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Vai dar no JN? Falências decretadas têm menor nível desde 2005 Posted: 06 Feb 2012 05:03 AM PST “As falências decretadas recuaram ao menor nível desde janeiro de 2005, revelou nesta segunda-feira (6/2) a Serasa Experian.
No primeiro mês deste ano, foram 33 decretos no país, enquanto janeiro de 2011 registrou 41 falências decretadas.
Dos 33 decretos apurados no primeiro mês de 2012, 29 foram de micro e pequenas empresas, três de médias e uma de grande. Já as falências requeridas foram contabilizadas em 124 registros em janeiro, voltando ao patamar verificado em igual mês de 2009. Por sua vez, dos 124 requerimentos de falências realizados em janeiro, 70 foram feitos por micro e pequenas empresas, 31 por médias e 23 por grandes. "A situação das empresas brasileiras está melhorando gradualmente. Os juros mais baixos, a queda da inflação, a perda de fôlego da inadimplência de empresas e consumidores e os estímulos ao consumo já determinam uma atividade econômica em crescimento", afirmaram os economistas da Serasa.” |
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Coimbra: quem nasceu para FHC não chega a Lula Posted: 06 Feb 2012 04:42 AM PST Marcos Coimbra, CartaCapital / Conversa Afiada
“O fascinante na formulação é que ele (FHC) nunca se considera responsável pelo que faz o partido que preside. O presidente da República era ele em 2002, mas, como estava “cansado de exercer a liderança política” – e “não apenas por generosidade”-, resolveu lavar as mãos. Em 2010, achava que Serra não era a melhor opção, mas ficou quieto (ou não conseguiu fazer nada para impedi-lo de, outra vez, se arrogar o direito de ser candidato).
Essa liderança que não lidera conflita com a autoimagem que tem. Sem qualquer modéstia – e pouca visão da realidade-, FHC acha que ele e Lula são “os dois únicos líderes” brasileiros dos “últimos 20 anos” (o que entende ser pouco para “um país tão grande’). Como se houvesse qualquer semelhança entre as trajetórias de ambos: sem três ou quatro acidentes (a morte de Tancredo, o fracasso de Sarney, o impeachment de Collor, o desaparecimento de Covas), FHC não existiria (ou seria muito menor do que é), enquanto Lula continuaria a ser Lula, pois não precisou do acaso – e nem de um Plano Real – para chegar aonde chegou. Fernando Henrique diz que o PSDB tem de “reorganizar a hierarquia da liderança” (o que, em tucanês, quer dizer definir quem manda no partido), pois ninguém surgiu para ocupar o lugar que tinha. Quanto a si mesmo, explica que “tomou a decisão (…) de abrir espaço”, pois, na altura da vida em que está, “perdeu a vontade” de liderar. A entrevista reflete o clima em que vive o PSDB. Seu presidente de honra divide, em vez de somar. É magnânimo na repartição das responsabilidades pelas derrotas, mas avaro na reivindicação dos sucessos. Acredita que cabem (somente) a Serra as culpas pelas decepções recentes.” |
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Campus Party 2012: futuro no presente Posted: 06 Feb 2012 04:21 AM PST
“Começa hoje maior evento internacional de tecnologia, trazendo para o Brasil as principais tendências de gadgets e da cultura digital; Sete mil campuseiros de todo o País chegam a São Paulo desde as primeiras horas desta segunda; 247 tem canal especial de cobertura Diego Iraheta, Brasil 247
A tecnologia que vai fazer parte da sua rotina no futuro de daqui a pouco vai ser apresentada aos brasileiros nesta semana. Começa nesta segunda-feira, 6, a edição tupiniquim do maior evento mundial de internet e technoculture. É a Campus Party Brasil 2012, uma verdadeira vitrine de gadgets e games, tendências da cibercultura e do comportamento da sociedade 2.0 e 3.0.
Durante sete dias, o Anhembi Parque, em São Paulo, vai se transformar em uma cidade digital. Os cidadãos serão os mais de sete mil campuseiros, que vão acompanhar palestras, oficinas e debates com os maiores nomes da cultura digital do Brasil e do mundo. Logo na manhã desta segunda, está programada a chegada de centenas de caravanas de inscritos no evento.
