t����o encarrilhada que ����s vezes h���� uma descapitaliza�����o da pol����tica que paradoxalmente n����o incomoda muito.

- Talvez com as constru�����es pol����ticas aconte����a o mesmo que com os ciclos econ����micos. Talvez devam ou possam ser realizadas antes que o ciclo atual de governos sul-americanos termine.

Ramonet - A fun�����o destes governos ���� muito semelhante a dos governos europeus dos anos 50 que, essencialmente, sendo conservadores ou progressistas, tinham como fun�����es construir o Estado de bem-estar, reconstruir cada pa����s depois da guerra e aumentar o n����vel de vida da popula�����o. Isso lhes deu 40 anos de estabilidade pol����tica. Mas terminou. Se os neoprogressistas sul-americanos n����o cometerem muitos erros, talvez tenham pela frente v����rias d����cadas como a social-democracia n����rdica. Hoje melhoram estruturas, o n����vel de vida, criam trabalho. N����o ���� por acaso que s����o os governos neoprogressistas os que est����o trabalhando bem. Assim aconteceu com os velhos partidos social-democratas. Al����m disso, a constru�����o do Estado de bem-estar e o aumento do n����vel de vida acaba com qualquer tipo de recurso para as oposi�����es tradicionais conservadoras. Agora a popula�����o percebe como os pa����ses reconstroem sociedades arrasadas.

As favelas eram pensadas como uma fatalidade. Para a direita, era assim porque ���� assim. Mas a for����a da direita desapareceu, e tamb����m o elemento militar. As leis da mem����ria s����o as que devem responsabilizar - sem vingan����a, com documentos e base hist����rica s����lida - e estabelecer responsabilidades. N����o vingar-se, mas terminar com a impunidade. Apesar de que o que vou dizer parece escandaloso, estamos no momento mais f����cil da Am����rica do Sul. Se n����o cometerem erros e fizerem uma gest����o tranquila, os governos de sinal neoprogressista podem ficar no poder muito tempo. Por isso ���� preciso pensar bem as sucess����es pol����ticas. Na Argentina isso funcionou bem. No Brasil, o que fez Lula foi exemplar. ���� uma li�����o. E por isso hoje Dilma tem mais aprova�����o popular do que Lula tinha em seu primeiro ano de governo.

(*) Ignacio Ramonet ���� autor, entre outras obras, de "Fidel Castro: biografia a duas vozes" (Boitempo, 2006).

Tradu�����o: Lib����rio Junior

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_______________________________________________
Cartaoberro mailing list
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http://serverlinux.revistaoberro.com.br/mailman/listinfo/cartaoberro
6.

Santayana denuncia um golpe contra a Petrobr����s

Enviado por: "Sonia Montenegro" smonte...@yahoo.com.br   smontenegro47

Dom, 5 de Fev de 2012 2:30 pm



Recebi, como voc����s, um texto do Mauro Santayana sobre a sa����da do Guilherme
Estrella da Petrobras. Eu j���� tinha ouvido alguma coisa a respeito, e fiquei
preocupad����ssima, porque comungo com o Santayana do mesmo conceito a respeito
do Guilherme Estrella, mas lembrei que houve um boato semelhante ainda no
governo Lula, que n����o se confirmou.

Eu li que o Estrella, funcion����rio concursado da Petrobras, numa determinada
����poca, certamente no governo FHC, resolveu se aposentar porque seu
entusiasmo em rela�����o ���� empresa n����o encontrava eco na dire�����o.

Acabou entrando na pol����tica e se filiando ao PT, quando conheceu o Jos����
Eduardo Dutra. Tempos depois, o Lula chegou ���� presid����ncia e o Dutra foi
designado para dirigir a Petrobras e foi buscar o Estrella em sua cidade,
para voltar para a empresa, porque o Lula estava disposto a bancar a
pesquisa do pr����-sal. Em uma entrevista ele at���� comentou que a imprensa disse
que o Lula estava loteando a estatal por causa da sua volta. E deu uma
gargalhada a seguir...

Lembro que quando o Lula foi inaugurar a 1���� retirada de petr����leo na ����rea do
pr����-sal, fez quest����o de agradecer ao Estrella, explicitando a sua admira�����o
e reconhecimento.

Quero crer, e n����o tenho ind����cio algum para desconfiar de que a Dilma seja
entreguista, e nem que se deixe levar por press����es. Ali����s, ela demonstra
exatamente o contr����rio.

Assim sendo, confesso n����o estar entendendo patavinas, porque tenho tamb����m um
grande respeito pelo Santayana, mas sei que ele ���� aecista, defendeu
calorosamente a candidatura do A����cio contra o Serra e tenho certeza de que
entre Dilma e A����cio em 2014, ele defender���� o tucano.

J���� troquei e-mail com o Santayana a respeito dessa defesa ao A����cio, quando
ele disse que o A����cio defendeu as estatais mineiras da privataria, e eu
retruquei dizendo que o Itamar, t����o mineiro quanto, defendeu a Vale do Rio
Doce, mas o A����cio n����o. N����o recebi mais resposta...

Se algu����m tiver maiores informa�����es sobre o assunto, ficarei grata se me
informar...

Sonia Montenegro.

----- Original Message -----
From: "gustavo santos" <gustavoag.santos@gmail.com>
To: "gpolecon" <GPOLECON@yahoogroups.com>
Sent: Saturday, February 04, 2012 10:05 AM
Subject: [tribuna_da_internet] Santayana denuncia um golpe contra a
Petrobr����s

Santayana denuncia um golpe contra a Petrobr����s

Fonte:
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/02/03/santayana-denunc...<http://www.google.com/url?sa=D&q=http://www.conversaafiada.com.br/politica/2012/02/03/santayana-denuncia-um-golpe-contra-a-petrobras/&usg=AFQjCNEwdDqQxLLQU0L1eJdl_thLzRokSg>

