[tribuna_da_internet] Resumo 5854

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Feb 8, 2012, 4:37:26 AM2/8/12
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Mensagens

1.

"Ocidente est���� hist����rico (e errado) sobre a S����ria" [6/2/201

Enviado por: "MVM<==>News" mvmei...@uol.com.br   mcmeireles

Ter, 7 de Fev de 2012 3:06 pm




From: Vila Vudu

Sent: ter����a-feira, 7 de fevereiro de 2012


"Ocidente est���� hist����rico (e errado) sobre a S����ria" [6/2/2012, Serguey Lavrov, Russia Today (traduzido)]

Lavrov: �����Ocidente est���� hist����rico (e errado) sobre a S����ria�����

6/2/2012, Russia Today ����� http://rt.com/politics/lavrov-syria-veto-un-565/

A rea�����o do ocidente ao veto de Moscou e Pequim a um projeto de resolu�����o em exame no Conselho de Seguran����a da ONU ���� �����quase hist����rica�����, �����obscena����� ����� disse o ministro das Rela�����es Exteriores da R����ssia, Sergey Lavrov. �����Os excessivamente furiosos raramente t����m raz����o����� �����, disse Lavrov em confer����ncia de imprensa em Moscou.

Segundo o diplomata, aquelas �����declara�����es hist����ricas����� visam exclusivamente a ocultar o que realmente se passa na S����ria. Para Lavrov, h���� mais de uma fonte de viol����ncia na Rep����blica ����rabe. Por isso Moscou apoiou a iniciativa de acordo negociado, que a Liga ����rabe apresentou em novembro passado. Naquela ocasi����o, a proposta da Liga ����rabe falava em p����r fim a viol����ncia �����venha de onde vier�����.

O ministro observou que essa demanda aparecia refletida na resolu�����o do Conselho de Seguran����a. Mas o documento teria de oferecer mais que s���� slogans; e propor passos precisos pelos quais atender efetivamente ����s demandas.

�����O que e viu foi que, na vers����o analisada agora, havia muitos detalhes exigidos de um s���� lado e s���� do lado do governo s����rio����� ����� disse Lavrov. �����Apresentamos v����rias emendas a serem feitas no projeto, para corrigir esse desequil����brio e indicar passos concretos a serem dados, pela oposi�����o e pela comunidade internacional, para p����r fim ���� viol����ncia dos grupos extremistas armados em a�����o na S����ria.�����

Dentre as emendas sugeridas pelos diplomatas russos havia a exig����ncia de que o governo s����rio retirasse soldados e agentes de seguran����a das cidades; e, simultaneamente, os grupos extremistas armados desocupariam as ����reas onde est����o e entregariam as armas. Al����m disso, a R����ssia sugeriu que a comunidade internacional se organizasse para negociar com a oposi�����o pol����tica e obter dela que se separasse dos extremistas armados, como primeiro passo para p����r fim ���� viol����ncia na S����ria.

O ministro russo disse que Moscou foi surpreendida pela decis����o do Conselho de Seguran����a de ignorar completamente aquele conjunto de emendas �����absolutamente l����gicas����� que os russos ofereceram como sugest����o. Para Lavrov ���� �����muito lament����vel����� que os autores do projeto inicial tenham desconsiderado as sugest����es dos russos e tenham optado por votar �����precipitadamente����� o projeto de resolu�����o. A R����ssia pediu aos membros do Conselho de Seguran����a que a vota�����o fosse adiada por alguns dias, at���� que o pr����prio Lavrov e o chefe da Intelig����ncia russa, Mikhail Fradkov, pudessem ir a Damasco, onde j���� tinham reuni����o agendada com o presidente Al-Asaad, para o dia 7/2. Para Lavrov, a vota�����o precipitada, que desconsiderou o trabalho diplom����tico dos russos, foi �����flagrante desrespeito�����.

Falando em Moscou na 2����-feira, o ministro russo disse que agentes externos tentam hoje derrubar o governo s����rio. Por isso, sobretudo, o n����mero de mortos continua a aumentar.

