Marcos Basto,
Neste espa����o da Tribuna da Internet n����o adianta insistir com insinua�����es e leviandades sobre Lula. Se voc���� insiste em dizer que Lula ���� aposentado por invalidez, prove! Forne����a o n����mero de seu benef����cio do INSS, que o aposentou por invalidez.
Aproveito para apresentar esclarecimentos e desmentidos , sobre a sua afirma�����o, que classifico de leviana e mentirosa, pois a aposentadoria de Lula, por invalidez, seria uma fraude. Este tipo de mutila�����o n����o enseja direito ���� aposentaria, na profiss����o que exercia.
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Sobre o assunto "aposentadoria" de Lula
Aos 14 anos de idade Lula come����ou a trabalhar nos Armaz����ns Gerais Columbia, onde teve a carteira de trabalho assinada pela primeira vez. A seguir, ainda com a mesma idade, foi trabalhar em uma sider����rgica que produzia parafusos. Foi ali que, em um torno mec����nico, esmagou seu dedo, tendo o m����dico que o atendou optado por amputar o dedo m����nimo, da sua m����o. Ap����s a mutila�����o, Lula teve v����rios outros empregos como metal����rgico, com carteira assinada, chegando a presid����ncia do seu sindicato, como um trabalhador ativo na sua categoria profissional. Se Lula tivesse sido aposentado aos 14 anos de idade, por mutila�����o, n����o poderia ter a carteira assinada em novos empregos e muito menos poderia ser presidente do Sindicato dos Metal����rgicos de S����o Bernardo do Campo.
Em 1980, j���� com 35 anos de idade, no curso de uma greve no ABC paulista, o Sindicato dos Metal����rgicos de S����o Bernardo do Campo sofreu interven�����o, aprovada pelo ministro do Trabalho do general Jo����o Batista Figueiredo, e Lula permaneceu preso durante trinta e um dias, nas instala�����es do DOPS paulista. Em 1981 Lula foi condenado pela Justi����a Militar a tr����s anos e meio de pris����o por incita�����o ���� desordem coletiva. Durante a greve dos metal����rgicos, per����odo em que Lula foi preso e demitido da dire�����o do sindicato, foi tamb����m demitido de seu emprego. Por suposta recomenda�����o da FIESP, aos seus associados, Lula nunca mais conseguiu retornar a sua profiss����o no ABC paulista..
Lula foi um dos perseguidos pol����ticos pela ditadura militar e como tal foi anistiado, em 20 de abril de 1993, durante o governo de Itamar Franco, sendo um leg����timo merecedor desta revis����o e reparo,
confira na reportagem ao final.
Alguns tratam a anistia pol����tica de forma leviana e maledicente. Entretanto, quando se trata de Lula nada ���� respeitado como leg����timo ou necess����rio..
Confira em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_In%C3%A1cio_Lula_da_Silva#cite_note-Zapatero-13
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REVISTA CONSULTOR JUR����DICO
Reflexos da ditadura
Lula ���� anistiado e aposentadoria que recebe ���� legal
O benef����cio previdenci����rio concedido ao presidente Luiz In����cio Lula da Silva como aposentado anistiado foi considerado legal pelo Minist����rio P����blico Federal no Distrito Federal. Representa�����o enviada ao MPF afirmava que o presidente n����o poderia receber a aposentadoria porque n����o foi preso durante o regime militar.
Baseado em informa�����es fornecidas pelo INSS, pelo Minist����rio do Trabalho e pelo Minist����rio da Justi����a, o procurador da Rep����blica no Distrito Federal Peterson de Paula Pereira verificou que o presidente Lula foi considerado anistiado pol����tico por conta da cassa�����o de seus direitos sindicais, em abril de 1980, e tamb����m por ter sido destitu����do do cargo de presidente dos Sindicatos dos Metal����rgicos de S����o Bernardo do Campo (SP), por ato de exce�����o.
A Comiss����o Especial de Anistia do Minist����rio da Justi����a deferiu, de forma un����nime, a anistia ao presidente Luiz In����cio Lula da Silva. Em 20 de abril de 1993, foi publicado no Di����rio Oficial da Uni����o ato do ent����o ministro do Trabalho declarando Lula anistiado pol����tico. Com base na concess����o de anistia, deu-se entrada no pedido de aposentadoria excepcional de anistiado, pela via administrativa, deferido com data retroativa a 5 de outubro de 1988.