Publicado em 03/02/2012

<http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2012/02/guilherme...<http://www.google.com/url?sa=D&q=http://www.conversaafiada.com.br/wp-content/uploads/2012/02/guilherme-estrella1.jpg&usg=AFQjCNEnaMH0LWwmWASl08lDea7iBpxDyg>>Estrellatemesse "defeito" grave: ���� nacionalistaO Conversa Afiada reproduz texto deMauroSantayana:Mudan����as na Petrobr����s e a soberania do pa����sporMauroSantayanaCertos jornais e alguns de seus analistas pol����ticos est����o,demaneiradissimulada e com as artimanhas conhecidas, insinuando e apoiandoasa����dado ge����logo Guilherme Estrella da mais importante dasdiretoriasdaPetrobras, a que cuida, exatamente, da pesquisa e produ�����o. Dopontodevista t����cnico, parece improv����vel que o Brasil disponha de outroquadrocomoEstrella. Ele entrou para a empresa mediante concurso p����blico, h����48anos,logo depois de formado ����� e se destacou, em seguida, como umdosmaiscompetentes profissionais da institui�����o.Sua trajet����ria, a partirdeent����o, se insere na constru�����o da hist����ria da empresa. Participoudasprimeiras pesquisas e explora�����o do ����leo no marbrasileiro. A partir desuasinvestiga�����es te����ricas sobre a geologiamar����tima, conduziu osestudospioneiros que levaram ���� descoberta dasjazidas do pr����-sal. Comoge����logo decampo, e trabalhando para a Petrobr����sno Iraque, descobriu, em1976, ogigantesco campo de Majnoon, com reservassuperiores a 10 bilh����es debarris.Como se sabe, o Brasil renunciou ����explora�����o desse campo, poriniciativa doent����o Ministro de Minas eEnergia, Shigeaki Ueki.Estrella foi ocoordenadorda instigante investiga�����o cient����fica, queatribui a origem dopetr����leobrasileiro a dep����sitos lacustres, anteriores ����separa�����o doscontinentesafricano e sulamericano. Assim se formou opr����-sal, com oAtl����ntico ocupandoo espa����o lentamente aberto, durantes����culos geol����gicos. Odiretor dePesquisa e Produ�����o da Petrobr����s ����, assim,um dos mais importantesge����logosdo mundo. Sem d����vida, ���� o mais competenteprofissional da ����rea emnosso pa����s,ao associar o saber te����rico ���� pr����tica,como pesquisador de campo �����que foidurante d����cadas ����� e ao ����xito nocumprimento da responsabilidadepeladescoberta e produ�����o de nossasjazidas.Mas o ge����logo Guilherme Estrellatemdois defeitos grav����ssimos, e, porisso, todos os interessesantinacionais �����internos e externos ����� se unempara derrub����-lo, neste momentode mudan����as naempresa. O primeiro deles ���� oseu confessado nacionalismo. Odiretor depesquisas e explora�����o foinomeado pelo governo Lula, em suapol����tica derecuperar a empresa, minadapela administra�����o entreguista eirrespons����vel dogoverno Fernando HenriqueCardoso.Seu antecessor no cargo,Jos���� CoutinhoBarbosa, protelava as perfura�����esexplorat����rias, a fim de que,ao vencer oprazo para as prospec�����es, emagosto de 2003, as ����reas novasfossemdevolvidas ���� ANP. Com isso, seriamoutra vez levadas a leil����o, a fimdeserem arrematadas pelas empresas estrangeiras. Em poucos meses ����� dejaneiroa agosto ����� Guilherme acionou aequipe de ge����logos, conduziu-a comseuentusiasmo e capacidade de trabalho,e conseguiu descobrir mais seisbilh����esde barris, dos 14 bilh����es dasreservas brasileiras antes do pr����-sal.Assim,impediu a grande trapa����a queestava em andamento.A outra raz����o ����atransparente vis����o human����stica de Guilherme Estrela. Oge����logo n����o separaaci����ncia de sua responsabilidade pela busca da justi����ae da igualdadesocialpara todos os homens. Em dezembro ����ltimo, ao falar emDoha, no Qatar,duranteo 20���� Congresso Mundial do Petr����leo, ele, depois deseu excursot����cnico sobreo ����leo no mundo, suas reservas e perspectivas,aproveitou suapalestra paradenunciar o sofrimento de grande parte dahumanidade, sobretudoda parcelaafricana, em conseq�����ncia da desigualdadee da injusti����a. �����Todosn����s devemoster vergonha disso����� ����� resumiu.Os maiores interessados nasubstitui�����o deGuilherme Estrella s����o, emprimeiro lugar, as empresasmultinacionais, quet����m, no profissional, oprincipal guardi����o dos interessesbrasileiros. N����o s����as petrol����feras, mas,tamb����m, as fornecedoras deequipamentos. Desde 2003, odiretor de Pesquisae Explora�����o da Petrobr����s vemrevertendo, na medida doposs����vel, a danosasitua�����o imposta pelo governoneoliberal, que, ao nivelar,nos mesmosdireitos legais, as empresasestrangeiras com as brasileiras,promoveu afal����ncia de ind����strias nacionais,entre elas algumas fornecedorasdeequipamentos para a Petrobras.GuilhermeEstrella tem procurado encaminharas encomendas para as empresasgenuinamentebrasileiras, sem prejudicar odesempenho da Petrobr����s como umtodo. Gra����as aessa pol����tica, ditada pelointeresse nacional, e recomendadapelo governo,reativou-se a ind����strianaval, e as plataformas, antesencomendadas noExterior, est����o sendoproduzidas no Brasil, com a redu�����oda participa�����oestrangeira aoabsolutamente necess����rio.Outros interessados pela substitui�����odo diretors����o os not����rios fisi����logosdo PMDB. Como ���� de incumb����ncia dessadiretoria ascompras de equipamentoscaros e pesados, ela vem sendo disputadapelopartido. Est���� claro que oministro Edison Lob����o deseja a substitui�����odeGuilherme Estrella. Mas ����improv����vel que o padrinho pol����tico do Ministro,osenador Jos���� Sarney �����reconhecidamente um nacionalista ����� aceite, enessemomento internacionaldif����cil, a co-responsabilidade pela sa����da doatualdiretor de Pesquisa eProdu�����o da Petrobr����s. Recorde-se que em seugoverno opresidente Sarneyresistiu e n����o privatizou nenhuma empresa. EquandoFernando Henriquedecidiu privatizar a Vale do Rio Doce, Sarneyescreveu-lheuma cartavigorosa condenando a iniciativa.O conhecimento ���� oprincipalinstrumento da soberania. Homens comoGuilherme Estrella n����o seescolhem comcrit����rios pol����ticos menores, mas,sim, em decis����es maiores depol����tica deEstado. E cabe um esclarecimento:quando Lob����o diz que o diretorest����pretendendo deixar o cargo, emite umpalpite, ou expressa desejopessoal �����que n����o lhe cabe manifestar. Aoministro cabe executar uma pol����ticadegoverno.���� certo que os inimigos do ge����logo o t����m submetido a solerteguerradedesgaste, com o prop����sito, deliberado, de provocar uma rea�����oemocionaldesua parte. Mas Estrella ���� bastante arguto para perceber quemest����pordetr����s da campanha para afast����-lo. Aos 69 anos, est���� aindajovemparaabandonar a miss����o de que se encarregou, no dia em que come����ouatrabalharna empresa ����� a primeira e ����nica ocupa�����o de sua vida. Elesabe,que, nofundo, isso constituiria quase um ato de trai�����o ao Brasil e aoseupovo.N����o lhe cabe, por isso mesmo, demitir-se do cargoqueocupa--Leia:www.desenvolvimentistas.com.brVisite S����o Bartolomeu �����Distritomais antigo de Ouro Pretohttp://saobartolomeu.com/

7.

[Carta O BERRO]  Ditadura x Comiss���ão da Verdade: a expectativa d

Enviado por: "Vanderley - Revista" vanderl...@revistaoberro.com.br   vanderleycaixe2003

Dom, 5 de Fev de 2012 3:39 pm



FacebookCarta O Berro.........................................................repassem

Potiguarino Henning Saraiva

Ditadura x Comiss���ão da Verdade: a expectativa de v���ítimas e familiares gazetaweb.globo.com

Alagoanos falam como enfrentaram o regime militar; parentes de comunistas assassinados esperam encon...



8.

[Carta O BERRO]  Assista as m����sicas de Tito Madi , por ele e v���

Enviado por: "Vanderley - Revista" vanderl...@revistaoberro.com.br   vanderleycaixe2003

Dom, 5 de Fev de 2012 4:42 pm



Carta O Berro.........................................................repassem

Assista as m����sicas de Tito Madi , por ele e v����rios interpretes .

Clique no link abaixo.

www.minhabossanova.blogspot.com
9.

[Carta O BERRO]  TER����A-FEIRA ���� CINEMA!    Todas as 3���� Feira

Enviado por: "Vanderley - Revista" vanderl...@revistaoberro.com.br   vanderleycaixe2003

Dom, 5 de Fev de 2012 5:45 pm



Carta O Berro.........................................................repassem

A CARTA O BERRO,

DEPOIS DE APRESENTAR:

DOMINGO ���� M����SICA!

SEFUNDA-FEIRA! SA����DE , MEDICINA E ALIMENTA�����O!

na TER����A-FEIRA ���� CINEMA!

Todas as 3���� Feiras ser���� enviado um filme para assistir on-line.
10.

A SEMANA - O (DES) RUMO DAS ���⒠��COISAS���⒠��

Enviado por: "Fernanda Tardin" nanda...@yahoo.com.br   nandatardin

Dom, 5 de Fev de 2012 6:34 pm



HA de se falar no BROTO pra que a vida nos d���ê frutos.: http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/02/semana-o-des-rumo-das-coisas.html, sintese da semana e estudos via comentarios para refletirmos e assim
mudarmos esta realidade que nos abra���ça oprimindo. ATT leia s���ó
construiremos um outro mundo se cidadaos e juntos

Juntos Somos Fortes: A SEMANA - O (DES) RUMO DAS ���⒠��COISAS���⒠�� juntosomos-fortes.blogspot.com

A SEMANA

O (DES) RUMO DAS ���⒠��COISAS���⒠��

Laerte Braga

A decis���ão ���⒠�� por maioria de votos ���⒠�� do STF (Supremo Tribunal Federal) de reconhecer a compet���ência do CNJ (Conselho Nacional de Justi���ça) para
investigar ju���ízes e desembargadores al���ém das corregedorias corporativas dos judici���ários estaduais abre perspectivas de apurar, por exemplo, as responsabilidades do desembargador que autorizou o pagamento de
vantagens indevidas a dois atuais ministros do STF. C���ésar Peluso ���⒠��
presidente ���⒠�� e Ricardo Lewandowsky.

As vantagens foram pagas por conta de aux���ílio moradia ���à ���época em que eram desembargadores e pelo Tribunal de Justi���ça de S���ão Paulo.

E outras perspectivas.���  De se investigar todo o aparato corrupto que permitiu o massacre de oito mil pessoas no bairro Pinheirinho, em S���ão Jos���é dos Campos, S���ão Paulo ���⒠�� governo estadual e municipal tucanos ���⒠��, al���ém da for���ça est���úpida da
Pol���ícia Militar daquele estado, incluindo roubo de pertences de
moradores, abusos sexuais e assassinatos, o de sempre em se tratando de opera���ções de PMs em qualquer estado brasileiro.

Pol���ícia ���é uma institui���ção civil e Pol���ícias Militares s���ão anomalias no estado
dito democr���ático, ou de direito, bra���ço das elites econ���ômicas que, por
sua vez, controlam a m���áquina estatal em todos os tr���ês poderes, em todos os n���íveis de poder.

H���á uma imenso vazio dentro do ser humano domesticado e ao mesmo tempo animalizado pela m���ídia de mercado.

Vende-se tudo e de tudo. ���⒠��Os homens n���ão t���êm mais tempo para conhecer coisa
alguma. Compram tudo feitinho nas lojas. Mas como n���ão existem lojas de
amigos, os homens n���ão t���êm mais amigos���⒠�� (Antoine de Saint ���⒠��Exup���éry , em O PEQUENO PR���Ò�NCIPE, p���ágina 70). N���ão tem import���ância que seja, ou tenha
sido o livro preferido de muitas candidatas a misses e misses ao longo
dos anos, todas guardadas em mai���ôs catalinas. Importa que ���é uma
constata���ção real na sociedade do espet���áculo.