“Finalmente indo pro aeroporto \o #partiuParaaCampus :p”, postou Kleiton Kleber, de Recife (PE) na página da Campus Party Brasil 2012 no Facebook. Do Rio de Janeiro, Jansen Pires conta os minutos para embarcar para a capital paulista. “Conferindo a mala e me preparando para partir pra Campus Party Brasil!”, escreveu.”
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Líder da greve da PM baiana é do PSDB Posted: 05 Feb 2012 03:47 PM PST Altamiro Borges, Blog do Miro
“A greve dos policiais militares da Bahia, iniciada nesta terça-feira (31), chegou ao impasse e pode descarrilar de vez, gerando mais danos à população. Os interlocutores não mostram qualquer disposição para o diálogo. O governador Jaques Wagner se recusa a negociar com os grevistas. Já o comando da paralisação parece contaminado por interesses distantes dos justos anseios da categoria.
Candidato a vereador em 2012? O presidente da Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (Aspra), Marcos Prisco, é filiado ao PSDB e já havia manifestado a sua intenção de disputar as eleições deste ano. Em entrevista ao programa Acorda pra Vida, da Rede Tudo FM 102.5, ele negou que a greve da PM tenha motivação eleitoral. “Político eu sou, como todo cidadão, mas o movimento não tem características políticas”. Ao mesmo tempo, ele não escondeu o seu desejo de concorrer a vereador pelo PSDB. “Se eu for pré-candidato será uma decisão da categoria”, despistou para o ouvinte. Em outras entrevistas, Marcos Prisco tem radicalizado o discurso contra o “governo petista, o pior da história da categoria” – uma baita aberração se comparado com os sombrios anos da oligarquia ACM.” Matéria Completa, ::Aqui::
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Bahia: Greve não se faz contra a cidadania Posted: 05 Feb 2012 03:39 PM PST Saul Leblon, Carta Maior / Blog das Frases
“O direito irrestrito à greve não dá a nenhuma categoria permissão para aliar-se a bandidos ou insuflar a criminalidade, fazendo do pânico e da insegurança da população uma carta manchada de sangue na mesa de negociações.
Qualquer greve, mas sobretudo aquelas de categorias ligadas ao serviço público e dentro dele, em especial, os segmentos da saúde e da segurança, perde sua legitimidade, não apenas sindical, mas política e democrática, ao manifestar desprezo e descompromisso com a sorte e o destino de milhões de pessoas, sobretudo os mais humildes que tem apenas a esfera pública como abrigo de vida e direitos. O PT, corretamente, sempre apoiou os movimentos grevistas ancorados em justas reivindicações salariais ou laborais. Não teria motivo para discriminar os trabalhadores das corporações policiais, desde que em mobilizações pautadas pelo discernimento da singularidade pública que os distingue. O que se assiste hoje na Bahia é uma afronta a esses princípios e a esses valores. Desde que um segmento da Polícia Militar do Estado decretou greve, na última terça-feira, instalou-se o caos, a morte e o medo na vida da população baiana. Em cinco dias de paralisação, cerca de 52 assassinatos foram registrados, ademais de uma explosão nas ocorrências de roubos, arrastões e saques. Policiais encapuzados atacaram o transporte coletivo ; há suspeitas de cumplicidade com crimes e gangues que tem levado o pânico aos trabalhadores e às famílias.” Artigo Completo, ::Aqui::
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Porsche revela fortuna de desembargador paulista Posted: 05 Feb 2012 03:32 PM PST ‘Disputa por um Cayenne do juiz Vianna Santos, que presidiu o TJ-SP e faleceu há um ano, traz à tona um patrimônio incompatível com a função; desembargador chegou a ser suspeito de venda de sentença no principal tribunal do País
Fernando Porfírio, Brasil 247
Um desembargador do Tribunal de Justiça paulista, em decisão liminar, negou pedido de um advogado para liberar o veículo Porsche, modelo Cayenne preto, ano 2011, de placas EBM-7373. O carro de luxo avaliado em R$ 340 mil foi presenteado, no final de 2010, ao desembargador Vianna Santos, então presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo. Em 7 de janeiro, Vianna transferiu o veículo para sua mulher, Maria Luiza Pereira Vianna Santos, que em seguida, o vendeu. Aguarda-se o julgamento do mérito do recurso.
