14 ícones que não fazem mais sentido

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Irapuan Martinez

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May 14, 2012, 12:20:58 PM5/14/12
to Lista ArqHp
http://www.hanselman.com/blog/TheFloppyDiskMeansSaveAnd14OtherOldPeopleIconsThatDontMakeSenseAnymore.aspx

Adicionando, havia um que quando ainda era utilizado, já era antiquado: No ícone "Escreva um e-mail", tinha lápis e papel.

Eduardo Perroud

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May 14, 2012, 1:03:42 PM5/14/12
to ar...@googlegroups.com
Dava pra dormir sem esta, Ira. =)

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Eduardo Perroud



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"             I get the joke, but you are not correct about a number of them.

Books are not obsolete. Maybe to you dont read them anymore and instead read your fancy ipad. :)

Calendars. yes i have an exchange calendar at work. I have a personal google calendar as well. But i still have a family calendar on the wall. Our kids also have their own magnet calendars they update each month. Schools also send monthly calendars home with events. Spiral bound is still a popular form to hold the pages together.

Manilla folders. people and companies still file legal documents in guess what else but a manilla folder.

Mail.... most people still receive mail... even personal stuff... not just junk mail. Party invitations, thank you notes, birthday cards, etc... my kids love to receive birthday cards, and they dont care at all about email. His classmates seem to be the same in that regard. I am sure that will change as they grow, but they do know about mail.

Settings.. 'show them a tool they've never used'. Seriously. You show a screwdriver and wrench. Those are like the first universal tools everyone uses. You cant do everything with a computer! A screwdriver and wrench are the first tools anyone should own.

Microphones. If you watch any radio show through a window as a tourist or if you watch any of them that are on TV you'll still see that kind of microphone. People recognize that as being a high quality microphone.


Tv. They still sell televisions with rabbit ears. It is just that many people pay for satellite or cable and dont use them. And if you are on a budget or just have less time for tv, youll realize there are plenty of stations in HD over the air. You need to extend your antenae to receive the channels clearly.

Carbon copies. My bank still offers carbon copy checkbooks. If you still have a checkbook youll find they are quite helpful. Also when you get a blood test at quest diagnostics they still use carbon copies. There are other examples as well. Most people dont use them daily, but they recognize what they are.

Blueprints still are blue. I went to school for architecture. Blue prints are the retro cool way to present some drawings. When i did an addition on my home the drawings were made with autocad, and the copies for everyone were made with a blueprint machine.

Iconograhy does not need symbols to look like real things anyway. All they need is to be consistent with the past. Ever see the davinci code? Every symbol has a history, and most people dont know why the symbols look as they do. But there is typically a history and reason why each symbol looks as it does. If you change a symbol thing long and hard about what the symbol should be. And most importantly conduct usability studies on the new symbols.

michael lang"

diego nunes

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May 14, 2012, 1:10:52 PM5/14/12
to ar...@googlegroups.com

Pois é: grande parte desses ícones é obsoleto para o povo de tecnologia ou moradores de países mais desenvolvidos (ou simplesmente pessoas mais ricas), mas ainda encontram paralelos diretos no dia-a-dia de uma parcela muito significativa da população.
O "salvar" ok, mas dizer que não se usa uma chave de fenda no dia-a-dia, por exemplo, é complicado. Com o que mais eu desmontaria minha moto pra fazer manutenção ou montaria os móveis que comprei? Só quem não usa é criança riquinha de apartamento. Ou quem não tem as mãos/bracps, mas aí presumo que essa pessoa já vá ter uma dificuldade enorme para usar um computador ou celular pra ser realmente uma preocupação muito grande.

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relevante da mensagem original, apagando demais
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Eduardo Perroud

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May 14, 2012, 1:15:30 PM5/14/12
to ar...@googlegroups.com
Mesmo assim, Diego... a ideia de "iconizar' algo é a de "remeter a ideia de...". O floppy realmente, no que tange a computadores, não se usa mais e pode ser substituído por outro símbolo gráfico, já que existem outras coisas que o valem.
Mas ali tem um comentário que descreve tudo que temos hoje em dia e, se usássemos ao pé da letra, seria uma grande merda =)

"My big flat panel TV is a big black rectangle.
My smartphone is a black rectangle.
My tablet is a black rectangle.
My speakers are black rectangles.
My monitor is a big black rectangle.
My printer is a black and silver rectangle.
My hard drives are big black rectangles.
My laptop is a silver and black rectangle."

