On Jan 21, 2012 9:29 PM, "Erle Carrara" <carrar...@gmail.com> wrote:
>
> Boa noite pessoal! Eu apenas leio a lista, quase nunca participo.
> Gostaria de fazer uma pergunta, não muito relacionada a linguagem C ou
> C++ em si, mas sim as cursos de graduação oferecidos.
>
> Prestei vestibular pra Ciência da Computação (me tornaria bacharel) e
> não passei =\. Mas passei no vestibular para Analise e Desenvolvimento
> de Sistemas (me torno tecnólogo).
>
> Sei que um Tecnólogo é um "pouco diferente" de um Bacharel!
Na verdade são muito diferentes. O bacharel (na teoria e nas instituições acadêmicas sérias) é voltado para a academia e não para o mercado. Então, a intenção de um bacharelado é formar um pesquisador por abrir as portas do mestrado e doutorado. Portanto o bacharelado é um curso mais completo e repleto de teorias.
Já o tecnologo é uma solução do governo de encher os buracos do mercado de profissionais qualificados nos quais não é necessário um conhecimento acadêmico. Então, trata-se de um curso mais prático e que segue tendências do mercado Portanto, com tecnologo não é possível cursar um mestrado ou doutorado.
>
> Mas queria a opinião de vocês sobre o mercado de trabalho nesse
> aspecto. (Eu gosto da grade de ambos os cursos!)
O mercado (no Brasil), em geral, não faz nenhuma distinção entre os dois tipos de cursos.
>
> Acredito que a experiência do pessoal da lista aqui vai tirar todas
> minhas dúvidas!
IMHO se você quer ser um programador sério e muito capaz, procure algum curso de bacharelado de uma instituição séria.
Felipe Tonello
Na verdade você está completamente enganado. Os cursos de tecnologia são nível superior e permitem sim que o profissional faça mestrado e doutorado.
A grande vantagem é para quem quer se colocar mais rápido no mercado, por serem cursos mais cursos e mais diretos.
|
|
| Correção: cursos mais rápidos e mais diretos --- Em sáb, 21/1/12, Paulo Petruzalek <ppetr...@yahoo.com.br> escreveu: |
Na verdade você está completamente enganado. Os cursos de tecnologia são nível superior e permitem sim que o profissional faça mestrado e doutorado.
A grande vantagem é para quem quer se colocar mais rápido no mercado, por serem cursos mais cursos e mais diretos.
IMHO se você quer ser um programador sério e muito capaz, procure algum curso de bacharelado de uma instituição séria.
Simplesmente fantástico. Concordo em ordens de magnitude.
Os melhores que conheço, sequer são formados. Foram atrás por sí mesmos. Apenas.
Mx
Concordo com o que foi dito que vale mais a atitude da pessoa do que a
faculdade, na parte t�cnica.
Mas com o diploma mais portas ser�o abertas, e o diploca de Ci�ncia da
Computa��o abrir� mais portas que um de tecn�logo.
Duvido que algum lugar tenha o requisito de diploma de tecn�logo e
recuse o de Ci�ncia da Computa��o. J� o contr�rio certamente deve existir.
Adriano
Duvido que algum lugar tenha o requisito de diploma de tecnólogo e
recuse o de Ciência da Computação. Já o contrário certamente deve existir.
On 21-01-2012 23:57, Denis Costa wrote:
> Em 21 de janeiro de 2012 22:06, Felipe Ferreri Tonello
> <felipe....@gmail.com <mailto:felipe....@gmail.com>> escreveu:
>
> IMHO se você quer ser um programador sério e muito capaz, procure
> algum curso de bacharelado de uma instituição séria.
>
> Faculdade não quer dizer nada. Conhece muita gente que aprendeu a
> programa sozinho e trabalha em empresas como Nokia.
>
Concordo com o que foi dito que vale mais a atitude da pessoa do que a
faculdade, na parte técnica.
Mas com o diploma mais portas serão abertas, e o diploca de Ciência da
Computação abrirá mais portas que um de tecnólogo.
Duvido que algum lugar tenha o requisito de diploma de tecnólogo e
recuse o de Ciência da Computação. Já o contrário certamente deve existir.
Adriano
Pelo que percebi, muitos aqui precisam aprender português e interpretação de texto, pois me criticaram em pontos sem fundamentos aos quais nem citei. De qualquer modo, é preciso respeitar opiniões mesmo que não seja de seu agrado.
Enfim, por mais que muitos famosos na área da computação sequer tenham pisado numa universidade, eu não recomendo isso de jeito nenhum, alias, nem mesmo eles. Eu já vi uma entrevista com o criador do Delphi e responsável técnico do .Net, ele disse que não completou a graduação mas não recomenda isso a ninguém como um caminho profissional.
De fato, computação exige muito mais proatividade do que aulas, porém uma boa faculdade proporciona muito mais do que boas aulas. Proporciona diversar oportunidades e um ambiente propciativo ao crescimento acadêmico. Além de excelentes contatos.
Consertando o que o colega disse, o tecnologo abre as portas para a pós graduação lato-sensu e não strictu-sensu, que é o caso do mestrado acadêmico. E mesmo que abrisse, dificilmente um professor o orientasse.