O secret���ário de Defesa dos EUA, pot���ência terrorista que tem o poder de
destruir o mundo cem vezes se necess���ário for, disse a jornalistas que ���⒠��é poss���ível que Israel ataque as instala���ções nucleares do Ir���ã at���é abril���⒠��. Ele sabe que esse ���⒠��é poss���ível���⒠�� ���é uma realidade que se pretende criar
para manter intocado o estado nazi/sionista de Israel. ���� um complexo nos dias de hoje. ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A. Banqueiros, grandes
empres���ários e latifundi���ários do mundo inteiro s���ão os detentores do
controle acion���ário e dos c���ódigos que acionam as muitas Hiroshimas
guardadas em arsenais de bo���çalidade.

O mundo globalizado e desumanizado. Gera���ções, no Brasil por exemplo,
formadas pela ���⒠��pedagoga���⒠�� Xuxa, ou as de agora, curtindo os ���⒠��her���óis���⒠�� do
Big Brother, com direito a estupro incentivado pela maior rede de
comunica���ção privada do Brasil. Senhora absoluta da verdade e armaz���ém de secos e molhados de agentes estrangeiros travestidos de jornalistas.

No Egito uma partida de futebol termina com mortes a perder de conta. ���Ò� o reflexo de um pa���ís onde as for���ças armadas se transformaram em for���ça
repressora ���⒠�� existe alguma que n���ão seja? ���⒠�� a servi���ço de pot���ência
estrangeira. Aqui isso aconteceu em 1964 quando a maioria dos militares brasileiros varreu com os legalistas, com a ordem democr���ática.

Na Pra���ça Tahir centenas de milhares de pessoas, como em todo o Egito,
tentam varrer do cen���ário os militares. Recebem bombas as mais variadas
do estoque dos EUA, postas ���à disposi���ção do terror de Estado. E haja
san���ções contra a S���íria, onde n���ão rezam ���⒠�� ainda ���⒠�� pela cartilha de
Washington.

Um eventual ataque de Israel ao Ir���ã ���é uma rematada loucura, um exerc���ício de terrorismo impune e garantido pela estupidez de arsenais nucleares.

Cai mais um ministro de Dilma Roussef que custa a se desvencilhar da teia de alian���ças armadas para a sua elei���ção e em S���ão Paulo, seu partido, o
PT, cada vez mais PSDB, se alia a Gilberto Kassab. Uma das s���ínteses da
corrup���ção a servi���ço das classes dominantes. O selo de garantia vem do
gabinete do governador, no grupo anti protestos. Breve a TFP ���⒠�� Tradi���ção Fam���ília e Propriedade ���⒠�� nas ruas defendendo a su���ástica em bandeiras da OPUS DEI.

O papa vai adorar e aben���çoar, tal e qual o cardeal de S���ão Paulo, D.
Scherer. N���ão ���é imposs���ível, no futuro, em nome dos interesses
���⒠��patri���óticos���⒠�� e da ���⒠��ordem divina���⒠��, a fus���ão da igreja do bispo Macedo com Roma. N���ão achavam imposs���ível o homem voar? Pois voa.

Marcelo Rossi num grupo gospel de m���úsicas evang���élicas e as sacolinhas rodando entre os que t���êm f���é. Pobres incautos. De um lado a GLOBO e o deus
mercado, de outro a RECORDE e o deus que gera sacos e sacos de dinheiros na m���áquina de moer gente. N���ão foi por outra que a senhora Lagarde, em reuni���ão com l���íderes da OTAN ���⒠�� os extintos pa���íses da Comunidade
Europ���éia, hoje bases do terror norte-americano ���⒠�� afirmou que vai passar a sacolinha como na ���⒠��igreja���⒠��.

Um prefeito acusado de mandar matar a mulher, a empregada, de fraudes as mais variadas e diversas, de mandar matar um l���íder sindical, Jorge
Donatti, bandido de quatro costados, ���é preso por decis���ão do Judici���ário. ���Ò� raro isso. Um ex-prefeito da cidade mineira de Juiz de Fora, Alberto
Bejani, apareceu em rede nacional recebendo propina e est���á com todas as certid���ões negativas pronto para tentar voltar ao cargo nas elei���ções de outubro. Virou pastor Carlos e quer construir uma igreja em ���área
cont���ígua a uma outra ���área, essa de prote���ção ambiental. Uma esp���écie de
abrir a porta para l���á chegar depois.

Aparece em fotos beijando a b���íblia, n���ão aparece na contabilidade da lavagem de dinheiro. Nem um e nem o outro.

O pr���íncipe Modupe encantou-se e se estremeceu todo quando descobriu o
tesouro. Veio-lhe o desejo de aprender a fazer uma coisa extraordin���ária que ���é um livro.

���⒠��Na casa do Padre Terry, o ���único lugar totalmente ocupado era o das
estantes de livros. Gradativamente cheguei a compreender que as marcas
sobre as p���áginas eram palavras na armadilha. Qualquer um podia decifrar os s���ímbolos e soltar as palavras aprisionadas, falando-as. A tinta de
impress���ão enjaulava os pensamentos; eles n���ão podiam fugir, assim como um Dumbu n���ão pode fugir da armadilha. Quando me dei conta do que
realmente isso significava, assaltou-me a mesma sensa���ção e o mesmo
espanto que tive quando vi pela primeira vez as luzes brilhantes do
Conacre. Estremeci com a tentativa de meu desejo de aprender a fazer eu mesmo aquela coisa extraordin���ária���⒠�� (Marshall McLuhan, ���⒠��OS MEIOS DE
COMUNICA���Ò�Ò�O���⒠��, S���ão Paulo,

Em toda essa parafern���ália de ordem democr���ática movida a bombas de muitas esp���écies e formatos, todas fazendo escorrer rios de sangue, no Egito,
em Pinheirinho, na bo���çalidade de PMs baianos matando na ���⒠��greve���⒠�� para
intimidar e atemorizar a opini���ão p���ública ���⒠�� com direito a cobertura
jornal���ística a mais ampla ���⒠��, escondidos fora das fardas da opress���ão, tem sempre um celular pronto para filmar a trag���édia.

E na despedida atroz da dor da vida em redemoinho o encontro com Amy Winehouse.

A perspectiva do mundo visto atrav���és do clonazepam, do grupo dos
benzodiazep���ínicos, com alta pot���ência e largo tempo de circula���ção. ���Ò�
barato, f���ácil de ser encontrado e como a fluoxetina, promete a vida a
cores.

N���ão d���ói. No corpo evidente. Tenta curar dores da alma no mundo
desumanizado em que o ser vira objeto e pode ser comprado em qualquer
banca de camel���ô (se o rapa deixar), mas termina sempre na horizontal,
qualquer que seja o dec���úbito.

A���í, emerge o touro de Wall Street e a voz soturna e trai���çoeira de Miriam
Leit���ão vendendo as a���ções do mundo capitalista na desordem das an���álises
globais onde um tresloucado, achando-se acima do bem e do mal defende
assassinatos seletivos como forma de preservar a ordem democr���ática. ���Ò� o tal MANHATAN COLLECTION, programa assistido por seis ou sete
telespectadores. Onde bo���çais enjaulados num est���údio tentam assumir o
papel de Paulo Francis. Acabam Caio Blinder. ���Ò� tr���ágico. Nem fluoxetina e nem clonazepam.

���Ò� s���ó desvario de uma mercadoria/blinder, sem selo de qualidade, mas certificado mainardi.

Crian���ças devem sair da sala e adultos seguir as instru���ções de Sergio Porto. ���⒠��O melhor da televis���ão ���é bot���ão de desligar���⒠��.

Breve nas melhores telas de sua cidade as bombas sobre o Ir���ã. A loucura
nazi/sionista emergindo dos escombros do III Reich, agora IV Reich.

���Ò� que o farsante Barack Obama ���é candidato a reelei���ção. Faz qualquer neg���ócio, parece at���é tucano. ���   

Sem falar em Dilma e os direitos humanos. A resposta da presidente em Havana foi precisa.���  De h���á muito essa bandeira n���ão pode ser levantada pelos EUA. S���ão animalescos no seu modo de enxergar e agir no mundo.

A bem da verdade ���⒠��o estado faz quest���ão absoluta de ser o animal mais
importante da Terra; e, tamb���ém, consegue que o acreditem���⒠�� (Nietzsche,
���⒠��Dos Grandes Acontecimentos, in Zaratustra).

Est���á falido. Falo do Estado e do sistema capitalista.

��� 
"Ou Brilhamos Todos Ou N���ão Brilha Ninguem".
http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
que discute com politicos UM NOVO ES ���� POSSIVEL,
Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro,
porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
Bjs
Nanda Tardin
32 91363332
11.

