[tribuna_da_internet] Resumo 5866

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Feb 20, 2012, 4:45:27 AM2/20/12
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Mensagens neste resumo (13 Mensagens)

1.
carta enviada ao Diário Catarinense - Florianópolis - SC De: Ana Echevenguá
2.
Telhados de vidro -&- A China não muda seu voto sobre a Síria De: MVM<==>News
3.
abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um filho fiel não De: Fernanda Tardin
4.
[Carta O BERRO] EUA:  crescem os "acampamentos da miséria" De: Vanderley - Revista
5.
Cinco mil executivos elegem a Petrobras como empresa dos sonhos De: MVMeireles
6.
Guerra Global ao Terror: da libertação ao assassinato, em três De: MVMeireles
7.
[ECONOMIA & POLÍTICA] Se não é guerra, o que é? De: MVMeireles
8.1.
Re: Marcos Basto De: Luiz G A de Mello Gaia
8.2.
Re: Marcos Basto De: marcos ferreira pinto basto
8.3.
Re: Marcos Basto De: Sergio Neumayer
9.
Estatuto da Juventude – Com a nova lei os jovens terão ainda De: NATAN de Guarulhos Jornalista
10.1.
Re: [tribuna_da_internet] abaixo a Rede Globo - '"“Verás De: sonia montenegro
10.2.
Re: [tribuna_da_internet] abaixo a Rede Globo - '"“Verás que De: marcos ferreira pinto basto

Mensagens

1.

carta enviada ao Diário Catarinense - Florianópolis - SC

Enviado por: "Ana Echevenguá" a...@ecoeacao.com.br

Dom, 19 de Fev de 2012 8:12 am





Ao editor,

Provàvelmente parte do que escrevo abaixo será "cortado" devido a economia de espaço, mas o que transmito não é só o meu pensamento, mas sim o pensamento da maioria dos habitantes desta ilha, aonde sòmente cerca de 30% do esgoto é tratada antes de ser "deitada" ao mar.

Dr. Fernando Bihari
Canasvieiras - Florianopolis (SC)
3204-9398

Lamento

É uma vergonha monstruosa fatos que vem acontecendo na bela e aprazivel cidade de Florianopolis, centro turístico de soberba importância não só ao estado de Santa Catarina mas e até principalmente ao Brasil.

A começar pela bela e maravilhosa orla marinha que circunda a ilha de Santa Catarina, aonde encontramos recantos de beleza até estonteantes amealhadas de pontos nos quais o prazer de se quedar por longos momentos de paz e tranquilidade, ao sabor do doce barulho do mar e da brisa que dele vem bafejando o corpo e a alma. Porém basta um só dia de chuva, alguns minutos ou horas de chuva, para que tudo se torne em uma pocilga indescritivel eivando a todos de bactérias e virus que transformam consultórios médicos e hospitais em abrigos de seres diarréicos, desidratados e que a cada respirada um vomito se segue, tudo por que após séculos de colonização e de crescimento populacional as tais autoridades “constituídas” em seus discursos imemoravéis cheios de promessas e de falsas realizações até o dia de hoje, em pleno século XXI, não aproveitaram os rios de dinheiros arrecadados através de impostos e taxas acharcantes um sistema de esgoto digno do nome. Porém não só deles cabe a culpa deste descalabro ambiental, cabe a uma grande parcela da população que também deveria gritar o “mea culpa” por deitarem nos rios e sistemas pluviais clandestinas bocas de esgoto e toneladas de lixo, além, lògico, por desinformação, ignorância ou irresponsabilidade continuarem votando em políticos inescrupulosos, corruptos, desonestos, canhestros, falcatrueiros e deslavadamente sujos cujo o único interesse e se manterem em seus cargos ou funções, completamente inoperantes e jactosos de feitos irrealizados ou simplesmentes menores face aos problemas que afligem a todos que nesta ilha habitam.

O mesmo teor de críticas podemos lançar quanto ao sistema de saúde pública, começando pelo serviço de urgência, a falta de verdadeiros hospitais de emergência, vulgo pronto-socorros, equipados para tôdas as possivéis emergências, desde salas de cirurgia para especialidades como cirurgia geral pediátricas ou não, obstetrícia, neurocirurgia e ortopedia, principais áreas em casos de urgência devido a acidentes e entidades médicas diversas, e lògicamente Centro de Terapia Intensiva. Qualquer acidente ou incidente, seja em via pública ou doméstica, espera-se por minutos e até horas infindavéis para o surgimento de uma ambulância ou para a remoção aérea. Não basta ter sòmente um hospital geral no centro da cidade (Hospital Celso Ramos) são necessários, pelo menos mais dois, um no norte da ilha e outro no sul da ilha, todos com equipes em 24 horas de plantão, com equipes médicas com pelo menos 15 médicos de diversas especialidades, mais internos e residentes fora as demais especialidades profissionais necessárias para o funcionamento pleno e eficiente de um hospital de emergência.

Não me venham com desculpas de faltas de verbas, pois elas existem, tanto existem que a turma do executivo e do legislativo votam fàcilmente para aumento de seus "vencimentos" fora todos os benefícios e as diversas "comissões" recebidas em licitações programadas e direcionadas conforme interesses proprios.

Mas qual o que... para os diversos administradores que por aqui passaram e passam, em discursos tudo estava lá e por incrivel que pareça proclamam até já existirem tôdas estas condições acima descritas, mas na prática e na realidade nada disto se vê...

Lamento e espero que tais fatos sejam urgentemente solucionados pois o grande afluxo de turistas um dia irá acabar e uma vergonhosa faixa poderá ser até estendida no aeroporto (outro ponto falho) ou na rodoviária (também) com os seguintes dizeres: ILHA FECHADA A ACESSO DE SERES HUMANOS DEVIDO À INSULABRIDADE – RISCO DE VIDA.
2.

Telhados de vidro -&- A China não muda seu voto sobre a Síria

Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 19 de Fev de 2012 12:48 pm



Telhados de vidro -&- A China não muda seu voto sobre a Síria na ONU -

De: MVM<==>News
De: Rede Castorphoto
De: "Fernando Rossas"

Sent: domingo, 19 de fevereiro de 2012

__________________________________________________________

Revista CartaCapital, Ed. 684, 11/02/2012

Telhados de vidro

Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa
é formado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da USP e em Filosofia pela FFLCH da USP e fez pós-graduação em Economia na PUC de São Paulo. Foi analista econômico-financeiro de 1981 a 2000, quando passou a trabalhar na imprensa, com a qual já colaborava desde 1996. É atualmente editor da revista CartaCapital, onde escreve sobre economia, política internacional e cultura, incluindo resenhas de obras de fantasia e ficção científica.

As pressões do Ocidente por algum tipo de intervenção na Síria, em nome da violação de direitos humanos pelo regime de Bashar al-Assad, bem como as pressões da mídia conservadora no Brasil para que Dilma fizesse alguma ingerência em favor dos direitos humanos em Cuba durante sua visita ao país, seguidas da resposta da presidenta, voltam a pôr em discussão o papel e o lugar da defesa desses direitos na política internacional.

É justo indignar-se com a situação da Síria e exigir apuração e punição dos crimes cometidos em nome do regime. Mas sem esquecer que violências semelhantes foram e continuam a ser cometidas por muitos dos que cobram providências e que os remédios podem ser piores que a doença.

Nem esqueçamos que o Brasil, com inúmeros casos de tortura e execução de alegados suspeitos pela polícia, assassinatos impunes de camponeses, indígenas, ambientalistas e ativistas por pistoleiros, abusos racistas e violência contra os desfavorecidos em geral – da qual Cracolândia e Pinheirinho são exemplos – não está em condições de dar lições ao mundo sobre esse tema.

A noção de crimes contra a humanidade, ou de lesa-humanidade, começou a firmar-se a partir dos julgamentos de Nuremberg, mas só nos anos 1990 passou a ter uma caracterização mais sistemática. Houve a resolução da ONU que criou um tribunal especial para julgar crimes cometidos na guerra civil da ex-Iugoslávia, em 1993, e outro em Ruanda, em 1994, seguidos pelo Tratado de Roma que deu origem ao Tribunal Penal Internacional (TPI), em 1998.
O processo foi acompanhado da tentativa de pôr em vigor, em alguns países, um princípio de “jurisdição universal” segundo o qual crimes afetariam toda a humanidade, de modo a que qualquer país deveria ter autoridade para puni-lo, independentemente de considerações de jurisdição e prescrição.

O princípio, que já tinha sido implicitamente aplicado no julgamento e condenação à morte de Adolf Eichmann por Israel, em 1961, foi invocado na Bélgica para punir cidadãos de Ruanda envolvidos no genocídio de 1994 e, na Espanha, pelo juiz Baltasar Garzón, que tentou julgar e punir o ex-ditador Augusto Pinochet e conseguiu extraditar do México e encarcerar o torturador argentino Ricardo Cavallo, antes que a revogação da anistia em seu país permitisse que fosse deportado para ser ali condenado em 2011.

Viu-se logo, porém, que a “universalidade” dessa jurisdição era relativa. Na Bélgica, abriu-se um processo contra Ariel Sharon pelos massacres de Sabra e Chatila e o bombardeio de 1991 em Bagdá gerou em 2003 um processo contra George Bush pai, Colin Powell e Dick Cheney. Mas, em agosto daquele ano, o Parlamento belga restringiu a “jurisdição universal” a casos que envolvessem cidadãos belgas como vítimas ou suspeitos e o espanhol tomou medida análoga em 2009, depois de processos contra o presidente Jiang Zemin e outros altos funcionários chineses por um massacre no Tibete e contra generais israelenses por bombardeio de civis em Gaza. Casos como esses deveriam passar ao Tribunal Penal Internacional – mas EUA, Rússia e Israel, entre outros, não ratificaram o tratado que o criou e a China nem sequer o assinou.

Ainda em 2009 chegou a ser emitida uma ordem de prisão contra a ex-chanceler de Israel, Tzipi Livni, por crimes de guerra em Gaza, que naturalmente foi avisada a tempo de cancelar sua visita ao país, assim como militares israelenses que chegaram a correr o mesmo risco até que, em setembro de 2011, o governo britânico também restringiu sua lei de “jurisdição universal”, proibindo juízes de emitir ordens de prisão contra funcionários de governos estrangeiros sem autorização do diretor do Ministério Público.

Em 2011, a Anistia Internacional, com apoio da Human Rights Watch e outras ONGs, processou Bush júnior na Suíça e no Canadá, por tortura e violação de direitoshumanos em Guantánamo. Por via das dúvidas, o ex-presidente dos EUA cancelou uma escala na Suíça, mas o governo do Canadá ignorou o processo como “truque barato” e o júnior pôde tranquilamente fazer suas palestras na Colúmbia Britânica.

O governo de Israel menosprezou os processos contra seus funcionários como “politicamente motivados” e o mesmo fez o governo conservador de Ottawa. “A Anistia Internacional escolhe a dedo casos de divulgação baseada na ideologia”, zombou o ministro da Imigração, Jason Kenney, “isso ajuda a explicar por que tantos defensores dos direitos humanos abandonaram a Anistia Internacional.” E acrescentou em e-mail que a Anistia não pedira ao Canadá para prender Fidel Castro, apesar de a organização o acusar de “prisões, detenções e processos criminais arbitrários”.

Fidel não visitava o Canadá desde 1998, mas isso é detalhe. Substancial é, porém, que as acusações são de outra ordem. É legítimo acusar o regime castrista por ser autoritário, por manter presos políticos, talvez até por más condições carcerárias, mas até prova (ou pelo menos denúncia substancial) em contrário, o único lugar de sua ilha onde se tortura e se violam as convenções de Genebra é a base dos EUA em Guantánamo.

Que a acusação possa ser “politicamente motivada” é, de resto, irrelevante. Quem denuncia abusos criminosos de poder – de dirigentes, bem entendido, não de bodes expiatórios – ou sempre esteve na oposição ou acaba de pôr-se a seu lado, sejam bons ou não os seus motivos. O que deveria importar é se a acusação é verdadeira e se na medida em que é verdadeira, a gravidade do crime exige ou justifica algum tipo de ação internacional.

Na prática, veem-se mídias próximas do poder aceitar sem crítica ou verificação quaisquer denúncias e exagerar sua gravidade onde quer que as forças políticas e econômicas que apoiem tenham motivos para pressionar ou intervir, ao mesmo tempo que ignoram, escondem ou negam denúncias semelhantes, ou até mais graves ou mais comprovadas, quando afetam aliados – para não falar dos próprios governos.

Por exemplo, a possibilidade de apedrejamento ou enforcamento no Irã de uma mulher acusada de envolvimento no assassinato do marido rende manchetes, artigos de opinião e capas de revistas desde 2005. Mas a decapitação na Arábia Saudita de uma senhora acusada de “feitiçaria” (em 13 de dezembro de 2011) por prometer curar doenças por dinheiro mal rendeu notas de pé de página, para não falar de sentenças de morte duvidosas nos EUA, único país ocidental a praticar a pena capital e o quinto do mundo em execuções. E, por falar nisso, o primeiro em número de prisioneiros: 2,3 milhões, muito mais que a China (1,6 milhão, para uma população quatro vezes maior) e mais que o Gulag e os campos de trabalho stalinistas somados no seu auge, em 1953 (2,19 milhões, segundo cálculo- documentado de historiadores em 1993).

Quando se comprovou a inexistência das “armas de destruição em massa”, originalmente tomadas como pretexto da invasão anglo-americana do Iraque, esta passou ser retroativamente justificada pelas violações de direitos humanos pelo regime de Saddam Hussein. Existiram, mas foram mais graves do que as perpetradas, nas mesmas épocas, por vários regimes aliados dos EUA? Os governos da Indonésia, Sri Lanka, Turquia, Israel, Uganda, Quênia e Colômbia, entre outros, estiveram envolvidos em massacres e abusos contra civis – incluindo, nesse último, a execução ao acaso de ao menos 2 mil jovens pobres, de 2002 a 2008, os chamados “falsos positivos”, para inflar estatísticas de guerrilheiros mortos pelo Exército e garantir recompensas aos comandantes.

Seguiram-se no Iraque torturas e execuções cometidas pelos próprios invasores, que nada ficaram a dever em brutalidade aos crimes pelos quais o ex-ditador iraquiano foi enforcado. Frequentemente nas mesmas prisões, como em Abu Ghraib, mas também em centros clandestinos de detenção, tortura e execução, como o que foi revelado pelo jornal Guardian, em 7 de fevereiro, no meio do deserto, usado por estadunidenses, britânicos e australianos. Ou na forma de ataques arbitrários a civis desarmados, como aquele cometido em Haditha, em novembro de 2005, no qual 24 iraquianos, idosos e crianças entre eles, foram executados em “represália” à morte de um marine por uma bomba improvisada – e cuja única punição foi o rebaixamento de um sargento. Ou o ataque de helicópteros a civis desarmados, documentado em vídeo vazado pelo soldado Bradley Manning e divulgado pelo WikiLeaks – que resultou na prisão de Manning e de Julian Assange, não dos perpetradores.

Segundo pesquisa de janeiro de 2008 da Opinion Research Business, de -Londres, a ocupação do Iraque causara cerca de 1 milhão de mortes por violência até aquela data. E as guerras sectárias e étnicas deflagradas pela ocupação continuaram a acumular mortos nos últimos anos (além de 5 milhões de refugiados). A esse número some-se (segundo o ex-procurador-geral Ramsey Clark) 1,5 milhão de mortes devidas à subnutrição e escassez de medicamentos causadas pelas sanções contra o Iraque de 1990 a 2003.

Exagero? Mas cálculos muito menos rigorosos se usam para responsabilizar criminalmente o “comunismo” por dezenas de milhões de mortes relacionadas à fome, epidemias e guerras civis na União Soviética e na China – e até por qualquer diferença entre o crescimento real da população e aquele que “deveria” ter-se registrado.

Seria fácil somar centenas de milhões de corpos se os mesmos métodos fossem aplicados às políticas que instauraram, protegeram ou restauraram o capitalismo, incluindo conquistas coloniais (só no Congo Belga, estima-se cerca de 20 milhões de mortos), escravização de nativos, fomes sob domínio europeu (em Holocaustos Coloniais, o historiador Mike Davis atribui 50 milhões de mortes de fome, de 1876 a 1902, à desorganização das sociedades nativas pelos colonizadores), golpes militares e repressão (como o massacre de 1 milhão de comunistas pela ditadura indonésia de Suharto, em 1965-1966, e de 200 mil índios e dissidentes pelas ditaduras guatemaltecas dos anos 1960 aos 1990) e a alta da mortalidade na ex-URSS (estudo de 2009, na revista médica britânica Lancet, atribuiu 1 milhão de mortes, de 1989 a 2002, à desorganização da economia pelas privatizações em massa).

No Afeganistão, cenário de abusos equivalentes ou piores, não há uma estimativa comparável, mas as notícias referentes a mortes pela violência bastam para totalizar cerca de 40 mil cadáveres (150 mil no Iraque). O Taleban foi substituído por uma precária coalizão de caudilhos e narcotraficantes e na maior parte do país- continuam a ser cometidos os mesmos abusos contra mulheres, crianças e homossexuais atribuídos ao antigo regime.

Esse histórico não impediu que o argumento humanitário fosse de novo invocado na Líbia – com apoio até de parte da esquerda europeia – para mover outra intervenção militar aberta, quando o bloqueio aéreo se mostrou insuficiente para garantir a vitória dos rebeldes apoiados pela Otan. Mesmo se o regime de Muammar Kaddafi, nos últimos anos, mantinha boas relações com os EUA e o Reino Unido, cujos serviços secretos até lhe entregaram dissidentes para prender e torturar, alguns dos quais estão hoje na cúpula do novo governo. O saldo, até agora, inclui pelo menos 30 mil mortos de uma guerra civil ainda não terminada e um novo regime autoritário que persegue minorias e dissidentes e tortura prisioneiros (como atestam a Médicos sem Fronteiras e a Human Rights Watch) – mas que, como também o novo regime iraquiano, é mais amigável para com as petroleiras e empreiteiras ocidentais.