Para o MPF, diante desses dados, a concess����o da aposentadoria seguiu a previs����o constante na Constitui�����o Federal de 1988: anistia aos que, no per����odo de 18 de setembro de 1946 at���� a data de sua promulga�����o, foram atingidos, em decorr����ncia de motiva�����o exclusivamente pol����tica, por atos de exce�����o, institucionais ou complementares, asseguradas as promo�����es, na inatividade, ao cargo, emprego, posto ou gradua�����o a que teriam direito se estivessem em servi����o ativo. Com informa�����es da Procuradoria da Rep����blica no Distrito Federal.
Clique aqui para ler a promo�����o de arquivamento.
Revista Consultor Jur����dico, 19 de outubro de 2009
CONFIRA:
http://www.conjur.com.br/2009-out-19/lula-anistiado-politico-aposentadoria-recebe-legal-mpf-df
Luiz Fernando Carceroni
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-----Mensagem Original-----
De: Sergio Neumayer
Para:
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 17:49
Assunto: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
Marco,
Se voc���� n����o acredita em mim nas quest����es t����cnicas (que por acaso entendo), n����o acredita no Lula, n����o acredita na Dilma e desconfia do governo que tem a aprova�����o de 80% da popula�����o (talvez tamb����m n����o acredite nas pesquisas), sobram poucas alternativas:
1. Tentar eleger outro grupo pol����tico em quem confie - talvez at���� sendo o candidato para evitar d����vidas;
2. Insurgir-se contra o governo constitucional;
3. Mudar-se para um pa����s onde as coisas aconte����am como voc���� entende serem corretas.
Em qualquer caso, parece-me que voc���� est���� na rede errada, tentando semear em terreno pouco f����rtil.
Abra����o forte.
SCN
----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To:
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 17, 2012 1:35 PM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
Prezado S����rgio, sequer imagino quais s����o suas fontes de informa�����o sobre a situa�����o de Lula perante a Previd����ncia Social pois Luis In����cio
Lula da Silva continua recebendo benef����cio com t����tulo de aposentadoria por invalidez parcial previdenci����ria que supera R 5.000,00, podendo
desempenhar qualquer outra fun�����o que n����o seja imperiosa a utiliza�����o do dedo m����nimo.
O know how dos malabarismos financeiros que regem as contas do tesouro nacional ���� comandado pelos sobrinhos do tio sam que t����m
numerosos "servidores" por aqui. Uma minuciosa auditoria de nossas contas internas e externas efetuada por peritos criminais nacionais
muito competentes que temos, coadjuvados por peritos internacionais, revelaria quantas trampolinagens j���� foram feitas neste Brasil,
principalmente no "reinado" do FHC, o maior traidor da P����tria que tivemos, imposs����vel de superar.
Quais as raz����es porque todos os grandes e m����dios empres����rios nacionais reclamam tanto da SELIC ? Est����o todos errados?
Hoje estou afastado de muitas fontes de informa�����es espalhadas pelo mundo, mas sei que as aplica�����es financeiras de grandes agiotas
internacionais, recebem tratamentos especiais como isen�����o de IOF que n����o nos informam.
Existe grande intromiss����o yankee nos nossos assuntos internos que foram h����bilmente contornados por Lula e alguns assessores, mas
dificultaram a concess����o de benef����cios sociais ao Povo mais carente. O Bolsa Fam����lia poderia ser um benef����cio de maior valor e mais
abrangente com melhor sistema de controle. Numerosas prefeituras facilitam a concess����o do benef����cio para os apaniguados do "gerente"
municipal. A classe oper����ria mais pobre teve a possibilidade de melhorar um pouco a vida, muito embora tenham havido "excessos" que
partiram exatamente da gananciosa m����fia da agiotagem nacional como por exemplo facilitar a compra de autom����vel novo em at���� 80 meses.
Moro num bairro pobre que se confunde com a favela e ainda hoje vejo indiv����duos que ganham menos de mil reais por m����s com carro
comprado nessas condi�����es, s���� que na maioria dos casos t����m IPV e presta�����es atrazadas, muitas multas de tr����nsito e numerosas falhas
por falta de manuten�����o. Sem contar aqueles que a justi����a conseguiu apreender o ve����culo por falta de pagamento.