2012/5/14 diego nunes <dnu...@gmail.com>

Pois é: grande parte desses ícones é obsoleto para o povo de tecnologia ou moradores de países mais desenvolvidos (ou simplesmente pessoas mais ricas), mas ainda encontram paralelos diretos no dia-a-dia de uma parcela muito significativa da população.
O "salvar" ok, mas dizer que não se usa uma chave de fenda no dia-a-dia, por exemplo, é complicado. Com o que mais eu desmontaria minha moto pra fazer manutenção ou montaria os móveis que comprei? Só quem não usa é criança riquinha de apartamento. Ou quem não tem as mãos/bracps, mas aí presumo que essa pessoa já vá ter uma dificuldade enorme para usar um computador ou celular pra ser realmente uma preocupação muito grande.



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Eduardo Perroud

Irapuan Martinez

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May 14, 2012, 1:22:21 PM5/14/12
to ar...@googlegroups.com
On Mon, May 14, 2012 at 2:03 PM, Eduardo Perroud <per...@gmail.com> wrote:
Dava pra dormir sem esta, Ira. =)

Há sempre uma questão maior por detrás.

Nas primeiras décadas do século XX, o ícone associado a telefonia era um sino, nos EUA. Em parte porque o dispositivo eletromecânico que soava quando ligava era de fato um sino instalado no telefone, e noutra parte, a cia que monopolizou a telefonia foi justamente a Bell, fundada por um certo Alexandre Graham Bell. O "bell" virou sinônimo de telefonia a ponto de, quando o Governo dividiu a Bell (um processo muito lembrado quando intencionaram fazer o mesmo com a Microsoft) as empresas que derivaram se chamava "babies bells".

Hoje em dia, telefones não tem mais sinos dentro de si (exceto por apps que os emulam). Mas o símbolo se manteve.

É datado o uso de disquetes como ícones de gravar arquivos? Sim, mas o que vale é o valor convencionado. Se todo mundo manja que o ícone significa guardar algo localmente, poderia ser convencionado que o símbolo seria um pitbull de três pernas chamado "D-Fens", que seria usável.

Mas não deixa de ser irônico que estes ícones ficaram datados enquanto a própria computação está evoluindo. Sinal que nossas convenções não conseguem acompanhar o ritmo.

Ricardo Esteves

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May 14, 2012, 1:26:59 PM5/14/12
to ar...@googlegroups.com
Olha a semiótica aí gente!

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Irapuan Martinez

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May 14, 2012, 1:28:42 PM5/14/12
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2012/5/14 Eduardo Perroud <per...@gmail.com>

Mesmo assim, Diego... a ideia de "iconizar' algo é a de "remeter a ideia de...".

O ícone da grife Mr. Cat é um... pato.

Por certo que convenções se instalam mais fáceis quando se remete a uma ideia por detrás. Mas uma vez instaladas, o que conta é o que as pessoas aprendem o que ele representa, se lixando para o que elas realmente significam(vam).

Veja quando empresas mudam de logomarca/embalagem (quer dizer, executam um "rebranding"). Os clientes odeiam a marca nova. Depois de 15 dias, mal lembram como era a antiga.

Se apela para ícones datados por um motivo: Estão aí há mais tempo, fixados no "imaginário" popular. Se estiliza e pimba, você tem o ícone. É mais fácil estrair esse design suscinto de uma ideia de coisas assim, do que novidades que justificam suas existências por agregarem novos paradigmas.

Eduardo Perroud

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May 14, 2012, 1:29:20 PM5/14/12
to ar...@googlegroups.com
Exemplo:
- existe uma diferença notória entre o ícone de um pc e de um mac (falando de ícones!).