Como disseram, depende do seu foco. Se você quer ser consultor SAP, e afins, tanto faz. Agora, como você está numa lista de C e C++, que são ferramentas muito utilizadas em ambientes mais complexos em sentido computacional, um bacharel numa boa faculdade seria muito mais útil. Por útil eu quero dizer útil e não necessário.
OBS: Empresas de desenvolvimento de técnologia, como Google, entre outras, dão muito valor a boa formação acadêmica, pois eles sabem que é realmente importante.
Em São José dos Campos, existe a BCC na Unifesp, que é muito boa. Aliás, eu faço matemática computacional lá, e sou prova de que não precisa de faculdade para estudar ou aprender :-)
--
On Jan 22, 2012 4:01 PM, "Rodrigo Magalhães" <rmagal...@gmail.com> wrote:
>
> Felipe, essa entrevista que você viu foi com o Anders Hejlsberg? Você tem o link? Fiquei interessado.
http://channel9.msdn.com/shows/Behind+The+Code/Life-and-Times-of-Anders-Hejlsberg/
> Só um comentário: um tecnólogo pode fazer graduação strictu sensu também. Isso não depende exatamente do fato do curso ser de bacharelado ou de tecnologia, mas sim da carga horária e o conteúdo atenderem às exigências da instituição em que se deseja cursar a pós.
Poder pode, porém precisa fazer complementação do currículo. Além de ser muito difícil achar um orientador que aceite isso, já que normalmente eles são bem rigorosos com relação a formação.
On Jan 22, 2012 4:27 PM, "Erle Carrara" <carrar...@gmail.com> wrote:
>
> Felipe,
>
> Eu prestei vestibular justamente para tentar entrar na UNIFESP, porém não passei (provavelmente de qualquer forma no final desse ano tentarei de novo).
Não desista, tente transferência no fim do ano. Vale a pena.
>
> Um curso superior é muito importante hoje em dia nessa área, acho que isso é fato. Vejo que no passado (não muito distante) era possível entrar no mercado apenas com o seu potencial (e não com um diploma), mas agora talvez não mais, a concorrência cresce (ou não, não sei :p)
Sim. Mas a questão pode ir além do mercado. O mercado hoje *aceita* qualquer graduação na uniesquina, porém o que você aceita para si mesmo? É uma questão pessoal e um tanto filosófica.
IMHO, já que você está iniciando sua carreira e tem várias opções de escolha, vale a pena fazer uma boa graduação para si mesmo e consequentemente o resultado vem pelo seu próprio esforço e não o da sua faculdade.
Felipe Tonello
On Jan 22, 2012 4:27 PM, "Erle Carrara" <carrar...@gmail.com> wrote:
Sim. Mas a questão pode ir além do mercado. O mercado hoje *aceita* qualquer graduação na uniesquina, porém o que você aceita para si mesmo? É uma questão pessoal e um tanto filosófica.
IMHO, já que você está iniciando sua carreira e tem várias opções de escolha, vale a pena fazer uma boa graduação para si mesmo e consequentemente o resultado vem pelo seu próprio esforço e não o da sua faculdade.
--
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Oi Erle,
acho que esse tipo de decisão depende do seu objetivo. Não tenho muito
certeza, mas creio que o tecnólogo seja mais voltado ao mercado de
trabalho. Enquanto que em uma universidade, em um curso de bacharel,
vc teria melhores "oportunidades" de estudar profundamente mais temas
ligados à computação em geral (com bom embasamento teórico).
Seja em qualquer um dos dois, acho que vc pode ser tornar um bom
profissional. Afinal de contas, é vc quem traça o próprio caminho. No
entanto, é fato que um curso de bacharel (principalmente, em uma
universidade bem reconhecida) pode contribuir mais para aumentar suas
chances de conseguir determinada vaga. Novamente, enfatizo que isso
não se deve a questão pessoal, mas simplesmente por que algumas
empresas passam um "filtro educacional" nos currículos para certas
vagas.
Naturalmente, caso vc seja tecnólogo ou nem sequer tenha uma formação
superior, há ainda formas de compensar esse fato. Por exemplo, se
envolvendo com projetos open-source e demonstrando suas contribuições
ou publicando um trabalho de relevância na área. Inclusive, dependendo
do caso, isso pode pesar mais na consideração do que um diploma na
mão.
Se tiver pretensões de trabalhar no exterior, vc também pode enfrentar
algumas chatices... Como a questão dos nomes dos títulos
(bacharel/engenheiro/mestre/etc) e qualidade de ensino varia muito de
país para país (e até dentro do próprio pais), um dos fatores de
avaliação inicial acaba sendo o tempo que vc passou na universidade.
Nesse caso, o curso de bacharel traz mais essa vantagem. Além disso,
na Alemanha por exemplo, o governo tem uma lista de universidades
estrangeiras das quais ela aceita validação de diploma (boas
universidades brasileiras estão listadas). Apesar de que para
trabalhar como eng. de software tal validação não seja necessária.
