MultiPage
unread,Mar 21, 2008, 12:14:44 PM3/21/08Sign in to reply to author
Sign in to forward
You do not have permission to delete messages in this group
Either email addresses are anonymous for this group or you need the view member email addresses permission to view the original message
to ArqHP - Arquitetura de home pages
Mito: meta-keyw NÃO TEM peso
Babagem, achar que meta-keyw NÃO TEM peso no Google é só para
especilista da época do tio da sukita, ou nascidos das palestras de re-
engenharia corporativa.
Antes, resumidamente: meta-keyw nasceu como informante de *temas* para
Searchs, vamos dizer assim... então o Search incluia um site nos
diretorios "X", conforme as keys do meta-keyw. Note que quanto mais
keyw, masi diretórios. Por outro lado, a meta-descr era usada para
resumir um site, pois era necessário economizar espaço em disco, na
época que HD de de 10GB custava o mesmo que um nitendo e que se
gastava um tempão falando de *outsourcing* e qualidade total japonesa.
Báh, era muito fácil burlar os Searchs, pois os resultados eram
produzidos no cruzamento de uma fórmula bem simples:
procurou termo de busca = keyw [ procure diretório igual ou semelhante
a keyw ]
diretório encontrado = [ procure keyw dentro dos registros em meta-
keyw arquivados ]
"X" registros encontrados = [ procure keyw no meta-descr ]
"Y" registros encontrados = [ order() maior repetição ]
lista ordenada = [ print ]
Quando o Google descobriu uma forma barata de arquivar todo o site, aí
a coisa mudou muito, pois passou a valer o conteúdo e os diretório já
eram. Por falar nisso, cadê o Cadê? Aonde?
Que o fator mais analisado pelo Google é a *confiabilidade*, todos
sabem. Pense nisso e faça esta pergunta: Por que é que o Google não
*incentiva* retirar do código o meta-keyw? já que só toma espaço?
Vou responder, bem simplório, pois o API do Google é aberta, qualquer
um pode saber como ele monta o resultado, e o fator *confiabilidade* é
latente, pois o Google trabalha com *probabilidades*, aquela coisa
chata que aprendemos lá no 1º ano do 2º grau.
Quebrando todo o falar técnico, o Google pensa assim:
+ O termo de busca está neste site [sim, teste a *confiabilidade* ]
Olha o tecniquês abrasileirado aqui. Não segui a ordem lógica, são
conceitos. Também pus apenas alguns, o resto tem que ir atrás,
pesquisar, valorizar o curriculo, moçada:
Q?: Há buscas recentes para o termo meta-author?
No caso, se *paulo henrique amorim* também é consultado, indepente do
termo em questão.
Dá um pontinho ai, o Google pensa: puxa, o autor é relevante, formador
de opinião sobre o tema.
Q?: O que indica no meta-keyw existe no conteúdo?
No caso, tire ponto: o *paulo h amorim* disse um monte de nomes que
não está no conteúdo... erro!
+ Se por existisse... ponto!
Q?: O que indica no meta-descr existe no meta-keyw?
Afinal se a descrição é Loja de carros bem baratos - preço bom mesmo,
espera-se que o autor indique no keyw Loja, carro - isso é coerência.
Depois vai checar se está no conteúdo... perde-se ou ganha-se pontos
aqui.
Enfim, o Google quer *confiabilidade*.
Outro MITO: por exemplo, o site é sobre veículos Mercedes, então não
pode ter nada da BMW.
Balela das grandes! pode sim, com coerência. Explico:
O termo de pesquisa é: BMW 2008
Meu site "X" (Mercedes) tem conteúdo confiável sobre automóveis,
código html otimizado, etc, e tem uma seção dedicada à comparação
entre modelos de outras montadoras, exemplo:
[ Mercedes 2008 X Audi 2008, Fiat 2008, BMW 2008 ]
Em síntese, o que vale é comparar sem denegrir, estimular um ponto de
vista, uma opinião. Anteção para o erro de *não saber fazer* e
publicar algo assim: O BMW 2008 da mercedes é um automável fantástico.
No caso do *paulo h amorim*, pode colocar assim, por exemplo: Na
entrevista para a revista *veja*, o *diogo mainardes* disse que o
*presidente lula*...
Vai dar certo, se somado a outros fatores, claro né.
Espero ter colaborado.