Os empr����stimos consignados a aposentados ���� outra grande vigarice que ilude o tomador do empr����stimo por um dia e complica sua vida
em at���� 365 X 5 = 1.825 dias. Por urgente necessidade de ultrassonografias fui obrigado a entrar numa dessas armadilhas.
Lula e sua equipe beneficiaram os mais pobres, mas esqueceram de n����o lesar outros pobres que ���� o meu caso e milh����es de
aposentados que ganham mais que essa quantia que designam de sal����rio m����nimo e o fazem atropelando a lei maior, hoje toda esfarrapada.
Ainda existe muita gente s����ria e honesta no Brasil que n����o ���� representada no congresso nacional, valhacouto da elite criminosa que
campeia por a����, nem t����o pouco escutam nossas reclama�����es e depois acontecem barbaridades muito criminosas como a trombeteada
"reintegra�����o de posse" do bairro Pinheirinho em S.Jos���� dos Campos/SP da responsabilidade de Geraldo Alckmin que alega ter feito
cumprir a lei e os maiores juristas brasileiros e estrangeiros declaram ter cometido um crime contra a seguran����a social. E mostra-se
como grande cat����lico praticante e membro do Opus Dei.
Torno a escrever-lhe por estes dias porque surgiram numerosas falhas na minha conex����o da Banda Larga, o tal speedy da Telef����nica
que vive fraudando os contratos com os assinantes e a ANATEL nada faz.
Um abra����o,
Marcos Pinto Basto
Em 16 de fevereiro de 2012 01:37, Sergio Neumayer <
sergio.neumayer@globo.com> escreveu:
Marcos,
Entendo sua revolta; ���� duro n����o receber no fim do m����s o valor necess����rio para cobrir todas as despesas que temos (ou queremos ter). Entretanto, seu texto cont����m - em minha opini����o - alguns equ����vocos de ordem t����cnica ou de desinforma�����o habilmente plantada ao longo dos anos. Vou tentar comentar aqueles, que segundo meu entendimento, s����o os de maior import����ncia:
1. Lula N����O ���� aposentado por invalidez. Provavelmente ficou algum tempo de licen����a e recebeu proventos da previd����ncia oficial durante o per����odo de convalescen����a quando perdeu o dedo - mas obviamente n����o se aposentou, pois se o tivesse feito n����o poderia ter sido presidente do Sindicato dos Metal����rgicos de S����o Bernardo.
2. A d����vida externa brasileira NUNCA foi e nunca ser���� quitada enquanto o pa����s estiver inserido na economia internacional. A maior parte da divida externa hoje ���� privada; embora existam ainda diversos t����tulos do governo pendentes de liquida�����o - por n����o estarem vencidos - no mercado internacional. Lula NUNCA declarou ter quitado a d����vida externa; declarou sim o que o pa����s conseguiu durante seu mandato - quitar a d����vida com o FMI e acumular reservas internacionais em valor superior ���� d����vida externa.
3. N����o existe liga�����o nenhuma entre super����vit prim����rio e d����vida externa. A gera�����o de super����vit prim����rio ���� necess����ria para que seja poss����vel pagar juros da d����vida interna e evitar que volte a subir de forma desordenada como ocorria no passado. A mec����nica ���� muito simples e n����o existe necessidade de curso em Bangladesh para entender: quando um pa����s tem d����ficit or����ament����rio, precisa emitir t����tulos p����blicos para captar o valor desse d����ficit e pagar todas as suas contas al����m dos juros vencidos sobre a d����vida j���� existente. Se o super����vit ���� ZERO precisa emitir novos t����tulos para pagar apenas os juros. Quando tem super����vit prim����rio, paga os juros vencidos e,se poss����vel, reduz o endividamento. Essa ���� a pol����tica que tem dado certo, al����m de ter o apoio maci����o da popula�����o brasileira expresso nas urnas e no resultado das pesquisas de opini����o. Alguns entendem que seria melhor continuar aumentando cada vez mais a d����vida p����blica at���� transformar o pa����s em uma Gr����cia. Outros talvez preferissem, simplesmente, emitir moeda e catapultar a infla�����o - nas duas alternativas (e n����o existem outras) a conta seria paga pelo povo como j���� vimos na hist����ria recente brasileira
4. As grandes obras a que voc���� se refere, bem como toda a infraestrutura energ����tica brasileira nos diversos setores, foram as grandes geradoras da d����vida p����blica brasileira que hoje estamos administrando muito bem. Se eu tivesse sido consultado, direta ou indiretamente na ����poca, preferiria que aqueles investimentos tivessem sido realizados com recursos tribut����rios - aumentos de impostos. Infelizmente, o pa����s estava submetido a uma ditadura e n����o fui consultado. O aumento de tributos que deveria - e poderia com facilidade - ter sido aplicado na d����cada de 70 do s����culo passado s���� ocorreu na segunda metade dos anos 90, quando a tributa�����o passou de 24% do PIB para 36% do PIB.