Bom, essa é minha opinião. Como disse, acho que o principal é vc quem
faz. Eu, por exemplo, sou formado em Engenharia de Controle e
Automação. Ao longo do curso fui fazendo minha
grade/projetos/estudos/estágios na área de computação.
--
Leandro T. C. Melo
http://sites.google.com/site/ltcmelo/
Qt Creator - http://qt.nokia.com/downloads/downloads#qt-creator
Boa noite pessoal! Eu apenas leio a lista, quase nunca participo.
Gostaria de fazer uma pergunta, não muito relacionada a linguagem C ou
C++ em si, mas sim as cursos de graduação oferecidos.
Prestei vestibular pra Ciência da Computação (me tornaria bacharel) e
não passei =\. Mas passei no vestibular para Analise e Desenvolvimento
de Sistemas (me torno tecnólogo).
Sei que um Tecnólogo é um "pouco diferente" de um Bacharel!
Mas queria a opinião de vocês sobre o mercado de trabalho nesse
aspecto. (Eu gosto da grade de ambos os cursos!)
Acredito que a experiência do pessoal da lista aqui vai tirar todas
minhas dúvidas!
Afinal, ele não é formado!
;-)
2012/1/22 Уθя¡ςκ <obl...@gmail.com>:
A vida é feita de tentativas e recomeços, mas começar na direção certa é sempre melhor. A opinião de todos aqui é muito importante pra mim, apesar de parecer que apenas bacharéis vieram argumentar, rsrs... Acompanho de vista a lista e sei que só tem fera aqui...
Gostei da grade do curso e acredito que a instituição de ensino seja de excelente qualidade.
Além do mais, a melhor forma de saber algo é fazendo-o.
Nem todos que responderam são bachareis. Eu sou tecnologo. Me formei pela UTFPR.
Pessoal, mas como fica se colocarmos bacharelado em Sistemas de
Informação no meio dessa história?
Sistemas de Informação também não é um curso mais voltado pro mercado?
Seria tipo um curso de técnólogo, só que mais completo?
Entre Sistemas de Informação e Ciências da Computação, vocês acham que
há um gap muito grande?
--
[]s
Lokoder
No Mackenzie se costuma dizer que "quem não aguenta o traco", muda de
Ciências para Sistemas.
Dá pra ver que é bem mais "prático", dentro da nojeira que essa palavra cria.
Mx
Entre Sistemas de Informação e Ciências da Computação, vocês acham que
há um gap muito grande?
Os melhores programadores que eu conheço já programavam antes de fazer
faculdade e alguns fizeram coisas como redes e matemática só pelo
diploma. Eu me formei faz um ano só pelo diploma, depois de ter feito
um ano de Relações Internacionais. Mas não é o caminho simples e
feliz. Quem tem oportunidade e paciência para o caminho simples e
feliz (fazer faculdade antes de entrar no mercado) eu recomendo. Mas,
ainda bem, quem estuda programação praticamente todo dia como eu, tem
o privilégio de poder seguir o caminho mais complicado. E no meu caso
acabou dando certo.
No bacharelado você corre o risco de virar excessivamente acadêmico e
não ter a capacidade de entregar um programa com orçamento e prazo
finitos. Conheço péssimos programadores formado por faculdades de
ponta. Sabem tudo possível de teoria, mas não conseguem entregar um
software que funcione, no prazo. KISS passou longe. Mas, não é a
regra, conheço caras bons também.
No técnico você pode focar muito na parte prática e passar por cima de
Estrutura de Dados e Algoritmos, que na minha opinião, são as matérias
mais importantes para ser um programador bom, e o defeito de muitos
autodidatas. Mas eu tive melhor experiência com programadores técnicos
do que com bacharéis. Lembrando: *minha* experiência, isso não é uma
média de mercado e não vou discutir isso.
Se você for um cara que gosta de estudar, relaxa e começa com o que
for possível. Você se vira depois, é bem mais simples do que você
imagina. Pra quem gosta de estudar e estuda o que gosta tudo é mais
fácil.
Rodrigo Strauss
http://www.1bit.com.br
@rodrigostrauss
2012/1/23 Walter Mascarenhas <walter.ma...@gmail.com>:
Quem estuda o que gosta, não estuda: se diverte.
Bem como aquela máxima sobre trabalhar naquilo que gosta.
Mx
2012/1/23 Rodrigo Strauss <rod...@1bit.com.br>:
Se você for um cara que gosta de estudar, relaxa e começa com o que
for possível. Você se vira depois, é bem mais simples do que você
imagina. Pra quem gosta de estudar e estuda o que gosta tudo é mais
fácil.
Acredito que a comunidade aqui sabe o que é estudar, e o que é ler
esses sites que você comentou.
Mx
2012/1/23 P. <pedro....@gmail.com>:
Bota pra quebrar, rapaz!!
;-)
--
P.
Me desculpe, acho que você está cometendo um tremendo engano ao descartar pessoas com essa qualidade. Isto está me soando como alguma mágoa que você teve no passado, mas que está fazendo você perder profissionais de imenso valor.
