DEFICIÊNCIA
DE COLESTEROL: UM FATOR NOVO COMUM NO
AUTISMO |
DEFICI"ENCIA DE COLESTEROL: UM FATOR COMUM NOVO NO AUTISMO

A suplementação do Colesterol reversa
muitos sintomas do autismo na desordem do SLOS (Sindrome de Smith-Lmni-Optiz ).
Essa deficiência também é muito comum no autismo em geral.
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SLOS e Autismo -
Dificiência de Lítio comum em doença mental e doença social -
Doses de Colesterol para tratar SLOS -
Benefício do colesterol no SLOS -
Deficiência de Colesterol -
Benefícios do colesterol na dieta -
A função do Sonic Hedgehog (SHH) -
Exame para colesterol -
Por que o cérebro precisa de colesterol -
A historia de Paulina -
Referências
Dr. Richard Kelly, um médico e pesquisador na Universidade de John Hopkins
descobriu com com outros colegas que os sintomas do autismo presente na
desordem genérica de SLOS foram rapidamente revertidos após uma dieta com
colesterol. Algumas das muitas melhoras incluiu melhora no padrão do sono,
controle de comportamentos berrantes, aprenderam como caminhar, falaram pela
primeira vez, e ficaram mais responsáveis e sociáveis com os membros da família.
Além disso, outros benefícios da dieta com colesterol incluiram diminuição de
infecções, redução no ressecamento da pele, redução do comportamento
autodestrutivo, melhora no tom muscular, melhora no crescimento, melhora em
comportamento defensivo, e melhora em geral. Alguns pais disseram que seus
filhos tiveram uma melhora significante no comportamento autístico, e até mesmo
alguns adultos falaram pela primeira vez – todos em poucos dias do início da
dieta com suplementação de colesterol. Essas mudanças ocorrem antes de os níveis
de colesterol terem aumentado no sangue, sugerindo que a melhora é resultado da
formação dos derivativos do colesterol – tais como hormônios esteróides e sais
biliares.

A Sindrome de Smith-Lemli-Opitz (SLOS) é uma
desordem genética autossômica recessiva associada ao autismo, mal formações
múltiplas e sindrome de retardamento mental incialmente descrita por Smith
Lemli, e Opitz. A sindrome (SLOS) é causada por uma deficiência do
cholesterol-7-deidro (7DHC) redutase, a enzima responsável pela catalização do
passo final na síntese do colesterol indicada na figura simplificada do
metabolismo do colesterol. Como resultado da deficiência desse enzima o
colesterol-7-deidro acumula, e o nível de colesterol dramaticamente diminui.
Apesar de algumas crianças com SLOS terem anormalidades físicas severas, muitas
são apenas levemente afetadas e comportamentos autísticos podem ser sua
anormalidade maior. Já que exames bioquímicos são raramente feitos para essa
doença, pode ser possível que existam muitas crianças com SLOS, com menos
anormalidades anatômicas, nais quais o diagnóstico falhou. Como resultado, a
deficiência dessa enzima, indivíduos com essa desordem tem colesterol
extremamente baixo mas níveis extremamente altos de deidrocolesterol-7. Uma
pessoa com SLOS tinha o menor valor de colestererol (< 1mg/dL) já medido no
soro, enquanto a maioria das pessoas tem níveis entre 150-250 mg/dL.