A taxa Tobin sobre as transa�����es financeiras - A atribulada e par

Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 5 de Fev de 2012 7:29 pm



A taxa Tobin sobre as transa�����es financeiras - A atribulada e paradoxal trajet����ria da taxa Tobin -

05/02/2012 -
Carta Maior -
Mat����ria da Editoria: Economia -
Eduardo Febbro -

A atribulada e paradoxal trajet����ria da taxa Tobin

Concebida pelo economista liberal James Tobin nos anos 70, repudiada pela direita liberal, defendida pelos militantes anti-globaliza�����o de todo o planeta durante d����cadas, principalmente pela ong Attac, bandeira do socialismo europeu e tema recorrente nas negocia�����es internacionais (G20, G7), desde que estourou a crise em 2008, a taxa Tobin est���� prestes a se materializar gra����as ���� iniciativa de um dos presidentes mais liberais da Uni����o Europeia, Nicolas Sarkozy. O artigo ���� de Eduadro Febbro.

Eduardo Febbro - Direto de Paris

Data: 09/01/2012

A taxa Tobin sobre as transa�����es financeiras conheceu um dos destinos mais paradoxais dos ����ltimos 40 anos. Concebida pelo economista liberal James Tobin nos anos 70, repudiada pela direita liberal, defendida pelos militantes anti-globaliza�����o de todo o planeta durante d����cadas, principalmente pela ONG ATTAC, bandeira do socialismo europeu e tema recorrente nas negocia�����es internacionais (G20, G7), desde que estourou a crise em 2008, a taxa Tobin est���� prestes a se materializar gra����as ���� iniciativa de um dos presidentes mais liberais da Uni����o Europeia, Nicolas Sarkozy. O presidente franc����s saiu do c����rculo do consenso e anunciou que a Fran����a colocar���� em pr����tica a taxa Tobin sem esperar que seus s����cios europeus cheguem a um acordo para implement����-la.

Berlim, Londres e Roma mostraram-se particularmente hostis ao fato de que Paris avance sozinha neste princ����pio que dorme no caix����o dos desacordos h���� muitos meses. Apesar disso, a Fran����a manteve o rumo. O conselheiro especial do presidente franc����s, Henri Guaino, disse que a Fran����a tomaria uma �����decis����o a respeito����� antes do final do m����s de janeiro.

O planeta financeiro colocou-se contra o famoso, mas quase nunca tang����vel imposto ����s transa�����es financeiras. Os primeiros a fazer cara feia foram os alem����es, os ingleses e os italianos. Quase em un����ssono, Berlim, Roma, Londres e a Comiss����o Europeia lembraram com vis����vel mal-estar que um imposto como a taxa Tobin s���� teria sentido se aplicado com um �����enfoque coerente�����, dentro dos pa����ses da Uni����o Europeia e n����o de forma �����solit����ria�����.

Londres foi um pouco mais longe e pediu um imposto n����o dentro dos 17 pa����ses da zona euro, mas sim em escala mundial. O governo franc����s parece disposto a n����o dar bola para as cr����ticas e avan����ar sozinho na rota do imposto, sem que se conhe����am ainda os percentuais do imposto nem sua metodologia de funcionamento.

A apari�����o de tal ideia a apenas quatro meses das elei�����es presidenciais suscita evidentes desconfian����as. Ser���� verdade ou trata-se de um movimento eleitoral? ���� l����cito reconhecer outro paradoxo desta hist����ria: o ultra-liberal Nicolas Sarkozy fez da �����refunda�����o do capitalismo����� um de seus credos pol����ticos. A taxa Tobin talvez seja um dos primeiros gestos para cumprir sua promessa. A julgar pelas rea�����es do mundo financeiro e dos economistas, a decis����o de Sarkozy parece ser s����ria. A associa�����o Europlace que agrupa quase todos os atores do setor financeiro franc����s considerou que a instaura�����o da taxa Tobin s���� vai �����debilitar a economia francesa�����. Europlace lan����ou uma contraofensiva articulada na cat����strofe e no medo. Para essa associa�����o, a taxa Tobin limitada ���� Fran����a acarretaria a fuga de bancos, companhias de seguro e gestores para outras pra����as financeiras.

Hist����ria de uma ideia que se tornou bandeira de luta

Essa guerra entre liberais no pr����prio cora�����o do liberalismo s���� acentua a acidentada trajet����ria da taxa Tobin. Desde seu nascimento at���� hoje, a ideia atravessou fronteiras muito d����spares e gerou consensos incomuns.

Ela foi inventada por um liberal, defendida pela esquerda e agora ���� um tema priorit����rio da direita. O seu primeiro passo fundador j���� ���� um paradoxo. Em 1972, durante uma confer����ncia na Universidade de Princeton, o economista James Tobin colocou sobre a mesa a ideia de um imposto sobre as transa�����es financeiras. Tobin buscava �����lan����ar gr����os de areia na engrenagem das finan����as internacionais����� e frear assim o aumento da especula�����o no curto prazo. O percentual proposto por Tobin oscilava entre 0,05% e 0,2%. O economista norteamericano recebeu o pr����mio Nobel de Economia em 1981, mas sua ideia nunca foi verdadeiramente colocada em pr����tica.

O ����nico pa����s que a aplicou foi a Su����cia. Entre 1984 e 1990, a Su����cia implantou um imposto de 0,5% sobre as transa�����es realizadas no mercado de a�����es, mas o princ����pio foi realizado em 1990 por causa da fuga de capitais que provocou. Esta experi����ncia alimentou os argumentos dos inimigos do imposto, para quem toda inten�����o de aplicar um imposto ����s transa�����es financeiras acabaria tendo um efeito contr����rio ao desejado.

A taxa Tobin voltou ao notici����rio em meados dos anos 90. Em 1994, o falecido presidente socialista Fran����ois Miterrand defendeu a necessidade de um imposto sobre as transa�����es financeiras na c����pula social de Copenhague, mas a proposta n����o saiu do papel. Ut����pica, complicada, perigosa, delirante, irracional, os advers����rios da taxa Tobin a combateram com todo o peso de seus interesses. No entanto, a taxa Tobin reencarnou em uma luta que superou de longe as inten�����es de seu inventor liberal. Em dezembro de 1997, o jornalista Ignacio Ramonet publicou um editorial no Le Monde Diplomatique defendendo a cria�����o de um imposto sobre os lucros como �����uma exig����ncia democr����tica m����nima�����.

Neste texto intitulado �����Desarmemos os mercados�����, Ignacio Ramonet deu ���� taxa Tobin um campo de aplica�����o mais amplo e terminou defendendo a cria�����o, em escala planet����ria, da ONG A�����o para uma Taxa Tobin de Ajuda aos Cidad����os (ATTAC). Deste editorial, nasceu a ATTAC um ano depois. Em 1998, a ATTAC passou a ser a Associa�����o para a Taxa�����o das Transa�����es Financeiras e a A�����o Cidad����. Com base nesta plataforma, a ATTAC se converteu tamb����m no eixo do movimento mundial dos altermundistas. Os militantes anti-globaliza�����o da ATTAC e seus seguidores ampliaram o conceito da taxa Tobin. O economista norteamericano s���� queria alguns �����gr����os de areia����� como ferramenta contra a especula�����o. A ATTAC, em troca, militou a favor de uma ferramenta capaz de englobar a finan����a mundial e todos os seus produtos: mercado de c����mbio, a�����es, opera�����es nas bolsas de valores, mercados de derivativos, produtos financeiros.

O mais curioso deste combate pela recupera�����o de fundos sacados dos bolsos daqueles que usurpam tudo e n����o pagam nada reside no fato de que o pr����prio Tobin se distanciou da ATTAC e seus partid����rios. James Tobin qualificou de �����arruaceiros����� os grupos anti-globaliza�����o e impugnou a forma pela qual a ONG pensava a instaura�����o da taxa que levava seu nome. Em uma entrevista publicada pelo seman����rio alem����o Der Spiegel, James Tobin explicou que, enquanto a meta dos altermundistas consistia em lutar contra a livre expans����o dos mercados, ele era �����um partid����rio do livre com����rcio�����.

Ao longo dos anos, a taxa Tobin passou por v����rias etapas, umas mais contradit����rias que as outras. Os socialistas europeus a defenderam durante as campanhas eleitorais para logo em seguida esconder o imposto no desemprego e no esquecimento quando chegaram ao poder. A taxa Tobin funcionou como um apanhador de eleitores, sem jamais morder o bolso dos liberais. Em novembro de 2001, a Assembleia Nacional francesa (com maioria socialista) adotou o princ����pio de um imposto ����s transa�����es realizadas no mercado de c����mbio, mas a entrada em vigor da medida ficou subordinada ���� aprova�����o de um esquema id����ntico por outro pa����s da Uni����o Europeia. Prova de que as boas ideias da esquerda podem servir ���� direita, em 2006 o presidente conservador Jacques Chirac instaurou um imposto sobre os bilhetes de avi����o, que logo foi adotado por outros 27 pa����ses. Com esse dinheiro se aumentaram os fundos destinados ���� ajuda ao desenvolvimento. Passaram-se quatro anos e, outra vez, a direita abra����ou um princ����pio de seus advers����rios ideol����gicos. Em 2008, a quebra do banco norteamericano Lehman Brothers desatou a crise das �����subprimes����� e com ela a necessidade de regular o turvo e impune mundo das finan����as internacionais.