É de se espantar que governos e partidos menos comprometidos com os interesses das potências ocidentais sejam céticos quanto às supostas intenções humanitárias do Ocidente na Síria, o único país- não controlado pela Otan no Mediterrâneo? Ainda mais quando violências comparáveis não geram a mesma indignação quando ocorrem sob regimes simpáticos aos EUA, como os do Bahrein e do Iêmen.

Desde o início da rebelião, o regime Assad teria matado 5 mil civis, diz a oposição. Governos e mídia ocidentais não têm como confirmar o número, mas o tomam como verdade absoluta, ao passo que as estimativas de mortes na ocupação do Iraque pelos EUA eram desconsideradas e o Pentágono dizia que não estava lá para “contar corpos”.

Já o relatório recém-publicado da missão da Liga Árabe (cujos 160 monitores estiveram na Síria de 24 de dezembro a 18 de janeiro), aprovado por quatro votos favoráveis (Argélia, Egito, Sudão e Omã) e um contrário (Catar), nega ter observado qualquer repressão letal do regime contra manifestantes pacíficos, mas constatou centenas de mortes de civis e de mais de mil soldados do regime por ataques e atentados de rebeldes armados. O jornalista Pepe Escobar constatou que, segundo um informante civil de Homs, as mortes atribuídas ao regime são superestimadas e em parte causadas pelos rebeldes.

É preciso perguntar se outra ação ocidental não resultaria em centenas de milhares de mortos, milhões de refugiados, uma guerra sectária crônica e um regime ainda mais repressivo. Problemas que seriam várias vezes maiores no caso de um ataque ao Irã.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/internacional/telhados-de-vidro-2/

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A China não muda seu voto sobre a Síria na ONU

18/2/2011, Global Times, Pequim
“China unwavering on Syria in new UN vote”
Traduzido pelo pessoal da Viala Vudu

Embaixador Wang Min, vice-representante da China na ONU, fala depois de votação na Assembleia Geral, em New York, dia 16/2. A China opõe-se a intervenção armada e a “mudança de regime” forçada na Síria, disse Wang. Foto: Xinhua


A China vetou um projeto de resolução sobre a Síria na Assembleia Geral da ONU, na 5ª-feira, que pressiona para uma “mudança de regime” em Damasco.

A coragem do país, de manifestar-se com clareza e de manter-se firme em sua posição, merece elogios. Mas alguns jornais da mídia ocidental costumam ridicularizar algumas nações, entre as quais China e Rússia, por suas decisões. A influência da China está aumentando no mundo. O ocidente bem fará, se reduzir suas expectativas de que a China se absterá, nas votações em que a China entenda que se deva posicionar contra o que o ocidente deseja. Agrade ou não ao ocidente, é importante que dediquem mais séria consideração à China.

A política serve para defender interesses nacionais no cenário global. As potências ocidentais têm o privilégio de interpretar interesses e ética conforme mais lhes interesse, porque exercem óbvio domínio sobre a opinião pública em seus países. Os 12 países que manifestaram votos diferentes do voto das potências ocidentais na ONU, foram rotulados de “não éticos”. A China jamais se deixará enganar por essa hipocrisia.

Na Assembleia Geral da ONU em novembro, só EUA e Israel votaram contra um projeto de resolução sobre Cuba. Os EUA posicionaram-se ali muito mais isolados que as 12 nações que votaram contra, na Assembleia Geral da 5ª-feira. Washington agiu contra a opinião pública global, apesar do monopólio que tem sobre os mais ricos recursos do mundo e sobre os meios para direcionar o desenvolvimento do mundo.

A China deve agir com firmeza, confiante e proativamente, para implementar sua estratégia diplomática. O voto da China, que manifesta a posição de 1/5 da população do planeta, tem de ser recebido com o respeito a que faz jus.

É erro cerrar fileiras cegamente ao lado do ocidente em todas as votações. Ouvem-se frequentemente chamamentos online para que a China vote de acordo com “valores universais”. Mas não passam de reflexo de vozes públicas que sempre se repetem.

Valores ocidentais que se opõem ao crescimento da China seguidamente se infiltram nos assuntos globais e, consequentemente, visam a enfraquecer a China de vários modos. Conforme a China cresce, crescem também as pressões a serem enfrentadas. E a China parece ser alvo fácil para parte da imprensa ocidental.

O mal-estar que alguns chineses sentem ao ouvir acusações que o ocidente nos faz são resultado da falta de confiança. A confiança só cresce quando se analisam os fatos, de uma perspectiva histórica.

Temos de esvaziar aquela visão estereotipada da China. A China é hoje o ator mais disposto a fazer concessões para evitar confrontos. Melhor faria o ocidente se olhasse a China e visse um país que não cria dificuldades desnecessárias, mas jamais se furta a enfrentar as dificuldades reais.

Somos nação pacífica, que há mais de duas décadas não se envolve em conflitos militares: agudo contraste com países como os EUA e a Grã-Bretanha que, no mesmo período, se envolveram em numerosas guerras. E agora, supõem que tenham lições de justiça a nos ensinar. Com certeza, todos percebem a ironia que há nesse movimento.

De: http://redecastorphoto.blogspot.com/2012/02/china-nao-muda-seu-voto-sobre-siria-na.html

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3.

abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um filho fiel não

Enviado por: "Fernanda Tardin" nanda...@yahoo.com.br   nandatardin

Dom, 19 de Fev de 2012 1:22 pm



http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/02/abaixo-rede-globo-veras-que-um-filho.html

Pra TUDO Não acabar na quarta feira........

abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.'

 Na Tela da TV no Meio deste POVO, "“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.

ALô companheiros,

Empolgante, histórico, emocionantye, arrepiante o desfile da Gavioes da Fiel. A Tragetória dele e a luta de todos, narrado em verso, prosa, cordel, samba. DIVERSIDADE CULTURAL, história de vida e de um povo..

MAS questionar é preciso: PESSIMA TRANSMISSAO DA GLOBO ( quem aguardou
pra ver atesta) que de saia justas muito pouco narrou o enredo, as
fantasias e a história.

Vamos debater esta exclusividade e falta de compromisso com o enredo riquissimo e que foi ocultado pela transmissao.

Tb. não vi pela TV ( DROGA DE EXCLUSIVIDADE que nos faz refem delles)
as manifestações populares de carinho e reverencia ao nosso maior
presidente do Brasil, o homenageado da escola.

Bjao e A LUTA , COMPAS.... SEM MEDO DE SER FELIZ. bora? bj

Nanda tardin,

E para 'Coroar' hoje cedo uma postagem  do Edu Guimaraes confirma: 
É CONTRA REVOLUÇÂO, olha o GOLPE aí GENTE

 http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/desfile-de-escolas-de-samba-de-sp-pode-sofrer-interferencia-politica-2/
abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.'

 Na Tela da TV no Meio deste POVO, "“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.

ALô companheiros,

Empolgante, histórico, emocionantye, arrepiante o desfile da Gavioes da Fiel. A Tragetória dele e a luta de todos, narrado em verso, prosa, cordel, samba. DIVERSIDADE CULTURAL, história de vida e de um povo..

MAS questionar é preciso: PESSIMA TRANSMISSAO DA GLOBO ( quem aguardou
pra ver atesta) que de saia justas muito pouco narrou o enredo, as
fantasias e a história.

Vamos debater esta exclusividade e falta de compromisso com o enredo riquissimo e que foi ocultado pela transmissao.

Tb. não vi pela TV ( DROGA DE EXCLUSIVIDADE que nos faz refem delles)
as manifestações populares de carinho e reverencia ao nosso maior
presidente do Brasil, o homenageado da escola.

Bjao e A LUTA , COMPAS.... SEM MEDO DE SER FELIZ. bora? bj

Nanda tardin,

E para 'Coroar' hoje cedo uma postagem  do Edu Guimaraes confirma: 
É CONTRA REVOLUÇÂO, olha o GOLPE aí GENTE

 http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/desfile-de-escolas-de-samba-de-sp-pode-sofrer-interferencia-politica-2/
 
"Ou Brilhamos Todos Ou Não Brilha Ninguem".
http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
que discute com politicos UM NOVO ES É POSSIVEL,
Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro,
porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
Bjs
Nanda Tardin
32 91363332
4.

[Carta O BERRO] EUA:  crescem os "acampamentos da miséria"

Enviado por: "Vanderley - Revista" vanderl...@revistaoberro.com.br   vanderleycaixe2003

Dom, 19 de Fev de 2012 4:09 pm



Carta O Berro.........................................................repassem

EUA: crescem os "acampamentos da miséria"

A BBC visitou nos Estados Unidos alguns acampamentos de sem-teto, cada vez mais numerosos no país desde o início da crise econômica que explodiu em 2008.

Da BBC Brasil

Dados oficiais apontam que cerca de 47 milhões de americanos vivem abaixo da linha pobreza e este número vem aumentando.

Atualmente há 13 milhões de desempregados, 3 milhões a mais do que quando Barack Obama foi eleito presidente, em 2008.

Algumas estimativas calculam que cerca de 5 mil pessoas se viram obrigadas nos últimos anos a viver em barracas em acampamentos de sem-teto, que se espalharam por 55 cidades americanas.

O maior deles é o de Pinella Hope, na Flórida, região mais conhecida por abrigar a Disney World. Uma entidade católica organiza o local e oferece alguns serviços aos habitantes, como máquinas de lavar roupa, computadores e telefones.

Muitos acampamentos são organizados e fazem reuniões para distribuição de tarefas comunitárias. Para alguns com poucas perspectivas de encontrar trabalho, as barracas são habitações semi-permanentes.

Mofo

Várias destas pessoas tinham vidas confortáveis típicas de classe média até pouco tempo atrás. Agora deitam sobre travesseiros tão mofados quanto suas cobertas, em um inverno no qual as temperaturas baixam a muitos graus negativos.

"Esfregamos literalmente nossos rostos no mofo toda noite na hora de dormir", diz Alana Gehringer, residente de um acampamento no Estado de Michigan, ao programa Panorama da BBC.

O agrupamento de 30 barracas se formou em um bosque à beira de uma estrada, no limite do povoado de Ann Arbor. Não há banheiros, a eletricidade só está disponível na barraca comunitária onde os residentes se reúnem ao redor de uma estufa de madeira para espantar o frio.

O gelo se acumula nos tetos das barracas e a chuva frequentemente as invade. Mesmo assim, cada vez pessoas querem morar ali.

A polícia, hospitais e albergues públicos ligam com frequência perguntando se podem enviar pessoas ao acampamento.

"Na noite passada, por exemplo, recebemos uma ligação dizendo que seis pessoas não tinham vaga no albergue. Recebemos de 9 a 10 telefonemas por noite", diz Brian Durance, um dos organizadores do acampamento.

A realidade dos abrigados da Flórida e de Michigan é a mesma em vários lugares.

Na segunda-feira, Obama revelou planos de aumentar os impostos sobre os mais ricos. "Queremos que todos tenham uma oportunidade justa."

O presidente norte-americano mencionou os que "lutam para entrar na classe média". Em Pinella's Hope, em Arbor e em outros dezenas de locais no país, além dos que querem entrar na classe média, há os que foram expulsos dela pela crise e que desejam voltar.
5.

Cinco mil executivos elegem a Petrobras como empresa dos sonhos

Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 19 de Fev de 2012 4:40 pm




Sent: domingo, 19 de fevereiro de 2012

Cinco mil executivos elegem a Petrobras como empresa dos sonhos


A Petrobras foi eleita a “Empresa dos Sonhos dos Executivos†de acordo com pesquisa realizada com 5.303 executivos brasileiros. A cerimônia de premiação foi realizada no início da semana, em São Paulo. O gerente executivo de Recursos Humanos da Petrobras, Diego Hernandes, representou a companhia na premiação.

A pesquisa foi realizada pelo grupo DMRH em novembro de 2011. Segundo a DMRH, a aplicação desta pesquisa junto a profissionais consolidados em suas carreiras tem como principal objetivo compreender o ponto de vista desses executivos sobre os seguintes pontos: empresa dos sonhos, motivos de escolha, realização profissional, retenção e liderança.

A Petrobras ficou à frente de outros grandes grupos empresariais atuantes no Brasil, sendo seguida pela Google, Vale, Natura, Unilever, Nestlé, Itaú, Apple, Odebrecht e General Eletric.

Do total da amostra, 70% são homens, 52,4% estão entre 31 e 45 anos e a maior parte dos entrevistados possui pós-graduação. Cerca de 30% atua há mais de 20 anos no mercado.

Entre os dados apresentados é possível destacar que, ao serem questionados se tinham uma empresa dos sonhos, 66% dos executivos disseram que sim. Entre os 34% que optaram pela resposta negativa, registrou-se que 39,2% não acreditam na existência de uma empresa dos sonhos, 37% não conhecem e 1,2% não têm sonhos.

Preferida para se trabalhar

Em 2011, pela oitava vez consecutiva, a Petrobras também esteve entre as 10 empresas preferidas por mais de 40 mil universitários e jovens recém-formados brasileiros. Na edição 2011 da pesquisa “Empresa dos Sonhos dos Jovens†, realizada pela Cia de Talentos e DMRH, a companhia manteve o segundo lugar no ranking, mesmo resultado alcançado em 2010. Entre os anos de 2005 e 2009, a Petrobras figurou na primeira posição.

Outra pesquisa, divulgada em novembro de 2011 pela consultoria Universum, apontou Petrobras no topo do ranking das empresas ideais para se trabalhar, segundo opinião de 18.742 estudantes brasileiros.

Em outubro do ano passado, a companhia também apareceu em primeiro lugar no ranking das empresas "mais desejadas" para se trabalhar segundo a consultoria Aon Hewitt. Foi a quarta vez consecutiva que a companhia liderou o ranking, ficando à frente da Vale, Google, Itaú, Volkswagen e Nestlé, entre outras grandes empresas com atuação no país.


Agência Petrobras de Notícias
6.

Guerra Global ao Terror: da libertação ao assassinato, em três

Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 19 de Fev de 2012 8:46 pm



De: Vila Vudu

Sent: domingo, 19 de fevereiro de 2012

Subject: Guerra Global ao Terror: da libertação ao assassinato, em três rápidos rounds [19/2/2012, Andrew Bacevich, Tom Dispatch (traduzido)]

Guerra Global ao Terror: o Placar
Da libertação ao assassinato, em três rápidos rounds
19/2/2012, Andrew Bacevich, Tom Dispatch
http://www.tomdispatch.com/post/175505/tomgram:_andrew_bacevich,_uncle_sam,_global_gangster/#more

Com os EUA já bem entrados na segunda década do que o Pentágono chama agora, para modernizá-la, de “era de conflito persistente”, a “Guerra Antes Conhecida Como Guerra Global ao Terror” (sigla não oficial: GACGGT) parece cada vez mais fragmentada e difusa. Sem vitória e pouco interessados em reconhecer a derrota, os militares dos EUA retiraram-se do Iraque. Agora, tentam retirar-se do Afeganistão, onde os fatos teimam em não permitir que se veja lá qualquer resultado positivo.

Em outros pontos – no Paquistão, na Líbia, no Iêmen e Somália, por exemplo – as forças dos EUA trabalham empenhadamente para abrir novos fronts. Relatórios divulgados que informam que os EUA estão fixando “uma constelação de bases secretas de aviões-robôs, os drones, no, ou próximas do, Chifre da África, e na Península Arábica, sugerem que o âmbito das operações só fará crescer. Em matéria de primeira página, o New York Times[1] descreveu planos para “dar mais espessura” [orig. “thickening”] à presença global das forças de operações especiais dos EUA. Planos acelerados na Marinha, para converter um envelhecido veículo anfíbio em “base avançada flutuante” – uma plataforma móvel de lançamento, tanto de ataques de comandos[2] como de operações de semeadura de minas[3] no Golfo Persa – só reforçam esse ponto. Mas, à medida que alguns fronts são fechados e outros são inaugurados, a narrativa da guerra vai-se tornando cada dia mais difícil de entender. Quanto falta para que cheguemos ao equivalente a Berlim, do ‘formato’ GACGGT? O que, exatamente, é o equivalente a Berlim, do ‘formato’ GACGGT? Afinal, há aí algum roteiro discernível?

Observada em close-up, a “guerra” parece ter perdido forma e contornos. Mas, se nos afastamos um pouco, começam a aparecer padrões importantes. O que aqui se lerá, adiante, é uma tentativa de descobrir como está o placar da GACGGT, dividindo-se o conflito em três rounds de jogo. Embora talvez haja muitos outros rounds pela frente, eis o que os EUA já padecemos, até agora.

A era Rumsfeld

1º Round: Libertação. Mais que qualquer outro personagem – mais que o próprio presidente –, o secretário de Defesa Donald Rumsfeld dominou a cena nos primeiros estágios da guerra. Parecendo às vezes personagem maior que a vida – o “Secretário de Guerra” aos olhos de um fã clube neoconservador de adoradores (embora pouco confiáveis) –, Rumsfeld dedicou-se à ideia segundo a qual, em batalha, a rapidez é a chave do sucesso. Jogou todo o seu peso a favor de uma versão norte-americana de blitzkrieg, “guerra relâmpago”. As forças dos EUA, repetiu com regularidade, eram mais inteligentes e mais ágeis que qualquer adversário. Empregá-las em táticas que tirassem vantagem dessas qualidades era vitória garantida. A imprensa cunhou, para designar esse conceito, a expressão “choque e pavor” [orig. “shock and awe”].

Ninguém cria mais apaixonadamente em “choque e pavor” que o próprio Rumsfeld. O projeto da “Operação Liberdade Duradoura” [orig. Operation Enduring Freedom], lançada em outubro de 2001, e a “Operação Liberdade para o Iraque” [orig. Operation Iraqi Freedom] iniciada em março de 2003, refletia aquela fé. Em todos os casos, a campanha teve início promissor, com as tropas dos EUA conseguindo acertar alguns golpes rápidos e impressionantes. Mas em nenhum caso, contudo, foram capazes de derrubar o oponente; nem sequer, de fato, de ver com clareza quem era o oponente. Desgraçadamente para Rumsfeld, os “terroristas” recusaram-se a jogar pelas regras de Rumsfeld, e as forças dos EUA mostraram ser menos inteligentes e ágeis do que faziam crer os seus equipamentos de alta tecnologia – e sua máquina de relações públicas pela imprensa. De fato, quando atacados por pequenos grupos de guerrilheiros ou enxames de jihadis, as forças dos EUA mostraram-se surpreendentemente lentas para entender quem, ou o quê, os atacara.