Seria um sinal de que os produtos atuais - exceto computadores - não tem um design (projeto) bom o suficiente que possam substituir o remetente visual que temos hoje por convenção? A linguagem visual precisa sempre remeter a ideia de alguma coisa. Se todos os ícones fossem "modernetes", teríamos 1 único ícone que poderia representar 10 coisas diferentes.

Em 14 de maio de 2012 14:22, Irapuan Martinez <ira...@gmail.com> escreveu:

Mas não deixa de ser irônico que estes ícones ficaram datados enquanto a própria computação está evoluindo. Sinal que nossas convenções não conseguem acompanhar o ritmo.



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Eduardo Perroud

Eduardo Perroud

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May 14, 2012, 1:38:47 PM5/14/12
to ar...@googlegroups.com
O logotipo de um produto da Symantec era ou ainda é uma bóia. E quem quer uma bóia para se salvar (rescue) em alto mar? Ninguém. Todos querem um barco salva-vidas. E talvez seja por isto que ícones como um lápis ainda nos remetem a ideia de que escreveremos algo e isto tem mais a ver com "aesthesis" do que quebra de paradigmas. Fazer com que o usuário não pense demais também é conforto.

Mas nada impede que alguém crie um ícone de uma cenoura e diga que é serve para avançar uma página.


Em 14 de maio de 2012 14:28, Irapuan Martinez <ira...@gmail.com> escreveu:
2012/5/14 Eduardo Perroud <per...@gmail.com>
Mesmo assim, Diego... a ideia de "iconizar' algo é a de "remeter a ideia de...".

O ícone da grife Mr. Cat é um... pato.


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Eduardo Perroud

Irapuan Martinez

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May 14, 2012, 1:47:28 PM5/14/12
to ar...@googlegroups.com
2012/5/14 Eduardo Perroud <per...@gmail.com>

O logotipo de um produto da Symantec era ou ainda é uma bóia. E quem quer uma bóia para se salvar (rescue) em alto mar? Ninguém. Todos querem um barco salva-vidas. E talvez seja por isto que ícones como um lápis ainda nos remetem a ideia de que escreveremos algo e isto tem mais a ver com "aesthesis" do que quebra de paradigmas. Fazer com que o usuário não pense demais também é conforto.

Convenções são justamente isto, abandonar a necessidade de pensar.

Falta decidir o quanto isto é interessante, fazer coisas sem precisar pensar. A perduração desses ícones me sugere que os designers são tão "vítimas" disto quanto os usuários.


 
Mas nada impede que alguém crie um ícone de uma cenoura e diga que é serve para avançar uma página.

Cenoura é ícone genérico para incentivo!

Eduardo Perroud

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May 14, 2012, 2:09:50 PM5/14/12
to ar...@googlegroups.com
O que pode ser feito, imho, é justamente uma progressão na iconografia. Seria, no mínimo, razoável.
Trocar uma lambreta por uma moto BMW Tour 1600cc pode ser uma experiência traumática. Mas se houver progressão (e sempre defendo a ideia da progressão), uma possível evolução pode ser considerada como benéfica. Trocar uma lambreta por uma 125cc, depois 250cc, 500cc e 100cc. Acontece muito com modernização de identidades visuais também.
Mas o choque entre ter um ícone de um calhambeque e no dia seguinte de um disco voador não é algo que deixa o usuário confortável.

Depende para onde a ponta da cenoura está apontada. Se for pra direita, fica mais fácil. Se for apontada para o usuário, talvez ele diga: aqui não, obrigado! 


--
Eduardo Perroud

Irapuan Martinez

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May 15, 2012, 12:19:00 AM5/15/12
to ar...@googlegroups.com
Meu cérebro ficou mastigando esse papo de iconografia nos dispensar de pensar e como bom ruminante que é, me devolveu um bolo mastigadinho para uma das grandes questões da vida, do universo e tudo mais:

Design é arte?

Não, não é. Porque a arte nos leva a reflexão. Design quer nos tirar isto para a interação ser mais rápida e intuitiva.

João Vagner Brito de Medeiros

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May 15, 2012, 12:22:17 AM5/15/12
to ar...@googlegroups.com
se quer ser intuitivo escreva, sou dessa opiniao.