5. A taxa SELIC ���� estabelecida segundo crit����rios t����cnicos. ���� muito f����cil saber se o crit����rio t����cnico utilizado foi correto - basta conferir as taxas de juros estabelecidas em leil����o, para t����tulos do mesmo governo federal, emitidos periodicamente. Ao contr����rio daquilo que muitos acreditam, iludidos por coment����rios mais pol����ticos do que t����cnicos, a taxa SELIC n����o ���� t����o alta quanto parece - explico: a renda nominal obtida por um aplicador em t����tulos federais ���� integralmente tributada pelo imposto de renda - m����dia de 20% para pessoas f����sicas e 34% para pessoas jur����dicas. Ou seja; o governo paga de um bolso e recebe no outro. Para o aplicador pessoa f����sica significa receber 12% menos 2,4% que deixa de imposto na fonte - cerca de 9,5% com uma infla�����o de 6% ���� renda efetiva pouco superior a 3% ao ano - no caso de aplica�����es de pessoas jur����dicas o juro real anual ���� menor do que 3%. Convenhamos; ���� muito pouco juro para satisfazer um "agiota" de qualquer pa����s do planeta terra - agiotas no Brasil n����o costumam se satisfazer com menos de 10% AO M����S.
6. As taxas de c����mbio no Brasil, hoje, s����o fixadas pelo mercado. Se existem mais entradas do que sa����das de moeda estrangeira, a taxa de c����mbio cai - quando ocorre o movimento inverso a taxa de c����mbio sobe. Sempre que foram tentadas articula�����es diferentes nesse pa����s, a vaca foi para o brejo - a mais recente foi a pol����tica desastrada de bandas cambiais durante o mandato do Pr����ncipe da Sorbonne - Dom FHC.
7. Todos n����s gostar����amos muito de ter um sal����rio m����nimo equivalente a R$ 2.300; se poss����vel at���� mais do que isso. O problema ���� como chegar l����, e com que velocidade, sem que o trabalhador devolva tudo em decorr����ncia de uma infla�����o galopante e crescente. Hoje o sal����rio m����nimo ���� praticado apenas pela previd����ncia social e governos. O piso salarial de empregados dom����sticos no Rio de Janeiro ���� de 1,5 sal����rios m����nimos. Qualquer que seja o par����metro utilizado - infla�����o, taxa de c����mbio, cestas b����sicas, etc. - a conclus����o ����nica poss����vel ���� que avan����amos, e muito, nos ����ltimos anos. Se preferir, fa����a outro tipo de avalia�����o - compare o prefil atual dos compradores de shoppings center com a clientela anterior ao governo Lula. Observe como cresceu a quantidade de carros circulando nas grandes cidades. Visite os aeroportos e tente saber a profiss����o dos passageiros que embarcam atualmente para o norte e nordeste do Brasil - vai se surpreender ao saber que diversos produtos e servi����os anteriormente oferecidos e comprados por uma minoria da popula�����o est����o hoje acess����veis ����queles que ganham 1,5 sal����rios m����nimos por m����s.
Durante mais de 30 anos de minha vida profissional fui descontado para a previd����ncia social no teto m����ximo de contribui�����o. Durante alguns anos recolhi sobre VINTE sal����rios m����nimos. Depois esse teto caiu para DEZ sal����rios m����nimos. Gostaria muito de receber hoje uma aposentadoria de DEZ sal����rios m����nimos - R$ 6.220,00. Recebo a metade e, espero, algum dia o sistema previdenci����rio possa reparar essa injusti����a HIST����RICA. Hoje, confio nos meus governantes e estou convencido de que n����o podem atender a esse meu desejo sem preju����zo de uma pol����tica de recupera�����o de perdas - ainda mais antigas, mais necess����ria e mais ben����fica para a economia nacional - do sal����rio m����nimo.