�����V����rias vezes conclamamos Damasco a promover e apressar v����rias reformas indispens����veis, e continuamos a trabalhar nessa linha. Mas vemos bem claramente tamb����m que h���� outros atores, com outros objetivos espec����ficos. Esses outros atores est����o tentando instrumentalizar o movimento de oposi�����o na S����ria para conseguir derrubar o governo.����� Segundo o ministro Lavrov, a oposi�����o s����ria est���� sendo �����insistentemente manipulada do exterior, com instru�����es para n����o aceitar qualquer acordo negociado com o governo�����. Mais que isso, os mesmos atores externos estimulam as mil����cias armadas ����� inclusive os grupos extremistas ����� e lhes fornecem armas e todos os tipos de suprimentos e apoios.

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2.

O deputado Prot�genes(PCdoB) veio a Belo Horizonte para prestar soli

Enviado por: "Carceroni48" carce...@yahoo.com.br   carceroni48

Ter, 7 de Fev de 2012 5:00 pm



O Jornal O Estado de S����o Paulo escondeu o motivo da visita de Prot����genes a Belo Horizonte. Ele veio para prestar solidariedade ao Deputado Rog����rio Correia
Em vista das acusa�����es desferidas contra o deputado Rog����rio Correia pelos tucanos, o deputado Prot����genes e o jornalista Amaury junior vieram a Belo Horizonte para prestar solidariedade ao deputado, por sofrer acusa�����es falsas sobre a Lista de Furnas e amea����as de cassa�����o de seu mandato. R����g����rio ���� lider da bancada de oposi�����o ao governo tucano em Minas Gerais. Ali����s, esta lista mostra dezenas de empresas - na p����gina 5 - que receberam de m����o beijada os dotes da privatiza�����o tucana. Assim, ���� plus����vel que elas possam ter contribu����do com o caixa dois tucano, nas elei�����es de 2002

Acusa�����es infundadas e pris����o

A Lista de Furnas ���� um documento considerado aut����ntico, por per����cia do Instituto Nacional de Criminal����stica - INC - em junho de 2006. O original foi entregue ���� PF, um m����s antes, por Nilton Monteiro. Antes disto, Nilton havia entregue farta documenta�����o que se revelou aut����ntica, ���� PF, que resultou na abertura do processo no STF chamado de "Mensal����o tucano". Em 2001, documentos aut����nticos levados ���� p����blico por Nilton Monteiro culminaram no impeachment do governador Jos���� Ign����cio no Esp����rito Santo. Como se v����, nestes tr����s casos nenhuma fraude documental foi constatada, apesar de envolver gente muito poderosa. H���� mais, todos estes documentos foram obtidos, atrav����s de partid����rios dos principais protagonistas dos esc����ndalos. Nilton sempre circulou entre eles.

Nos depoimentos de Nilton Monteiro, como testemunha e piv���� destas den����ncias, ele revelou suas liga�����es, confirmando que circulava entre os denunciados, nos tr����s casos mais not����rios - Mensal����o do PSDB, Cassa�����o do governador capixaba Jos���� Ign����cio e na Lista de Furnas. As den����ncias de Nilton surgiram sempre por falta de pagamento de "servi����os prestados" por agentes pol����ticos que o contrataram. A sua pris����o em outubro de 2011 foi motivada por cobran����as judiciais de promiss����rias periciadas, referentes a servi����os prestados e previstos em contratos. Entretanto, por injun�����es pol����ticas, novas per����cias tornaram falsos documentos considerados verdadeiros, da noite para o dia, por obra da alta c����pula da pol����cia mineira, por suposto mando de membros do governo tucano em Minas. O assunto est���� sendo investigado em inqu����rito de N���� 1693/2011 (DELEFAZ/MG) aberto pela Pol����cia Federal. Assim, podemos ter uma reviravolta nesta assunto a qualquer momento. Aguardem!