O presidente Vianna Santos morreu aos 68 anos, em pleno exercício do cargo, em 26 de janeiro do ano passado. Laudo da perícia da Polícia Civil dá conta que a vítima tinha ingerido grande quantidade de álcool. Dois dias antes de morrer, Vianna Santos havia sido liberado pela equipe médica de um hospital, depois de vários dias de internação. Ele sofria de diabetes.
De acordo com pesquisa no site do Detran, o advogado comprou o carro quase um mês depois da morte do desembargador, no dia 23 de fevereiro. A doação e a venda do veículo estão incluídas na investigação criminal sobre a morte do presidente da corte paulista. O veículo está bloqueado por conta de duas outras ações que envolvem o inventário de Vianna Santos. O inquérito criminal e as duas ações de inventário correm em segredo de justiça.
De acordo com um dos recursos, ao qual o Brasil 247 teve acesso, o advogado se rebela contra o bloqueio do automóvel. Pede ao Tribunal de Justiça que suspenda o bloqueio do automóvel requerido na ação de inventário movida pelos herdeiros de Vianna Santos. O veículo foi comprado da advogada Maria Luiza Pereira Vianna Santos, viúva do então presidente do Tribunal de Justiça.
O advogado alega que não integra a pendenga judicial, definindo-se como terceiro de boa-fé ,que apenas adquiriu o Porsche, pagou pelo bem o valor de mercado e que tomou todas as cautelas necessárias quando da compra. Ainda de acordo com o advogado, o veículo pertencia, exclusivamente, à viúva, pois foi adquirido durante união conjugal que se submetia ao regime de separação legal de bens.”
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Posted: 05 Feb 2012 03:22 PM PST |
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PSDB contrata empresa para atualizar dados de filiados em São Paulo Posted: 05 Feb 2012 03:15 PM PST
'Estado' revelou que havia pessoas que sequer sabiam estar filiadas ao partido; presidente municipal assume desatualização
Daniel Bramatti, O Estado de S.Paulo/ estadão.com.br
Inconsistências em sua lista de filiados levaram o PSDB de São Paulo a contratar uma empresa de telemarketing para atualizar os dados dos tucanos que, em março, escolherão o candidato a prefeito do partido. "Precisamos melhorar a qualidade do nosso cadastro", afirmou o presidente municipal do PSDB, Julio Semeghini. "Há pessoas com dados desatualizados, principalmente o endereço."
No final de janeiro, reportagem do Estado revelou a existência de tucanos que nem sequer sabiam que estavam filiados ao partido. Alguns apontaram cadastros em um programa social do governo estadual - o Vivaleite - como explicação para sua conexão com a legenda.
Até o momento, a busca do PSDB por seus filiados já chegou a cerca de 8.500 pessoas, de uma relação que supera os 21 mil nomes. Semeghini negou que o levantamento possa levar a uma mudança na lista de tucanos aptos a votar nas prévias do partido.
"Não seria possível fazer isso sem um novo recadastramento", afirmou. Em 2009, um recadastramento reduziu o número de filiados na capital, então próximos dos 40 mil, para algo em torno da metade.”
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Anonymous atacam bancos ao redor do mundo e derrubam site grego em protesto contra o FMI Posted: 05 Feb 2012 03:04 PM PST Correio do Brasil
“O grupo de ciberativistas Anonymous prosseguirá, nesta semana, com os ataques que bloquearam as páginas dos maiores bancos em atividade no país, entre eles o Banco Central, o Banco do Brasil, o Bradesco, o Itaú, o Santander e o BMG, além da página eletrônica da rede de cartões internacionais Redecard. As atividades dos especialistas em Tecnologia da Informação na guerra cibernética desenvolvida, em nível mundial, contra o sistema capitalista, também conseguiu bloquear, na véspera, as atividades do Banco Central da Eslovênia.
Em um comunicado, o Anonymous assumiu o ataque e acrescentou que também protesta contra o acordo multilateral anticontrafação ACTA assinado por 22 dos 27 países da União Europeia, em linha com o Stop Online Piracy Act (SOPA, na sigla em inglês), em análise nos EUA. Na capital, Liubliana, foi organizado um protesto contra a assinatura do acordo, que segundo os manifestantes limita as liberdades individuais.