2012/5/15 Irapuan Martinez <ira...@gmail.com>:
> --
> Ao responder um tópico reproduza apenas a parte
> relevante da mensagem original, apagando demais
> partes e assinaturas.
>
> Para sair deste grupo: arqhp-un...@googlegroups.com
> Outras opções: http://groups.google.com/group/arqhp



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João Vagner Brito de Medeiros

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João Vagner Brito de Medeiros

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May 15, 2012, 12:23:46 AM5/15/12
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2012/5/15 João Vagner Brito de Medeiros <joao....@gmail.com>:
> se quer ser intuitivo escreva,  sou dessa opiniao.


E digo mais. o cerebro entende ate com as letras fora de ordem ate
certo nivel. Mais intuitivo e direto que isso nao existe.

Irapuan Martinez

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May 15, 2012, 12:25:50 AM5/15/12
to ar...@googlegroups.com
2012/5/15 João Vagner Brito de Medeiros <joao....@gmail.com>

se quer ser intuitivo escreva,  sou dessa opiniao.

Escrita caminha para a objetividade. Objetividade é a intuição com 100% de margem de sucesso.

Irapuan Martinez

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May 15, 2012, 12:35:41 AM5/15/12
to ar...@googlegroups.com
2012/5/15 João Vagner Brito de Medeiros <joao....@gmail.com>
E digo mais. o cerebro entende ate com as letras fora de ordem ate

certo nivel. Mais intuitivo e direto que isso nao existe.

Embaralhar as letras e ainda manter o entendimento tem haver com o contexto.

Dia desses me perguntaram se podiam realizar um procedimento e eu respondi "pode coisar o trem". Contextualizado como resposta, o significado é cristalino.

Isolado, não tem o menor sentido.

Sérgio Camargos

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May 15, 2012, 12:50:08 AM5/15/12
to ar...@googlegroups.com
"Intuitivo" e "Objetivo" são conceitos que dependem da lavagem cerebral sofrida pelo individuo.

 Fanboys creêm que seus gadgets são totalmente "intuitivos" mas não contabilizam as milhares de horas de instrução que tiveram para usar seus equipamentos,seja através de informes comerciais, tutoriais, ajuda dos amigos, testes, etc.

"intuitivamente" uma roupa de cor preta remete à idéia de velório, morte ou algo relacionado, isto na nossa cultura, em algumas culturas asiáticas a cor branca é que "intuitivamente" siginifica "velório e morte".

Na sentença: "Ele viu a menina no parque usando um telescópio" as pessoas terão as mais variadas "intuições" sobre o que as palavras querem informar. Embora para o autor da frase ele está sendo bastante "objetivo" com o que quer dizer.

A frase informa que:
alguém usando um telescópio viu uma menina no parque?
alguém viu uma menina no parque e esta menina estava usando um telescópio?
alguém que estava em um parque, usou um telescópio e viu uma menina?
......
.....

Objetividade, verdade, causa e efeito..... aaahhh o velho Arquimedes só pedia um "ponto de apoio" uma verdade, um ponto de referência e poderia mover o mundo. Não moveu.



Até mais,
Sérgio

p.s.Sugestão de filme: "My Name is Khan"

Irapuan Martinez

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May 15, 2012, 1:05:42 AM5/15/12
to ar...@googlegroups.com
2012/5/15 Sérgio Camargos <sergi...@gmail.com>

"Intuitivo" e "Objetivo" são conceitos que dependem da lavagem cerebral sofrida pelo individuo.

Creio que não, já que estes termos podem ser julgados por terceiros (digamos, num teste de usabilidade) do que meramente tomarmos definições subjetivas.

 
Fanboys creêm que seus gadgets são totalmente "intuitivos" mas não contabilizam as milhares de horas de instrução que tiveram para usar seus equipamentos,seja através de informes comerciais, tutoriais, ajuda dos amigos, testes, etc.

Nos anos 90 fizeram um teste de usabilidade comparando o então Windows XP versus Linux rodando KDE. O KDE ganhou nas taxas de sucesso na execuções de tarefas.

Qual o público pesquisado? Pessoas que nunca antes haviam usado computadores.

A intuitividade ainda pode ser mensurada.