Eu diria ainda mais, a base da minha empregabilidade até hoje foi essa habilidade de ser autodidata e me virar por conta. Pesou muito mais que o diploma que, aliás, ainda não tenho, mas estou cursando tecnologia em analise em desenv de sistemas e, pasmem, num EAD em faculdade particular o que muitos podem considerar a pior modalidade de curso possível em termos de qualidade de formação.
Por outro lado, para pessoas com o meu perfil, é o melhor curso que existe, pois é possível se formalizar sem perder tempo numa sala de aula. Aliás, se o nosso mercado fosse mais decente e avaliasse as pessoas pelas habilidades e não por papéis (como outro colega falou sobre os RHs de empresas anteriormente) eu nem precisaria fazer isso.
Ademais, te garanto que nenhuma empresa que me contratou até agora se arrependeu de ter o feito. Até pelo fato de não ter o diploma eu resolvi por conta tirar algumas certificações Oracle (OCE, OCA e OCP) que são consideradas por muitos um nível de pós-graduação (estou cansado de ver mestrados em banco de dados casados com cupons para provas de certificação).
Enfim, só queria destacar com este e-mail que diploma não quer dizer nada e que existe muita gente boa que está ficando de fora do mercado por posturas como esta de "não tem tal palavra no curriculo está fora", ou no seu caso, "tem tal palavra no curriculo está fora". []'s
Paulo |
Eu discordo de você. Um profissional certificado (pelo menos em Oracle, que é a minha especialidade, não posso falar sobre os demais) tem que conhecer intimamente o funcionamento interno do banco de dados em um grande nível de detalhes. Não é possível trabalhar DIREITO com Oracle sem ter esse conhecimento... sem saber como é o sistema de locking do banco, como é a estrutura de processos em background, sem saber como é feita a alocação de memória entre os diversos buffers, como é a gravação nos dispositivos de persistência (disco, fita, etc) e inúmeros outros conceitos que não cabem aqui.
Até mesmo o conhecimento de SO e hardware é necessário, ou seja, para ser certificado o profissional tem que ser completo, não existe outro caminho (nota: estou falando aqui do bom profissional, logicamente existem exceções). E uma pessoa que tem todo esse conhecimento também pode desempenhar as atividades que você disse, desde desenvolver um banco de dados até extender as funcionalidades e melhorar o que já existe. O Oracle, por exemplo, possui inúmeros recursos como external procedures e data cartridges que extendem suas possibilidades de maneira praticamente ilimitada, então não precisa ir muito longe, basta ter vontade.
Em suma: meu argumento é - a partir do momento que você conhece algo profundamente você está capacitado a criar algo similar ou melhorar algo existente, desde que você tenha aptidão e vontade para tal. E nenhum destes dois critérios se adquirem com uma certificação e nem em um mestrado. Isso é intrínseco do profissional, alguns gostam outros não.
|
Se eu fizer uma certificação Oracle eu vou terminar sabendo
implementar uma árvore B+ e vou poder criar um concorrente para o
MongoDB?
--
-alex
http://www.artisancoder.com/
Acho que como falado anteriormente, não podemos olhar para os pontos fora da curva. Temos que olhar na média.Na média, os profissionais de excelentes faculdades, são melhores profissionais que os "autodidatas", e quem é mestre e doutor agrega muito mais valor do que aquele cara que estudou sozinho em casa.Pontos fora da curva sempre vão existir em qualquer lugar, mas precisamos olhar na média.
--
Antes de enviar um e-mail para o grupo leia:
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Para sair dessa lista, envie um e-mail para ccppbrasil-...@googlegroups.com
Para mais opções, visite http://groups.google.com/group/ccppbrasil
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Emprego & carreira: vag...@ccppbrasil.org
http://groups.google.com/group/dev-guys?hl=en
Eu j� tive aula com Dr. da USP que n�o sabia p* nenhuma de nada.
E j� tive aula com Mestre da UNIP que era excelente professor.
Acho que esse neg�cio de "m�dia" tamb�m n�o tem nada a ver. Cada caso �
um caso.
Adriano
Flávio,
As faculdades podem cegar a pessoa e fazer achar que a faculdade, pelo
nome em si, cria a pessoa e o profissional.
Resta a lamentar.
Mx
2012/1/24 Flávio Alves Granato <flavio....@gmail.com>:
Afffe...
Em 24 de janeiro de 2012 11:47, Tiago Alves <tiago...@gmail.com> escreveu:
> sou formado pela Unicamp, e você falar que eu tive tudo mastigado e não
> corri atrás, demonstra , no mínimo, um total desconhecimento seu da vida
> universitária (pública).
O nome da sua universidade, apesar de ela somada com outras 2 ou 3
produzem mais de 25% do conhecimento científico do país, não quer
dizer nada para com quem você realmente vai trabalhar, digo o cara que
senta ao seu lado. Conta muito para a pessoa do RH que pega seu
currículo, pois para a pessoa que vai te gerenciar, vai contar muito
mais o quanto você consegue produzir.