No Afeganistão, Rumsfeld deixou que a vitória lhe escapasse entre os dedos. No Iraque, o seu mau gerenciamento da campanha pôs os EUA face a face com completa derrota. O chefe de Rumsfeld sonhara com libertar (e, claro, dominar) todo o mundo islâmico, com uma série de golpes curtos e rápidos. Em vez disso, Bush obteve duas versões de uma longa, difícil, terrível campanha. Ao final de 2006, a “Choque e Pavor” estava acabada. Muito atrasado em relação ao resto do país e de todas as forças armadas, o presidente afinal perdeu a confiança nas teorias de seu secretário de Defesa. Resultado, Rumsfeld perdeu o emprego. O 1º Round chegou ao fim. Embaraçoso, mas os EUA perderam por pontos.

A era Petraeus

2º Round: Pacificação. Entra em cena o general David Petraeus. Mais que qualquer outro personagem com ou sem uniforme, Petraeus dominou a segunda fase da GACGGT. O 2º round começou com baixas expectativas. Idos eram os tempos da conversa de libertação. Idas, também, as previsões de vitórias relâmpago. Os EUA já aceitavam acordo por muito menos, embora continuassem a declarar vitória.

Petraeus apareceu com uma fórmula para restaurar um arremedo de ordem, oferecida a países já reduzidos a ruínas (resultado do 1º round). A ordem permitiria que os EUA conseguissem sair de lá, dando alguma impressão de que suas políticas tivessem alcançado alguns dos seus objetivos. Essa passou a ser a definição de trabalho, de “vitória”.

Petraeus concebeu a palavra Contrainsurgência (abreviada, COIN), como nome formal da tal fórmula. Em vez de tentar derrotar o inimigo, a COIN visava a facilitar o parto de um estado-nação viável e estável. Foi esse o objetivo declarado da “avançada” [orig. “surge”] no Iraque ordenada pelo presidente George W. Bush no final de 2006.

Com Petraeus no comando, a violência naquele país declinou verticalmente. Se esse efeito foi provocado, ou se foi pura coincidência[4] ainda não se sabe com certeza e discussão prossegue. Mesmo assim, o aparente sucesso de Petraeus convenceu alguns observadores de que a contrainsurgência numa escala global – GCOIN, como a chamavam – formaria doravante a base da estratégia nacional de segurança dos EUA. Eis ali, argumentavam, uma abordagem que conseguiria arrancar definitivamente os EUA, da GACGGT, com alguma espécie de vitória. Em vez de usar “choque e pavor” para libertar o mundo islâmico, as forças dos EUA aplicariam a doutrina da contrainsurgência para pacificá-lo.

A tarefa de comprovar a validade da teoria da COIN em áreas além do Iraque coube ao general Stanley McChrystal, nomeado com muito mais fanfarras, em 2009, para comandar as forças dos EUA e da OTAN no Afeganistão. Matérias de jornal celebraram McChrystal[5] como outro Petraeus, candidato ideal para repetir os sucessos já creditados ao “Rei David.”

O reinado de McChrystal começou num momento em que Washington viva tomada por um culto ao generalato. Em vez de a tecnologia ser o fator determinante do sucesso, como Rumsfeld acreditava, a chave era pôr no poder o general certo, e deixar que ele comandasse. Figuras políticas dos dois lados do plenário apressaram-se a declarar que McChrystal era o general certo para o Afeganistão. Especialistas de todos os lados juntaram-se ao coro[6].

Uma vez instalado em Kabul, o general estudou a situação e, para surpresa de ninguém, anunciou[7] que “o sucesso exige uma ampla campanha de contrainsurgência.” Para implementá-la seria necessário outra “avançada” afegã, em tudo semelhante à que, como se supunha, teria virado o jogo no Iraque. Em dezembro de 2009, embora dando mostras de nenhum entusiasmo, o presidente Barack Obama acedeu[8] ao pedido (ou ultimato) de seu general-no-comando. Aumentou rapidamente o número de soldados dos EUA enviados para combater no Afeganistão.

Nesse ponto, as coisas começaram a dar para trás. O avanço na direção de reduzir a insurgência ou melhorar as capacidades das forças de segurança afegãs era – até nas avaliações mais generosas – praticamente zero. McChrystal fez promessas[9] – como a de atender as necessidades básicas dos afegãos com “governo entregue numa caixa, pronto para funcionar” – que logo se mostrou absolutamente incapaz de cumprir. As relações com o governo do presidente Hamid Karzai permaneciam tensas. As relações com o vizinho Paquistão, que jamais haviam sido boas, só pioraram. Os dois governos manifestavam profundo desagrado[10] em face do que viam como comportamento insuportavelmente arrogante dos norte-americanos, que matavam ou feriam civis com incômoda frequência.

Para piorar, apesar dos elogios e muitas esperanças, a nomeação de McChrystal acabou por revelar-se gravemente errada: era o homem errado para o serviço. O que mais chamou a atenção, em McChrystal, foi a absoluta incapacidade de entender a necessidade de, no mínimo, fingir respeito[11] ao princípio constitucional segundo o qual quem manda nos militares é Washington, o poder civil. No verão de 2010, McChrystal já estava demitido. E Petraeus voltou à cena.

Em Washington (embora não em Kabul), a reputação superinflada de Petraeus fez crer que, com a estratégia de McChrystal de pacificação, o Afeganistão seria causa perdida. Com certeza absoluta o mais celebrado soldado de sua geração repetiria no Afeganistão a mágica que operara no Iraque, afirmando a própria grandeza e continuada viabilidade da COIN.

Mas, infelizmente, não aconteceria. As condições no Afeganistão melhoraram durante o período de Petraeus – embora “melhoraram” nem seja a palavra certa –, mas só muito modestamente. A guerra sem fim passou a ser o que qualquer um facilmente descreveria como “sem saída” [orig. guagmire]. Com considerável ânimo para simplificar as coisas, um relatório do próprio governo, o 2011 National Intelligence Estimate preferiu a palavra “impasse” [orig. stalemate].[12] Rapidamente já não se ouvia mais a conversa sobre “contrainsurgência ampla”. Com a linha de definição de sucesso despencando cada vez mais para baixo, a solução de abandonar a luta nas mãos das forças afegãs de segurança e voltar correndo para casa passou a ser anunciada como objetivo de guerra.

Essa missão ficou inconclusa, quando o próprio Petraeus tomou o rumo de casa, abandonando o exército para tornar-se diretor da CIA. Apesar de Petraeus continuar alvo de alta consideração, sua aposentadoria do serviço ativo deixou o culto ao generalato em situação mais, que menos, lastimável. Quando o general John Allen foi nomeado para substituir Petraeus – tornando-se assim o 8º oficial nomeado para comandar aquela inacabável Guerra do Afeganistão – já ninguém acreditava que algum general, por mais certo que fosse, faria mágicas. Nesse tom generalizante, terminou o 2º round da GACGGT.

A era Vickers

3º Round: Assassinato. Diferente de Donald Rumsfeld e David Petraeus, Michael Vickers[13] jamais alcançou o status de celebridade. Apesar disso, ninguém, nem uniformizado nem paisano, merece, mais que Vickers – que carrega o título de Subsecretário de Defesa para a Inteligência –, merece ser reconhecido como a figura emblemática do 3º round da GACGGT. Sua persona discreta, low-profile, adapta-se perfeitamente à última transfiguração pela qual passou a guerra. Poucos o conhecem, fora de Washington, o que é ótimo, porque ele comanda uma guerra à qual pouca gente fora de Washington continua a dar atenção.

Depois da aposentadoria do Secretário de Defesa Robert Gates, Vickers é o mais alto funcionário remanescente do Pentágono de George W. Bush. Seu currículo nada tem de eclético. Serviu nas Forças Especiais do Exército dos EUA e foi agente operacional da CIA. Assim disfarçado, teve papel central no apoio aos mujahedeen afegãos na guerra contra os ocupantes soviéticos nos anos 1980s. Depois, trabalhou num think tank em Washington, e obteve seu diploma PhD em estudos estratégicos na Johns Hopkins University (título da dissertação de conclusão de curso: “A Estrutura das Revoluções Militares”).

Nem durante a era Bush, Vickers jamais subscreveu as esperanças de que os EUA pudessem libertar ou pacificar o mundo islâmico. Sobre a GACGGT sempre teve diagnóstico que, mais singelo, impossível: “Só quero matar aqueles caras” – dizia ele. “Aqueles caras” eram os afiliados da al-Qaeda. Matar todos que queiram matar norte-americanos e não parar até matar o último: essa é a estratégia de Vickers, a qual, na presidência de Obama, suplantou a COIN como derradeira variante da estratégia dos EUA.

A abordagem de Vickers implica máxima agressividade para eliminar matadores potenciais, onde quer que se escondam, e usando para isso todos os meios necessários. Vickers “tende a raciocinar como gângster” – comenta um de seus admiradores[14]. “Ele entende as tendências e, em seguida, altera as regras do jogo, para torná-las mais vantajosas para o lado de vocês.”

No 3º round da GACGGT, trata-se exclusivamente de burlar, quebrar, ignorar e reinventar regras para torná-las vantajosas ao que se suponha que mais interesse aos EUA. Assim como a estratégia COIN suplantou a estratégia “choque e pavor”, um amplo, multidirecional programa de assassinatos seletivos suplantou a estratégia COIN, como expressão dominante do modo norte-americano de guerrear.

Os EUA estão fora do negócio de enviar imensos exércitos de infantaria para invadir e ocupar países no continente eurasiano. Robert Gates, quando ainda era secretário da Defesa, é autor da declaração definitiva[15] sobre o assunto. O negócio dos EUA, agora, é usar aviões-robôs, drones, armado[16] e forças de operações especiais[17] para assassinar qualquer um (e não escapa nem se for cidadão norte-americano) que o presidente dos EUA decida que causa incômodo intolerável. Com o presidente Obama, esses ataques proliferaram.

É o novo modus operandi dos EUA. Parafraseando aviso emitido pela secretária de Estado Hillary Clinton, matéria do Washington Post[18] resume as implicações disso: “Os EUA reservam-se o direito de atacar qualquer um que os EUA entendam que representam ameaça direta à segurança nacional dos EUA, em qualquer ponto do mundo.”

Não bastasse, agindo em nome dos EUA, o presidente exerce esse seu pressuposto direito sem avisar, sem considerar impedimentos de soberania nacional[19], sem autorização do Congresso, e sem consultar ninguém, além de Michael Vickers alguns outros poucos membros do aparelho nacional de segurança. Ao povo dos EUA cabe o papel de aplaudir, se e quando for informado de que algum assassinato seletivo foi bem sucedido. E aplaudimos.[20] Por exemplo, quando um grupo de ousados membros da Equipe 6 de SEALs entraram no Paquistão para mandar dessa para melhor Osama bin Laden com dois tiros certeiros. A vingança tantas vezes adiada tornou dispensável considerar, por um instante que fosse, as complicações políticas que o assassinato pudesse gerar.

É difícil prever como terminará o 3º round. O melhor que se pode dizer é que não terminará nem rapidamente nem bem. Como Israel descobriu, depois que se adotam assassinatos predefinidos como política, a lista de alvos sempre dá algum jeito de aumentar.

Nesses termos, o que se pode dizer, mesmo que tentativamente, sobre a GACGGT ainda em andamento?

Em termos operacionais, uma guerra que nasceu convencional, acabou por cair, progressivamente, sob controle dos que habitam o que Dick Cheney chamou uma vez de “o lado obscuro”[21], com implicações que poucos parecem interessados em explorar. Em termos estratégicos, uma guerra que, no início, tinha algumas expectativas utópicas, prossegue hoje sem nenhuma expectativa declarada e conhecida; o simples encadeamento dos eventos já deslocou qualquer consideração séria sobre objetivos. Em termos políticos, uma guerra que, antes, ocupava o centro do cenário da política nacional deslizou para o fundo obscuro do palco, o povo norte-americanos com outras preocupações e distrações; e as questões legais e morais que a guerra levantou flutuam por aí, ninguém sabe onde, soltas no ar.

Isso é avanço?

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[1] 14/2/2012, New York Times, em http://www.nytimes.com/2012/02/13/us/admiral-pushes-for-freer-hand-in-special-forces.html?_r=1

[2] 27/1/2012, New York Times, em http://www.nypost.com/p/news/international/navy_planning_floating_base_for_ixxu7SpkNrL2kcHAGSVWpK

[3] 4/2/2012, Bloomberg, em http://www.bloomberg.com/news/2012-01-31/uss-ponce-isn-t-persian-gulf-seal-mothership-admiral-says.html

[4] 27/1/2012, Rolling Stone, em http://www1.rollingstone.com/extras/RS_REPORT.pdf

[5] 21/5/2009, Tom Dispatch, em http://www.tomdispatch.com/post/175074/tom_engelhardt_going_for_broke

[6] 13/5/2009, http://www.realclearworld.com/articles/2009/05/petraeus_toughest_fight_yet.html

[7] 30/11/2009, New York Times, em http://www.nytimes.com/2009/12/01/opinion/01brooks.html

[8] 1/12/2009, Discurso sobre Af-Pak, em http://www.whitehouse.gov/the-press-office/remarks-president-address-nation-way-forward-afghanistan-and-pakistan

[9] 12/2/2012, New York Times, em http://www.nytimes.com/2010/02/13/world/asia/13kabul.html

[10] 31/5/20122, http://www.mcclatchydc.com/2011/05/31/115028/karzai-tells-nato-to-stop-airstrikes.html

[11] 22/6/2010, Rolling Stone, em http://www.rollingstone.com/politics/news/the-runaway-general-20100622

[12] 11/1/2012, New York Times, em http://www.latimes.com/news/nationworld/world/la-fg-intel-afghan-20120112,0,3639052.story

[13] http://en.wikipedia.org/wiki/Michael_G._Vickers

[14] 30/11/2007, em http://smallwarsjournal.com/blog/michael-vickerss-war

[15] 25/2/2011, New York Times, em http://www.nytimes.com/2011/02/26/world/26gates.html

[16] 16/10/2011, Tom Dispatch, em http://www.tomdispatch.com/archive/175454/nick_turse_america's_secret_empire_of_bases

[17] 3/8/2011, Tom Dispatch, em http://www.tomdispatch.com/archive/175426/tom_engelhardt_a_secret_war_in_120_countries

[18] 16/1/2012, Washington Post, em http://www.washingtonpost.com/world/national-security/as-us-pakistani-relations-sink-nations-try-to-figure-out-a-new-normal/2012/01/13/gIQAklfw3P_story.html

[19] 5/2/2012, Tom Dispatch, em http://www.tomdispatch.com/blog/175498/tomgram:_engelhardt,_kicking_down_the_world's_door/

[20] 16/5/2011, em http://www.mywesttexas.com/special_report/article_b91c75f0-7477-11e0-9c2c-001cc4c002e0.html

[21] 7/11/2005, Washington Post, em http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/blog/2005/11/07/BL2005110700793.html

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7.

[ECONOMIA & POLÍTICA] Se não é guerra, o que é?

Enviado por: "MVMeireles" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Dom, 19 de Fev de 2012 9:04 pm




Sent: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Subject: [ECONOMIA & POLÍTICA] Se não é guerra, o que é?

De: Evaristo Almeida

Quando o ministro Guido Mantega referiu-se à existência de uma “guerra cambial”, houve grande alvoroço e não lhe pouparam críticas. Algumas até ferozes, alimentadas pelo nosso velho “complexo de vira-lata”.

Indignaram-se com a ousadia do representante de um país emergente, que, eles creem, superou suas dificuldades mais ajudado pela sorte (a expansão mundial) do que pelas qualidades da política que herdou e piorou. E mais, que não se cansa de piorá-la com intervenções no mercado cambial condenadas pela “boa teoria econômica”.

Pois bem. Os fatos agora evidenciam que há sim uma “guerra cambial” entre as três maiores economias do mundo (os Estados Unidos, a eurolândia e a China) e que os países emergentes estão sendo constrangidos a aceitar o jogo sujo em nome de uma precária cooperação mundial.

É óbvio que a China mantém há mais de duas décadas uma inteligente política de desenvolvimento (estimulada pelos EUA para isolá-la da URSS no tempo da Guerra Fria), apoiada numa consistente taxa de câmbio superdesvalorizada.

A briga de cachorro grande é entre os EUA e a eurolândia

Não se trata de criticar a China. Pelo contrário, devemos cumprimentá-la (ou invejá-la?) por cuidar tão bem dos interesses do povo chinês. Mas devemos reconhecer que manter o câmbio superdesvalorizado e fingir que segue as regras do “bom e honesto comércio”, definidas pela OMC, é uma manifestação hostil com relação aos seus parceiros.

No caso, por exemplo, da competição interna entre a produção nacional e os produtos chineses importados, podemos aceitar que a superdesvalorização do yuan, somada à supervalorização do real, não é tudo. É, entretanto, no mínimo uma tolice dizer que ela é devida exclusivamente à incapacidade competitiva da indústria nacional.

A luta entre os três parceiros é complicada. A China leva uma grande vantagem: adotou, sem vergonha e sem remorso, uma espécie de “dollar standard”, com o yuan controlado num nível praticamente fixo com relação ao valor do dólar americano. A briga de cachorro grande é entre os EUA e a eurolândia. O primeiro beneficia-se do fato de ser uma federação fiscal com instrumentos redistributivos, ter uma única língua, ter facilidade migratória e ter um Banco Central que é “emprestador de última instância”.

Para entender a situação, é preciso lembrar que o socorro ao setor financeiro, que produziu a crise de 2007-09, destruiu as finanças dos Estados Unidos e revelou as violações fiscais dos países da eurolândia, cuja correção exige um “aperto fiscal”, ou seja, uma redução da demanda pública.

Para não diminuir a demanda global (e o crescimento do PIB) é preciso, portanto, aumentar a demanda do setor privado: o consumo (com menor taxa de juro e ampliação do crédito); o investimento (com juro baixo e cooptação da confiança dos empresários) e a exportação (com a desvalorização da moeda).

É por isso que o Federal Reserve (Fed) e o Banco Central Europeu (BCE), com suas políticas monetárias, estão criando uma desvalorização competitiva entre o dólar e o euro.