Já que níveis de colesterol são insuficientes em pessoas com SLOS,
virtualmente nenhum dos hormônios esteróides normais e sais biliares derivados
do colesterol podem ser adequadamente produzidos, porém, formas anormais desses
hormônios derivados do 7-DHC serão produzidas. É muito importante notar que
colesterol é um elemente essência na mielina, a qual é o material de insulação
essêncial para o funcionamente nervoso (especialmente no cérebro). Pessoas com
SLOS possui vários graus de habilidades cognitivas variando de funcionamento
intectual médio à profundo retardo mental. É muito comum para mostrarem também
hiperreatividade sensorial, irritabilidade,
atraso na linguagem, ciclo de sono perturbado, comportamente auto destruitivo,
comportamente autístico. Em um estudo, quase 50% das crianças com SLOS se
encaixaram no critério de DSM-IV para autismo. Em outro estudo, 86% das crianças
com SLOS tinham desordem do espectro autítico. Muitas das anormalidades
comportamentais do SLOS significantemente respondem bem com suplementação de
colesterol. Se o autismo for dominante no SLOS, e os sintomas autísticos
melhoram com a suplementação de colesterol, então é viável que qualquer
anormalidade bioquímica severa levando à desmielinação precisa ser explorada
como uma possível cauda do autismo
Deficiência
de Lítio comum em doenças mentais |

Jim Adams descobriu que na avaliação de amostra de cabelo de crianças
autistas o nível de lítio eram significantemente mais baixo tanto nas crianças
como em suas mães. Eu tenho feito observações semelhantes em muitas crianças com
autismo examinadas no Laboratório Great Plains. Os níveis de lítio de algumas
crianças com autisma estão nas mais baixas porcentangem. Ironicamente, o uso de
água altamente purificada para prevenir ingestão de metais tóxicos em mulheres
grávidas pode ter deixado essas mulheres sem pequenas quantidades de lítio
encontrado em água comum necessário para a formação adequada do cérebro, e essa
deficiência parece ser um fator de risco significante no autismo. Essa mudança
para água purificada aconteceu durante os últimos 20 anos durante o mesmo tempo
que a epidemia do autismo aumentou. O aumento de 10 vezes do consumo de água
purificada coincide quase exatamente com o aumento aproximado de 10 vezes do
autismo nesse período (ver gráfico). É bem possível que esse fator pode de
fato ser igual em importância ao contato com mercúrio como um fator de risco
para o autismo.
Em quantidades bem pequenas, o lítio parece ser essêncial para uma boa saúde
mental. Em áreas do país onde o lítio está presente em em altos níveis na água
de beber, encontra-se muito menos violencia e crime. Um estudo feito com 27
áreas do Texas descobrio que incidência de violência, suicídio, homicídio e
estupros era significantemente mais alto em áreas que a água de beber continha
pouco lítio ou não continha lítio algum comparados com áreas onde o lítio estava
presente na água, mesmo após corrigir a densidade da população. Associações
correspondentes com a incidência de roubo e assaltos eram bastante
significantes, assim também como associações com a incidência de prisões por
posse de ópio, cocaina, e seus derivados. Além disso, eu tenho encontrado
frequentemente níveis baixos de lítio em amostras de cabelo de pacientes com
esquizofrenia. O exame de lítio no cabelo tem sido mostrado como um bom
indicador de deficiência de lítio. Níveis de lítio do cabelo do couro cabeludo
reflete a média de ingestão de lítio no período de várias semamas à vários meses
e representa um meio não-invasivo de determinar a ingestão do lítio na dieta. O
lítio é usado no transporte de folato e vitamina B12 para o cérebro. As
deficiências comuns de lítio podem ser uma das razões que crianças com autismo
precisa de altas doses de tais formas dessas vitaminas.

A dosagem permitida diária (RDA) para um adulto de 70Kg é de 1,000 mcg por
dia (cerca de 1% da dose de lítio comumente usada como agente farmacêutico) tem
sido sugerido, correspondendo a 14.3 mcg por KG do peso do corpo. Preste
atenção que mcg é para microgramas e não miligramas (mg)! Dosagens de lítio
entre 150400mcg por dia (dosagens que são nutricionais em vez de farmacológica)
resultaram em melhora no humor de usuários de drogas, dos quais muitos tinham
histórias de abuso de drogas. O uso nutricional de lítio, é completamente
seguro. Nenhuma alerta de segurança ou exame de sangue precisa ser feito antes
de usar o lítio como suplemento em contraste quando usar o lítio como droga, que
requer exame de sangue para prevenir overdose tóxica. Se os níveis no cabelo
forem baixos ou a pessoa bebe água purificada ou água feita com osmose reversa,
então a pessoa deve tomar suplemento de lítio. O New Beginnings Nutritionals
(Ver como pedir pela Rubem
Berta )tem um suplemento conveniente em forma líquida contendo 50mcg por
gota. Eu lembro quando a água em garrafa foi lançada, eu duvidei que pessoas
fossem comprar um produto que pode ser adquirido virtualmente de graça em apenas
abrir a torneira. Agora eu bebo água purificada em osmose reversa, que é
totalmente livre de traços de elementos (e químicos tóxicos), e eu tomo 500mcg
de lítio todos os dias, adicionando gotas em meu suco de laranja.