Nesse contexto, a taxa Tobin apareceu como um instrumento ideal. Em 2009, Adair Turner, o respons����vel da autoridade brit����nica dos servi����os financeiros, se pronunciou a favor da taxa Tobin, sendo seguido imediatamente pelo ex-primeiro ministro Gordon Brown (trabalhista).

Em novembro do mesmo ano, o tema �����Tobin����� entrou nas discuss����es do G20. O grupo encarregou o Fundo Monet����rio Internacional de fazer um estudo sobre a possibilidade de criar um imposto semelhante, mas seu ent����o diretor-gerente, o socialista (sim, sim, �����socialista�����) Dominique Strauss-Kahn se op����s ���� medida. Com o FMI contra, Washington e os mercados tamb����m, o imposto Tobin n����o tinha muitas possibilidades de passar de ideia ���� realidade. Mas a crise grega e seus estragos mexeu a balan����a em favor do imposto: a Comiss����o Europeia prop����s a aplica�����o de um imposto sobre as transa�����es financeiras que seria implementado a partir de 2014. Sempre t����o generosa e humana, a Comiss����o destinou esses fundos n����o ���� ajuda ao desenvolvimento, mas sim ao seu pr����prio or����amento.

Em agosto de 2011, a chanceler alem���� Angela Merkel e o presidente franc����s Nicolas Sarkozy concordaram que taxar as transa�����es financeiras era uma �����necessidade evidente�����. Ambos os dirigentes anunciaram uma iniciativa franco-alem���� nesta dire�����o, mas sua declara�����o se converteu em hecatombe: as bolsas de Londres, Bruxelas, Amsterd����, Lisboa, Madri, Paris e Nova York vieram abaixo. Sarkozy retomou a ideia da taxa Tobin na c����pula do G20 realizada em Cannes, no ano passado. �����Um imposto sobre as transa�����es financeiras ���� tecnicamente poss����vel, financeiramente indispens����vel, moralmente inevit����vel�����, disse Sarkozy ent����o.

O presidente franc����s prepara agora um novo movimento: materializar suas palavras em um imposto real apesar da oposi�����o de seus s����cios europeus, da China e dos EUA. Ningu����m sabe ainda como funcionar���� esse imposto sobre os fluxos financeiros, mas o certo ���� que a taxa Tobin ilustra ao absurdo as contradi�����es do sistema internacional: seu inventor renegou seus adeptos, os altermundistas nunca renunciaram a ela, os socialistas a defenderam e logo depois a desativaram, a direita liberal sempre a combateu at���� que, em plena crise, tenha aberto a ela a porta dos sonhos. S���� resta saber qual ser���� a dose de sonho e qual a de realidade.

Tradu�����o: Katarina Peixoto

De: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19345&boletim_id=1099&componente_id=17466

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Leia Tamb����m:

A oportunidade da Taxa Tobin
http://www.correaneto.com.br/site/?p=19544

Fran����a projeta para 2012 introdu�����o do imposto sobre transa�����es
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5543025-EI294,00-Franca+projeta+para+introducao+do+imposto+sobre+transacoes.html

Governo franc����s insiste en taxa Tobin e irrita mercado financeiro
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jBY5R62o0n0KCq2JteDhnQDp90zw?docId=CNG.8e6929af3830ec91ce698170ea761b44.01

Premi���� espanhol apoia taxa sobre transa�����es financeiras
http://www.portugues.rfi.fr/europa/20120116-premie-espanhol-apoia-taxa-sobre-transacoes-financeiras

It����lia est���� disposta a aceitar taxa financeira em n����vel europeu
http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201201082237_AFP_80697527

Merkel elogia �����esfor����o����� da It����lia e defende Taxa Tobin
http://correiodobrasil.com.br/merkel-elogia-esforco-da-italia-e-defende-taxa-tobin/354721/

Premi���� brit����nico pretende vetar imposto a transa�����es financeiras na UE
http://br.noticias.yahoo.com/ue-pode-fechar-olhos-caso-battisti-diz-it%C3%A1lia-20110108-024632-228.html

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12.

Desintegra�����o da eurozona?

Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 5 de Fev de 2012 7:45 pm




Desintegra�����o da eurozona?

> LEIA | Economia | 09/01/2012

Uma an����lise do prestigiado Centre for Economics and Business Reasearch (ECBR) e uma investiga�����o da BBC com 27 economistas assessores do Banco da Inglaterra chegaram a conclus����es similares em meio a um clima de pessimismo generalizado. Um gerente financeiro resumiu esse sentimento com uma frase que encerra em si mesma muitos perigos: �����todos estamos esperando que aconte����a algo terr����vel�����. O maior temor que as empresas enfrentam ���� o de uma desintegra�����o da eurozona.

Em: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19343&boletim_id=1099&componente_id=17477

> LEIA MAIS | Economia | 07/01/2012 ==>

����� Uni����o Europeia ter���� recess����o em 2012, dizem economistas
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19312
����� Desemprego atinge mais de um milh����o de jovens na Inglaterra
http://cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19314
����� A crise do euro bate ����s portas da City londrina
http://cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19293
����� Euro, dez anos depois, o sonho virou pesadelo
http://cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19307
����� O ano do grande naufr����gio na Europa
http://cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19302
13.

FURNAS - A VERDADE DOCUMENTADA - Att. p/ rela�����o de COMPRADOS- UR

Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 5 de Fev de 2012 8:47 pm



De: Rede Castorphoto

FURNAS - A VERDADE DOCUMENTADA - Att. p/ rela�����o de COMPRADOS - URGE DIFUNDIR -

Para os que n����o recebem Imagens os quadros e fotos podem ser acessados no LINK:
http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/01/furnas-verdade-documentada.html

FURNAS - a VERDADE DOCUMENTADA.

por Luiz Fernando Carceroni

URL: http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/01/furnas-verdade-documentada.html

A Lista de Furnas e a privataria tucana no setor el����trico

A dupla PSDB/DEM mais a Revista Veja resolveram ressucitar a Lista de Furnas. Precisamos ajuda-los nesta tarefa! Vamos levar o assunto para a CPI da Privataria Tucana. Quando a gente olha a lista dos fornecedores de dinheiro da "Lista de Furnas"- na ����ltima p����gina - v����-se a "contribui�����o" de uma s����rie de empresas el����tricas, j���� privatizadas na ����poca. E mais, h���� tamb����m os compradores e concession����rios das empresas el����tricas , que formaram os cons����rcios compradores. S���� para exemplificar, no caso da Escelsa do Esp����rito Santo, hoje controlada pelo Grupo EDP Portugal, vemos a presen����a da Escelsa e da EDP - Portugal no caixa dois tucano.

Sugiro manifesta�����o de capixabas, paulistas, gauchos, catarinenses, baianos e assim por diante, por abaixo assinado, manifesto, declara�����es nas Assembl����ias Legislativas e manifesta�����es de movimentos populares e sindicais, dirigidos ao deputado federal Prot����genes Queiroz (PCdoB/SP) e ao presidente da C����mera dos Deputados, Marco Maia (PT/RS), mas principalmente divulgados em seus ����rg����os de comunica�����o como Blogs, sites, jornais e emails. ���� preciso pressionar o presidente da c����mara Marco Maia, do Rio Grande do Sul, atrav����s da enorme presen����a de empresas que ganharam concess����es no sistema el����trico do Rio Grande do sul, na Lista de Furnas.

No Rio grande do sul , a t����tulo de exemplo, a Uni����o firmou o Contrato de Concess����o n���� 009/1997, com as empresas que constituiram o Cons����rcio Machadinho. O contrato permitiu que esse cons����rcio explorasse o potencial de energia hidr����ulica no rio Pelotas, no trecho entre os munic����pios de Maximiliano de Almeida-RS e Piratuba-SC, instala�����o essa denominada Usina Hidro����letrica Machadinho. Sob a lideran����a das Centrais Eletricas do Sul do Brasil S.A. - ELETROSUL, com sede na cidade Florian����polis-SC, o Cons����rcio Machadinho ���� constitu����do pelas empresas ALCOA ALUM����NIO S.A., com sede no munic����pio de Po����os de Caldas - MG; CAMARGO CORR����A INDUSTRIAL S.A., com sede na cidade de S����o Paulo -SP; COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUM����NIO - CBA, com sede na cidade de S����o Paulo-SP; S.A. IND����STRIAS VOTORANTIM, com sede na cidade de S����o Paulo-SP; COMPANHIA DE CIMENTO PORTLAND RIO BRANCO, com sede no munic����pio de Curitiba-PR; VALESUL ALUM����NIO S.A., com sede no munic����pio de Rio de Janeiro-RJ; INEPAR S.A. INDUSTRIA E CONSTRU�����ES, com sede no munic����pio de Curitiba-PR; COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL, com sede na cidade de Curitiba-PR; CENTRAIS EL����TRICAS DE SANTA CATARINA S.A - CELESC, com sede na cidade de Florian����polis-SC e COMPANHIA ESTADUAL DE ENERGIA EL����TRICA - CEEE, com sede na cidade de Porto Alegre-RS. V����-se que v����rias delas est����o presentes na Lista de Furnas.