Os emergentes (com exceção da China) veem as suas taxas de câmbio valorizarem-se, e seus mercados predados pelo uso da capacidade de produção ociosa dos três gigantes.

Tomemos o caso da Itália para facilitar o entendimento. Não há dúvida que: 1) suas finanças nunca foram de boa qualidade e que nas últimas duas décadas aplicou vários “planos de salvação” nacional (um pelo próprio novo presidente do BCE, Mario Draghi); 2) acumulou uma dívida imensa (com relação ao PIB); 3) foi enormemente beneficiada pela entrada na zona do euro, que produziu uma convergência da taxa de juros que paga, à taxa da dívida alemã, porque os mercados anteciparam que ela iria cumprir as condições do Tratado de Maastricht (déficit estrutural abaixo de 3% e redução da relação dívida/PIB para 60%); 4) a evolução da política italiana e a falta de continência salarial valorizou “virtualmente” a moeda italiana (a lira), que está apenas nominalmente fixada com relação ao euro; 5) isso produziu um déficit em conta corrente, que foi financiado de forma inconsequente pelo sistema financeiro internacional com a conivência das “notas” das agências de risco para os papéis italianos; e 6) quando chegou o momento da verdade (que chegaria de qualquer forma, mas foi antecipado pelo constrangimento do crédito produzido pela crise americana), ela teve de submeter-se a um regime de economia “forçada”, que criou uma pressão recessiva que torna duvidosa a solução do problema.

Se não estivesse comprometida com o euro, a Itália desvalorizaria a sua moeda (a lira, como fez várias vezes no passado). O aumento das suas exportações e a diminuição de suas importações compensariam parte da queda da demanda pública pelo aumento da demanda privada. Como é evidente, esse caminho não existe mais.

Qual é a solução mais razoável para a Itália e seus parceiros dentro do euro? A desvalorização do próprio euro com relação ao dólar! Ela não terá nenhum efeito sobre o comércio dentro da eurolândia, mas será equivalente a uma desvalorização das suas moedas, aumentando as exportações e diminuindo importações para fora da eurolândia.

Pois bem. Um pouco mais da metade das exportações italianas e de seus parceiros é para países fora da eurolândia, o que significa que a desvalorização do euro é uma ajuda para compensar parte da queda de atividade interna produzida pela política de aperto fiscal.

A grave embrulhada é que a política do Fed também estimula a desvalorização do dólar frente ao euro, o que já produz resultado visível a olho nu nos saldos em conta corrente (excluído o petróleo) dos Estados Unidos…

Publicado originalmente no Valor Econômico.

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Postado por Evaristo Almeida no ECONOMIA &amp; POLÍTICA em 2/17/2012 11:12:00 AM

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8.1.

Re: Marcos Basto

Enviado por: "Luiz G A de Mello Gaia" lgam...@hotmail.com   lgamgaia

Dom, 19 de Fev de 2012 10:21 pm




Caro Marcos Veja abaixo a noticia que circulou na internet por muito tempo, procure identificar a fotografia abaixo, dada como sede da Fazenda Valparaiso e veras que a Esta foto é da ESALQ em Piracicaba/SP. Então não acredite em tudo que circula por ai, procure provas verdadeiras.

“Lulinha”, o grande empreendedor da família do presidente
jul 29
Publicado por Pedro Ribeiro em Noticias, Política



Circula na internet material que destaca o potencial empreendedor
do filho do presidente Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Há
cinco anos, ele era subempregado do zoológico de São Paulo, onde recebia
salário de R$ 1.500,00. Hoje, o filho de Lula é o feliz proprietário da
Fazenda Fortaleza, em Valparaíso, em São Paulo, e que está certificada
em cartório de registro de imóveis. Lulinha comprou a área (de porteira
fechada) – às margens da rodovia Marechal Rondon, de propriedade de José
Carlos Prata Cunha (um dos maiores produtores de boi Nelore do País) –,
por R$ 47 milhões. Para juntar todo esse dinheiro, Lulinha teria que
trabalhar 2.612 anos para comprar a fazenda. Aliás, o “empreendedor” não
ficou na aquisição dessa fazenda. No Pará, nas regiões de Redenção,
Marabá e Carajás, Lulinha comprou várias fazendas, pagando por elas mais
de R$ 100 milhões. Neste negócio, são seus sócios, Duda Mendonça e
Daniel Dantas. O interessante é que os “dons fenomenais” de Lulinha só
apareceram depois que o pai chegou ao Palácio do Planalto. Vai ver seja
esse o tão anunciado “espetáculo do crescimento”, que seu pai, o
presidente Lula tanto fala.
Fazenda do Lulinha em Vaparaiso


Luiz Gastão A. Mello Gaia
Dignidade Sempre
Minas Gerais, não dá para explicar, tem que viver

To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
From: marcospintobasto@superig.com.br
Date: Sat, 18 Feb 2012 04:18:25 -0200
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Sérgio,nunca duvidei de seus conhecimentos técnicos, assim como acreditei muito no Lula até ao

dia em que ordenou ao ministro da justiça para colocar a cúpula da polícia Federal contra o Delegado Protógenes Queiroz que havia investigado todas as negociatas de seu filho Lulinha com o super burlão Daniel Dantas, investigações essas que não constavam do relatório oficial, mas estão registradas no relatório da operação.

Lula foi um estadista muito competente em suas decisões de política externa, mas faltou-lhe assessoria competente em estratégia militar para a segurança nacional. Encerrou seus mandatos com chave de ouro ao escolher Dilma Roussef para sua sucessora que tem maior aprovação da opinião pública nacional.
Suas considerações sobre minhas opiniões fogem do cerne da questão em causa que trata do roubo continuado dos aposentados ganhando mais que o salº. minº. , sofrem no reajuste anual de seus benefícios, manobra que fere a constituição.
Suas sugestões são impróprias, assim como seu parecer sobre rede que frequento cuja fertilidade está bem patente em tudo que postam.Quanto à aposentadoria do Lula, pode solicitar informações ao Instituto Lula que certamente o deixarão mais esclarecido.
Marcos Pinto Basto

Em 17 de fevereiro de 2012 18:49, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marco,

Se você não acredita em mim nas questões técnicas
(que por acaso entendo), não acredita no Lula, não acredita na Dilma e desconfia
do governo que tem a aprovação de 80% da população (talvez também não acredite
nas pesquisas), sobram poucas alternativas:

1. Tentar eleger outro grupo político em quem
confie - talvez até sendo o candidato para evitar dúvidas;

2. Insurgir-se contra o governo
constitucional;

3. Mudar-se para um país onde as coisas aconteçam
como você entende serem corretas.

Em qualquer caso, parece-me que você está na rede
errada, tentando semear em terreno pouco fértil.

Abraço forte.

SCN

----- Original Message -----
From:
marcos ferreira pinto basto

To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br

Sent: Friday, February 17, 2012 1:35
PM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos
Basto



Prezado Sérgio, sequer
imagino quais são suas fontes de informação sobre a situação de Lula perante a
Previdência Social pois Luis Inácio
Lula da
Silva continua recebendo benefício com título de aposentadoria por invalidez
parcial previdenciária que supera R 5.000,00, podendo
desempenhar qualquer outra função que não
seja imperiosa a utilização do dedo mínimo.
O know
how dos malabarismos financeiros que regem as contas do tesouro nacional é
comandado pelos sobrinhos do tio sam que têm
numerosos
"servidores" por aqui. Uma minuciosa auditoria de nossas contas internas e
externas efetuada por peritos criminais nacionais
muito
competentes que temos, coadjuvados por peritos internacionais, revelaria
quantas trampolinagens já foram feitas neste Brasil,
principalmente no "reinado" do FHC, o
maior traidor da Pátria que tivemos, impossível de superar.
Quais as
razões porque todos os grandes e médios empresários nacionais reclamam tanto
da SELIC ? Estão todos errados?
Hoje
estou afastado de muitas fontes de informações espalhadas pelo mundo, mas sei
que as aplicações financeiras de grandes agiotas
internacionais, recebem tratamentos
especiais como isenção de IOF que não nos informam.
Existe
grande intromissão yankee nos nossos assuntos internos que foram hábilmente
contornados por Lula e alguns assessores, mas
dificultaram a concessão de benefícios
sociais ao Povo mais carente. O Bolsa Família poderia ser um benefício de
maior valor e mais
abrangente com melhor sistema de
controle. Numerosas prefeituras facilitam a concessão do benefício para os
apaniguados do "gerente"
municipal. A classe operária mais pobre
teve a possibilidade de melhorar um pouco a vida, muito embora tenham havido
"excessos" que
partiram
exatamente da gananciosa máfia da agiotagem nacional como por exemplo
facilitar a compra de automóvel novo em até 80 meses.
Moro num
bairro pobre que se confunde com a favela e ainda hoje vejo indivíduos que
ganham menos de mil reais por mês com carro
comprado
nessas condições, só que na maioria dos casos têm IPV e prestações atrazadas,
muitas multas de trânsito e numerosas falhas
por falta
de manutenção. Sem contar aqueles que a justiça conseguiu apreender o veículo
por falta de pagamento.
Os
empréstimos consignados a aposentados é outra grande vigarice que ilude o
tomador do empréstimo por um dia e complica sua vida
em até
365 X 5 = 1.825 dias. Por urgente necessidade de ultrassonografias fui
obrigado a entrar numa dessas armadilhas.
Lula e
sua equipe beneficiaram os mais pobres, mas esqueceram de não lesar outros
pobres que é o meu caso e milhões de
aposentados que ganham mais que essa
quantia que designam de salário mínimo e o fazem atropelando a lei maior, hoje
toda esfarrapada.
Ainda
existe muita gente séria e honesta no Brasil que não é representada no
congresso nacional, valhacouto da elite criminosa que
campeia
por aí, nem tão pouco escutam nossas reclamações e depois acontecem
barbaridades muito criminosas como a trombeteada
"reintegração de posse" do bairro
Pinheirinho em S.José dos Campos/SP da responsabilidade de Geraldo Alckmin que
alega ter feito
cumprir a
lei e os maiores juristas brasileiros e estrangeiros declaram ter cometido um
crime contra a segurança social. E mostra-se
como
grande católico praticante e membro do Opus Dei.
Torno a
escrever-lhe por estes dias porque surgiram numerosas falhas na minha conexão
da Banda Larga, o tal speedy da Telefónica
que vive
fraudando os contratos com os assinantes e a ANATEL nada faz.
Um
abraço,
Marcos Pinto
Basto


Em 16 de fevereiro de 2012 01:37, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marcos,

Entendo sua revolta; é duro não receber no fim do mês
o valor necessário para cobrir todas as despesas que temos (ou queremos
ter). Entretanto, seu texto contém - em minha opinião - alguns
equívocos de ordem técnica ou de desinformação habilmente plantada ao longo
dos anos. Vou tentar comentar aqueles, que segundo meu entendimento,
são os de maior importância:

1. Lula NÃO é aposentado por invalidez.
Provavelmente ficou algum tempo de licença e recebeu proventos da
previdência oficial durante o período de convalescença quando perdeu o dedo
- mas obviamente não se aposentou, pois se o tivesse feito não poderia ter
sido presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo.

2. A dívida externa brasileira NUNCA foi e nunca será
quitada enquanto o país estiver inserido na economia internacional. A
maior parte da divida externa hoje é privada; embora existam ainda diversos
títulos do governo pendentes de liquidação - por não estarem vencidos - no
mercado internacional. Lula NUNCA declarou ter quitado a dívida externa;
declarou sim o que o país conseguiu durante seu mandato - quitar a dívida
com o FMI e acumular reservas internacionais em valor superior à dívida
externa.

3. Não existe ligação nenhuma entre superávit primário
e dívida externa. A geração de superávit primário é necessária para
que seja possível pagar juros da dívida interna e evitar que volte a subir
de forma desordenada como ocorria no passado. A mecânica é muito
simples e não existe necessidade de curso em Bangladesh para entender:
quando um país tem déficit orçamentário, precisa emitir títulos públicos
para captar o valor desse déficit e pagar todas as suas contas além dos
juros vencidos sobre a dívida já existente. Se o superávit é ZERO
precisa emitir novos títulos para pagar apenas os juros. Quando tem
superávit primário, paga os juros vencidos e,se possível, reduz o
endividamento. Essa é a política que tem dado certo, além de ter o
apoio maciço da população brasileira expresso nas urnas e no resultado das
pesquisas de opinião. Alguns entendem que seria melhor continuar
aumentando cada vez mais a dívida pública até transformar o país em uma
Grécia. Outros talvez preferissem, simplesmente, emitir moeda e
catapultar a inflação - nas duas alternativas (e não existem outras) a conta
seria paga pelo povo como já vimos na história recente
brasileira

4. As grandes obras a que você se refere, bem como
toda a infraestrutura energética brasileira nos diversos setores, foram
as grandes geradoras da dívida pública brasileira que hoje estamos
administrando muito bem. Se eu tivesse sido consultado, direta ou
indiretamente na época, preferiria que aqueles investimentos tivessem sido
realizados com recursos tributários - aumentos de impostos.
Infelizmente, o país estava submetido a uma ditadura e não fui
consultado. O aumento de tributos que deveria - e poderia com
facilidade - ter sido aplicado na década de 70 do século passado só ocorreu
na segunda metade dos anos 90, quando a tributação passou de 24% do PIB para
36% do PIB.

5. A taxa SELIC é estabelecida segundo critérios
técnicos. É muito fácil saber se o critério técnico utilizado foi
correto - basta conferir as taxas de juros estabelecidas em leilão, para
títulos do mesmo governo federal, emitidos periodicamente. Ao
contrário daquilo que muitos acreditam, iludidos por comentários mais
políticos do que técnicos, a taxa SELIC não é tão alta quanto parece -
explico: a renda nominal obtida por um aplicador em títulos federais é
integralmente tributada pelo imposto de renda - média de 20% para pessoas
físicas e 34% para pessoas jurídicas. Ou seja; o governo paga de um
bolso e recebe no outro. Para o aplicador pessoa física significa
receber 12% menos 2,4% que deixa de imposto na fonte - cerca de 9,5% com uma
inflação de 6% é renda efetiva pouco superior a 3% ao ano - no caso de
aplicações de pessoas jurídicas o juro real anual é menor do que 3%.
Convenhamos; é muito pouco juro para satisfazer um "agiota" de qualquer país
do planeta terra - agiotas no Brasil não costumam se satisfazer com menos de
10% AO MÊS.

6. As taxas de câmbio no Brasil, hoje, são fixadas
pelo mercado. Se existem mais entradas do que saídas de moeda
estrangeira, a taxa de câmbio cai - quando ocorre o movimento inverso a taxa
de câmbio sobe. Sempre que foram tentadas articulações diferentes
nesse país, a vaca foi para o brejo - a mais recente foi a política
desastrada de bandas cambiais durante o mandato do Príncipe da Sorbonne -
Dom FHC.

7. Todos nós gostaríamos muito de ter um salário
mínimo equivalente a R$ 2.300; se possível até mais do que isso. O
problema é como chegar lá, e com que velocidade, sem que o trabalhador
devolva tudo em decorrência de uma inflação galopante e crescente.
Hoje o salário mínimo é praticado apenas pela previdência social e
governos. O piso salarial de empregados domésticos no Rio de Janeiro é
de 1,5 salários mínimos. Qualquer que seja o parâmetro utilizado -
inflação, taxa de câmbio, cestas básicas, etc. - a conclusão única possível
é que avançamos, e muito, nos últimos anos. Se preferir, faça outro
tipo de avaliação - compare o prefil atual dos compradores de shoppings
center com a clientela anterior ao governo Lula. Observe como cresceu
a quantidade de carros circulando nas grandes cidades. Visite os
aeroportos e tente saber a profissão dos passageiros que embarcam atualmente
para o norte e nordeste do Brasil - vai se surpreender ao saber que diversos
produtos e serviços anteriormente oferecidos e comprados por uma minoria da
população estão hoje acessíveis àqueles que ganham 1,5 salários mínimos por
mês.

Durante mais de 30 anos de minha vida profissional fui
descontado para a previdência social no teto máximo de contribuição.
Durante alguns anos recolhi sobre VINTE salários mínimos. Depois esse
teto caiu para DEZ salários mínimos. Gostaria muito de receber hoje
uma aposentadoria de DEZ salários mínimos - R$ 6.220,00. Recebo a
metade e, espero, algum dia o sistema previdenciário possa reparar essa
injustiça HISTÓRICA. Hoje, confio nos meus governantes e estou
convencido de que não podem atender a esse meu desejo sem prejuízo
de uma política de recuperação de perdas - ainda mais antigas,
mais necessária e mais benéfica para a economia nacional - do salário
mínimo.