Doses de
Colesterol para tratar SLOS |
Doses de colesterol usadas em tentativas terapêuticas variam entre 20 a
300mg/Kg por dia. Em alguns estudos do tratamento de SLOS, suplemento de
ádico biliar, foram também incorporados na
dieta. Em estudos mais antigos, 50mg/Kg de colesterol cristalino puro era usado
e mostrou resultado benéfico. Outras opções para suplementação de colesterol
inclui o uso da gema do ovo, creme branco e gordura de manteiga. Uma simples
gema de ovo contém cerca de 250 mg de colesterol. Um adulto de 100kg com SLOS
teria que consumir 40 gemas por dia para poder alcancar uma dosagem de
colesterol de 100mg/kg por dia. Além disso, carne de visceras bovinas, como
fígado e rins são particularmente ricos nesse composto. 85g de fígado, por
exemplo, contém cerca de 372mg de colesterol. Uma porção semelhante de cérebro
animal tem o triplo dessa quantidade. Em alguns estudos de tratamento,
pacientes com SLOS tomaram doses de colesterol purificados em vez de ter que
encontrar nos alimentos.
Benefícios da alimentação com
colesterol em SLOS Kelley RT. Inborn errors
of cholesterol biosynthesis. Adv Pediatric 2000;47
:1-53 |
- Iniciou a caminhar
- Iniciou a correr
- Melhora no crescimento
- menos infecções
- Menos sensibilidae à luz UV
- Aumento na alerta
- Parou de bater a cabeça
- Diminuição da defesa tática
- Aumento na socialização
- Melhora no comportamento
- início de conversa/fala em adultos que não falavam antes
- Pessoas verbais dizem que se sentem bem melhor
- Muitas melhoras em apenas poucos dias de uso do suplemento
- Diminuição na irritabilidade
Deficiência
de Colesterol: Comum na Desordem do Espectro Autista (DEA) assim como também em
SLOS |

Dr. Tierney e seus colegas envolvidos na pesquisa de SLOS queriam determinar
se a deficiência de colesterol era comum no autismo "comum". Eles investigaram
o incidente de deficiência de colesterol na amostra de sangue de um grupo com
desordem do espectro autista (DEA) em familias que mais de um indivíduo tinha
autismo, mas não SLOS. Usando cromatografia/espectrometria de massa de gás
altamente correta, DHC-7 e suas moléculas relacionadas foram separadas em 100
amostras de indivíduos com autismo. Apesar de nenhuma amostra ter níveis
consistente com SLOS, 19 amostras (19%) tinham colesterol total menos que
100mg/dl, níveis que são bem menores que valores encontrados em crianças da
mesma idade, além disso, esses pesquisadores descobriram que os valores do
colesterol estavam baixos, não como resultado de quebra excessiva, mas por
produção reduzida. Esse trabalho foi confirmado no Laboratório Great Plains
que fez exames de colesterol em 40 crianças com Desordem do Espectro Autista
(ver gráfico). Nesse estudo, como no do Dr. Kelly, valores extremamente baixos
de colesterol definidos nos baixos 5% de crianças normais (com menos de 100
mg/dL) que foram determinados em um estudo nacional no Centro de Controle de
Doenças. Os resultados dos dois estudos foram semelhantes à porcentagem de
níveis extremamente baixos encontrados no Laboratório Great Plains com níveis
sendo 17.5% contra 19% de valores nos estudos de Tierney. Além disso, 57.5%