Conheço a vida universitária sim. Fiz uma graduação em SI no interior
de Minas, não conclui por falta da entrega do TCC pois uma empresa de
São Paulo me trouxe e minha experiência que contei foi a que tive aqui
e não lá. Estudei com professores graduados, pós-graduados, mestre,
mestrando e pós-doutores ( este era um que era doutor em redes de
tempo real para drive by wire ) e antes de vir para São Paulo eu
trabalhei como desenvolvedor no setor de pesquisa eu trabalhei com
doutores e pós-doutores, esse sim são bichinhos mimados... hehehehe
> "Só" assisindo aulas? Então ter aulas com os acadêmicos mais conceituados do
> país é "só"?
Bem, me soou um pouco como querer ganhar na barrigada. Pq para mim sim
é só, se você disse ter feito um projeto de iniciação científica e ter
sido orientado por um deles, a história teria mudado completamente,
como da água para o vinho.
Assistir aula, ser um bom aluno, esgotar o professor de perguntas é
uma coisa, mas ter um problema nas mãos e conseguir resolver só se
apoiando em idéias e direcionamentos de um conceituado professor e
utilizando metodologia científica ( olha o Descartes ai geeeeente,
tiskdum, tiskdum.... desculpa a brincadeira.)
Ser graduado ou pós graduado, você seguiu um roteiro de estudos, ser
mestre ou doutor além de seguir o roteiro você resolveu um problema
que até então não tinha solução aparente ou alguém não tinha tentado
aquela solução.
Não leve para o lado pessoal, pois se não começaremos a medir nosso
e-penis por email. Somos mais que isso.
Pedro, isso mostra muito a força de vontade de um estudando, mas sabe
como é conhecido tempo de curso na UFOP ( não tem metodologia
científica para isso e nem esta explícito em alguma publicação
científica ou de valor para a sociedade ) os cursos na ufop ( Ouro
Preto/MG ) duram 7 anos 2 de gandaia + 5 de estudos quando a água
começa a bater na b...da
já perdi empregos na u.l ( prar não falar uol ) por não ter
certificação, a pessoa realmente disse, você não tem certificação? Eu,
disse, não preferi especializar meu conhecimento eu mais de uma
liguagem, hoje sei programar muito bem nesta e resolvo problemas nas
outras. Então a cara que ela fez foi de desaprovação e estou até hoje
esperando o contato de retorno. Comentaram comigo que certificação
mostra a dedicação do cara em estudar aquele determinado assunto e a
provar isso. Mas quem disse que todos os sistemas são feitos somente
com uma liguagem hoje em dia? Ou com uma ferramenta? Ou com um
conhecimento?
Não leve para o lado pessoal, pois no frigir dos ovos você deve estar
em uma posição bem melhor que eu perante o mercado.
Pessoal, vou dizer com a minha experiencia que tenho no mercado, tanto em
trabalhar
com profissionais que vieram de particulares, publicas, e que nunca fizeram:
NÃO FAZ
A DIFERENÇA, pois vem caras ruins de faculdades boas, dizendo mil e umas e
não valem
10% do salário que pedem, ja vi caras que nem tem faculdades que rendem
cerca de
meia-dúzia de programadores medianos tranquilamente e ainda sobram... enfim,
pra mim,
isso é um DOM que nasce com a pessoa, geralmente ligado a matemática (assim
como
engenharia e afins), além de um bom raciocínio para abstrair conceitos do
mundo real
(problemas, soluções, etc). Conheco gente que fez 3 faculdades na área
(sistemas,
ciencias, etc) e até hoje é um zero a esqueda em desenvolvimento, mas tem
habilidades
para outras coisas. Portanto, como vi uma mensagem anterior, faça o que você
gosta de
fazer, pois não vai ser uma obrigação e você tende a trabalhar melhor
(afinal, porque
você acha que a maiorias dos coordenadores de equipe que eram
desenvolvedores são um
zero a esquerda? Tem que ter o dom de negociar prazos, lidar com outras
áreas, etc.
Isso são qualidades raras em desenvolvedores no mundo de hoje, e é fato,
fora ainda a
parte do orgulho próprio e etc, se achar melhor por qualquer motivo).
Quer ver se um cara é bom? Veja quantos projetos ele realmente entregou até
o final,
pois entrar em um projeto e sair no meio, demonstra falta de comprometimento
em algumas
das vezes.
E tem gente que defende a certificação, tem gente que defende a faculdade...
não adianta,
a liberdade de pensamento que todos tem deixa cada um escolher o que acha
melhor pra si,
discutir essas coisas é mera perda de tempo, dizendo que X é melhor, não Y é
melhor...
Como disse o Tiago abaixo, somos mais que isso.
--
Ponto V! - Programação de Jogos Profissional
www.pontov.com.br - @pontov - Facebook
Em 24 de janeiro de 2012 11:05, Tiago Alves <tiago...@gmail.com> escreveu:Acho que como falado anteriormente, não podemos olhar para os pontos fora da curva. Temos que olhar na média.Na média, os profissionais de excelentes faculdades, são melhores profissionais que os "autodidatas", e quem é mestre e doutor agrega muito mais valor do que aquele cara que estudou sozinho em casa.Pontos fora da curva sempre vão existir em qualquer lugar, mas precisamos olhar na média.
Acho que você esta digamos, um pouco equivocado, pois a palavra autodidata quer dizer que a pessoa aprendeu sozinho, como alguém que tem a capacidade de aprender sozinho é melhor ou pior que alguém que "de certa forma" pegou tudo mastigado?