Todos os estados est����o presentes, com a privatiza�����o de seus sistemas el����tricos, de alguma forma, neste cipoal,.como ocorreu com as el����tricas do Rio, de S����o Paulo, etc. Com o nosso esfor����o de mobiliza�����o, a lamba����a descrita na "Lista de Furnas" ser���� apurada pela CPI da privataria!

Confira a lista de empresas em: http://caixadoistucanodefurnas.blogspot.com/

PS - O jornalista Amaury Ribeiro Jr - autor da Privataria Tucana - afirmou, na Assembl����ia Legislativa de Minas Gerais, que vai redigir um novo livro sobre a Lista de Furnas e a privataria do setor el����trico.

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Fernanda Tardin Vou corroborar indicando estes fatos:

Fechado JORNAL em Minas Gerais que de3nunciou parte do Esquem����o de Furnas
http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2010/06/para-nao-pagar-gangue-dos-castros.html ,

Juntos Somos Fortes: Para n����o pagar, "Gangue dos Castros" prende promiss����ria
juntosomos-fortes.blogspot.com
http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2010/06/para-nao-pagar-gangue-dos-castros.html

E estes docs :

Juntos Somos Fortes: Caixa dois de Furnas - ATEN�����O ELEITOR
juntosomos-fortes.blogspot.com
http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2010/05/caixa-dois-de-furnas-atencao-eleitor.html
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NO ES o RECIBO de FURNAS

Dos Arquivos do Blog Amigos do Presidente Lula, segue abaixo outros DOCUMENTOS COMPROBATORIOS
A "Lista de Furnas"

- documento sobre um suposto esquema de caixa dois nas elei�����es de 2002, cuja autenticidade est���� sob investiga�����o da Pol����cia Federal - ���� essencialmente uma lista tucana.
Confira nos gr����ficos abaixo.

Os candidatos do PSDB teriam ficado com mais de dois ter����os (68,3%) dos R$39,9 milh����es que teriam sido distribuidos a 156 pol����ticos por empresas fornecedoras da ����ltima grande estatal do ramo el����trico. O PFL fica com um segundo lugar bem distante, 9,3%.

Mas, segundo a "Lista", o dinheiro do PSDB n����o teria sido distribuido por igual. O grosso foi para tr����s candidatos, que disputavam os tr����s cargos mais importantes do esquema eleitoral tucano em 2002: Jos���� Serra, que pleiteava a Presid����ncia, Geraldo Alckmin, candidato a governador de S����o Paulo, e A����cio Neves, que concorreu ao governo de Minas. Os tr����s, conforme a "Lista", triam ficado com mais da metade do dinheiro do esquema de Furnas. Os demais 153 pol����ticos que constam na "Lista" teriam dividido os 45,4% que restaram.

*A filia�����o partid����ria dos 156*
O PSDB tamb����m ���� o primeiro colocado em n����mero de pol����ticos entre os 156 citados no esquema que seria operado pelo ent����o presidente de Furnas, Dimas Toledo, levado ao cargo pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. S����o 47 tucanos na lista, cinco deles candidatos a cargos majorit����rios. O PFL comparece com 33 candidatos, apenas um a cargo majorit����rio (senador).

Veja adistribui�����o:

Outro modo interessante de ler o documento em exame na PF ���� comparar os nomes que constam ali com a rela�����o dos membros da CPI dos Correios, que desde junho do ano passado investiga as den����ncias de corrup�����o no Parlamento.

O primeiro destaque ���� para o deputado ACM Neto (PFL-BA), que tem se salientado pela estrid����ncia de seu desempenho na comiss����o. Ele teria recebido R$ 75 mil do esquema de Furnas. Quanto ao PSDB, constam da "Lista" tr����s dos seus quatro deputados que s����o titulares ou suplentes da CPI. Figuram tamb����m entre os 156 um membro da CPI dos Correios pertencente ao PL e dois dos quadros do PTB.

PROVAS DOCUMENTAIS DO CAIXA DOIS TUCANO DE FURNAS

DOCUMENTO N���� DOIS

DOCUMENTO N���� TRES

DOCUMENTO N���� QUATRO

DOCUMENTO N���� CINCO

DOCUMENTO N���� SEIS

DOCUMENTO N���� SETE

CAIXA 2 DE FURNAS - DIMAS TOLEDO - 39.910 MILH����ES DE REAIS
Os dados foram transpostos para a planilha, para facilitar a visualiza�����o e para tornar a compreens����o mais did����tica, sendo a transcri�����o exata e fiel do conte����do dos documentos.

PRESID����NCIA
Jos���� Serra PSDB-SP 7.000.000,00


GOVERNADOR-SP



Geraldo Alckimin PSDB-SP 9.300.000,00


GOVERNADOR-MG



A����cio Neves PSDB-MG 5.500.000,00


SENADORES - RJ



S����rgio Cabral PMDB-RJ 500.000,00

Arthur da T����vola PSDB-RJ 350.000,00

Marcelo Crivella PL-RJ 250.000,00

TOTAL DE SENADOR RJ
1.100.000 ,00


SENADOR-MG



Eduardo Azeredo PSDB-MG 550.000,00

H����lio Costa PMDB-MG 400.000,00

Zez���� Perrella PFL-MG 350.000,00

TOTAL DE SENADOR MG
1.300.000 ,00


DEPUTADOS POR ESTADOS

DEPUTADOS-BA



Juthay Jr. PSDB-BA 270.000,00

Paulo Magalh����es PFL-BA 250.000,00

F����bio Souto PFL-BA 200.000,00

ACM Neto PFL-BA 150.000,00

Luiz Carreira PFL-BA 100.000,00

Jairo Carneiro PFL-BA 100.000,00

Jo����o Almeida PSDB-BA 75.000,00

Gerson Gabrielli PFL-BA 75.000,00

Jo����o Le����o PL-BA 75.000,00 PP
Rog����rio Nunes BA 75.000,00

Jos���� Carlos Aleluia PFL-BA 75.000,00

Jos���� Rocha PFL-BA 70.000,00

Aroldo Cedraz PFL-BA 50.000,00

Coriolano Sales PFL-BA 50.000,00

TOTAL DE BA
1.615.000 ,00


DEPUTADOS-ES



Luis Paulo Velloso Lucas PSDB-ES 350.000,00

Jos���� Carlos Fonseca / Francisco Gomide PFL-ES 100.000,00

Nilton Baiano PPB-ES 50.000,00 PP
TOTAL DE ES
500.000 ,00


DEPUTADOS-MA



Remi Trinta PL-MA 100.000,00

TOTAL DE MA
100.000 ,00


DEPUTADOS-MG



Dimas Fabiano Jr. PPB-MG 250.000,00

Danilo de Castro PSDB-MG 250.000,00

Mauro Lopes PMDB-MG 200.000,00

Anderson Adauto PL-MG 200.000,00

Saraiva Felipe PMDB-MG 150.000,00

Herculano Anghinetti PSDB-MG 150.000,00

Osm����nio Pereira PSDB-MG 150.000,00

Toninho Andrada PSDB-MG 150.000,00

M����rcio Reinaldo PPB-MG 150.000,00 PP
Vanessa Lucas PSDB-MG 150.000,00

Jos���� Milit����o PTB-MG 150.000,00

M����rcio Reinaldo Dias Moreira PPB-MG 150.000,00 PP
Jo����o Leite PSB-MG 150.000,00