Abra����o,
SCN
----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To:
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 15, 2012 7:59 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Marcos Basto
Caro S����rgio, a arrecada�����o de impostos vinculados ���� Previd����ncia Social tem sido sempre superior
����s despesas da Previd����ncia, mas infelizmente os administradores p����blicos que t����m passado por
Bras����lia, ao inv����s de aplicarem as verbas excedentes em grandes empreendimentos de infra-estruturas
e respeitarem essas aplica�����es como se fossem empr����stimos contra����dos junto da agiotagem internacional,
t����m desviado verbas com finalidades diversas que v����o desde a constru�����o da ponte Rio/Niter����i, Itaipu at����
ao misterioso super����vit prim����rio, uma inven�����o da mais pura picaretagem entreguista.
Dentro do pr����prio INSS n����o existe um crit����rio r����gido na concess����o e pagamento de benef����cios, existindo
pens����es de valor superior a R 50.000,00 que eles escondem a sete chaves. O pr����prio Lula recebe uma pens����o
por invalidez superior a R 5.000,00 que j���� li informa�����o de ter esse valor porque j���� foi preso pol����tico. N����o lembro
dessa pris����o.
Mas durante a capatazia do maior traidor da P����tria que o Brasil j���� teve, o vendilh����o FHC encarregou o Ant����nio
Anastasia, hoje governador de Minas Gerais de elaborar um plano de conten�����o de gastos na Previd����ncia Social.
Essa besta quadrada do Anastasia que n����o deve ter parentes pobres e tem aquela coragem pr����pria dos lar����pios
que arrancam os rel����gios e correntes de ouro dos velhinhos, entre outras p����rolas da mais pura contabilidade de
traficante de drogas, bolou essa de reajustarem os aposentados que auferem benef����cios superiores ao sal����rio
m����nimo,com metate do valor do ����ndice anual de reajuste daquele valor.
Nos primeiros tr����s anos, o aposentado n����o sente a desvaloriza�����o de seu benef����cio, mas a partir do 5���� ano come����a a ver quanto ���� espoliado.
N����o entendo como uma cambada de deputados e senadores aprovaram uma medida t����o estapaf����rdia que n����o tem base legal nenhuma. Segundo a
constitui�����o, os sal����rios s����o irredut����veis e para todos os efeitos, o benef����cio de aposentadoria ���� o prolongamento salarial do trabalhador que atingiu limites
previstos na lei.
NA LEI! Mas neste Brasil quem respeita a lei? S���� o pobre porque ao menor descuido seu, pode ser confundido com ladr����o e sobra cana pra ele!
Mas como funciona a econ����mia do Brasil? S���� um Phd em econ����mia, formado no Bangla Desh, poder���� entender
a mecanica trampolineira das contas governamentais.
Comecemos com a taxa de juros, a SELIC. Dentro do Banco Central (independente), um grupo de super iluminados
financeiramente, estipula o valor da taxa de juros dos empr����stimos contra����dos pelo governo com os agiotas nacionais
e internacionais. Na grande maioria dos pa����ses, a taxa m����xima de juros sobre grandes empr����stimos ���� de 3%aa.
Depois, o Lula n����o declarou que t����nhamos saldado a d����vida externa? Ent����o para que serve o tal super����vit prim����rio, outra
p����rola negra desses cientistas em extors����o de incautos?
O Banco Central do Brasil era chefiado pelo Meireles nos tempos do Lula. Meireles, alto funcion����rio aposentado do Banco
de Boston, com resid����ncia fixa algures nos EUA. A raposa tomando conta das galinhas de ovos de ouro.
Sabe qual a raz����o porque o Brasil n����o entrou de rold����o nessa crise financeira "cozinhada" nos EUA e estendida ���� Europa
pelos grandes agiotas internacionais?
Na atual conjuntura econ����mica e financeira mundial, um d����lar dos EUA vale R 1,71, mas o d����lar ���� uma moeda sem lastro
f����sico enquanto o Real tem lastro natural que nunca foi avaliado, mas por alto seriam necess����rios cerca de 8 Euros para
comprar um Real. Como chego a estes valores aproximados? J���� ouviu falar em opera�����es paralelas de cambio? Se o
Brasil adotasse o sistema de opera�����es paralelas, teria um super����vit t����o grande com as maiores econ����mias do mundo que
talvez estivesse no topo delas.