tinham níveis de colesterol menor que 160mg; dL. NIH tinha concluido 19 estudos
usando meta-análises, onde homens e mulhares (em quantidade menor) com
colesterol total no soro menor que 160mg/dL, tinham aproximadamente entre 10-20%
maior chance de morte quando comparado com aqueles que tinham níveis de
colesterol entre 160 a 199mg ;dL. Especificamente, pessoas com níveis de
colesterol baixo tinham maior chance de morrer de câncer (principalmente de
pulmão e de sangue), doenças respiratórias e digestivas, morte violenta (suicído
e trauma), e derrame homorrágico. É interessante notar que no estudo do
Laboratório Great Plains, somente uma criança com Desordem do Espectro Autista
tinha nível de colesterol alto, com nível maior que 340 mg/dL O conceito de
"bom" e "mal" em substâncias dietéticas depende da circunstância da pessoa. A
maior parte da informação que o público recebe é muito simplificada. Para uma
pessoas morrendo de sede no deserto, qualquer tipo de água é muito boa. Para
uma pessoa que acabou de beber 10 litros de água em uma competição, outro copo
pode ser fatal. O conceito de bom e mal colesterol é bem semelhante à analogia
da água.

O tipo de cholesterol que é associado com alta densidade de lipoproteinas e
ajuda a remover o colesterol de certos tecidos é denomidado de "colesterol bom"
ou colesterol HDL (High Density Lipoprotein-associated cholesterol – Colesterol
de alta densidade de lipo proteinas). O tipo de colesterol associado com baixa
densidade de lipo proteinas e que transporta colesterol para os tecidos que
necessita do mesmo, é denomidado de "mal colesterol" ou colesterol LDL (Low
Density Lipoprotein-associated cholesterol – Colesterol de baixa densidade de
lipoproteina). Se porém, os tecidos de uma certa pessoa tiver deficiência
significativa de colesterol necessário, então ambos os colesterol LDL e HDL são
bons para aquela pessoa. Um suplemente de colesterol purificado não pode ser
"bom" ou "ruim" e o corpo irá distribuir aos locais onde é mais necessitado. Se
a pessoa tiver níveis adequados de colesterol, então nenhum suplemento adicional
será necessário Anormalidades no metabolismo do colesterol presente em SLOS e
no autismo pode prejudicar o funcionamento de uma proteina de desenvolvimento
denominada "porco-espinho sônico" em Inglês "sonic hedgehog" ou SHH, denominada
por um caráter do video game popular Sega Gênesis. O gene original do
porco-espinho sônico foi encontrado na mosca de fruta Dosophila e foi denominada
pela aparência à lava da mosca mutante que tem o corpo coberto com pelos
pontudos semelhante ao porco-espinho. Os dois tipos de proteina porco-espinho
foram denominadas com nomes de certas espécies de porco-espinhos e última com o
nome do carater do video game. Colesterol tem que fazer uma ligação covalente
com SHH antes de SHH poder funcionar bem. Além disso, algumas formas de SHH têm
ambos colesterol e o ácido graxo palmítico covalentemente ligao à proteina.
(Ácido palmítico é necessário para a produção do complexo de proteina
porco-espinho solúvel e de alcance longo em seres humanos). O anexo de
colesterol ativa a proteina porco-espinho sônico e sem o colesterol adequado, o
funcionamento da proteina SHH é prejudicado.
