* O que vocês acham do atual estado do GNOME no Arch?
* Quais pacotes vocês acham que precisam melhorar?
* Existe algum pacote do GNOME, ou relacionado a ele, que não
funciona como esperado?
* Existe algum programa legal que ainda não está nos repostórios oficiais?
Quero, com isso, ajudar a melhorar a qualidade deste ótimo DE na nossa
distro favorita. :) Conto com a ajuda de vocês, ok?
http://hdoria.archlinux-br.org/blog/2008/11/07/gnome-no-arch/pt/
--
Hugo Doria
Administrador de Redes e Sistemas
Desenvolvedor do Arch Linux
http://hugodoria.org
http://blog.hugodoria.org
Algumas dúvidas e opiniões:
O pessoal do Arch podia fazer um gnome de "out of box" mais bonitinho
isto inclui, ponteiro de mouse mais legal, tema de icone, etc.
Como muda a figura de fundo quando da um lockscreen? Fica somente uma
figura verde que não sei mudar. +_+
Uma outra coisa que axo ruim do gnome é o lance de vc n poder
configurar a tecla Meta(Windows) + alguma outra tecla. Altamente
bizarro isso.
Uma coisa pra se fazer pra um gnome é um applet mais legal pra fazer
notas no desktop. O Sticky Notes é uma porcaria.
Bem, estas são algumas coisas que tenho a colocar, mudei pra o gnome
não tem 1 mês. Era usuario de KDE, mas o KDE4 ta com muito bug então
resolvi dar um stop nele por enquanto, até que fique com menos bugs.
A política do arch é não mexer nos pacotes. Lançamos tudo o mais
"vanilla" possível.
> Como muda a figura de fundo quando da um lockscreen? Fica somente uma
> figura verde que não sei mudar. +_+
Isso começou no GNOME novo e, IMHO, é bizarro. De qualquer forma, para
mudar a tela verde é só mudar a figura:
/usr/share/pixmaps/backgrounds/gnome/background-default.jpg
> Uma coisa pra se fazer pra um gnome é um applet mais legal pra fazer
> notas no desktop. O Sticky Notes é uma porcaria.
O tomboy faz isso.
pacman -S tomboy
-- Hugo
-- Hugo
Respondendo. . .
O lance do meta + tecla eh coisa do metacity mesmo. Não sei se o
Ubuntu usa isso.
Sobre o lockscreen sim, usei. Tentei perguntar no canal do gnome, mas
o pessoal n soube me responder, até tentamos algumas coisas mas nada.
Sobre o stiky, n conhecia o tomboy, valeu.
Sei como é a filosofia do Arch. A idéia é fazer um pacote que deixe o
gnome bonitinho logo de cara não sei se isso se encaixa pq pode ser
coisa mais para o AUR.
Bem, é só.
2008/11/10 Hugo Doria <hugo...@gmail.com>:
>
> Exato! Daí estou anotando todas as sugestões sobre isso. Em seguida
> devo postar o resultado e definir uma prioridade para eu ir
> trabalhando nos itens.
>
> -- Hugo
>
> >
>
--
Nilo Dantas . . .
"All power corrupts, but we need electricity." - Diana Wynne Jones
"Use The Source Luke"
nilodantas.org
não tenho o gnome instalado. dá uma conferida no pacote do Cheese. instalei aqui, mas não tá funcionando.
Espere ai!
Deixe-me ver se entendi direito:
- o Tomboy usa mono.
- mono é uma implementação FOSS do .NET
- .NET é a minhoca na ponta de um dos muitos anzóis da M$
Ou seja, a M$ fica só aguardando que a comunidade FOSS utilize
implementações livres dos "produtos" dela (.NET, Silverlight, OOXML e
outros lixos proprietários criados para amarrar os usuários incautos)
até o ponto em que dependa deles para vários projetos e então entra (ou
melhor, arruma alguém que entre) com um processo sobre propriedade
intelectual.
Não pense que o fato de que a implementação seja livre a exime das
várias patentes associadas aos "produtos" da nossa "empresa modelo de
concorrência leal".
E não pense que não somos nós, os pequenos usuários e desenvolvedores
que fazem a diferença na adoção das "tecnologias inovadoras" dela.
Foi assim que ela dominou o mercado de browsers, através dos
desenvolvedores e dos "padrões" fajutos que deixavam as brechas que ela
queria para fazer com que apenas seus produtos "funcionassem".
Desculpem o desabafo, mas já é a segunda vez em pouco tempo que postam
sobre o mono.
Abraço a todos,
Armando
Robson, a questão não é técnica.
O .NET, tecnicamente, deve realmente ser interessante.
Com toda a certeza a Microsoft deve ter feito de tudo para atrair os
desenvolvedores para sua isca, ops, para seu framework.
Eles devem ter montado um framework com todas as facilidades possíveis e
imagináveis para que os desenvolvedores consigam gerar aplicativos com
rapidez e (principalmente) facilidade.
Foi a mesma coisa que ela fez quando criou o VB.
Porém, como sempre, o foco principal é atrair o maior número possível de
desenvolvedores para a nova plataforma de maneira que eles "não possam
mais viver" sem ela (vide VB, transact SQL do MS SQLServer, FrontPage,
....).
Até aí tudo bem, a maioria dos desenvolvedores está disposta a vender a
alma por algo simples de usar e que traga bons (razoáveis) resultados.
Porém (e atente a isso o Tomás também), a M$ detém várias patentes
relacionadas ao .NET, e veja que eu não estou falando de implementação,
pelo que eu sei o código do mono é realmente criado pelos
desenvolvedores. A questão aqui é a (maldita) "propriedade intelectual".
Para um framework ser compatível com o .NET ele precisa funcionar de uma
determinada maneira. Pois (apesar de que eu não possa ter certeza
absoluta disso) muito provavelmente a M$ tem patentes justamente sobre o
*funcionamento* do framework, ou seja, se for compatível já está
violando a "propriedade intelectual" dela.
Um exemplo mais simples (embora um tanto grosseiro e exagerado) seria
alguém patentear o "clique do mouse". Se você fizer um programa que use
o mouse para clicar em algo pode ser processado por violar a
"propriedade intelectual", independente de como você implementar seu
programa.
Agora, é claro que eu não vou processar o primeiro que fizer um programa
que use o "clique do mouse". Não, antes vou deixar todo mundo usar o
"clique do mouse" à vontade. Depois que muitas empresas não puderem
facilmente trocar o "clique do mouse" por outra coisa, ainda assim não
vou processar ninguém. Por que? Porque a concessão da patente sobre o
"clique do mouse" por si só é absurda. Eu sei disso. Toda empresa grande
sabe disso.
Então o que eu faço? Eu ameaço.
O consumidor, especialmente o consumidor corporativo (especialmente o
consumidor corporativo americano), que no fim das contas é o que
interessa para a M$, não vai usar software do concorrente que *pode*
(veja bem, apenas *pode*, mesmo que remotamente) ser processado por
quebra de "propriedade intelectual".
Parece uma novela conhecida? SCO? Acordo com a Novell contra as "muitas
propriedades intelectuais" infringidas pelo Linux?
Só o marketing e ameaça já valem todo o esforço para a M$.
Se quiserem ajudá-la, tudo bem...
Armando