Gil Pereira PPB-MG 150.000,00 PP
Agostinho Patrus PTB-MG 150.000,00

Ana Maria Vieira PSDB-MG 150.000,00

Ant����nio J����lio PSDB-MG 150.000,00

Alencar da Silveira Jr. PDT-MG 150.000,00

Carlos Melles PFL-MG 100.000,00

Roberto Brant PFL-MG 100.000,00

Ronaldo Vasconcelos PMDB-MG 100.000,00

N����rcio Rodrigues PSDB-MG 100.000,00

Odelmo Le����o PPB-MG 100.000,00 PP
Marcelino Siqueira MG 100.000,00

Jaiminho Martins PFL-MG 100.000,00

Jo����o Magalh����es PMDB-MG 100.000,00

J����lio Delgado PPS-MG 100.000,00

Aracely de Paula PL-MG 100.000,00

Jos���� Santana PL-MG 100.000,00

M����rio Assad Jr. PL-MG 100.000,00

Sebasti����o Navarro PFL-MG 100.000,00

Djalma Diniz PSDB-MG 100.000,00

Luiz Humberto Carneiro PSDB-MG 75.000,00

Alberto Bejani PTB-MG 75.000,00

Jairo Lessa PL-MG 75.000,00

Athos PPS-MG 75.000,00

Pastor George PTB-MG 75.000,00

Pinduca Ferreira PPB-MG 75.000,00 PP
Bispo Gilberto PMDB-MG 75.000,00

Reminho Aloise PFL-MG 75.000,00

Domingos S����vio PSDB-MG 75.000,00

Ermano Batista PSDB-MG 75.000,00

Elbe Brand����o PSDB-MG 75.000,00

Paulo Piau PPS-MG 75.000,00

Gustavo Valadares PFL-MG 75.000,00

Cust����dio Mattos PSDB-MG 75.000,00

Paulo C����sar DE Freitas PRTB-MG 75.000,00

F����bio Avelar PTB-MG 75.000,00

Leonardo Quint����o PMDB-MG 55.000,00

Fahim Sawan PSDB-MG 55.000,00

Sebasti����o Costa da Silva PFL-MG 55.000,00

Am����lcar Martins MG 55.000,00

Ermano Batista PSDB-MG 55.000,00

Romeu An����zio Jorge PPB-MG 55.000,00 PP
Dilzon Melo PTB-MG 55.000,00

Maria Ol����via PSDB-MG 55.000,00

M����rio Rodrigues MG 40.000,00

Rafael Guerra PSDB-MG 40.000,00

Eduardo Barbosa PSDB-MG 35.000,00

TOTAL DE MG
6.155.000 ,00


DEPUTADOS-MT



Pedro Henry PPB-MT 100.000,00

TOTAL DE MT
100.000 ,00


DEPUTADOS-PE



Inoc����ncio de Oliveira PFL-PE 185.000,00 PL
Severino Cavalcante PPB-PE 180.000,00

Joaquim Francisco PFL-PE 150.000,00





Armando Monteiro PTB-PE 150.000,00

Pedro Correa PPB-PE 150.000,00

Raul Jungmann PMDB-PE 150.000,00

Jos���� M����cio PTB-PE 150.000,00

TOTAL DE PE
1.115.000 ,00


DEPUTADOS-PI



Ciro Nogueira PPB-PI 150.000,00 PP

DEPUTADOS-PR



Jos���� Janene PPB-PR 150.000,00

Jos���� Borba PMDB-PR 150.000,00

Francisco Luiz Gomide PR 100.000,00

Affonso Camargo PSDB-PR 75.000,00

Aberlardo Lupion PFL-PR 75.000,00

Ricardo Barros PPB-PR 75.000,00 PP
Eduardo Sciarra PFL-PR 75.000,00

Affonso Camargo PSB-PR 50.000,00

TOTAL DE PR
750.000 ,00


DEPUTADOS-RJ



Paulo Feij���� PSDB-RJ 150.000,00

M����rcio Fortes PSDB-RJ 150.000,00

Alexandre Santos PSDB-RJ 100.000,00

Alice Tamborindeguy PSDB-RJ 100.000,00

Andr����ia Zito PSDB-RJ 70.000,00

Luiz Paulo PSDB-RJ 70.000,00

Eduardo Paes PSDB-RJ 250.000,00

Francisco Dornelles PPB-RJ 200.000,00

Rodrigo Maia PFL-RJ 200.000,00

Arold de Oliveira PFL-RJ 150.000,00

Bispo Rodrigues PL-RJ 150.000,00

Washinton Reis PMDB-RJ 100.000,00

Leonardo Picciane PMDB-RJ 100.000,00

Nelson Bornier PMDB-RJ 100.000,00

Eduardo Cunha PMDB-RJ 100.000,00

Roberto Jefferson PTB-RJ 75.000,00

Almerinda de Carvalho PMDB-RJ 75.000,00

Dr. Carl����o PRONA-RJ 75.000,00

Jair Bolsonaro PPB-RJ 50.000,00

Sim����o Sessim PPB-RJ 50.000,00

J����lio Lopes PPB-RJ 50.000,00

Dr. Heleno PSC-RJ 50.000,00

Pastor Almir PL-RJ 50.000,00

TOTAL DE RJ
2.465.000 ,00


DEPUTADOS-SC



Gerv����sio Silva PFL-SC 75.000,00

Zonta PPB-SC 75.000,00 PP
Paulo Bauer PFL-SC 75.000,00 PSDB
Serafim Venzon PSDB-SC 75.000,00

Jo����o Pizzolatti PPB-SC 75.000,00 PP
Fernando Coruja PPS-SC 75.000,00

TOTAL DE SC
450.000 ,00


DEPUTADOS-SP



Valdemar Costa Neto PL-SP 250.000.00

Vad����o Gomes PPB-SP 150.000,00

Antonio Carlos Pannunzio PSDB-SP 150.000,00

Aberto Goldman PSDB-SP 150.000,00

Walter Feldman PSDB-SP 100.000,00

Gilberto Kassab PFL-SP 100.000,00

Jo����o Batista PFL-SP 100.000,00 PP
Luis Ant����nio Fleury PTB-SP 100.000,00

Medeiros PTB-SP 100.000,00

Nelson Marquezelly PTB-SP 100.000,00

Robson Tuma PFL-SP 100.000,00

Arnaldo Faria de S���� PTB-SP 100.000,00

Zulai���� Cobra PSDB-SP 75.000,00

Chico Sardelli PFL-SP 75.000,00 PV
Xico Graziano PSDB-SP 75.000,00

Dimas Ramalho PPS-SP 75.000,00

Antonio Carlos Mendes PSDB-SP 75.000,00

Luiz Carlos Santos PFL-SP 70.000,00

Jo����o Baptista PFL-SP 70.000,00 PP
Alu����zio Nunes Ferreira PSDB-SP 50.000,00

Carlos Sampaio PSDB-SP 50.000,00

Lobbe Neto PSDB-SP 50.000,00

Silvio Torres PSDB-SP 50.000,00

Walter Barelli PSDB-SP 50.000,00

TOTAL DE SP
2.265.000 ,00


DEPUTADOS POR PARTIDOS

N����O IDENTIFICADOS



Marcelino Siqueira MG 100.000,00

Am����lcar Martins MG 55.000,00

M����rio Rodrigues MG 40.000,00


DEPUTADOS-PDT
Alencar da Silveira Jr. PDT-MG 150.000,00

TOTAL DO PDT
150.000,00


DEPUTADOS-PFL
Paulo Magalh����es PFL-BA 250.000,00

F����bio Souto PFL-BA 200.000,00

Rodrigo Maia PFL-RJ 200.000,00

Inoc����ncio de Oliveira PFL-PE 185.000,00 PL
ACM Neto PFL-BA 150.000,00

Joaquim Francisco PFL-PE 150.000,00

Jos���� Carlos Fonseca / FranciscoGomide PFL-ES 100.000,00

Arold de Oliveira PFL-RJ 150.000,00

Luiz Carreira PFL-BA 100.000,00

Jairo Carneiro PFL-BA 100.000,00

Carlos Melles PFL-MG 100.000,00

Roberto Brant PFL-MG 100.000,00

Jaiminho Martins PFL-MG 100.000,00

Sebasti����o Navarro PFL-MG 100.000,00

Gilberto Kassab PFL-SP 100.000,00

Jo����o Batista PFL-SP 100.000,00 PP
Robson Tuma PFL-SP 100.000,00

Gerson Gabrielli PFL-BA 75.000,00

Jos���� Carlos Aleluia PFL-BA 75.000,00

Reminho Aloise PFL-MG 75.000,00

Gustavo Valadares PFL-MG 75.000,00

Aberlardo Lupion PFL-PR 75.000,00

Eduardo Sciarra PFL-PR 75.000,00

Gerv����sio Silva PFL-SC 75.000,00

Paulo Bauer PFL-SC 75.000,00 PSDB
Rob����rio Nunes PFL-BA 75.000,00

Chico Sardelli PFL-SP 75.000,00 PV
Jos���� Rocha PFL-BA 70.000,00

Luiz Carlos Santos PFL-SP 70.000,00

Jo����o Baptista PFL-SP 70.000,00 PP
Sebasti����o Costa da Silva PFL-MG 55.000,00