Confiram como a not����cia, abaixo veiculada, omitiu o verdadeiro motivo da visita do jornalista e do deputado, que concederam entrevista coletiva ontem na ALMG.

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Prot����genes mostra otimismo sobre instala�����o de CPI das Privatiza�����es
Deputado federal participou, ao lado do jornalista Amaury Ribeiro Jr., autor do livro 'Privataria Tucana', de ato na Assembleia de Minas Gerais em apoio ���� cria�����o da comiss����o na C����mara
06 de fevereiro de 2012

Marcelo Portela, correspondente de O Estado de S.Paulo
BELO HORIZONTE - A decis����o do presidente da C����mara, deputado federal Marco Maia (PT-RS), de instalar tr����s comiss����es parlamentares de inqu����rito (CPIs) no primeiro dia de volta aos trabalhos na Casa animou o deputado Prot����genes Queiroz (PCdoB-SP) em rela�����o ���� cria�����o de uma CPI para investigar irregularidades que teriam ocorrido nas privatiza�����es realizadas pelo governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ao lado de parlamentares do PT, o ex-delegado afirmou na segunda-feira, 6, que tem apoio do partido da presidente Dilma Rousseff, um dos que evitou levar ���� frente a Comiss����o Parlamentar Mista de Inqu����rito (CPMI) do Banestado criada no Congresso em 2003 para apurar den����ncias semelhantes.

Andre Dusek/AE - 21/12/2011
'Tenho o compromisso do presidente (Marco Maia) de que ela ser���� instalada', disse Prot����genes
"Tenho o compromisso do presidente (Marco Maia) de que ela ser���� instalada. E ser���� feita com toda transpar����ncia, porque j���� nasce de uma exig����ncia externa", afirmou, ao lado do jornalista Amaury Ribeiro J����nior, autor do livro Privataria Tucana, que levou Prot����genes a propor a cria�����o da comiss����o. O ex-delegado e o jornalista participaram na Assembleia Legislativa de Minas Gerais de ato de apoio de pol����ticos e entidades da sociedade civil ���� cria�����o da CPI.

Um dos parlamentares presentes foi o deputado estadual Mauro Rubem, de Goi����s. Integrante do diret����rio nacional do PT, Rubem assumiu que integrantes de seu partido ajudaram a enterrar a Comiss����o Parlamentar Mista de Inqu����rito (CPMI) do Banestado, mas disse que o partido hoje ���� favor����vel ����s investiga�����es sobre supostos desvios de recursos para para����sos fiscais ocorridos durante as privatiza�����es.

Segundo o deputado, hoje h���� um "quadro distinto da situa�����o da ����poca". "Sem d����vida o partido vai levar (a CPI) adiante. As disputas internas s����o naturais. Mas os petistas que foram contr����rios (���� CPMI do Banestado) n����o tinha no�����o da extens����o dos problemas", alegou. A avalia�����o ���� semelhante ���� de Amaury Ribeiro, para quem os partidos de esquerda estavam "desarticulados". "Agora ���� uma outra situa�����o, mesmo porque estamos entrando em nova onda privatista", disse, lembrando as privatiza�����es dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Bras����lia realizadas ontem pelo governo federal.

J���� Prot����genes afirmou que a apura�����o das den����ncias de irregularidades nas privatiza�����es ���� um "compromisso democr����tico" que o Congresso tem com a popula�����o o que, na opini����o do parlamentar, levou at���� integrantes da oposi�����o a assinarem o pedido de instala�����o da CPI. "As quest����es internas dos partidos s����o menores diante disso", avaliou, referindo-se ����s den����ncias. O pedido de cria�����o da comiss����o, de acordo com o ex-delegado, tem 206 assinaturas, 35 a mais que o m����nimo exigido. "Este m����s n����o vai dar tempo. Mas assim que as outras CPI estiverem funcionando, esta vai ser instalada", disse, referindo-se ����s CPIs criadas para investigar o tr����fico de pessoas, a explora�����o sexual de menores e o trabalho escravo.
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