Mas como ���� v����tima da maior esculhamba�����o econ����mica, financeira, cient����fica e t����cnica, at���� no pagamento das presta�����es de
utilidades dom����sticas, o com����rcio cobra dos incautos consumidores, juros sobre quantias j���� pagas e juros sobre juros.
Coisa de agiota made in USA.
Ent����o quando me refiro ao roubo que os aposentados sofrem, n����o s���� eles como os trabalhadores ativos, fico exasperado
porque n����o vejo nenhuma rea�����o da sociedade, nem de setores mais ilustrados com conhecimentos matem����ticos.
O sal����rio m����nimo de hoje deveria ser cerca de R 2.300,00, mas os "nobres cientistas sociais" conseguiram chegar a esse
valor de R 622,00, com base em pesquisas efetuadas nas zonas de baixo meretr����cio das principais cidades do Pa����s.
Roubam-me hoje R 2.050,00/m����s! Roubam quantias de 9 milh����es de benef����cios cujos titulares contribu����ram compuls����riamente,
mas julgando serem tratados com um m����nimo de seriedade na hora de se aposentarem. L����do engano! N����o me admiro muito se
mais tarde come����arem a morrer idosos aos montes, v����timas de gripe que poder���� ser su����na, das gaivotas ou dos urubus.
Quando um cara fica velho, garanto-lhe que ���� uma merda!
Um abra����o,
Marcos Pinto Basto
Em 12 de fevereiro de 2012 13:41, Sergio Neumayer <
sergio.neumayer@globo.com> escreveu:
Marcos,
Como a quest����o "aposentadorias" cont����m aspectos t����cnicos quase t����o importantes quanto os pol����ticos, entendo que seria muito interessante se voc���� pudesse desenvolver mais o tema informando a este f����rum:
1. Quando ocorreu o roubo - ou seja - em que anos o reajuste dos aposentados foi inferior ���� infla�����o;
2. De onde viriam os recursos necess����rios para que fossem pagas as perdas dos aposentados prejudicados.
Abra����o,
SCN
----- Original Message -----
From: marcos ferreira pinto basto
To:
tribuna_da_internet@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 12, 2012 3:53 AM
Subject: Re: [tribuna_da_internet] Leia carta do ex-presidente Lula para o 32���� anivers����rio do PT
Faltou acrescentar: Nestes dias dif����ceis que atravesso, pesa-me na consci����ncia o grande roubo dos aposentados que ganham acima do sal����rio m����nimo que tanto critiquei quando era candidato, mas depois eleito continuei aplicando e nem sei porque...
Marcos Pinto Basto
Em 11 de fevereiro de 2012 21:07, Dani Trist����o <
danitristao@uol.com.br> escreveu:
Cara Presidenta da Rep����blica Dilma Rousseff,
Caro Presidente do PT Rui Falc����o,
Dirigentes e Militantes do PT,
Companheiras e Companheiros,
Eu queria muito estar hoje em Bras����lia com voc����s. Al����m de celebrar coletivamente o anivers����rio do nosso partido, teria a oportunidade de rever e abra����ar tanta gente amiga cujo carinho e companheirismo t����m um papel fundamental na minha vida.
No entanto, o meu tratamento de sa����de entrou em sua etapa final e devo manter a rigorosa disciplina seguida at���� agora, para que a cura seja completa e eu volte o mais r����pido poss����vel ���� milit����ncia social e pol����tica que tanto nos apaixona e mobiliza.
Se n����o terei, hoje, a alegria de rev����-los, ���� porque quero estar com voc����s muitas e muitas vezes nos pr����ximos meses e nos anos vindouros, participando intensamente das lutas promovidas pelo PT em defesa da dignidade do povo brasileiro e da democratiza�����o cada vez mais substantiva da nossa sociedade.
O PT tem motivos de sobra para orgulhar-se de sua trajet����ria e de suas conquistas. Conseguimos, nesses 32 anos de vida, enfrentando todo tipo de preconceito e dificuldade, construir o maior partido de esquerda da hist����ria do Brasil e uma das organiza�����es progressistas mais respeitadas do mundo. Cumprimos, com not����vel ����xito, os principais compromissos contidos em nosso �����Manifesto de Funda�����o����� lan����ado em 10 de fevereiro de 1980 naquele memor����vel encontro do Col����gio Sion.
