Onde exatamente no parque? Na entrada? Se preferirem 11hs por mim ok. Mas ninguém mais confirmou horário.Alguém pode avisar do encontro na lista de novo? Estou um pouco corrido estes dias.
AbraçosDate: Wed, 25 May 2011 17:15:10 -0300
Subject: Re: [Civilização] Encontro no Fim do ImpróprioFrom: vitor....@gmail.comTo: felipe...@hotmail.com
CC: pablos...@gmail.com; hug...@yahoo.com.br; resan...@gmail.com
bom, por mim podemos nos encontrar cedo....tipo umas 11h....e no desenrolar da conversa podemos comer alguma coisa...um PF....e é isso.
como falei pode ser no parque da água branca....tem uns butecos por lá que podemos ver se tem algo interessante pra comer...
Ah...e não se esqueçam que tem A Marcha da Liberdade no sabado as 14h no vão livre do MASP.
AbsEm 25 de maio de 2011 16:30, Felipe Kana <felipe...@hotmail.com> escreveu:Pessoal!
Dia 29, foi marcado algum horário já?
Eu prefiro que seja mais cedo, porque talvez tenha de voltar à Piracicaba já por volta das 18hs. Então penso em marcar a tarde (tipo umas 14hs) ou mesmo antes, e ai almoçamos juntos. (Sobre lugar para almoçar ai já não sei...)
Abraços!
Felipe
Date: Thu, 19 May 2011 20:16:18 -0300
Subject: Re: [Civilização] Encontro no Fim do Impróprio
From: pablos...@gmail.com
To: vitor....@gmail.com
por mim sim, esse texto e local tão beleza.
amanhã e sábado tô pensando em ir num seminário, com participação do Zizek. não sei se vai rolar... se não, e se vcs forem se encontrar, eu apareço.
Em 19 de maio de 2011 14:35, Vitor Ahagon <vitor....@gmail.com> escreveu:
Opa
Então eu proponho a leitura do Marshall Sahlins "A primeira sociedade da afluência", primeiro pq não o li ainda e gostaria de lê-lo, segundo pq está na internet e fica fácil pra todos, terceiro pq têm a vê com a Civilização e é um caminho que podemos percorrer que não necessariamente será o mesmo que o Felipe passou. Pode ser esse então para o dia 29?
Em relação ao local, como falamos de parque, eu proponho o parque da água branca....é perto de centro...já fui a pé varias vezes...e é sussa... Nós temos que ocupar esses tipos de lugares. O endereço é esse aqui: Avenida Francisco Matarazzo, 189 - Barra Funda, São Paulo, 05001-000 do lado do metro barra funda.
Hugo, essas questões do potlatch, que eu resgatei, são só pra servirem de inspiração ao que podemos fazer no presente. O Potlatch enquanto modelo não me serve, mas sim o teor de choque que pode provocar nos dias de hj....E realmente pode ser que essa pegada do "dar" pode estar equivocada, mas gostaria de fazer essa experiência e ver no que vai dar, fundamentalmente, antes de qq teoria. Pq mesmo que vc não tenha nenhuma afinidade com o objeto ofertado (no caso o zine), acho, que vc tem afinidades com a proposta que está sendo transmitida no ato de presentear.....bom, posso estar enganado tb.
Muitas questões...
Abs
Em 19 de maio de 2011 01:17, hugo <hug...@yahoo.com.br> escreveu:
Bem, bem... estou chegando agora em casa (00:38, neste momento) para, daqui acerca de... deixe-me ver... 4h22min, começar tudo de novo.Então, apesar de querer participar mais intensamente dessa discussão, peço que me perdoem se fico só nos pitacos aleatórios.Que são:- Sempre achei que as pessoas que citam o potlatch têm uma visão romântica (pra não dizer "errada", mesmo) da coisa. Então, achei legal vc colocar na equação coisas como posição e poder. Pelo que me lembro de um texto antropológico que li a respeito, eu chamaria de busca por prestígio, mas é bem por aí mesmo. Pelo que me lembro, há quem produza e acumule o ano todo só para ter mais o que distribuir e/ou destruir (parece que há uma variação em que peles e pertences são queimados, em vez de dados) no potlatch, pois isso lhes dá prestígio (e talvez, até, poder, também).- Obrigado pelas sugestões de leitura, espero poder ler brevemente tudo o que foi citado. Mas, pro diz 29, ficou decidido algo? Quanto ao local... olha, pra mim, quanto mais no centro melhor...- Farei contato com o pessoal da biblioteca e sugerirei isso de criar um grupo de cinema. Fiquei interessado em "estudar" aquela caixa de dvds com filmes de propaganda da época da guerra civil espanhola que eles citaram.- Sobre a banca, fiquei pensando que o que será distribuído pode ser muito importante. Por exemplo: se eu participar dela ofertando seus zines, com os quais não tenho nenhuma ligação (afetiva que seja), essa ação seria válida? Bastar o "dar", sem importar "o que" se dá? E essa coisa de que "tal presente será escolhido para ser dado especificamente para tal pessoa", não será uma coisa muito aleatória, já que o meu conhecimento sobre essas pessoas será superficial? No fim, não ficamos reduzidos ao ato de dar em si e somente a ele, já que não há relações mais profundas entre quem dá e recebe e entre quem dá e o que é dado? Eu mesmo, no exemplo dado, não estarei me desprendendo de nada, pois estaria dando algo que nunca foi meu (os seus zines, no caso). E, na sua citação, quando se diz que "o receber incita - e obriga - a dar mais", o autor não estaria se referindo à dádiva recebida no potlatch, em que quem recebe conhece e está inserido em uma rede de costumes (por ele compartilhado) que o leva a isso? Ou seja, transportar essa obrigação para nossa situação não seria confiar demais no "dar"?Bom, me desculpem pela pressa, mas são 01:13 agora e só tenho 3h47min para me levantar e começar um novo dia. Mas é legal ver que o papo está rolando.De: Felipe Kana <felipe...@hotmail.com>
Assunto: RE: [Civilização] Encontro no Fim do Impróprio
Para: "Pablo EvImp SP" <pablos...@gmail.com>, "Vitor listaCiv" <vitor....@gmail.com>
Cc: "Hugo listaCiv" <hug...@yahoo.com.br>, resan...@gmail.com
Data: Quarta-feira, 18 de Maio de 2011, 19:25
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"Eu não sou um homem, sou dinamite"
Friedrich Nietzsche.
Vitor Augusto Ahagon.
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