Abraço,

SCN



----- Original Message -----
From: marcos
ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br

Sent: Wednesday, February 15, 2012
7:59 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet]
Marcos Basto



Caro
Sérgio, a arrecadação de impostos vinculados à Previdência Social tem sido
sempre superior
às
despesas da Previdência, mas infelizmente os administradores públicos que
têm passado por
Brasília, ao invés de aplicarem as
verbas excedentes em grandes empreendimentos de
infra-estruturas
e
respeitarem essas aplicações como se fossem empréstimos contraídos junto
da agiotagem internacional,
têm
desviado verbas com finalidades diversas que vão desde a construção da
ponte Rio/Niterói, Itaipu até
ao
misterioso superávit primário, uma invenção da mais pura picaretagem
entreguista.
Dentro do próprio INSS não existe um
critério rígido na concessão e pagamento de benefícios,
existindo
pensões de valor superior a R
50.000,00 que eles escondem a sete chaves. O próprio Lula recebe uma
pensão
por
invalidez superior a R 5.000,00 que já li informação de ter esse valor
porque já foi preso político. Não lembro
dessa
prisão.
Mas
durante a capatazia do maior traidor da Pátria que o Brasil já teve, o
vendilhão FHC encarregou o António
Anastasia, hoje governador de Minas
Gerais de elaborar um plano de contenção de gastos na Previdência
Social.
Essa
besta quadrada do Anastasia que não deve ter parentes pobres e tem aquela
coragem própria dos larápios
que
arrancam os relógios e correntes de ouro dos velhinhos, entre outras
pérolas da mais pura contabilidade de
traficante de drogas, bolou essa de
reajustarem os aposentados que auferem benefícios superiores ao
salário
mínimo,com metate do valor do índice
anual de reajuste daquele valor.
Nos primeiros três anos, o
aposentado não sente a desvalorização de seu benefício, mas a partir do 5º
ano começa a ver quanto é espoliado.
Não entendo como uma
cambada de deputados e senadores aprovaram uma medida tão estapafúrdia que
não tem base legal nenhuma. Segundo a
constituição, os salários
são irredutíveis e para todos os efeitos, o benefício de aposentadoria é o
prolongamento salarial do trabalhador que atingiu limites
previstos na
lei.
NA LEI! Mas neste
Brasil quem respeita a lei? Só o pobre porque ao menor descuido seu, pode
ser confundido com ladrão e sobra cana pra ele!
Mas como funciona a econômia do Brasil? Só um Phd em econômia,
formado no Bangla Desh, poderá entender
a mecanica trampolineira das contas
governamentais.
Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central
(independente), um grupo de super iluminados
financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empréstimos
contraídos pelo governo com os agiotas nacionais
e internacionais. Na grande maioria dos países, a taxa máxima de
juros sobre grandes empréstimos é de 3%aa.
Depois, o Lula não declarou que tínhamos saldado a dívida externa?
Então para que serve o tal superávit primário,
outra
pérola negra desses cientistas em extorsão de
incautos?
O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do
Lula. Meireles, alto funcionário aposentado do
Banco
de Boston, com residência fixa algures nos EUA. A raposa tomando
conta das galinhas de ovos de ouro.
Sabe qual a razão porque o Brasil não entrou de roldão nessa crise
financeira "cozinhada" nos EUA e estendida à
Europa
pelos grandes agiotas internacionais?
Na atual conjuntura econômica e financeira mundial, um dólar dos
EUA vale R 1,71, mas o dólar é uma moeda sem
lastro
físico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado,
mas por alto seriam necessários cerca de 8 Euros
para
comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? Já ouviu
falar em operações paralelas de cambio? Se o
Brasil adotasse o sistema de operações paralelas, teria um
superávit tão grande com as maiores econômias do mundo
que
talvez estivesse no topo delas.
Mas como é vítima da maior esculhambação econômica, financeira,
científica e técnica, até no pagamento das prestações
de
utilidades domésticas, o comércio cobra dos incautos consumidores,
juros sobre quantias já pagas e juros sobre
juros.
Coisa de agiota made in USA.
Então quando
me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, não só eles como os
trabalhadores ativos, fico exasperado
porque não
vejo nenhuma reação da sociedade, nem de setores mais ilustrados com
conhecimentos matemáticos.
O salário
mínimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os "nobres cientistas
sociais" conseguiram chegar a esse
valor de R
622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo meretrício das
principais cidades do País.
Roubam-me
hoje R 2.050,00/mês! Roubam quantias de 9 milhões de benefícios cujos
titulares contribuíram compulsóriamente,
mas julgando
serem tratados com um mínimo de seriedade na hora de se aposentarem. Lêdo
engano! Não me admiro muito se
mais tarde
começarem a morrer idosos aos montes, vítimas de gripe que poderá ser
suína, das gaivotas ou dos urubus.
Quando um
cara fica velho, garanto-lhe que é uma merda!
Um
abraço,
Marcos Pinto
Basto

Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer
<sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marcos,

Como a questão "aposentadorias" contém aspectos
técnicos quase tão importantes quanto os políticos, entendo que seria
muito interessante se você pudesse desenvolver mais o tema informando a
este fórum:
1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos
o reajuste dos aposentados foi inferior à inflação;
2. De onde viriam os recursos necessários para que
fossem pagas as perdas dos aposentados prejudicados.

Abraço,

SCN



----- Original Message -----
From: marcos
ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 12, 2012
3:53 AM
Subject: Re:
[tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula para o 32º
aniversário do PT



Faltou acrescentar: Nestes dias difíceis
que atravesso, pesa-me na consciência o grande roubo dos aposentados
que ganham acima do salário mínimo que tanto critiquei quando era
candidato, mas depois eleito continuei aplicando e nem sei
porque...
Marcos
Pinto Basto

Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Tristão
<danitristao@uol.com.br> escreveu:

Cara
Presidenta da República Dilma Rousseff,
Caro
Presidente do PT Rui Falcão,
Dirigentes
e Militantes do PT,
Companheiras
e Companheiros,



Eu
queria muito estar hoje em Brasília com vocês. Além de celebrar
coletivamente o aniversário do nosso partido, teria a oportunidade
de rever e abraçar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo
têm um papel fundamental na minha vida.

No
entanto, o meu tratamento de saúde entrou em sua etapa final e devo
manter a rigorosa disciplina seguida até agora, para que a cura seja
completa e eu volte o mais rápido possível à militância social e
política que tanto nos apaixona e mobiliza.

Se
não terei, hoje, a alegria de revê-los, é porque quero estar com
vocês muitas e muitas vezes nos próximos meses e nos anos vindouros,
participando intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da
dignidade do povo brasileiro e da democratização cada vez mais
substantiva da nossa sociedade.

O
PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajetória e de suas
conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando
todo tipo de preconceito e dificuldade, construir o maior partido de
esquerda da história do Brasil e uma das organizações progressistas
mais respeitadas do mundo. Cumprimos, com notável êxito, os
principais compromissos contidos em nosso “Manifesto de Fundação”
lançado em 10 de fevereiro de 1980 naquele memorável encontro do
Colégio Sion.

Nunca
será demais lembrar que, junto com outras forças de oposição, o PT
contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a
redemocratização do país. Ajudamos a criar e consolidar a maioria
das organizações populares, independentes e combativas, que fazem a
riqueza da sociedade civil brasileira. O chamado “modo petista de
governar”, primeiro nos municípios e estados e depois no próprio
governo federal, renovou profundamente a cultura administrativa do
país, tornando-o muito mais republicano e participativo.
Construímos, em parceria com outros partidos de esquerda,
imprescindíveis ao sucesso da causa comum, generosas frentes
populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao
país um modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar
empregos, distribuir renda e promover inclusão social. E fomos além.
Inspirados no saudoso Paulo Freire, que recomendava “unir os
diferentes para melhor enfrentar os antagônicos”, constituímos uma
ampla aliança de centro-esquerda para conquistar democraticamente a
Presidência da República.

Nesses
nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram,
pacificamente, uma verdadeira revolução econômica e social, levando
o país a dar um extraordinário salto produtivo e tecnológico e,
sobretudo, incorporando aos direitos básicos de cidadania dezenas de
milhões de brasileiros e brasileiras que viviam à margem da
sociedade. Tudo isso resultou em uma nação muito mais próspera e
justa, que conquistou importante lugar no mundo. A atuação
internacional do Brasil expressa os mesmos valores éticos e
políticos, afirmando a soberania do país, impulsionando a integração
regional e pugnando pela reforma da ordem global, na perspectiva de
um mundo multipolar, em que todos os povos tenham verdadeiras
oportunidades de desenvolvimento.

Nosso
projeto transformador, hoje sob a liderança da querida companheira
Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, lúcida e competente, que o
Brasil e o mundo estão aprendendo a admirar -- segue de vento em
popa.

A
Presidenta Dilma, além de consolidar as conquistas do período
precedente, cujo mérito é também dela, como excelente ministra que
foi, está dotando o país de novos objetivos estratégicos, que
devemos apoiar com entusiasmo. São metas econômicas, políticas,
sociais e culturais que pavimentam o caminho do futuro. Peço licença
a vocês para destacar duas delas, que tocam fundo o meu coração:
erradicar a extrema pobreza até 2014, dando oportunidade de
sobrevivência digna a 16 milhões de pessoas, por meio do Programa
Brasil Sem Miséria; e expandir em escala massiva o ensino
profissional e tecnológico, interiorizando a oferta, por meio do
Pronatec, que pretende beneficiar 8 milhões de jovens até
2016.

Ainda
existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os
avanços obtidos sob a liderança do PT são inequívocos e prefiguram
conquistas ainda maiores e mais valiosas.

Para
estar à altura de suas responsabilidades, como esteve até agora, o
nosso partido precisa manter-se sempre democrático e inovador, sem
perder nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se
aperfeiçoar a cada dia.

Quero
concluir essa saudação dizendo da minha alegria em saber que nesse
ato estão sendo homenageadas duas pessoas admiráveis, que dedicaram
toda a sua vida aos ideais de liberdade e justiça: Apolônio e Reneè
de Carvalho. Sei que outros falarão sobre o inesquecível e
insubstituível Apolônio. Direi uma palavra sobre a caríssima Reneè.
Nada melhor do que o espírito fraterno, a bondade e o sorriso
luminoso dessa linda companheira para simbolizarem o humanismo que
deu origem ao PT e que sustenta a nossa caminhada.

Um
grande abraço do Lula
http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467
4204

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204

8.2.

Re: Marcos Basto

Enviado por: "marcos ferreira pinto basto" marcospi...@superig.com.br

Dom, 19 de Fev de 2012 11:24 pm



*Caro Luiz, tinha enviado ao Sérgio Neumayer uma cópia do extrato do
benefício que*
*Lula recebe porque não acreditou em afirmação que lhe havia feito.*
*De fato não podemos acreditar na maior parte das informações que circulam
na net,*
*mas para isso que existe bom senso e cada um tem sua capacidade de
raciocinar.*
*A notícia falsa que me envia para fortalecer sua afirmação que não devemos
acreditar*
*em tudo que circula na internet, já havia sido retida por meus filtros por
ser falsa.*
*A que enviei ao Sérgio, foi em e-mail de provedor contratado há muitos
anos e tem minha*
*identificação. Posso provar na justiça tudo o que remeto em meus e-mails.*
*Podem levar a cópia do benefício do Lula aos maiores e melhores peritos
criminais em*
*analisar documentos para desfazerem vossas dúvidas em relação ao documento
e minha*
*seriedade.*
*Marcos Pinto Basto*
*PS: E-mail muito interessante * * **
http://www.youtube.com/watch?v=wlfDR7j7KWs*<http://www.youtube.com/watch?v=wlfDR7j7KWs>
*
*
Em 19 de fevereiro de 2012 22:21, Luiz G A de Mello Gaia <
lgamgaia@hotmail.com> escreveu:

> **
>
>
> Caro Marcos Veja abaixo a noticia que
> circulou na internet por muito tempo, procure identificar a fotografia
> abaixo, dada como sede da Fazenda Valparaiso e veras que a Esta foto é da
> ESALQ em Piracicaba/SP. Então não acredite em tudo que circula por ai,
> procure provas verdadeiras.
>
>
>
> “Lulinha”, o grande empreendedor da família do presidente<http://documentoreservado.com.br/blog/%e2%80%9clulinha%e2%80%9d-grande-empreendedor-da-familia-do-presidente/>
> jul 29
> Publicado por Pedro Ribeiro em Noticias<http://documentoreservado.com.br/blog/category/noticias/>,
> Política <http://documentoreservado.com.br/blog/category/politica/>
> Circula na internet material que destaca o potencial empreendedor do
> filho do presidente Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Há cinco
> anos, ele era subempregado do zoológico de São Paulo, onde recebia salário
> de R$ 1.500,00. Hoje, o filho de Lula é o feliz proprietário da Fazenda
> Fortaleza, em Valparaíso, em São Paulo, e que está certificada em cartório
> de registro de imóveis. Lulinha comprou a área (de porteira fechada) – às
> margens da rodovia Marechal Rondon, de propriedade de José Carlos Prata
> Cunha (um dos maiores produtores de boi Nelore do País) –, por R$ 47
> milhões. Para juntar todo esse dinheiro, Lulinha teria que trabalhar 2.612
> anos para comprar a fazenda. Aliás, o “empreendedor” não ficou na aquisição
> dessa fazenda. No Pará, nas regiões de Redenção, Marabá e Carajás, Lulinha
> comprou várias fazendas, pagando por elas mais de R$ 100 milhões. Neste
> negócio, são seus sócios, Duda Mendonça e Daniel Dantas. O interessante é
> que os “dons fenomenais” de Lulinha só apareceram depois que o pai chegou
> ao Palácio do Planalto. Vai ver seja esse o tão anunciado “espetáculo do
> crescimento”, que seu pai, o presidente Lula tanto fala.
> [image: Fazenda do Lulinha em Vaparaiso]<http://documentoreservado.com.br/blog/%e2%80%9clulinha%e2%80%9d-grande-empreendedor-da-familia-do-presidente/fazenda-lulinha/>
>
> Fazenda do Lulinha em Vaparaiso
>
>
>
>
> *Luiz Gastão A. Mello Gaia*
>
> * Dignidade Sempre*
>
> * Minas Gerais, não dá para explicar, tem que viver
> *
>
>
>
> * *
>
> **
>
> **
>
>
> ------------------------------
> To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> From: marcospintobasto@superig.com.br
> Date: Sat, 18 Feb 2012 04:18:25 -0200
>
> Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>
>
> *Sérgio,*
> *nunca duvidei de seus conhecimentos técnicos, assim como acreditei muito
> no Lula até ao*
> *dia em que ordenou ao ministro da justiça para colocar a cúpula da
> polícia Federal contra o *
> *Delegado Protógenes Queiroz que havia investigado todas as negociatas de
> seu filho Lulinha com o super burlão Daniel Dantas, investigações essas que
> não constavam do relatório oficial, mas estão registradas no relatório da
> operação.*
> *Lula foi um estadista muito competente em suas decisões de política
> externa, mas faltou-lhe assessoria competente em estratégia militar para a
> segurança nacional. Encerrou seus mandatos com chave de ouro ao escolher
> Dilma Roussef para sua sucessora que tem maior aprovação da opinião pública
> nacional.*
> *Suas considerações sobre minhas opiniões fogem do cerne da questão em
> causa que trata do roubo continuado dos aposentados ganhando mais que o
> salº. minº. , sofrem no reajuste anual de seus benefícios, manobra que fere
> a constituição.*
> *Suas sugestões são impróprias, assim como seu parecer sobre rede que
> frequento cuja fertilidade está bem patente em tudo que postam.*
> *Quanto à aposentadoria do Lula, pode solicitar informações ao Instituto
> Lula que certamente o deixarão mais esclarecido.*
> *Marcos Pinto Basto
> *
> Em 17 de fevereiro de 2012 18:49, Sergio Neumayer <
> sergio.neumayer@globo.com> escreveu:
>
> **
>
> **
> Marco,
>
> Se você não acredita em mim nas questões técnicas (que por acaso entendo),
> não acredita no Lula, não acredita na Dilma e desconfia do governo que tem
> a aprovação de 80% da população (talvez também não acredite nas pesquisas),
> sobram poucas alternativas:
>
> 1. Tentar eleger outro grupo político em quem confie - talvez até sendo o
> candidato para evitar dúvidas;
>
> 2. Insurgir-se contra o governo constitucional;
>
> 3. Mudar-se para um país onde as coisas aconteçam como você entende serem
> corretas.
>
> Em qualquer caso, parece-me que você está na rede errada, tentando semear
> em terreno pouco fértil.
>
> Abraço forte.
>
> SCN
>
> ----- Original Message -----
> *From:* marcos ferreira pinto basto <marcospintobasto@superig.com.br>
> *To:* tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> *Sent:* Friday, February 17, 2012 1:35 PM
> *Subject:* Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>
>
> * Prezado Sérgio, sequer imagino quais são suas fontes de informação
> sobre a situação de Lula perante a Previdência Social pois Luis Inácio*
> *Lula da Silva continua recebendo benefício com título de aposentadoria
> por invalidez parcial previdenciária que supera R 5.000,00, podendo*
> *desempenhar qualquer outra função que não seja imperiosa a utilização do
> dedo mínimo.*
> *O know how dos malabarismos financeiros que regem as contas do tesouro
> nacional é comandado pelos sobrinhos do tio sam que têm*
> *numerosos "servidores" por aqui. Uma minuciosa auditoria de nossas
> contas internas e externas efetuada por peritos criminais nacionais*
> *muito competentes que temos, coadjuvados por peritos internacionais,
> revelaria quantas trampolinagens já foram feitas neste Brasil,*
> *principalmente no "reinado" do FHC, o maior traidor da Pátria que
> tivemos, impossível de superar.*
> *Quais as razões porque todos os grandes e médios empresários nacionais
> reclamam tanto da SELIC ? Estão todos errados?*
> *Hoje estou afastado de muitas fontes de informações espalhadas pelo
> mundo, mas sei que as aplicações financeiras de grandes agiotas*
> *internacionais, recebem tratamentos especiais como isenção de IOF que
> não nos informam.*
> *Existe grande intromissão yankee nos nossos assuntos internos que foram
> hábilmente contornados por Lula e alguns assessores, mas*
> *dificultaram a concessão de benefícios sociais ao Povo mais carente. O
> Bolsa Família poderia ser um benefício de maior valor e mais*
> *abrangente com melhor sistema de controle. Numerosas prefeituras
> facilitam a concessão do benefício para os apaniguados do "gerente"*
> *municipal. A classe operária mais pobre teve a possibilidade de melhorar
> um pouco a vida, muito embora tenham havido "excessos" que*
> *partiram exatamente da gananciosa máfia da agiotagem nacional como por
> exemplo facilitar a compra de automóvel novo em até 80 meses.*
> *Moro num bairro pobre que se confunde com a favela e ainda hoje vejo
> indivíduos que ganham menos de mil reais por mês com carro*
> *comprado nessas condições, só que na maioria dos casos têm IPV e
> prestações atrazadas, muitas multas de trânsito e numerosas falhas*
> *por falta de manutenção. Sem contar aqueles que a justiça conseguiu
> apreender o veículo por falta de pagamento.*
> *Os empréstimos consignados a aposentados é outra grande vigarice que
> ilude o tomador do empréstimo por um dia e complica sua vida*
> *em até 365 X 5 = 1.825 dias. Por urgente necessidade de
> ultrassonografias fui obrigado a entrar numa dessas armadilhas.*
> *Lula e sua equipe beneficiaram os mais pobres, mas esqueceram de não
> lesar outros pobres que é o meu caso e milhões de*
> *aposentados que ganham mais que essa quantia que designam de salário
> mínimo e o fazem atropelando a lei maior, hoje toda esfarrapada.*
> *Ainda existe muita gente séria e honesta no Brasil que não é
> representada no congresso nacional, valhacouto da elite criminosa que*
> *campeia por aí, nem tão pouco escutam nossas reclamações e depois
> acontecem barbaridades muito criminosas como a trombeteada*
> *"reintegração de posse" do bairro Pinheirinho em S.José dos Campos/SP da
> responsabilidade de Geraldo Alckmin que alega ter feito*
> *cumprir a lei e os maiores juristas brasileiros e estrangeiros declaram
> ter cometido um crime contra a segurança social. E mostra-se*
> *como grande católico praticante e membro do Opus Dei.*
> *Torno a escrever-lhe por estes dias porque surgiram numerosas falhas na
> minha conexão da Banda Larga, o tal speedy da Telefónica*
> *que vive fraudando os contratos com os assinantes e a ANATEL nada faz.*
> *Um abraço,*
> *Marcos Pinto Basto*
> *
> *
> Em 16 de fevereiro de 2012 01:37, Sergio Neumayer <
> sergio.neumayer@globo.com> escreveu:
>
> **
>
> **
> Marcos,
>
> Entendo sua revolta; é duro não receber no fim do mês o valor necessário
> para cobrir todas as despesas que temos (ou queremos ter). Entretanto, seu
> texto contém - em minha opinião - alguns equívocos de ordem técnica ou de
> desinformação habilmente plantada ao longo dos anos. Vou tentar comentar
> aqueles, que segundo meu entendimento, são os de maior importância:
>
> 1. Lula NÃO é aposentado por invalidez. Provavelmente ficou algum tempo
> de licença e recebeu proventos da previdência oficial durante o período de
> convalescença quando perdeu o dedo - mas obviamente não se aposentou, pois
> se o tivesse feito não poderia ter sido presidente do Sindicato dos
> Metalúrgicos de São Bernardo.
>
> 2. A dívida externa brasileira NUNCA foi e nunca será quitada enquanto o
> país estiver inserido na economia internacional. A maior parte da divida
> externa hoje é privada; embora existam ainda diversos títulos do governo
> pendentes de liquidação - por não estarem vencidos - no mercado
> internacional. Lula NUNCA declarou ter quitado a dívida externa; declarou
> sim o que o país conseguiu durante seu mandato - quitar a dívida com o FMI
> e acumular reservas internacionais em valor superior à dívida externa.
>
> 3. Não existe ligação nenhuma entre superávit primário e dívida externa.
> A geração de superávit primário é necessária para que seja possível pagar
> juros da dívida interna e evitar que volte a subir de forma desordenada
> como ocorria no passado. A mecânica é muito simples e não existe
> necessidade de curso em Bangladesh para entender: quando um país tem
> déficit orçamentário, precisa emitir títulos públicos para captar o valor
> desse déficit e pagar todas as suas contas além dos juros vencidos sobre a
> dívida já existente. Se o superávit é ZERO precisa emitir novos títulos
> para pagar apenas os juros. Quando tem superávit primário, paga os juros
> vencidos e,se possível, reduz o endividamento. Essa é a política que tem
> dado certo, além de ter o apoio maciço da população brasileira expresso nas
> urnas e no resultado das pesquisas de opinião. Alguns entendem que seria
> melhor continuar aumentando cada vez mais a dívida pública até transformar
> o país em uma Grécia. Outros talvez preferissem, simplesmente, emitir
> moeda e catapultar a inflação - nas duas alternativas (e não existem
> outras) a conta seria paga pelo povo como já vimos na história recente
> brasileira
>
> 4. As grandes obras a que você se refere, bem como toda a infraestrutura
> energética brasileira nos diversos setores, foram as grandes geradoras da
> dívida pública brasileira que hoje estamos administrando muito bem. Se eu
> tivesse sido consultado, direta ou indiretamente na época, preferiria que
> aqueles investimentos tivessem sido realizados com recursos tributários -
> aumentos de impostos. Infelizmente, o país estava submetido a uma ditadura
> e não fui consultado. O aumento de tributos que deveria - e poderia com
> facilidade - ter sido aplicado na década de 70 do século passado só ocorreu
> na segunda metade dos anos 90, quando a tributação passou de 24% do PIB
> para 36% do PIB.
>
> 5. A taxa SELIC é estabelecida segundo critérios técnicos. É muito fácil
> saber se o critério técnico utilizado foi correto - basta conferir as taxas
> de juros estabelecidas em leilão, para títulos do mesmo governo federal,
> emitidos periodicamente. Ao contrário daquilo que muitos acreditam,
> iludidos por comentários mais políticos do que técnicos, a taxa SELIC não é
> tão alta quanto parece - explico: a renda nominal obtida por um aplicador
> em títulos federais é integralmente tributada pelo imposto de renda - média
> de 20% para pessoas físicas e 34% para pessoas jurídicas. Ou seja; o
> governo paga de um bolso e recebe no outro. Para o aplicador pessoa física
> significa receber 12% menos 2,4% que deixa de imposto na fonte - cerca de
> 9,5% com uma inflação de 6% é renda efetiva pouco superior a 3% ao ano - no
> caso de aplicações de pessoas jurídicas o juro real anual é menor do que
> 3%. Convenhamos; é muito pouco juro para satisfazer um "agiota" de
> qualquer país do planeta terra - agiotas no Brasil não costumam se
> satisfazer com menos de 10% AO MÊS.
>
> 6. As taxas de câmbio no Brasil, hoje, são fixadas pelo mercado. Se
> existem mais entradas do que saídas de moeda estrangeira, a taxa de câmbio
> cai - quando ocorre o movimento inverso a taxa de câmbio sobe. Sempre que
> foram tentadas articulações diferentes nesse país, a vaca foi para o brejo
> - a mais recente foi a política desastrada de bandas cambiais durante o
> mandato do Príncipe da Sorbonne - Dom FHC.
>
> 7. Todos nós gostaríamos muito de ter um salário mínimo equivalente a R$
> 2.300; se possível até mais do que isso. O problema é como chegar lá, e
> com que velocidade, sem que o trabalhador devolva tudo em decorrência de
> uma inflação galopante e crescente. Hoje o salário mínimo é praticado
> apenas pela previdência social e governos. O piso salarial de empregados
> domésticos no Rio de Janeiro é de 1,5 salários mínimos. Qualquer que seja
> o parâmetro utilizado - inflação, taxa de câmbio, cestas básicas, etc. - a
> conclusão única possível é que avançamos, e muito, nos últimos anos. Se
> preferir, faça outro tipo de avaliação - compare o prefil atual dos
> compradores de shoppings center com a clientela anterior ao governo Lula.
> Observe como cresceu a quantidade de carros circulando nas grandes
> cidades. Visite os aeroportos e tente saber a profissão dos passageiros
> que embarcam atualmente para o norte e nordeste do Brasil - vai se
> surpreender ao saber que diversos produtos e serviços anteriormente
> oferecidos e comprados por uma minoria da população estão hoje acessíveis
> àqueles que ganham 1,5 salários mínimos por mês.
>
> Durante mais de 30 anos de minha vida profissional fui descontado para a
> previdência social no teto máximo de contribuição. Durante alguns anos
> recolhi sobre VINTE salários mínimos. Depois esse teto caiu para DEZ
> salários mínimos. Gostaria muito de receber hoje uma aposentadoria de DEZ
> salários mínimos - R$ 6.220,00. Recebo a metade e, espero, algum dia o
> sistema previdenciário possa reparar essa injustiça HISTÓRICA. Hoje,
> confio nos meus governantes e estou convencido de que não podem atender a
> esse meu desejo sem prejuízo de uma política de recuperação de perdas
> - ainda mais antigas, mais necessária e mais benéfica para a economia
> nacional - do salário mínimo.
>
> Abraço,
>
> SCN
>
>
> ----- Original Message -----
> *From:* marcos ferreira pinto basto <marcospintobasto@superig.com.br>
> *To:* tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> *Sent:* Wednesday, February 15, 2012 7:59 AM
> *Subject:* Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
>
>
> *Caro Sérgio, a arrecadação de impostos vinculados à Previdência Social
> tem sido sempre superior*
> *às despesas da Previdência, mas infelizmente os administradores públicos
> que têm passado por*
> *Brasília, ao invés de aplicarem as verbas excedentes em grandes
> empreendimentos de infra-estruturas*
> *e respeitarem essas aplicações como se fossem empréstimos contraídos
> junto da agiotagem internacional,*
> *têm desviado verbas com finalidades diversas que vão desde a construção
> da ponte Rio/Niterói, Itaipu até*
> *ao misterioso superávit primário, uma invenção da mais pura picaretagem
> entreguista.*
> *Dentro do próprio INSS não existe um critério rígido na concessão e
> pagamento de benefícios, existindo*
> *pensões de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete chaves.
> O próprio Lula recebe uma pensão*
> *por invalidez superior a R 5.000,00 que já li informação de ter esse
> valor porque já foi preso político. Não lembro*
> *dessa prisão.*
> *Mas durante a capatazia do maior traidor da Pátria que o Brasil já teve,
> o vendilhão FHC encarregou o António*
> *Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de
> contenção de gastos na Previdência Social.*
> *Essa besta quadrada do Anastasia que não deve ter parentes pobres e tem
> aquela coragem própria dos larápios*
> *que arrancam os relógios e correntes de ouro dos velhinhos, entre outras
> pérolas da mais pura contabilidade de*
> *traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que
> auferem benefícios superiores ao salário*
> *mínimo,com metate do valor do índice anual de reajuste daquele valor.*
> *Nos primeiros três anos, o aposentado não sente a desvalorização de seu
> benefício, mas a partir do 5º ano começa a ver quanto é espoliado.*
> *Não entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma
> medida tão estapafúrdia que não tem base legal nenhuma. Segundo a*
> *constituição, os salários são irredutíveis e para todos os efeitos, o
> benefício de aposentadoria é o prolongamento salarial do trabalhador que
> atingiu limites*
> *previstos na lei.*
> *NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? Só o pobre porque ao
> menor descuido seu, pode ser confundido com ladrão e sobra cana pra ele!*
> *Mas como funciona a econômia do Brasil? Só um Phd em econômia, formado
> no Bangla Desh, poderá entender*
> *a mecanica trampolineira das contas governamentais.*
> *Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central
> (independente), um grupo de super iluminados*
> *financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empréstimos
> contraídos pelo governo com os agiotas nacionais*
> *e internacionais. Na grande maioria dos países, a taxa máxima de juros
> sobre grandes empréstimos é de 3%aa.*
> *Depois, o Lula não declarou que tínhamos saldado a dívida externa? Então
> para que serve o tal superávit primário, outra*
> *pérola negra desses cientistas em extorsão de incautos?*
> *O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do Lula.
> Meireles, alto funcionário aposentado do Banco*
> *de Boston, com residência fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta
> das galinhas de ovos de ouro.*
> *Sabe qual a razão porque o Brasil não entrou de roldão nessa crise
> financeira "cozinhada" nos EUA e estendida à Europa*
> *pelos grandes agiotas internacionais?*
> *Na atual conjuntura econômica e financeira mundial, um dólar dos EUA
> vale R 1,71, mas o dólar é uma moeda sem lastro*
> *físico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas
> por alto seriam necessários cerca de 8 Euros para*
> *comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? Já ouviu falar
> em operações paralelas de cambio? Se o*
> *Brasil adotasse o sistema de operações paralelas, teria um superávit tão
> grande com as maiores econômias do mundo que*
> *talvez estivesse no topo delas.*
> *Mas como é vítima da maior esculhambação econômica, financeira,
> científica e técnica, até no pagamento das prestações de*
> *utilidades domésticas, o comércio cobra dos incautos consumidores, juros
> sobre quantias já pagas e juros sobre juros. *
> *Coisa de agiota made in USA.*
> *Então quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, não só eles
> como os trabalhadores ativos, fico exasperado*
> *porque não vejo nenhuma reação da sociedade, nem de setores mais
> ilustrados com conhecimentos matemáticos.*
> *O salário mínimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os "nobres
> cientistas sociais" conseguiram chegar a esse*
> *valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo
> meretrício das principais cidades do País.*
> *Roubam-me hoje R 2.050,00/mês! Roubam quantias de 9 milhões de
> benefícios cujos titulares contribuíram compulsóriamente,*
> *mas julgando serem tratados com um mínimo de seriedade na hora de se
> aposentarem. Lêdo engano! Não me admiro muito se *
> *mais tarde começarem a morrer idosos aos montes, vítimas de gripe que
> poderá ser suína, das gaivotas ou dos urubus.*
> *Quando um cara fica velho, garanto-lhe que é uma merda!*
> *Um abraço,*
> *Marcos Pinto Basto
> *
> Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <
> sergio.neumayer@globo.com> escreveu:
>
> **
>
> **
> Marcos,
>
> Como a questão "aposentadorias" contém aspectos técnicos quase tão
> importantes quanto os políticos, entendo que seria muito interessante se
> você pudesse desenvolver mais o tema informando a este fórum:
> 1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos
> aposentados foi inferior à inflação;
> 2. De onde viriam os recursos necessários para que fossem pagas as perdas
> dos aposentados prejudicados.
>
> Abraço,
>
> SCN
>
>
>
> ----- Original Message -----
> *From:* marcos ferreira pinto basto <marcospintobasto@superig.com.br>
> *To:* tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
> *Sent:* Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
> *Subject:* Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula
> para o 32º aniversário do PT
>
>
> *Faltou acrescentar: Nestes dias difíceis que atravesso, pesa-me na
> consciência o grande roubo dos aposentados que ganham acima do salário
> mínimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito
> continuei aplicando e nem sei porque...*
> *Marcos Pinto Basto
> *
> Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Tristão <danitristao@uol.com.br>escreveu:
>
> **
>
> **
> Cara Presidenta da República Dilma Rousseff,
> Caro Presidente do PT Rui Falcão,
> Dirigentes e Militantes do PT,
> Companheiras e Companheiros,
>
>
> Eu queria muito estar hoje em Brasília com vocês. Além de celebrar
> coletivamente o aniversário do nosso partido, teria a oportunidade de rever
> e abraçar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo têm um papel
> fundamental na minha vida.
>
> No entanto, o meu tratamento de saúde entrou em sua etapa final e devo
> manter a rigorosa disciplina seguida até agora, para que a cura seja
> completa e eu volte o mais rápido possível à militância social e política
> que tanto nos apaixona e mobiliza.
>
> Se não terei, hoje, a alegria de revê-los, é porque quero estar com vocês
> muitas e muitas vezes nos próximos meses e nos anos vindouros, participando
> intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da dignidade do povo
> brasileiro e da democratização cada vez mais substantiva da nossa sociedade.
>
> O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajetória e de suas
> conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de
> preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da
> história do Brasil e uma das organizações progressistas mais respeitadas do
> mundo. Cumprimos, com notável êxito, os principais compromissos contidos em
> nosso “Manifesto de Fundação” lançado em 10 de fevereiro de 1980 naquele
> memorável encontro do Colégio Sion.
>
> Nunca será demais lembrar que, junto com outras forças de oposição, o PT
> contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a
> redemocratização do país. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das
> organizações populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da
> sociedade civil brasileira. O chamado “modo petista de governar”, primeiro
> nos municípios e estados e depois no próprio governo federal, renovou
> profundamente a cultura administrativa do país, tornando-o muito mais
> republicano e participativo. Construímos, em parceria com outros partidos
> de esquerda, imprescindíveis ao sucesso da causa comum, generosas frentes
> populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao país um
> modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir
> renda e promover inclusão social. E fomos além. Inspirados no saudoso Paulo
> Freire, que recomendava “unir os diferentes para melhor enfrentar os
> antagônicos”, constituímos uma ampla aliança de centro-esquerda para
> conquistar democraticamente a Presidência da República.
>
> Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram,
> pacificamente, uma verdadeira revolução econômica e social, levando o país
> a dar um extraordinário salto produtivo e tecnológico e, sobretudo,
> incorporando aos direitos básicos de cidadania dezenas de milhões de
> brasileiros e brasileiras que viviam à margem da sociedade. Tudo isso
> resultou em uma nação muito mais próspera e justa, que conquistou
> importante lugar no mundo. A atuação internacional do Brasil expressa os
> mesmos valores éticos e políticos, afirmando a soberania do país,
> impulsionando a integração regional e pugnando pela reforma da ordem
> global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham
> verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.
>
> Nosso projeto transformador, hoje sob a liderança da querida companheira
> Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, lúcida e competente, que o Brasil e
> o mundo estão aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.
>
> A Presidenta Dilma, além de consolidar as conquistas do período
> precedente, cujo mérito é também dela, como excelente ministra que foi,
> está dotando o país de novos objetivos estratégicos, que devemos apoiar com
> entusiasmo. São metas econômicas, políticas, sociais e culturais que
> pavimentam o caminho do futuro. Peço licença a vocês para destacar duas
> delas, que tocam fundo o meu coração: erradicar a extrema pobreza até 2014,
> dando oportunidade de sobrevivência digna a 16 milhões de pessoas, por meio
> do Programa Brasil Sem Miséria; e expandir em escala massiva o ensino
> profissional e tecnológico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec,
> que pretende beneficiar 8 milhões de jovens até 2016.
>
> Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os
> avanços obtidos sob a liderança do PT são inequívocos e prefiguram
> conquistas ainda maiores e mais valiosas.
>
> Para estar à altura de suas responsabilidades, como esteve até agora, o
> nosso partido precisa manter-se sempre democrático e inovador, sem perder
> nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfeiçoar a
> cada dia.
>
> Quero concluir essa saudação dizendo da minha alegria em saber que nesse
> ato estão sendo homenageadas duas pessoas admiráveis, que dedicaram toda a
> sua vida aos ideais de liberdade e justiça: Apolônio e Reneè de Carvalho.
> Sei que outros falarão sobre o inesquecível e insubstituível Apolônio.
> Direi uma palavra sobre a caríssima Reneè. Nada melhor do que o espírito
> fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira para
> simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa
> caminhada.
>
> *Um grande abraço do Lula*
>
>
> http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-
>
>
>
>
> --
> Marcos Pinto Basto
> Tel. 013 3467 4204
>
>
>
>
>
>
> --
> Marcos Pinto Basto
> Tel. 013 3467 4204
>
>
>
>
>
>
> --
> Marcos Pinto Basto
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>
>
>
>
>
>
> --
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>
>
>

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204
8.3.