Benefício do
Colesterol na Dieta |
Suplementação com alimentos rico em colesterol pode ser
uma terapia benéfica para se experimentar por alguns meses em crianças com
autismo que tem valores de colesterol que são abaixo de 160 mg/dL. Infelizmente
alergia a ovos é comum em pessoas com autismo e pode aumentar em uma dieta
continua com ovos, e pode ser também difícil em crianças que não gostam de
ovos. Apesar do colesterol alto no soro sanguíneo ser associado com ataque
cardíaco, níveis baixos de 160 mg/dL são associados com comportamento violento,
suicídio, depressão, anciedade, doença bipolar, doença de Parkson, e alta
mortalidade por câncer. Surpreendentemente, colesterol alto protege contra
doenças infecciosas como turbeculose, que tem side bem comun nos EUA desde a
grande depressão, durante a qual muitos sofreram com falta de alimentos alto em
colesterol por causa de problemas financeiros. Vegetarianos tem uma incidência
bem maior de tuberculose que pessoas que comem carne. É possivel que a enfase
colocada em dieta baixa em colesterol tenha sido associada com o aumento em
casos de tuberculose. Níveis baixos em colesterol podem também estar associados
com deficiência de manganês, doença celíaca, hipertiroidismo, doença do fígado,
mal absorção e mal nutrição. Mulheres grávidas com colesterol baixo tem a
probabilidade dobrada de ter crinças prematuras ou crianças com cabeças
pequenas. Colesterol LDL (tão chamado colesterol "mal") protege humanos
contra infecções. Bactéria fatal staphylococcus produz endotóxinas que tem a
habilidade de matar células humanas, inlcuindo células vermelhas do sangue. Foi
descoberto que o colesterol LDL protege essas células do efeito dessa
endotóxina, enquanto o HDL não oferece a mesma proteção. Um estudo na
Universidade de Pittsburgh descobriu que em homens jovens e de meia idade,
aqueles que tinham colesterol LDL baixo de 160mg / dL tinha um número
signficativamente mais baixo (do total e de vários tipos) de células brancas do
sangue que homens com colesterol LDL acima de 160mg/dL.
Funções do
Porco-Espinho Sônico (SHH): |
- Tem uma função central no padrão do desenvolvimento, especialmente do
sistema nervoso e do sistema esquelético.
- Importante no crescimento e diferenciação de uma variedade de células,
inlcuindo as células de desenvolvimento T no Timo.
- Neurônios Purkinje secretam SHH para sustentar a divisão dos grânulos dos
neurônios precursores na camada externa granular no desenvolvimento do cérebro.
Desenvolvimento anormal do cerebelo e especialmente desenvolvimento de células
purkinje tem sido associada ao autismo.
- Uma proteina reguladora da transcrição, SHH altera o funcionamento de genes
no tempo determinado. .
Exames de cholesterol,
proteinas de transporte de cholesterol, e homocisteina no Laboratório Great
Plains. |

O Laboratório Great Plains desenvolveu um painel especial relacionado com o
colesterol para determinar se a deficiência de colesterol ou anormalidade no
transporte do colesterol está presente. Esse painel inclui os seguintes
marcadores: Colesterol Total, Apolipoproteina (a), e homocisteina.
Lipoproteinas são envolvidas no transporte do colesterol, lipídios, e vitamina
E. Colesterol Total: Colesterol total mede todos os
tipos de colesterol, incluindo esterificados e livres. Baixos níveis
(geralmente níveis abaixo de 160 mg/dL) são associados com doenças genéticas do
metabolismo do colesterol tais como SLOS, doença de Tangier, e
abetalipoproteinemia. Níveis baixos são mais comuns em hipertiroidismo, doença
do fígado, mal absorção, mal nutrição, autismo, comportamentos violentos, doença
celíaca, anciedade, doença bipolar, alcoolismo, câncer do pulmão, suicídios,
depressão, e obesidade associada com infecção com adenovirus-36 humano. Na
China, onde a média de colesterol é mais baixo que no ocidente, infecção com o
virus da hepatite B é muito comum. Pessoas contaminadas com Hapatite B, mas não
os com hepatite B erradicada, tem colesterol significantemente mais baixo que
pessoas não contaminadas, sugerindo um relacionamento de causa-efeito. Níveis
altos de colesterol são associados com aterosclerose. Apolipoproteina A-I
(Apo A-1): O componente principal da proteina do HDL (High Density Lipoprotein).