Aroldo Cedraz PFL-BA 50.000,00

Coriolano Sales PFL-BA 50.000,00

TOTAL DO PFL
3.450.000 ,00


DEPUTADOS-PL
Valdemar Costa Neto PL-SP 250.000.00

Anderson Adauto PL-MG 200.000,00

Bispo Rodrigues PL-RJ 150.000,00

Remi Trinta PL-MA 100.000,00

Aracely de Paula PL-MG 100.000,00

Jos���� Santana PL-MG 100.000,00

M����rio Assad Jr. PL-MG 100.000,00

Jo����o Le����o PL-BA 75.000,00 PP
Jairo Lessa PL-MG 75.000,00

Pastor Almir PL-RJ 50.000,00

TOTAL DO PL
1.200.000 ,00


DEPUTADOS-PMDB
Mauro Lopes PMDB-MG 200.000,00

Saraiva Felipe PMDB-MG 150.000,00

Raul Jungmann PMDB-PE 150.000,00

Jos���� Borba PMDB-PR 150.000,00

Ronaldo Vasconcelos PMDB-MG 100.000,00

Jo����o Magalh����es PMDB-MG 100.000,00

Washinton Reis PMDB-RJ 100.000,00

Leonardo Picciane PMDB-RJ 100.000,00

Nelson Bornier PMDB-RJ 100.000,00

Eduardo Cunha PMDB-RJ 100.000,00

Bispo Gilberto PMDB-MG 75.000,00

Almerinda de Carvalho PMDB-RJ 75.000,00

Leonardo Quint����o PMDB-MG 55.000,00

TOTAL DO PMDB
1.455.000 ,00


DEPUTADOS-PPB
Dimas Fabiano Jr. PPB-MG 250.000,00 PP
Francisco Dornelles PPB-RJ 200.000,00 PP
Severino Cavalcante PPB-PE 180.000,00 PP
M����rcio Reinaldo PPB-MG 150.000,00 PP
M����rcio Reinaldo Dias Moreira PPB-MG 150.000,00 PP
Gil Pereira PPB-MG 150.000,00 PP
Ciro Nogueira PPB-PE 150.000,00 PP
Pedro Correa PPB-PE 150.000,00 PP
Jos���� Janene PPB-PR 150.000,00 PP
Vad����o Gomes PPB-SP 150.000,00 PP
Odelmo Le����o PPB-MG 100.000,00 PP
Pedro Henry PPB-MT 100.000,00 PP
Pinduca Ferreira PPB-MG 75.000,00 PP
Ricardo Barros PPB-PR 75.000,00 PP
Zonta PPB-SC 75.000,00 PP
Jo����o Pizzolatti PPB-SC 75.000,00 PP
Romeu An����zio Jorge PPB-MG 55.000,00 PP
Nilton Baiano PPB-ES 50.000,00 PP
Jair Bolsonaro PPB-RJ 50.000,00 PP
Sim����o Sessim PPB-RJ 50.000,00 PP
J����lio Lopes PPB-RJ 50.000,00 PP
TOTAL DO PPB
1.455.000 ,00


DEPUTADOS-PPS
J����lio Delgado PPS-MG 100.000,00

Athos PPS-MG 75.000,00

Paulo Piau PPS-MG 75.000,00

Fernando Coruja PPS-SC 75.000,00

Dimas Ramalho PPS-SP 75.000,00

TOTAL DO PPS
400.000 ,00


DEPUTADOS-PRONA
Dr. Carl����o PRONA-RJ 75.000,00

TOTAL DO PRONA
75.000 ,00


DEPUTADOS-PRTB
Paulo C����sar de Freitas PRTB-mg 75.000,00

TOTAL DO PRTB
75.000 ,00


DEPUTADOS-PSB
Jo����o Leite PSB-MG 150.000,00

TOTAL DO PSB
150.000 ,00


DEPUTADOS-PSC
Dr. Heleno PSC-RJ 50.000,00

TOTAL DO PSC
50.000 ,00


DEPUTADOS-PSDB
Luis Paulo Velloso Lucas PSDB-ES 350.000,00

Juthay Jr. PSDB-BA 270.000,00

Danilo de Castro PSDB-MG 250.000,00

Eduardo Paes PSDB-RJ 250.000,00

Ana Maria Vieira PSDB-MG 150.000,00

Herculano Anghinetti PSDB-MG 150.000,00

Osm����nio Pereira PSDB-MG 150.000,00

Toninho Andrada PSDB-MG 150.000,00

Vanessa Lucas PSDB-MG 150.000,00

Ant����nio J����lio PSDB-MG 150.000,00

Paulo Feij���� PSDB-RJ 150.000,00

M����rcio Fortes PSDB-RJ 150.000,00

Antonio Carlos Pannunzio PSDB-SP 150.000,00

Aberto Goldman PSDB-SP 150.000,00

N����rcio Rodrigues PSDB-MG 100.000,00

Djalma Diniz PSDB-MG 100.000,00

Alexandre Santos PSDB-RJ 100.000,00

Alice Tamborindeguy PSDB-RJ 100.000,00

Walter Feldman PSDB-SP 100.000,00

Jo����o Almeida PSDB-BA 75.000,00

Luiz Humberto Carneiro PSDB-MG 75.000,00

Domingos S����vio PSDB-MG 75.000,00

Ermano Batista PSDB-MG 75.000,00

Elbe Brand����o PSDB-MG 75.000,00

Cust����dio Mattos PSDB-MG 75.000,00

Affonso Camargo PSDB-PR 75.000,00

Serafim Venzon PSDB-SC 75.000,00

Zulai���� Cobra PSDB-SP 75.000,00

Xico Graziano PSDB-SP 75.000,00

Antonio Carlos Mendes PSDB-SP 75.000,00

Andr����ia Zito PSDB-RJ 70.000,00

Luiz Paulo PSDB-RJ 70.000,00

Fahim Sawan PSDB-MG 55.000,00

Ermano Batista PSDB-MG 55.000,00

Maria Ol����via PSDB-MG 55.000,00

Affonso Camargo PSDB-PR 50.000,00

Alu����zio Nunes Ferreira PSDB-SP 50.000,00

Carlos Sampaio PSDB-SP 50.000,00

Lobbe Neto PSDB-SP 50.000,00

Silvio Torres PSDB-SP 50.000,00

Walter Barelli PSDB-SP 50.000,00

Rafael Guerra PSDB-MG 40.000,00

Eduardo Barbosa PSDB-MG 35.000,00

TOTAL DO PSDB
4.625.000 ,00


DEPUTADOS-PTB
Jos���� Milit����o PTB-MG 150.000,00

Agostinho Patrus PTB-MG 150.000,00

Armando Monteiro PTB-PE 150.000,00

Jos���� M����cio PTB-PE 150.000,00

Luis Ant����nio Fleury PTB-SP 100.000,00

Medeiros PTB-SP 100.000,00

Nelson Marquezelly PTB-SP 100.000,00

Arnaldo Faria de S���� PTB-SP 100.000,00

Pastor George PTB 75.000,00

Alberto Bejani PTB-MG 75.000,00

F����bio Avelar PTB-MG 75.000,00

Roberto Jefferson PTB-RJ 75.000,00

Dilzon Melo PTB-MG 55.000,00

TOTAL DO PTB
1.355.000 ,00


Arquivo do Blog Os Amigos do Presidente Lula

De: http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/01/furnas-verdade-documentada.html

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14.

Drogas Uma guerra Perdida/  - URGE ADESAO DE TODOS a esta luta pela

Enviado por: "Fernanda Tardin" nanda...@yahoo.com.br   nandatardin

Dom, 5 de Fev de 2012 11:12 pm



Drogas Uma guerra Perdida/

paper que redimos ser divulgado ao maximo por todos, se possivel���� pautado ou retransmitido em palestras, debates, grupos, foruns...Blogs com livre publica�����o e janelas. :https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxuYW5kYXRhcmRpbmpzZnxneDplNmY0NGM5YWEwMWQwZDQ&pli=1, Foto retirada do yahoo da serie Fotos da semana que registrava a manifesta�����o pedindo prov. contra CRACK

DROGAS UMA GUERRA PERDIDA? A Primeira condi�����o para se mudar a realidade ����
conhece-la - Eduardo Galeano. -' S���� a Participa�����o Cidada ���� Capaz de
Mudar o pa����'. Betinho . N����o fique fora desta, participe, UM OUTRO MUNDO ���� POSSIVEL e Juntos Somos Fortes. Este PPS faz parte do PROJETO
COMPAIX����O E Cidadania que agora abra����amos e divulgamos sugerindo a
todos repetir o feito.
����
Compas, semana passada 'comemorei' aqui minha volta a campo segurando a maior
dentre as minhas ( NOSSAS) bandeiras:Agora fa����o parte do Conselho da
Vara de Execu�����o penal de JF Zona da Mata e de volta a campo , 5 anos
depois das denuncias de Tortura nos presidios do ES, aONU.... voltei a
estudar a realidade piorada do atual sistema carcerario que a TODOS N����S tem rela�����o e afeta. NINGUEM est���� livre das consequencias e ninguem
est���� livre do PROBLEMA MAIOR : DROGAS). Tenho um pedido a vc. e
todos: Bora iniciar campanha para conscientiza�����o da sociedade e uniao
para vencer o que est���� nos exterminando: a droga? olha���� ����:https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxuYW5kYXRhcmRpbmpzZnxneDplNmY0NGM5YWEwMWQwZDQ&pli=1,
claro que vamos fazer um destrinchamento em cima deste paper, enviado
pelo coordenador do NEAD - Nucleo de Estudos sobre alcool e outras
Drogas da UFES, feito para ilustrar a realidade cruel que AFETA A TODOS
feito pelo Projeto Compaixao e Cidadania, topa? JUNTOS SOMOS FORTES,
... bjao a todos ta���� talvez nosso desafio maior que envolve todas as
lutas em um s���� tema: DROGAS.
bj,

Nanda Tardin

����
"Ou Brilhamos Todos Ou N����o Brilha Ninguem".
http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
que discute com politicos UM NOVO ES ���� POSSIVEL,
Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro,
porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
Bjs
Nanda Tardin
32 91363332
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