Re: Marcos Basto

Enviado por: "Sergio Neumayer" sergio....@globo.com   sergioneumayer

Seg, 20 de Fev de 2012 12:52 am



Marcos,

Acho que seria mais adequado você disponibilizar nessa rede a cópia que me remeteu. Será importante que todos tenham a oportunidade de ver. Pouco importa se é autêntica - indica uma renda mensal de aposentadoria pouco superior a R$ 2.000 por mês. Nada tem a ver com invalidez e nem supera o teto pago pelo INSS.

SCN

----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 19, 2012 11:23 PM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Caro Luiz, tinha enviado ao Sérgio Neumayer uma cópia do extrato do benefício que

Lula recebe porque não acreditou em afirmação que lhe havia feito.
De fato não podemos acreditar na maior parte das informações que circulam na net,
mas para isso que existe bom senso e cada um tem sua capacidade de raciocinar.
A notícia falsa que me envia para fortalecer sua afirmação que não devemos acreditar
em tudo que circula na internet, já havia sido retida por meus filtros por ser falsa.
A que enviei ao Sérgio, foi em e-mail de provedor contratado há muitos anos e tem minha
identificação. Posso provar na justiça tudo o que remeto em meus e-mails.
Podem levar a cópia do benefício do Lula aos maiores e melhores peritos criminais em
analisar documentos para desfazerem vossas dúvidas em relação ao documento e minha
seriedade.
Marcos Pinto Basto
PS: E-mail muito interessante http://www.youtube.com/watch?v=wlfDR7j7KWs

Em 19 de fevereiro de 2012 22:21, Luiz G A de Mello Gaia <lgamgaia@hotmail.com> escreveu:

Caro Marcos
Veja abaixo a noticia que circulou na internet por muito tempo, procure identificar a fotografia abaixo, dada como sede da Fazenda Valparaiso e veras que a Esta foto é da ESALQ em Piracicaba/SP. Então não acredite em tudo que circula por ai, procure provas verdadeiras.

“Lulinha”, o grande empreendedor da família do presidente
jul 29
Publicado por Pedro Ribeiro em Noticias, Política
Circula na internet material que destaca o potencial empreendedor do filho do presidente Lula, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha. Há cinco anos, ele era subempregado do zoológico de São Paulo, onde recebia salário de R$ 1.500,00. Hoje, o filho de Lula é o feliz proprietário da Fazenda Fortaleza, em Valparaíso, em São Paulo, e que está certificada em cartório de registro de imóveis. Lulinha comprou a área (de porteira fechada) – às margens da rodovia Marechal Rondon, de propriedade de José Carlos Prata Cunha (um dos maiores produtores de boi Nelore do País) –, por R$ 47 milhões. Para juntar todo esse dinheiro, Lulinha teria que trabalhar 2.612 anos para comprar a fazenda. Aliás, o “empreendedor” não ficou na aquisição dessa fazenda. No Pará, nas regiões de Redenção, Marabá e Carajás, Lulinha comprou várias fazendas, pagando por elas mais de R$ 100 milhões. Neste negócio, são seus sócios, Duda Mendonça e Daniel Dantas. O interessante é que os “dons fenomenais” de Lulinha só apareceram depois que o pai chegou ao Palácio do Planalto. Vai ver seja esse o tão anunciado “espetáculo do crescimento”, que seu pai, o presidente Lula tanto fala.

Fazenda do Lulinha em Vaparaiso

Luiz Gastão A. Mello Gaia

Dignidade Sempre

Minas Gerais, não dá para explicar, tem que viver

----------------------------------------------------------
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
From: marcospintobasto@superig.com.br
Date: Sat, 18 Feb 2012 04:18:25 -0200

Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Sérgio,

nunca duvidei de seus conhecimentos técnicos, assim como acreditei muito no Lula até ao
dia em que ordenou ao ministro da justiça para colocar a cúpula da polícia Federal contra o
Delegado Protógenes Queiroz que havia investigado todas as negociatas de seu filho Lulinha com o super burlão Daniel Dantas, investigações essas que não constavam do relatório oficial, mas estão registradas no relatório da operação.
Lula foi um estadista muito competente em suas decisões de política externa, mas faltou-lhe assessoria competente em estratégia militar para a segurança nacional. Encerrou seus mandatos com chave de ouro ao escolher Dilma Roussef para sua sucessora que tem maior aprovação da opinião pública nacional.
Suas considerações sobre minhas opiniões fogem do cerne da questão em causa que trata do roubo continuado dos aposentados ganhando mais que o salº. minº. , sofrem no reajuste anual de seus benefícios, manobra que fere a constituição.
Suas sugestões são impróprias, assim como seu parecer sobre rede que frequento cuja fertilidade está bem patente em tudo que postam.
Quanto à aposentadoria do Lula, pode solicitar informações ao Instituto Lula que certamente o deixarão mais esclarecido.
Marcos Pinto Basto

Em 17 de fevereiro de 2012 18:49, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marco,

Se você não acredita em mim nas questões técnicas (que por acaso entendo), não acredita no Lula, não acredita na Dilma e desconfia do governo que tem a aprovação de 80% da população (talvez também não acredite nas pesquisas), sobram poucas alternativas:

1. Tentar eleger outro grupo político em quem confie - talvez até sendo o candidato para evitar dúvidas;

2. Insurgir-se contra o governo constitucional;

3. Mudar-se para um país onde as coisas aconteçam como você entende serem corretas.

Em qualquer caso, parece-me que você está na rede errada, tentando semear em terreno pouco fértil.

Abraço forte.

SCN
----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 17, 2012 1:35 PM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Prezado Sérgio, sequer imagino quais são suas fontes de informação sobre a situação de Lula perante a Previdência Social pois Luis Inácio

Lula da Silva continua recebendo benefício com título de aposentadoria por invalidez parcial previdenciária que supera R 5.000,00, podendo
desempenhar qualquer outra função que não seja imperiosa a utilização do dedo mínimo.
O know how dos malabarismos financeiros que regem as contas do tesouro nacional é comandado pelos sobrinhos do tio sam que têm
numerosos "servidores" por aqui. Uma minuciosa auditoria de nossas contas internas e externas efetuada por peritos criminais nacionais
muito competentes que temos, coadjuvados por peritos internacionais, revelaria quantas trampolinagens já foram feitas neste Brasil,
principalmente no "reinado" do FHC, o maior traidor da Pátria que tivemos, impossível de superar.
Quais as razões porque todos os grandes e médios empresários nacionais reclamam tanto da SELIC ? Estão todos errados?
Hoje estou afastado de muitas fontes de informações espalhadas pelo mundo, mas sei que as aplicações financeiras de grandes agiotas
internacionais, recebem tratamentos especiais como isenção de IOF que não nos informam.
Existe grande intromissão yankee nos nossos assuntos internos que foram hábilmente contornados por Lula e alguns assessores, mas
dificultaram a concessão de benefícios sociais ao Povo mais carente. O Bolsa Família poderia ser um benefício de maior valor e mais
abrangente com melhor sistema de controle. Numerosas prefeituras facilitam a concessão do benefício para os apaniguados do "gerente"
municipal. A classe operária mais pobre teve a possibilidade de melhorar um pouco a vida, muito embora tenham havido "excessos" que
partiram exatamente da gananciosa máfia da agiotagem nacional como por exemplo facilitar a compra de automóvel novo em até 80 meses.
Moro num bairro pobre que se confunde com a favela e ainda hoje vejo indivíduos que ganham menos de mil reais por mês com carro
comprado nessas condições, só que na maioria dos casos têm IPV e prestações atrazadas, muitas multas de trânsito e numerosas falhas
por falta de manutenção. Sem contar aqueles que a justiça conseguiu apreender o veículo por falta de pagamento.
Os empréstimos consignados a aposentados é outra grande vigarice que ilude o tomador do empréstimo por um dia e complica sua vida
em até 365 X 5 = 1.825 dias. Por urgente necessidade de ultrassonografias fui obrigado a entrar numa dessas armadilhas.
Lula e sua equipe beneficiaram os mais pobres, mas esqueceram de não lesar outros pobres que é o meu caso e milhões de
aposentados que ganham mais que essa quantia que designam de salário mínimo e o fazem atropelando a lei maior, hoje toda esfarrapada.
Ainda existe muita gente séria e honesta no Brasil que não é representada no congresso nacional, valhacouto da elite criminosa que
campeia por aí, nem tão pouco escutam nossas reclamações e depois acontecem barbaridades muito criminosas como a trombeteada
"reintegração de posse" do bairro Pinheirinho em S.José dos Campos/SP da responsabilidade de Geraldo Alckmin que alega ter feito
cumprir a lei e os maiores juristas brasileiros e estrangeiros declaram ter cometido um crime contra a segurança social. E mostra-se
como grande católico praticante e membro do Opus Dei.
Torno a escrever-lhe por estes dias porque surgiram numerosas falhas na minha conexão da Banda Larga, o tal speedy da Telefónica
que vive fraudando os contratos com os assinantes e a ANATEL nada faz.
Um abraço,
Marcos Pinto Basto

Em 16 de fevereiro de 2012 01:37, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marcos,

Entendo sua revolta; é duro não receber no fim do mês o valor necessário para cobrir todas as despesas que temos (ou queremos ter). Entretanto, seu texto contém - em minha opinião - alguns equívocos de ordem técnica ou de desinformação habilmente plantada ao longo dos anos. Vou tentar comentar aqueles, que segundo meu entendimento, são os de maior importância:

1. Lula NÃO é aposentado por invalidez. Provavelmente ficou algum tempo de licença e recebeu proventos da previdência oficial durante o período de convalescença quando perdeu o dedo - mas obviamente não se aposentou, pois se o tivesse feito não poderia ter sido presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo.

2. A dívida externa brasileira NUNCA foi e nunca será quitada enquanto o país estiver inserido na economia internacional. A maior parte da divida externa hoje é privada; embora existam ainda diversos títulos do governo pendentes de liquidação - por não estarem vencidos - no mercado internacional. Lula NUNCA declarou ter quitado a dívida externa; declarou sim o que o país conseguiu durante seu mandato - quitar a dívida com o FMI e acumular reservas internacionais em valor superior à dívida externa.

3. Não existe ligação nenhuma entre superávit primário e dívida externa. A geração de superávit primário é necessária para que seja possível pagar juros da dívida interna e evitar que volte a subir de forma desordenada como ocorria no passado. A mecânica é muito simples e não existe necessidade de curso em Bangladesh para entender: quando um país tem déficit orçamentário, precisa emitir títulos públicos para captar o valor desse déficit e pagar todas as suas contas além dos juros vencidos sobre a dívida já existente. Se o superávit é ZERO precisa emitir novos títulos para pagar apenas os juros. Quando tem superávit primário, paga os juros vencidos e,se possível, reduz o endividamento. Essa é a política que tem dado certo, além de ter o apoio maciço da população brasileira expresso nas urnas e no resultado das pesquisas de opinião. Alguns entendem que seria melhor continuar aumentando cada vez mais a dívida pública até transformar o país em uma Grécia. Outros talvez preferissem, simplesmente, emitir moeda e catapultar a inflação - nas duas alternativas (e não existem outras) a conta seria paga pelo povo como já vimos na história recente brasileira

4. As grandes obras a que você se refere, bem como toda a infraestrutura energética brasileira nos diversos setores, foram as grandes geradoras da dívida pública brasileira que hoje estamos administrando muito bem. Se eu tivesse sido consultado, direta ou indiretamente na época, preferiria que aqueles investimentos tivessem sido realizados com recursos tributários - aumentos de impostos. Infelizmente, o país estava submetido a uma ditadura e não fui consultado. O aumento de tributos que deveria - e poderia com facilidade - ter sido aplicado na década de 70 do século passado só ocorreu na segunda metade dos anos 90, quando a tributação passou de 24% do PIB para 36% do PIB.

5. A taxa SELIC é estabelecida segundo critérios técnicos. É muito fácil saber se o critério técnico utilizado foi correto - basta conferir as taxas de juros estabelecidas em leilão, para títulos do mesmo governo federal, emitidos periodicamente. Ao contrário daquilo que muitos acreditam, iludidos por comentários mais políticos do que técnicos, a taxa SELIC não é tão alta quanto parece - explico: a renda nominal obtida por um aplicador em títulos federais é integralmente tributada pelo imposto de renda - média de 20% para pessoas físicas e 34% para pessoas jurídicas. Ou seja; o governo paga de um bolso e recebe no outro. Para o aplicador pessoa física significa receber 12% menos 2,4% que deixa de imposto na fonte - cerca de 9,5% com uma inflação de 6% é renda efetiva pouco superior a 3% ao ano - no caso de aplicações de pessoas jurídicas o juro real anual é menor do que 3%. Convenhamos; é muito pouco juro para satisfazer um "agiota" de qualquer país do planeta terra - agiotas no Brasil não costumam se satisfazer com menos de 10% AO MÊS.

6. As taxas de câmbio no Brasil, hoje, são fixadas pelo mercado. Se existem mais entradas do que saídas de moeda estrangeira, a taxa de câmbio cai - quando ocorre o movimento inverso a taxa de câmbio sobe. Sempre que foram tentadas articulações diferentes nesse país, a vaca foi para o brejo - a mais recente foi a política desastrada de bandas cambiais durante o mandato do Príncipe da Sorbonne - Dom FHC.

7. Todos nós gostaríamos muito de ter um salário mínimo equivalente a R$ 2.300; se possível até mais do que isso. O problema é como chegar lá, e com que velocidade, sem que o trabalhador devolva tudo em decorrência de uma inflação galopante e crescente. Hoje o salário mínimo é praticado apenas pela previdência social e governos. O piso salarial de empregados domésticos no Rio de Janeiro é de 1,5 salários mínimos. Qualquer que seja o parâmetro utilizado - inflação, taxa de câmbio, cestas básicas, etc. - a conclusão única possível é que avançamos, e muito, nos últimos anos. Se preferir, faça outro tipo de avaliação - compare o prefil atual dos compradores de shoppings center com a clientela anterior ao governo Lula. Observe como cresceu a quantidade de carros circulando nas grandes cidades. Visite os aeroportos e tente saber a profissão dos passageiros que embarcam atualmente para o norte e nordeste do Brasil - vai se surpreender ao saber que diversos produtos e serviços anteriormente oferecidos e comprados por uma minoria da população estão hoje acessíveis àqueles que ganham 1,5 salários mínimos por mês.

Durante mais de 30 anos de minha vida profissional fui descontado para a previdência social no teto máximo de contribuição. Durante alguns anos recolhi sobre VINTE salários mínimos. Depois esse teto caiu para DEZ salários mínimos. Gostaria muito de receber hoje uma aposentadoria de DEZ salários mínimos - R$ 6.220,00. Recebo a metade e, espero, algum dia o sistema previdenciário possa reparar essa injustiça HISTÓRICA. Hoje, confio nos meus governantes e estou convencido de que não podem atender a esse meu desejo sem prejuízo de uma política de recuperação de perdas - ainda mais antigas, mais necessária e mais benéfica para a economia nacional - do salário mínimo.

Abraço,

SCN

----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 15, 2012 7:59 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto

Caro Sérgio, a arrecadação de impostos vinculados à Previdência Social tem sido sempre superior

às despesas da Previdência, mas infelizmente os administradores públicos que têm passado por
Brasília, ao invés de aplicarem as verbas excedentes em grandes empreendimentos de infra-estruturas
e respeitarem essas aplicações como se fossem empréstimos contraídos junto da agiotagem internacional,
têm desviado verbas com finalidades diversas que vão desde a construção da ponte Rio/Niterói, Itaipu até
ao misterioso superávit primário, uma invenção da mais pura picaretagem entreguista.
Dentro do próprio INSS não existe um critério rígido na concessão e pagamento de benefícios, existindo
pensões de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete chaves. O próprio Lula recebe uma pensão
por invalidez superior a R 5.000,00 que já li informação de ter esse valor porque já foi preso político. Não lembro
dessa prisão.
Mas durante a capatazia do maior traidor da Pátria que o Brasil já teve, o vendilhão FHC encarregou o António
Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de contenção de gastos na Previdência Social.
Essa besta quadrada do Anastasia que não deve ter parentes pobres e tem aquela coragem própria dos larápios
que arrancam os relógios e correntes de ouro dos velhinhos, entre outras pérolas da mais pura contabilidade de
traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que auferem benefícios superiores ao salário
mínimo,com metate do valor do índice anual de reajuste daquele valor.
Nos primeiros três anos, o aposentado não sente a desvalorização de seu benefício, mas a partir do 5º ano começa a ver quanto é espoliado.
Não entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma medida tão estapafúrdia que não tem base legal nenhuma. Segundo a
constituição, os salários são irredutíveis e para todos os efeitos, o benefício de aposentadoria é o prolongamento salarial do trabalhador que atingiu limites
previstos na lei.
NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? Só o pobre porque ao menor descuido seu, pode ser confundido com ladrão e sobra cana pra ele!
Mas como funciona a econômia do Brasil? Só um Phd em econômia, formado no Bangla Desh, poderá entender
a mecanica trampolineira das contas governamentais.
Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central (independente), um grupo de super iluminados
financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empréstimos contraídos pelo governo com os agiotas nacionais
e internacionais. Na grande maioria dos países, a taxa máxima de juros sobre grandes empréstimos é de 3%aa.
Depois, o Lula não declarou que tínhamos saldado a dívida externa? Então para que serve o tal superávit primário, outra
pérola negra desses cientistas em extorsão de incautos?
O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do Lula. Meireles, alto funcionário aposentado do Banco
de Boston, com residência fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta das galinhas de ovos de ouro.
Sabe qual a razão porque o Brasil não entrou de roldão nessa crise financeira "cozinhada" nos EUA e estendida à Europa
pelos grandes agiotas internacionais?
Na atual conjuntura econômica e financeira mundial, um dólar dos EUA vale R 1,71, mas o dólar é uma moeda sem lastro
físico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas por alto seriam necessários cerca de 8 Euros para
comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? Já ouviu falar em operações paralelas de cambio? Se o
Brasil adotasse o sistema de operações paralelas, teria um superávit tão grande com as maiores econômias do mundo que
talvez estivesse no topo delas.
Mas como é vítima da maior esculhambação econômica, financeira, científica e técnica, até no pagamento das prestações de
utilidades domésticas, o comércio cobra dos incautos consumidores, juros sobre quantias já pagas e juros sobre juros.
Coisa de agiota made in USA.
Então quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, não só eles como os trabalhadores ativos, fico exasperado
porque não vejo nenhuma reação da sociedade, nem de setores mais ilustrados com conhecimentos matemáticos.
O salário mínimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os "nobres cientistas sociais" conseguiram chegar a esse
valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo meretrício das principais cidades do País.
Roubam-me hoje R 2.050,00/mês! Roubam quantias de 9 milhões de benefícios cujos titulares contribuíram compulsóriamente,
mas julgando serem tratados com um mínimo de seriedade na hora de se aposentarem. Lêdo engano! Não me admiro muito se
mais tarde começarem a morrer idosos aos montes, vítimas de gripe que poderá ser suína, das gaivotas ou dos urubus.
Quando um cara fica velho, garanto-lhe que é uma merda!
Um abraço,
Marcos Pinto Basto

Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <sergio.neumayer@globo.com> escreveu:

Marcos,

Como a questão "aposentadorias" contém aspectos técnicos quase tão importantes quanto os políticos, entendo que seria muito interessante se você pudesse desenvolver mais o tema informando a este fórum:
1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos aposentados foi inferior à inflação;
2. De onde viriam os recursos necessários para que fossem pagas as perdas dos aposentados prejudicados.