Exatamente isso. Uma faculdade boa te dá a oportunidade de aprender,
depende de você. Uma faculdade meia boca te dá menos oportunidade, mas
se você correr atrás aprende também. As faculdade vagabundas costumam
ter boas bibliotecas, não entendo o porquê.
Os melhores programadores que eu conheço já programavam antes de fazer
faculdade e alguns fizeram coisas como redes e matemática só pelo
diploma. Eu me formei faz um ano só pelo diploma, depois de ter feito
um ano de Relações Internacionais. Mas não é o caminho simples e
feliz. Quem tem oportunidade e paciência para o caminho simples e
feliz (fazer faculdade antes de entrar no mercado) eu recomendo. Mas,
ainda bem, quem estuda programação praticamente todo dia como eu, tem
o privilégio de poder seguir o caminho mais complicado. E no meu caso
acabou dando certo.
No bacharelado você corre o risco de virar excessivamente acadêmico e
não ter a capacidade de entregar um programa com orçamento e prazo
finitos. Conheço péssimos programadores formado por faculdades de
ponta. Sabem tudo possível de teoria, mas não conseguem entregar um
software que funcione, no prazo. KISS passou longe. Mas, não é a
regra, conheço caras bons também.
No técnico você pode focar muito na parte prática e passar por cima de
Estrutura de Dados e Algoritmos, que na minha opinião, são as matérias
mais importantes para ser um programador bom, e o defeito de muitos
autodidatas. Mas eu tive melhor experiência com programadores técnicos
do que com bacharéis. Lembrando: *minha* experiência, isso não é uma
média de mercado e não vou discutir isso.
Se você for um cara que gosta de estudar, relaxa e começa com o que
for possível. Você se vira depois, é bem mais simples do que você
imagina. Pra quem gosta de estudar e estuda o que gosta tudo é mais
fácil.
Rodrigo Strauss
http://www.1bit.com.br
@rodrigostrauss
2012/1/23 Walter Mascarenhas <walter.ma...@gmail.com>:
>
> A minha experiência é um diferente das pessoas
> que responderam anteriormente: tenho Ph.D. em
> matemática aplicada no M.I.T. e sou prof. no
> departamento de computação da USP, mas
> espero que minhas opiniões ajudem da algum
> modo.
>
> Estes são os meus pontos de vistas:
>
> 1) Um bacharelado em uma boa universidade
> é melhor que um curso de tecnólogo pois te
> oferece mais OPORTUNIDADES de aprender.
> Você encontrará uma disponibilidade maior
> de cursos e professores com os quais você
> poderá aprender.
>
> 2) Estas OPORTUNIDADES não valerão
> absolutamente nada se você não correr atrás
> delas. Um tecnólogo que se esforce, se interesse
> e estude será um profissional mais competente
> que um bacharel vagabundo na melhor universidade
> do mundo. A universidade oferece as oportunidades,
> cabe a você aproveitá-las.
>
> 3) Um Ph.D. serve sim para muita coisa, desde que
> você saiba aproveitar bem o que é ensinado e
> corra atrás de aprender o que fica por sua conta.
> (Nunca fiz um *CURSO* de C++. O que sei aprendi
> foi lendo livros, programando e conversando com amigos)
>
> Resumindo, se você quer seguir uma carreira em
> computação então eu sugiro que você faça um
> bacharelado em uma boa universidade,
> encontre um professor, ou professores, com
> quem você se identifique e aprenda o que
> puder com ele.
>
> Feito isso você terá mais base para decidir
> que caminho deseja trilhar. Se quiser fazer
> algo mais voltado ao mercado então um
> mestrado para aprimorar os seus conhecimentos
> pode ser uma boa idéia. Se quiser seguir
> vida acadêmica então um doutorado é
> fundamental. Você decidirá quando
> chegar a hora.
>
> Se não for possível fazer o bacharelado
> e a única opção for o tecnólogo, então
> tudo bem, não é nenhum fim de mundo.
> Você, com seu esforço, também pode
> conseguir muita coisa. Pode até
> fazer um mestrado depois
> para suprir alguma deficiência e até
> mesmo um doutorado se esta for
> a sua vocação.
>
> O ponto essencial é que tudo
> depende do seu esforço.
>
> walter.
Então: Diploma da faculdade X é garantia de competência.
Agora, depois dessa, me retiro da discussão.
Mx
bem, se você quer selecionar um ou outro entre uma quantidade grande
nada melhor que o laço do certificado...
Como você disse anteriormente é aceitável perder bons profissionais
pelo comodismo do certificado, não deixa de ser como olhar a linha do
"tem" ou "não tem", então é justo.
Mas também é justo não indicarmos para suas vagas, lógico que é em um
sentido figurado, pois uma pessoa não será realmente avaliada. Fica a
dúvida, as certificações são realmente checadas uma a uma com a
certificadora ou é só critério de seleção mesmo?
Pelo ponte de vista exposto sim. Mas sabemos que existem excessões à
todas as regras.