– Em muitos países, como acontece no leste, não existe liberdade de expressão, internet, informação, nada. Creio que as consequências a longo prazo, é isso acontecer em qualquer país – disse um cidadão.
Na Polônia, o primeiro-ministro anunciou o congelamento da ratificação do acordo após a manifestação contrária de milhares de internautas. O ACTA destina-se oficialmente a combater a contrafação de forma muito ampla, abrangendo desde os medicamentos até ao carregamento ilegal de telefones celulares.”
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Posted: 05 Feb 2012 02:43 PM PST Delfim Netto, CartaCapital
“A crise financeira europeia não terminou, obviamente, mas nas duas últimas semanas a temperatura baixou e um pouco de racionalidade passou a frequentar os encontros de aturdidos líderes dos governos, aparentemente convencidos de que os custos do desmonte da Zona do Euro (políticos, econômicos e sociais) seriam incomensuravelmente maiores do que os da manutenção do sistema.
No setor financeiro, a mudança de clima deu-se a partir da entrada de Mario Draghi no comando do Banco Central Europeu, fazendo-o assumir seu verdadeiro papel como “emprestador de última instância”, o que afastou aquela expectativa imediata de uma crise bancária de grandes proporções na Eurolândia.
Pelo andar da carruagem, o hábil “Super Mario” usou o timing correto e os recursos adequados para conter a ofensiva do terror e dar um pouco de tranquilidade aos mercados. Os bancos europeus sentem-se mais encorajados com a atitude firme de um BCE que exibe mais musculatura, de forma que a probabilidade de uma crise dramática acontecer agora e destruir a Zona do Euro diminuiu.
A grande crise (a tragédia dos 27 milhões de desempregados e a instabilidade política) está longe de terminar, mas a percepção do custo insuportável parece ter alcançado o cérebro dos europeus. Em meio ao tumulto financeiro, o abandono do euro seria simplesmente a desintegração da Europa, um retorno àquele distanciamento entre nações, umas desconfiando das outras. Imagine o que seria o renascimento da ideia de que os regimes autoritários são mais eficazes para resolver as crises, o que num prazo mais longo conduziria ao encontro de uma tragédia muito maior do que a que muitos países estão sofrendo para salvar a moeda única.
Uma dúvida que desperta a curiosidade (pelo menos dos economistas) é por que demoraram tanto para reconhecer que o cerne do problema do euro é uma questão cambial. A solução para a Europa era uma desvalorização do euro. Só que, hoje, os Estados Unidos também estão fazendo uma política que desvaloriza o dólar. O nosso ministro da Fazenda, Guido Mantega, esteve muito à frente de seus colegas das Finanças no G-20, quando os alertou (com muitos meses de antecedência) para os riscos de uma guerra cambial que tumultuaria ainda mais o comércio mundial e afetaria as exportações brasileiras. É a guerra que existe hoje entre o dólar e o euro.”
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Número de donas de casa que contribuem para a Previdência aumenta quase dez vezes Posted: 05 Feb 2012 02:33 PM PST Sabrina Craide, Agência Brasil
“O número de donas de casa de baixa renda que contribuem para a Previdência Social aumentou de 5.528 para 52.040 entre os meses de outubro e dezembro do ano passado. Desde outubro de 2011, as donas de casa de famílias de baixa renda podem contribuir para a Previdência Social pagando uma alíquota de 5% sobre o salário mínimo (R$ 31,1), de acordo com a Lei 12.470.
O programa beneficia quem se dedica somente ao trabalho doméstico. Os estados com o maior número de donas de casa que se tornaram seguradas da Previdência Social foram São Paulo (10.232), Minas Gerais (8.672) e o Rio de Janeiro (5.492).
Os contribuintes têm direito a benefícios como aposentadoria por idade e por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte e auxílio-reclusão. Para ter direito ao benefício, a família deve estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e ter renda familiar até dois salários mínimos. A inscrição é feita pelo telefone 135.”