 
"intuitivamente" uma roupa de cor preta remete à idéia de velório, morte ou algo relacionado, isto na nossa cultura, em algumas culturas asiáticas a cor branca é que "intuitivamente" siginifica "velório e morte".

Como disse, é uma questão cultural. Ou seja, de contexto.

Olha ele novamente aí, o contexto.

Sérgio Camargos

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May 15, 2012, 1:26:59 AM5/15/12
to ar...@googlegroups.com
Em 15 de maio de 2012 02:05, Irapuan Martinez <ira...@gmail.com> escreveu:
2012/5/15 Sérgio Camargos <sergi...@gmail.com>
"Intuitivo" e "Objetivo" são conceitos que dependem da lavagem cerebral sofrida pelo individuo.

Creio que não, já que estes termos podem ser julgados por terceiros (digamos, num teste de usabilidade) do que meramente tomarmos definições subjetivas.

E quem vai julgar os "terceiros"?

 
Fanboys creêm que seus gadgets são totalmente "intuitivos" mas não contabilizam as milhares de horas de instrução que tiveram para usar seus equipamentos,seja através de informes comerciais, tutoriais, ajuda dos amigos, testes, etc.

Nos anos 90 fizeram um teste de usabilidade comparando o então Windows XP versus Linux rodando KDE. O KDE ganhou nas taxas de sucesso na execuções de tarefas.

Qual o público pesquisado? Pessoas que nunca antes haviam usado computadores.

A intuitividade ainda pode ser mensurada.


é óbvio que coisaram esta pesquisa. Ainda mais nos finados anos 90 onde o linux ia salvar o mundo do monstro maligno Microsoftiano.
 
 
"intuitivamente" uma roupa de cor preta remete à idéia de velório, morte ou algo relacionado, isto na nossa cultura, em algumas culturas asiáticas a cor branca é que "intuitivamente" siginifica "velório e morte".

Como disse, é uma questão cultural. Ou seja, de contexto.

Olha ele novamente aí, o contexto.

O "contexto" seria uma moeda que teria o mesmo valor para ambas as partes, mas isto é apenas uma ilusão.
Quando o contexto para mim vale 1 real e para o outro vale 99 centavos a comunicação é tida como "objetiva" e "intuitivamente" realizada. Entretanto mesmo com essa margem de erro se estes dois interlocutores fossem traçar conjuntamente um rota para enviar um foguete para a Lua, o contexto e a objetividade iria mandar o sputinik para sirius.


Até mais,
Sérgio


Irapuan Martinez

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May 15, 2012, 6:59:38 AM5/15/12
to ar...@googlegroups.com
2012/5/15 Sérgio Camargos <sergi...@gmail.com>

Em 15 de maio de 2012 02:05, Irapuan Martinez <ira...@gmail.com> escreveu:
2012/5/15 Sérgio Camargos <sergi...@gmail.com>
"Intuitivo" e "Objetivo" são conceitos que dependem da lavagem cerebral sofrida pelo individuo.

Creio que não, já que estes termos podem ser julgados por terceiros (digamos, num teste de usabilidade) do que meramente tomarmos definições subjetivas.

E quem vai julgar os "terceiros"?

Critérios objetivos, que valem para primeiros, segundos e terceiros, sem precisar de quartos para arbitrar determinados valores que já são universais dentro de um determinado contexto.



é óbvio que coisaram esta pesquisa. Ainda mais nos finados anos 90 onde o linux ia salvar o mundo do monstro maligno Microsoftiano.

Não tratei da questão "política". Fato é que se pode pegar pessoas que ainda não estão bitoladas e mensurar o quanto de sucesso elas obtém em operar certas tarefas em certas interfaces. Haverão valores universais operando aqui (que poderiam, eventualmente, privilegiar o Windows) do que gente que já sabe de antemão que o ícone do disquete é para guardar uma cópia local do documento.

 
O "contexto" seria uma moeda que teria o mesmo valor para ambas as partes, mas isto é apenas uma ilusão.

O contexto não é, em absoluto, um valor objetivo. É justamente mudar seus critérios para se adequar a um... contexto. Isto permite que coisas que não soem por si só objetivas, sejam compreendidas.
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