On Jan 24, 2012 1:03 PM, "Rodrigo Madera" <rodrigo...@gmail.com> wrote:
>
> 2012/1/24 P. <pedro....@gmail.com>:
> > Esta inferência é uma falácia: se é um erro considerar, durante um processo
> > seletivo, um diploma como garantia de competência, então é desnecessário
> > e/ou irrelevante estudar em uma boa escola quando em busca de competência.
>
> Então: Diploma da faculdade X é garantia de competência.
O Lamarão não disse isso. Ele disse que o pensamento de não se cursar uma boa faculdade por isso não ser uma garantia de competência, isso sim, é um erro.
Cursar uma boa faculdade é, acima de tudo, uma conquista pessoal.
Felipe Tonello
> Pode n�o ser uma boa pol�tica, mas algu�m consegue pensar numa
> alternativa melhor, que seja vi�vel tanto financeiramente quanto em prazo?
>
Sim!
Vc poderia dividir os curr�culos em dois (ou mais) grupos, sem crit�rio
algum, pegar um grupo e descartar os outros.
Seria uma id�ia t�o boa quanto a outra.
Adriano
Sensacional!
Vide Joel Spolsky, ele fez um artigo que ficou muito famoso, ao falar
sobre recrutamento.
Não tenho o link, mas perguntem pro Google que ele indica.
Mx
On 24-01-2012 12:52, Ponto V! - Vinícius Godoy wrote:
>
> Já participei de contratações onde orientei que fossem descartados todos
> os currículos de determinadas faculdades. Foi descartada gente boa no
> processo? Claro. Mas quando vc trabalha numa grande empresa e tem mais
> de 200 currículos na mão, fica inviável testar todos os candidatos e,...
> certamente, haverá outro bom candidato no meio dos currículos que sobraram.
>
>
Sim!
> Pode não ser uma boa política, mas alguém consegue pensar numa
> alternativa melhor, que seja viável tanto financeiramente quanto em prazo?
>
Vc poderia dividir os currículos em dois (ou mais) grupos, sem critério
algum, pegar um grupo e descartar os outros.
Seria uma idéia tão boa quanto a outra.
Adriano
E-xa-to.
On 24-01-2012 12:52, Ponto V! - Vinícius Godoy wrote:
>
> Já participei de contratações onde orientei que fossem descartados todos
> os currículos de determinadas faculdades. Foi descartada gente boa no
> processo? Claro. Mas quando vc trabalha numa grande empresa e tem mais
> de 200 currículos na mão, fica inviável testar todos os candidatos e,...
> certamente, haverá outro bom candidato no meio dos currículos que sobraram.
>
>
Sim!
> Pode não ser uma boa política, mas alguém consegue pensar numa
> alternativa melhor, que seja viável tanto financeiramente quanto em prazo?
>
Vc poderia dividir os currículos em dois (ou mais) grupos, sem critério
algum, pegar um grupo e descartar os outros.
Seria uma idéia tão boa quanto a outra.
Adriano
Vou compartilhar um pouco da minha (pouca) experiência.Me formei em Engenharia de Computação (1 ano atrasado) em dezembro pela Unicamp.Comecei a estagiar em dezembro de 2009.Pelo o que eu pude sentir do mercado até agora, daria as seguintes recomendações:1) Comece a estagiar o quanto antes. Procure uma empresa no qual você irá desenvolver suas habilidades, pois vale muito a pena. Provavelmente você irá trabalhar com alguma tecnologia em específico, então, nos tempos livres, leia blogs, acompanhe grupos sobre outras tecnologias e pratique em casa esses outros conhecimentos.2) O nome da universidade AINDA pesa. Apesar de não pesar como há alguns poucos anos atrás, ainda pesa. Eu percebo que sou chamado para algumas entrevistas, mesmo não tendo experiência as vezes nos requisitos da vaga, apenas por ter o nome de uma boa universidade no currículo.Em resumo, faça uma boa universidade, mas lembre-se que o mais importante é a prática e a experiência.Em 23 de janeiro de 2012 02:26, Vinícius Godoy de Mendonça <vini...@gmail.com> escreveu:
Nem todos que responderam são bachareis. Eu sou tecnologo. Me formei pela UTFPR.
Em 23/01/2012 02:00, "Rafael Uchôa" <rafaeluc...@gmail.com> escreveu:
A resposta é bem simples.
main () {
Comece o Tecnólogo e veja se é isso mesmo que você quer.
Se você tiver quem lhe banque enquanto tiver estudando {
passe para o bacharelado SEM reaproveitamento de cadeiras.
}
Seja qual for o curso, comece a estagiar LOGO! Ou se gostar mais da vida acadêmica, comece a escrever artigos O QUANTO ANTES!
return SUCESS_;
}
Os tecnólogos foram criados PARA o mercado, que precisava de gente trabalhando em menos de dois anos.
Não estou dizendo que o Tecnólogo seja ruim, só que o bacharelado você se forma para ser cientista da computação e os tecnólogos, o seu foco é o mercado de trabalho.Em 22 de janeiro de 2012 19:14, Erle Carrara <carrar...@gmail.com> escreveu:
A vida é feita de tentativas e recomeços, mas começar na direção certa é sempre melhor. A opinião de todos aqui é muito importante pra mim, apesar de parecer que apenas bacharéis vieram argumentar, rsrs... Acompanho de vista a lista e sei que só tem fera aqui...