Conta por aproximadamente 65% do total de proteina total contida no HDL.
Apo-A-I ativa o colesterol lecitina aciltransferasa que catalisa a
esterificação do colesterol. O resultante colesterol esterificado pode ser
transportado para o fígado, metaboliza do e excretado. Níveis de Apo
A-I diminuem durante infecções. Apolipoproteina B (Apo B): O componente
principal da proteina de LDL 9Low Density Lipoprotein). Conta por
aproximadamente 95% da proteina total do LDL. Apolipoproteina B é necessária
para a reação com receptores de LDL no fígado e na parede celular e é então
envolvida no transporte do colesterol do fígado para as células. Recentemente o
"Mind Institute" (Instituto da Mente) descobriu que níveis baixos de Apo B são
associados comautismo. LDL tem efeito protetor contra endotóxinas de
estafilococos mortais. Lipoproteina (a): Consiste de dois
componentes, a lipoproteina de baixa densidade (LDL) e a glicoproteina, que são
ligadas a uma ponte de dissulfeto. Níveis altos têm sido implicados como um
fator de risco para doenças cardiovasculares, doença de Alzheimer, doença de
Crohn, e artrite reumatóide. Níveis baixos têm sido encontrados em pessoas com
autismo que têm doses altas da variante do gene Apolipoproteina E epsilon-4 que
são associados com o aumento de risco para a doença de Alzheimer. Lipoproteina
(a) não é bioquimicamente relacionada com a Apolipoproteina A. Homocisteina:
O aminoácido contendo sulfur que pode ser convertido em metionina pela síntese
da metionina ou pela betaína metil transferase. A função da homocisteina na
aterosclerose ganhou antenção após ser encontrado aterosclerose massiva em
pessoas jovens como desordem genética homocistinuria. Síntase de metionina
requer o derivado do ácido fólico metil tetrahidrofolato 5. Níveis anormalmente
altos têm sido encontrados em derrames(AVC – Acidente Vascular Cerebral??),
doenças cardiovasculares, e em doença de Alzheimer. Ambos níveis altos e baixos
têm sido encontrados em autismo. Todos os exames de colesterol do
Laboratório Great Plains são feitos com reagentes de diagnóstico aprovados pela
FDA. Pedir esse exame >>
Por que o cérebro precisa de
colesterol |
- Existe uma correlação entre a concentração de colesterol no cérebro,
particularmente na mielina, e bom funcionamento do cérebro.
- O cérebro é o orgão mais rico em colesterol do corpo.
- No sistema nervoso central (CNS), essêncialmente todo (99,5%) do colesterol
é livre ou de forma desterificada (livre de amino ácidos).
- A maioria (70%) do colesterol presente no sistema nervoso central reside na
mielina (o material que faz a insulação das fibras nervosas) camadas e a
membrana do plasma do astrocitos (células de suporte do cérebro) e neurônios.
- A metade da materia branca, que contém os axos que permitem a transmissão
dos sinais cerebrais, podem ser compostas de mielina rica em colesterol.
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O New Beginnings Nutritionals anuncia o novo e único produto chamado
Colesterol Sônico – Um suplemento nutricional puro e potente para corrigir a
deficiência do colesterol. Colesterol Sônico é um suplemento ideal para crianças
e adultos que têm níveis de colesterol ambos baixo e abaixo do normal, e que não
gostam de ovos ou têm alergia ao mesmo.
- Cada cápsula contém 250 mg de colesterol - Cada dose de 250 mg fornece
a mesma quantidade de colesterol que um ovo. - O colesterol é
cuidadosamente extraido da lã da ovelha cru - Testado para provar que não
contém metais pesados e tóxicos químicos. - Disponível somente com receita
médica - Exames de colesterol regularmente é aconselhavel para testar níveis
de colesterol.
Frases acima não foram confirmadas pela FDA. Esse produto não tem a
intenção de diagnosticar, tartar ou curar qualquer doença.