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Wagner: "PM armado não pode fazer greve, e não serei refém" Posted: 05 Feb 2012 06:29 AM PST Bob Fernandes, Terra Magazine
Pela manhã, 3 mil soldados do Exército e da Força Nacional já patrulhavam as ruas. Wagner, ladeado pelo Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e pelo general José Carlos de Nardi, Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, respondeu a perguntas numa entrevista coletiva e, em seguida, reuniu-se com militares e com o ministro na moradia oficial, o Palácio de Ondina. No início da noite, por telefone, a conversa com Terra Magazine, instante em que o governador fez um desabafo: - PM armado não pode fazer greve, e não serei refém de quem comete crimes... Terra Magazine - A pergunta é: por que o governo não negociou com os grevistas? Jaques Wagner - Como é de conhecimento de todos, no início da semana eu estava numa viagem ao exterior a convite da presidente Dilma. Enquanto eu estava fora, se dá um fato que demonstra a má intenção embutida: uma parcela minoritária da PM faz uma assembleia, na véspera da greve, e no mesmo dia protocola uma pauta de reivindicações sem ter negociação alguma... As negociações não vinham desde antes, já não tinham sido abertas? Não tinha negociação, isso foi obviamente uma busca de demonstração de força para tentar pressionar o governador, e a má intenção está expressa logo no primeiro item da pauta: "Anistia geral e irrestrita para os grevistas"... Claro que não há hipótese de eu assinar essa anistia, uma vez que uma porção desses PMs se portou como criminosos. Quem inicia uma negociação pedindo anistia já sabe que vai cometer crimes... tomar ônibus e fechar ruas, exibir armas ostensivamente e ameaçar a população não são atitudes de policial, nem de grevista, isso é crime... Bem, o senhor foi líder sindical, fez greves...
Fui líder sindical, mas jamais dilapidei patrimônio público, jamais aceitei esse tipo de atitude e quem me conhece sabe que sempre fui pelo diálogo, que sou um democrata...” Entrevista Completa, ::Aqui::
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Contra PT, FHC prega "água mole em pedra dura" Posted: 05 Feb 2012 06:08 AM PST
“Depois de rifar José Serra numa entrevista à The Economist, FHC volta atrás e, em novo artigo, diz que tanto ele quanto Aécio Neves devem se preparar para enfrentar o PT; ex-presidente, no entanto, admite que falta articular um discurso
Brasil 247
Crer e perseverar Nas duas últimas semanas apareceram alguns artigos na mídia que ressaltam o silêncio das oposições como um risco para a democracia. É inegável que está havendo uma "despolitização" da sociedade não só no Brasil, mas em geral. O "triunfo do mercado" levou às cordas as colorações políticas. Parece que tudo se deve medir pelo crescimento do PIB. Nos países bem-afortunados, ainda que cheios de "malfeitos", não há voz que ressoe contra os governos. Nos que caem em desgraça sem terem feito a "lição de casa" - sem terem gerado um "superávit primário" -, aí sim, os governos em exercício pagam o preço. Caem porque são vistos como incapazes de assegurar o bom pagamento aos mercados. Não importa ser de coloração mais progressista ou mais conservadora. Caem sem que tenha havido um debate político-ideológico que mostre suas fraquezas eventuais, mas porque o rancor das massas gerado pelo mal-estar econômico-financeiro se abate sobre os líderes do momento. O Brasil esteve até agora ao abrigo da tempestade que desabou sobre os mercados dos Estados Unidos e da Europa. Por mais que nossos governos errem, os decibéis das vozes oposicionistas são insuficientes para comover as multidões. Pior ainda quando essas vozes estão roucas ou preferem sussurrar. Como entramos em céu de brigadeiro a partir de 2004, tanto pela virtude do que fizemos na década anterior como pelos acertos posteriores e graças à ajuda dos chineses, fazer oposição tornou-se um ato de contrição. Mas que importa? Também era assim no período do milagre dos anos 1970, durante o regime militar. A oposição nada podia esperar, a não ser censura, cadeia ou tortura. Não obstante, não calou. Colheu derrotas eleitorais e políticas, resistiu até que, noutra conjuntura, venceu. Hoje a situação é infinitamente mais fácil e confortável. Só que falta, o que antes sobrava, a chama de um ideal: queríamos reabrir o sistema político. Hoje o que queremos? Ganhar as eleições? Mas para quê? Eis o enigma. Não faltam candidatos. Ainda recentemente, em conversa analítica que fiz com uma jornalista da The Economist, ressaltei que há vários, e não só no PSDB. Neste o mais conhecido e denso, José Serra, amadurecido por êxitos e derrotas, não conseguiu deixar clara em 2010 sua mensagem, embora tenha obtido 44% dos votos. O isolamento em que sua campanha ficou, dadas as dissonâncias internas do PSDB e as dificuldades para fazer alianças políticas, impediu a vitória. Se o candidato tivesse expressado com mais força as suas convicções, mesmo desconsiderando o que as pesquisas de opinião indicavam ser a demanda do eleitorado, poderia ter sensibilizado as massas.”