Gostei da grade do curso e acredito que a instituição de ensino seja de excelente qualidade.
Além do mais, a melhor forma de saber algo é fazendo-o.
Em 22/01/2012 22:36, "Ziviani" <jrzi...@gmail.com> escreveu:Legal você pedir opiniões sobre isso, mas pode ser que elas causem mais confusão do que outra coisa.
Se você gostou da grade e já passou, dê uma chance ao curso. O máximo que acontecerá é você não gostar, prestar outro vestibular e recomeçar. Mas não esquente, a vida é feita de tentativas e recomeços. =)Não se preocupe muito, com dedicação e amor ao que você faz você poderá chegar onde quiser, apenas aproveite o seu momento e tenha paciência.Grande abraço,
Ziviani2012/1/21 Erle Carrara <carrar...@gmail.com>
Boa noite pessoal! Eu apenas leio a lista, quase nunca participo.
Gostaria de fazer uma pergunta, não muito relacionada a linguagem C ou
C++ em si, mas sim as cursos de graduação oferecidos.
Prestei vestibular pra Ciência da Computação (me tornaria bacharel) e
não passei =\. Mas passei no vestibular para Analise e Desenvolvimento
de Sistemas (me torno tecnólogo).
Sei que um Tecnólogo é um "pouco diferente" de um Bacharel!
Mas queria a opinião de vocês sobre o mercado de trabalho nesse
aspecto. (Eu gosto da grade de ambos os cursos!)
Acredito que a experiência do pessoal da lista aqui vai tirar todas
minhas dúvidas!
Paulo,Concordo contigo. Quem descarta um candidato por ter uma palavra, perde o direito de falar mal de qualquer RH. Até pela infantilidade do ato.
Agora, lembrem-se que existem casos e casos. Vi profissionais de excelentes faculdades que não sabem nem como amarrar o próprio sapato. E existem pessoas que leram mais artigos e tesis acadêmicos que muitos formados aqui que ficam vomitando arco-iris para o próprio curso cursado.Cada pessoa é uma entidade, e cada uma tem sua característica. Nada como uma entrevista para saber o que o cara sabe ou não. E a melhor parte é ver a cara do "mestre" ou "doutor" não conseguir acompanhar o conhecimento do "autodidata", durante a entrevista.
;-)Mx
--
P.
Pra que seria necessário diploma para ser Presidente? E o que
isso tem a ver com o Brasil? É necessário ter diploma para abrir
uma empresa bem sucedida nos USA? Diploma é para conhecimento
específico. E esse conhecimento específico pode vir tanto por educação
formal, como não. E tanto por cursos "técnicos" (de segundo grau)
como faculdade.
Acho que é uma besteira a que o Brasil caiu de que para ter alguma
profissão que preste você precisa de faculdade, e com isso se criou
um comércio gigantesco de educação que serve apenas para prover
essa esperança. Agora, ao invés de termos gente de segundo grau
desempregada, temos de faculdade. Não mudou quase nada, até
porque de conhecimento técnico, infelizmente se ensina muito
pouco nessas faculdades. E geralmente ainda por cima, a maioria
nem está preparada para obtê-los, por causa da deficiência do
ensino fundamental e médio.
A educação que diminui as diferenças, que torna mais justo, que
faz mais humano etc, e a educação que ensina o ser humano a
pensar e ter os conhecimentos mínimos para buscar por si. Seja
esse caminho através da faculdade, estudando sozinho, fazendo
um curso qualquer ou metendo as caras no trabalho. Essa
educação sim está faltando, e está faltando no ensino
fundamental e médio do país. Nada a ver com faculdade ou
diploma.
[snip]
--
Felipe Magno de Almeida
A educação que diminui as diferenças, que torna mais justo, que
faz mais humano etc, e a educação que ensina o ser humano a
pensar e ter os conhecimentos mínimos para buscar por si. Seja
esse caminho através da faculdade, estudando sozinho, fazendo
um curso qualquer ou metendo as caras no trabalho. Essa
educação sim está faltando, e está faltando no ensino
fundamental e médio do país. Nada a ver com faculdade ou
diploma.
[snip]
--
Felipe Magno de Almeida
Eu sou da opinião que quem faz o programador que você será é você e
não o seu curso. ;-)
Pode ser um pouco difícil entrar no mercado sem um diploma
reconhecido, mas se você for bom, depois de te conhecerem, as portas
se abrem mais facilmente. No entanto, é inegável que um curso superior
decente só tem a somar.
Esses casos devem ser tratados individualmente. Não acredito em
receitas de bolo quando envolvemos pessoas diferentes, em cidades
diferentes e com oportunidades diferentes.
Um abraço.
Att,
Fernando Mercês
Linux Registered User #432779
www.mentebinaria.com.br
softwarelivre-rj.org
@MenteBinaria
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hacknrio.org
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2012/1/25 Erle Carrara <carrar...@gmail.com>:
Eu acho que bachareis e tecnologos são como os Nazistas.