Nunca ser���� demais lembrar que, junto com outras for����as de oposi�����o, o PT contribuiu de modo decisivo para o fim do autoritarismo e a redemocratiza�����o do pa����s. Ajudamos a criar e consolidar a maioria das organiza�����es populares, independentes e combativas, que fazem a riqueza da sociedade civil brasileira. O chamado �����modo petista de governar�����, primeiro nos munic����pios e estados e depois no pr����prio governo federal, renovou profundamente a cultura administrativa do pa����s, tornando-o muito mais republicano e participativo. Constru����mos, em parceria com outros partidos de esquerda, imprescind����veis ao sucesso da causa comum, generosas frentes populares, que se opuseram ao desmonte neoliberal e ofereceram ao pa����s um modelo alternativo de desenvolvimento, capaz de gerar empregos, distribuir renda e promover inclus����o social. E fomos al����m. Inspirados no saudoso Paulo Freire, que recomendava �����unir os diferentes para melhor enfrentar os antag����nicos�����, constitu����mos uma ampla alian����a de centro-esquerda para conquistar democraticamente a Presid����ncia da Rep����blica.
Nesses nove anos de governo nacional, o PT e seus aliados realizaram, pacificamente, uma verdadeira revolu�����o econ����mica e social, levando o pa����s a dar um extraordin����rio salto produtivo e tecnol����gico e, sobretudo, incorporando aos direitos b����sicos de cidadania dezenas de milh����es de brasileiros e brasileiras que viviam ���� margem da sociedade. Tudo isso resultou em uma na�����o muito mais pr����spera e justa, que conquistou importante lugar no mundo. A atua�����o internacional do Brasil expressa os mesmos valores ����ticos e pol����ticos, afirmando a soberania do pa����s, impulsionando a integra�����o regional e pugnando pela reforma da ordem global, na perspectiva de um mundo multipolar, em que todos os povos tenham verdadeiras oportunidades de desenvolvimento.
Nosso projeto transformador, hoje sob a lideran����a da querida companheira Dilma Rousseff -- essa mulher corajosa, l����cida e competente, que o Brasil e o mundo est����o aprendendo a admirar -- segue de vento em popa.
A Presidenta Dilma, al����m de consolidar as conquistas do per����odo precedente, cujo m����rito ���� tamb����m dela, como excelente ministra que foi, est���� dotando o pa����s de novos objetivos estrat����gicos, que devemos apoiar com entusiasmo. S����o metas econ����micas, pol����ticas, sociais e culturais que pavimentam o caminho do futuro. Pe����o licen����a a voc����s para destacar duas delas, que tocam fundo o meu cora�����o: erradicar a extrema pobreza at���� 2014, dando oportunidade de sobreviv����ncia digna a 16 milh����es de pessoas, por meio do Programa Brasil Sem Mis����ria; e expandir em escala massiva o ensino profissional e tecnol����gico, interiorizando a oferta, por meio do Pronatec, que pretende beneficiar 8 milh����es de jovens at���� 2016.
Ainda existem, evidentemente, desafios importantes a superar. Mas os avan����os obtidos sob a lideran����a do PT s����o inequ����vocos e prefiguram conquistas ainda maiores e mais valiosas.
Para estar ���� altura de suas responsabilidades, como esteve at���� agora, o nosso partido precisa manter-se sempre democr����tico e inovador, sem perder nunca a capacidade de aprender com as lutas do povo e de se aperfei����oar a cada dia.
Quero concluir essa sauda�����o dizendo da minha alegria em saber que nesse ato est����o sendo homenageadas duas pessoas admir����veis, que dedicaram toda a sua vida aos ideais de liberdade e justi����a: Apol����nio e Rene���� de Carvalho. Sei que outros falar����o sobre o inesquec����vel e insubstitu����vel Apol����nio. Direi uma palavra sobre a car����ssima Rene����. Nada melhor do que o esp����rito fraterno, a bondade e o sorriso luminoso dessa linda companheira para simbolizarem o humanismo que deu origem ao PT e que sustenta a nossa caminhada.
Um grande abra����o do Lula
http://www.joaopaulo.org.br/noticias-gerais/3903-leia-carta-do-ex-presidente-lula-para-o-32o-aniversario-do-pt-
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