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A história de
Paulina e o colesterol |

Por Dr. William Shaw A história do colesterol fez uma impacto muito
positivo em minha enteada Paulina, uma menina alegre de 18 anos com autismo
severo. Tratamentos biomédicos inlcuindo a dieta SG/SC (Dieta sem glúten e sem
caseína), terapia antifúngica, controle de clostridia, e quelação de metais fez
sucesso no controle de hiperatividade, padrão de sono anormal, e comportamento
auto abusivo. Mesmo com o tratamento, Paulina tinha pouco uso das suas mãos,
perdeu toda fala com idade de 4 anos, e tem uma anormalidade física e que o
quarto dedo do pé é bem menor que o quinto. Todos esses sintomas levou ao
diagnóstico da doença genética Sindrome de Ret no hospital local, mas o exame de
DNA era inconsistente com o sindrome de Ret. Paulina sempre foi cheia de
energia, e algumas vezes corria muito quando siamos para cominhar. No início do
ano quando ela começou as aulas, nós começamos a receber comentários
desfavoráveis da escola (que eram fora do normal) indicando que ela estava
perdendo interesse nas atividades da escola, e estava mais e mais se afastando,
até dormindo ela estava na sala de aula, mesmo após ter dormido uma noite
inteira em casa. Em casa ela estava se isolando mais e mostrava-se mais
"autista". As notas escolares ficaram mais e mais pertubadoras e Paulina
obviamente não era mais a menina alegre que ela costumava ser. Ela começou a
querer ir para a cama cada vez mais cedo, até começar a ir dormir assim que
chegava da escola as 3:00 da tarde. Mesmo após dormir 15 horas durante a noite,
ela ainda estava dormindo durante a aula. Exames de tiróide, uma anormalidade
óbvia associada com baixo nível de energia, voltou com resultado normal. Uma
manhã minha esposa começou a chorar durante o café da manhã e me disse " Acho
que Paulina está morrendo".
Eu decide revisar todos os resultados dos exames e tratamentos que Paulina
tinha passado, mas a única coisa que pude achar foi a alergia a ovos. "Quando
você parou de dar ovos a Paulina?" eu perguntei a minha esposa. "No início do
ano escolar", ela respondeu. Foi exatamente o tempo que Paulina começou a ter
notas ruins na escola, notando a regressão dela. Eu finalmente percebi que foram
os ovos! "Paulina tem deficiência de colesterol e precisamos dar ovos para ela
novamente." (Note que Paulina tinha alergia IgG a ovos. Uma criança com alergia
IgG a ovos pode ter reação anafilática a ovos e não deve comer ovos). O
colesterol de Paulina estava de 142 mg/dL, um valor muito baixo.
Dentro de poucos dias após dar ovos todos os dias durante o café da manhã, a
pessoa sorridente, alegre e cheia de energia (mas ainda autística) dentro de
paulina voltou. Mais uma vez, ela estava sorridente, cheia de energia, e
difícil de ir para a cama antes das 11 da noite. Notas boas novamente começaram
a chegar da escola. Apesar de os ovos causarem um pouquinho de problema no
estômago para Paulina, como resultado da alergia, o colesterol dos ovos se
mostrou essêncial para o bem estar dela. Após seis meses na dieta rica em ovos,
o colesterol de Paulina tinha aumentado para 157 mg /dL, indicando quão devagar
o colesterol aumenta. Com a chegada do colesterol purificado do New
Beginnings, agora podemos dar para ela o colesterol que ela precisa, sem ter que
dar ovos.
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Bukelis, R Thompson, K Ahmed, A Aneja, L Kratz, and R Kelley Abnormalities of
Cholesterol Metabolism in Autism Spectrum Disorders. American Journal of Medical
Genetics Part B (Neuropsychiatric Genetics) 141B:666–668 (2006) 2. Tierney E,
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Ment Retard Dev Disabil Res Rev 2000;6(2):131-4 3. Sikora DM, Pettit-Kekel
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spectrum disorders in children with Smith-Lemli-Opitz syndrome. Am J Med Genet
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