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Por que não criar um CNJ para a imprensa? Posted: 05 Feb 2012 05:45 AM PST
Ricardo Kotscho, Balaio do Kotscho
“Foram praticamente unânimes os aplausos na imprensa para a corregedora Eliana Calmon pela vitória que conquistou esta semana no STF em sua batalha contra o corporativismo e a impunidade dos magistrados. Tanto nos comentários dos leitores deste Balaio como em outros sítios, os brasileiros comemoram a coragem desta mulher que resolveu abrir a caixa preta da Justiça.
Em comentário enviado às 6h59 deste domingo ao blog do meu colega Ricardo Noblat, no portal Globo.com, que reproduziu no sábado meu post de sexta-feira sobre o julgamento do CNJ no STF ("6 a 5: a sofrida vitória de Eliana Calmon"), o leitor Julio Cezar Noia Mattos levantou uma interessante questão, na qual também já vinha pensando:
"Poderiam aproveitar o clima para criar um orgão de controle externo para a imprensa, derrubando mais uma caixa preta, pois é mais que um direito dos cidadãos receber as informações sem manipulações e partidarismos".
Por uma feliz coincidência, poderiam aproveitar até a mesma sigla do CNJ da Justiça criando o Conselho Nacional de Jornalismo. Foi mais ou menos essa a reivindicação que os presidentes da Federação Nacional dos Jornalistas e de 26 sindicatos estaduais levaram ao então presidente Lula, em 2004, quando eu era o Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República.
Na época, os mesmos orgãos da grande mídia, que agora defendem o controle externo do Judiciário, uniram-se contra a proposta dos jornalistas, acusando o governo de querer censurar a imprensa.”
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Educação nas mídias locais: desvalorização dos professores Posted: 05 Feb 2012 05:24 AM PST José Alexandre da Silva, Observatório da Imprensa / Envolverde
“A educação é uma área que desperta muitos interesses – e não me refiro ao interesse dos pais por verem seus filhos e filhas escolarizados(as). Na grande mídia, não se poupa matérias nem reportagens para se difundir os interesses de grandes grupos que também atuam no setor educacional. A visão de educação por eles difundida é extremamente utilitarista e equivocada e, mesmo sendo hegemônica, não se trata da única. Felizmente, ideias que dificilmente teriam espaço nessa grande mídia dispõem da internet para a difusão de peças como a entrevista, realizada com Miguel Sanches Neto, pelo Jornal da Manhã. O entrevistado, além de professor universitário na Universidade Estadual de Ponta Grossa, nos últimos anos vem firmando um nome respeitável na literatura brasileira.
Para Sanches Neto, nunca se deu importância à educação como no momento em que estamos vivendo. O que não significa em nosso país ela ser prioridade, ao contrário de atividades que definem a personalidade do brasileiro como “ir ao bar, jogar futebol, carnaval”. Um elemento essencial, na visão do autor, é a valorização do professor. “A condição do professor no Brasil é quase uma condição de pária social. Toda vez que você fala em professor, você fala de um indivíduo sofrido, das más condições de trabalho, de baixos salários, de atraso de salário, do desrespeito que ele sofre na sala de aula. Quando um grupo de alunos desrespeita um professor na sala de aula, não é que os alunos não sejam educados, não é que eles não gostem do professor; os alunos refletem o olhar que a comunidade tem do professor. (…) Estão dizendo (…) o que a sociedade pensa sobre ele.”
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