Abraço,

SCN

----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To: tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula para o 32º aniversário do PT

Faltou acrescentar: Nestes dias difíceis que atravesso, pesa-me na consciência o grande roubo dos aposentados que ganham acima do salário mínimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito continuei aplicando e nem sei porque...

Marcos Pinto Basto

Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Tristão <danitristao@uol.com.br> escreveu:

Cara Presidenta da República Dilma Rousseff,
Caro Presidente do PT Rui Falcão,
Dirigentes e Militantes do PT,
Companheiras e Companheiros,

Eu queria muito estar hoje em Brasília com vocês. Além de celebrar coletivamente o aniversário do nosso partido, teria a oportunidade de rever e abraçar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo têm um papel fundamental na minha vida.

No entanto, o meu tratamento de saúde entrou em sua etapa final e devo manter a rigorosa disciplina seguida até agora, para que a cura seja completa e eu volte o mais rápido possível à militância social e política que tanto nos apaixona e mobiliza.

Se não terei, hoje, a alegria de revê-los, é porque quero estar com vocês muitas e muitas vezes nos próximos meses e nos anos vindouros, participando intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da dignidade do povo brasileiro e da democratização cada vez mais substantiva da nossa sociedade.

O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajetória e de suas conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da história do Brasil e uma das organizações progressistas mais respeitadas do mundo. Cumprimos, com notável êxito, os principais compromissos contidos em nosso “Manifesto de Fundação” lançado em 10 de fevereiro de 1980 naquele memorável encontro do Colégio Sion.

Nunca será demais lembrar que, junto com outras forças de oposição, o PT contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a redemocratização do país. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das organizações populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da sociedade civil brasileira. O chamado “modo petista de governar”, primeiro nos municípios e estados e depois no próprio governo federal, renovou profundamente a cultura administrativa do país, tornando-o muito mais republicano e participativo. Construímos, em parceria com outros partidos de esquerda, imprescindíveis ao sucesso da causa comum, generosas frentes populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao país um modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir renda e promover inclusão social. E fomos além. Inspirados no saudoso Paulo Freire, que recomendava “unir os diferentes para melhor enfrentar os antagônicos”, constituímos uma ampla aliança de centro-esquerda para conquistar democraticamente a Presidência da República.

Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram, pacificamente, uma verdadeira revolução econômica e social, levando o país a dar um extraordinário salto produtivo e tecnológico e, sobretudo, incorporando aos direitos básicos de cidadania dezenas de milhões de brasileiros e brasileiras que viviam à margem da sociedade. Tudo isso resultou em uma nação muito mais próspera e justa, que conquistou importante lugar no mundo. A atuação internacional do Brasil expressa os mesmos valores éticos e políticos, afirmando a soberania do país, impulsionando a integração regional e pugnando pela reforma da ordem global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.

Nosso projeto transformador, hoje sob a liderança da querida companheira Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, lúcida e competente, que o Brasil e o mundo estão aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.

A Presidenta Dilma, além de consolidar as conquistas do período precedente, cujo mérito é também dela, como excelente ministra que foi, está dotando o país de novos objetivos estratégicos, que devemos apoiar com entusiasmo. São metas econômicas, políticas, sociais e culturais que pavimentam o caminho do futuro. Peço licença a vocês para destacar duas delas, que tocam fundo o meu coração: erradicar a extrema pobreza até 2014, dando oportunidade de sobrevivência digna a 16 milhões de pessoas, por meio do Programa Brasil Sem Miséria; e expandir em escala massiva o ensino profissional e tecnológico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec, que pretende beneficiar 8 milhões de jovens até 2016.

Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os avanços obtidos sob a liderança do PT são inequívocos e prefiguram conquistas ainda maiores e mais valiosas.

Para estar à altura de suas responsabilidades, como esteve até agora, o nosso partido precisa manter-se sempre democrático e inovador, sem perder nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfeiçoar a cada dia.

Quero concluir essa saudação dizendo da minha alegria em saber que nesse ato estão sendo homenageadas duas pessoas admiráveis, que dedicaram toda a sua vida aos ideais de liberdade e justiça: Apolônio e Reneè de Carvalho. Sei que outros falarão sobre o inesquecível e insubstituível Apolônio. Direi uma palavra sobre a caríssima Reneè. Nada melhor do que o espírito fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira para simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa caminhada.

Um grande abraço do Lula

http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-

--
Marcos Pinto Basto
Tel. 013 3467 4204

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9.

Estatuto da Juventude – Com a nova lei os jovens terão ainda

Enviado por: "NATAN de Guarulhos Jornalista" jornalista.na...@gmail.com   natapcdob

Dom, 19 de Fev de 2012 10:27 pm



Estatuto da Juventude – Com a nova lei os jovens terão ainda menos direitos

http://www.ujs.org.br/site/portal/images/stories/UJS/estatuto_andre.jpg

Na última quarta feira, dia 15 de fevereiro a Comissão de Constituição,
Justiça e Cidadania do Senado aprovou o Estatuto da Juventude – PLC
98/2011. Era de se esperar que este fosse um motivo de comemoração, mas,
infelizmente, não é. Ao invés de ampliar os direitos dos jovens
brasileiros, o estatuto é um forte ataque aos poucos que já existem. O
projeto restringe a meia entrada em eventos culturais e esportivos a 40 %
das vagas em eventos privados e 50% nos públicos. É um ataque escandaloso,
ainda mais em um país onde o preço dos ingressos dos cinemas, dos shows e
dos jogos de futebol já afasta boa parte da juventude do direito ao lazer.
O passe livre nacional, uma reivindicação histórica do movimento estudantil
brasileiro, passou longe dos debates do projeto. Apoiado por Demóstenes
Torres (DEM –GO) o relator Randolfe Rodrigues (PSOL) retirou do texto o
desconto de 50% nas passagens intermunicipais e interestaduais, no lugar
ele incluiu duas vagas gratuitas por veículo para jovens com renda até dois
salários mínimos. Alguém tem que avisar ao Senador que existem milhões de
jovens nessa faixa salarial.
O projeto também chama atenção pelos seus apoiadores. Já era esperada a
posição do Senador do DEM e de Aloísio Nunes – PSDB que batalharam durante
toda a tramitação do projeto para defender os interesses da indústria do
entretenimento e das empresas que controlam o transporte público. O
surpreendente foi esse projeto contar com o aval de um senador do PSOL, um
partido de esquerda que deveria estar do outro lado nesse debate.

Nas fotos da aprovação do projeto Randolfe aparece festejando junto com os
dirigentes da UNE, que não só apóia como fez ativa campanha pela aprovação
da proposta. Esse dia vai entrar para história do movimento estudantil
brasileiro como mais um lamentável episódio em que a entidade vende (desta
vez literalmente) os interesses dos estudantes.
Os apoiadores do projeto apontam que o fato do texto definir como jovem
aquele que tem entre 15 e 29 anos é um grande avanço.Esqueceram de dizer
que não basta ser jovem, nem basta ser estudante, para ter o direito
(restrito) à meia entrada, o estudante agora tem que comprar a carteirinha
da UNE. Há mais de uma década a entidade ganhou o apelido de “fábrica de
carteirinhas”, porque abandou as lutas e transformou uma tradição de auto
financiamento em uma vergonha para o movimento estudantil. Agora o Estatuto
da Juventude vai conferir a entidade o selo oficial de “fábrica de
carteirinhas” em troca do direito irrestrito ao lazer da juventude.

*
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Contato: 11-2496-5423 Fixo
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Em Tempo:

*Guarulhos* é um município da região metropolitana de São Paulo. É a
segunda cidade mais populosa do estado com mais de 1,26 milhão de
habitantes, a 13a. mais populosa do país e a 52a. mais populosa do
continente americano. Integra também o Consórcio de Desenvolvimento dos
Municípios do Alto Tietê - (Condemat). É a cidade não capital estadual mais
populosa do Brasil, além de deter o 2º maior PIB do estado e o 9º maior do
país.

*Empresário:* *Invista Em Guarulhos*
**
10.1.

Re: [tribuna_da_internet] abaixo a Rede Globo - '"“Verás

Enviado por: "sonia montenegro" smonte...@yahoo.com.br   smontenegro47

Seg, 20 de Fev de 2012 3:17 am



Concordo PLENAMENTE!!!

O desfile da Gaviões foi emocionante, e a cobertura do carnaval da Globo, que nunca foi boa, mas piora a cada ano!

Saudade da transmissão da Manchete, qdo da inauguração do sambódromo.

bjs, Sonia.

----- Original Message -----
From: Fernanda Tardin
To: Castor Filho
Cc: encontronacionaldeblogueiros@yahoogrupos.com.br ; saberpolitica@googlegroups.com ; reformapoliticanobrasil@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 19, 2012 12:22 PM
Subject: [tribuna_da_internet] abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.'

http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/02/abaixo-rede-globo-veras-que-um-filho.html

Pra TUDO Não acabar na quarta feira........

abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.'

Na Tela da TV no Meio deste POVO, "“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.

ALô companheiros,

Empolgante, histórico, emocionantye, arrepiante o desfile da Gavioes da Fiel. A Tragetória dele e a luta de todos, narrado em verso, prosa, cordel, samba. DIVERSIDADE CULTURAL, história de vida e de um povo..

MAS questionar é preciso: PESSIMA TRANSMISSAO DA GLOBO ( quem aguardou pra ver atesta) que de saia justas muito pouco narrou o enredo, as fantasias e a história.

Vamos debater esta exclusividade e falta de compromisso com o enredo riquissimo e que foi ocultado pela transmissao.

Tb. não vi pela TV ( DROGA DE EXCLUSIVIDADE que nos faz refem delles) as manifestações populares de carinho e reverencia ao nosso maior presidente do Brasil, o homenageado da escola.

Bjao e A LUTA , COMPAS.... SEM MEDO DE SER FELIZ. bora? bj

Nanda tardin,

E para 'Coroar' hoje cedo uma postagem do Edu Guimaraes confirma:
É CONTRA REVOLUÇÂO, olha o GOLPE aí GENTE

http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/desfile-de-escolas-de-samba-de-sp-pode-sofrer-interferencia-politica-2/
abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.'

Na Tela da TV no Meio deste POVO, "“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.

ALô companheiros,

Empolgante, histórico, emocionantye, arrepiante o desfile da Gavioes da Fiel. A Tragetória dele e a luta de todos, narrado em verso, prosa, cordel, samba. DIVERSIDADE CULTURAL, história de vida e de um povo..

MAS questionar é preciso: PESSIMA TRANSMISSAO DA GLOBO ( quem aguardou pra ver atesta) que de saia justas muito pouco narrou o enredo, as fantasias e a história.

Vamos debater esta exclusividade e falta de compromisso com o enredo riquissimo e que foi ocultado pela transmissao.

Tb. não vi pela TV ( DROGA DE EXCLUSIVIDADE que nos faz refem delles) as manifestações populares de carinho e reverencia ao nosso maior presidente do Brasil, o homenageado da escola.

Bjao e A LUTA , COMPAS.... SEM MEDO DE SER FELIZ. bora? bj

Nanda tardin,

E para 'Coroar' hoje cedo uma postagem do Edu Guimaraes confirma:
É CONTRA REVOLUÇÂO, olha o GOLPE aí GENTE

http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/desfile-de-escolas-de-samba-de-sp-pode-sofrer-interferencia-politica-2/

"Ou Brilhamos Todos Ou Não Brilha Ninguem".
http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
que discute com politicos UM NOVO ES É POSSIVEL,
Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro,
porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
Bjs
Nanda Tardin
32 91363332

10.2.

Re: [tribuna_da_internet] abaixo a Rede Globo - '"“Verás que

Enviado por: "marcos ferreira pinto basto" marcospi...@superig.com.br   marcospi...@rocketmail.com

Seg, 20 de Fev de 2012 6:28 am



*Fora c/Rede Globo! Que vá cobrir o carnaval no Alaska!*

Em 20 de fevereiro de 2012 03:16, sonia montenegro <
smontenegro47@yahoo.com.br> escreveu:

> **
>
>
> **
> *Concordo PLENAMENTE!!!*
> **
> *O desfile da Gaviões foi emocionante, e a **cobertura do carnaval da
> Globo, que nunca foi boa, mas piora a cada ano!*
> **
> *Saudade da transmissão da Manchete, qdo da inauguração do sambódromo.*
> **
> *bjs, Sonia.*
> **
> **
>
> ----- Original Message -----
> *From:* Fernanda Tardin <nandatardin@yahoo.com.br>
> *To:* Castor Filho <castorphoto@gmail.com>
> *Cc:* encontronacionaldeblogueiros@yahoogrupos.com.br ;
> saberpolitica@googlegroups.com ;
> reformapoliticanobrasil@yahoogrupos.com.br
> *Sent:* Sunday, February 19, 2012 12:22 PM
> *Subject:* [tribuna_da_internet] abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um
> filho fiel não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação†.'
>
>
>
>
> http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2012/02/abaixo-rede-globo-veras-que-um-filho.html
>
> Pra TUDO Não acabar na quarta feira........
> abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o
> retrato de uma nação†.'
>
> Na Tela da TV no Meio deste POVO, "“Verás que um filho fiel não foge à
> luta – Lula, o retrato de uma nação†.
>
> ALô companheiros,
>
> Empolgante, histórico, emocionantye, arrepiante o desfile da Gavioes da
> Fiel. A Tragetória dele e a luta de todos, narrado em verso, prosa,
> cordel, samba. DIVERSIDADE CULTURAL, história de vida e de um povo..
>
> MAS questionar é preciso: PESSIMA TRANSMISSAO DA GLOBO ( quem aguardou pra
> ver atesta) que de saia justas muito pouco narrou o enredo, as fantasias e
> a história.
>
> Vamos debater esta exclusividade e falta de compromisso com o enredo
> riquissimo e que foi ocultado pela transmissao.
>
> Tb. não vi pela TV ( DROGA DE EXCLUSIVIDADE que nos faz refem delles) as
> manifestações populares de carinho e reverencia ao nosso maior presidente
> do Brasil, o homenageado da escola.
>
> Bjao e A LUTA , COMPAS.... SEM MEDO DE SER FELIZ. bora? bj
>
> Nanda tardin,
>
> E para 'Coroar' hoje cedo uma postagem do Edu Guimaraes confirma:
> É CONTRA REVOLUÇÂO, olha o GOLPE aí GENTE
>
> http://**www.blogcidadania.com.br/**2012/02/**desfile-de-escolas-de-samba
> **-de-sp-pode-sofrer-interfe**rencia-politica-2/<http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/desfile-de-escolas-de-samba-de-sp-pode-sofrer-interferencia-politica-2/>
> abaixo a Rede Globo - '"“Verás que um filho fiel não foge à luta – Lula, o
> retrato de uma nação†.'
>
> Na Tela da TV no Meio deste POVO, "“Verás que um filho fiel não foge à
> luta – Lula, o retrato de uma nação†.
>
> ALô companheiros,
>
> Empolgante, histórico, emocionantye, arrepiante o desfile da Gavioes da
> Fiel. A Tragetória dele e a luta de todos, narrado em verso, prosa,
> cordel, samba. DIVERSIDADE CULTURAL, história de vida e de um povo..
>
> MAS questionar é preciso: PESSIMA TRANSMISSAO DA GLOBO ( quem aguardou pra
> ver atesta) que de saia justas muito pouco narrou o enredo, as fantasias e
> a história.
>
> Vamos debater esta exclusividade e falta de compromisso com o enredo
> riquissimo e que foi ocultado pela transmissao.
>
> Tb. não vi pela TV ( DROGA DE EXCLUSIVIDADE que nos faz refem delles) as
> manifestações populares de carinho e reverencia ao nosso maior presidente
> do Brasil, o homenageado da escola.
>
> Bjao e A LUTA , COMPAS.... SEM MEDO DE SER FELIZ. bora? bj
>
> Nanda tardin,
>
> E para 'Coroar' hoje cedo uma postagem do Edu Guimaraes confirma:
> É CONTRA REVOLUÇÂO, olha o GOLPE aí GENTE
>
> http://**www.blogcidadania.com.br/**2012/02/**desfile-de-escolas-de-samba
> **-de-sp-pode-sofrer-interfe**rencia-politica-2/<http://www.blogcidadania.com.br/2012/02/desfile-de-escolas-de-samba-de-sp-pode-sofrer-interferencia-politica-2/>
>
> "Ou Brilhamos Todos Ou Não Brilha Ninguem".
> http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
> Blog de Visibilidade de debates da Sociedade ORGANIZADA
> que discute com politicos UM NOVO ES É POSSIVEL,
> Divulgue-nos, Juntos Somos Fortes
> http://conscienciapoliticarazaosocial.blogspot.com/
> Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro,
> porque sUstentar um Topo que nos oprime?"
> Bjs
> Nanda Tardin
> 32 91363332
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