Durante o curso de verão da Universidade de Stanford, na Califórnia (EUA), o estudante Adam Duran desenvolveu um aplicativo de editor de textos em braille para tablet Android.
Basta o toque dos dedos na tela para o sistema decodificar os códigos, criando letras, números e símbolos. O custo chega a ser 1/10 dos similares encontrados no mercado. E o recurso pode ser usado também em celulares.
"O projeto original era o de criar um aplicativo reconhecedor de caracteres, que iria usar a câmera de um dispositivo móvel --telefone ou tablet-- para transformar páginas em braille em texto legível", explica Duran.
Com a ajuda de seus mentores, Adrian Lew, professor-assistente de engenharia mecânica, e Sohan Dharmaraja, doutorando, Duran desenvolveu pesquisas e entrevistas com possíveis usuários, chegando à conclusão de que um escritor em tela touchscreen seria mais funcional.
A grande dificuldade, nesse caso, era a forma como os cegos localizariam as teclas na tela plana. Para isso, os cientistas criaram um recurso no qual basta tocar na tela e as próprias teclas se orientem na direção dos dedos.
Ao todo são oito teclas: seis para os caracteres, uma para deletar e um cursor. O sistema é reiniciado todas as vezes que os dedos são retirados totalmente da tela. Assim que o usuário começa a digitar, o programa reproduz, por meio do recurso de voz, todas as letras e palavras.
"Uma criação como essa não é apenas uma possibilidade de inclusão, mas também uma forma do deficiente se sentir pertencente ao mundo. A inclusão digital possibilita uma melhor qualidade de vida. Eles podem se comunicar, estudar e desfrutar da tecnologia não como um mero expectador, mas como um ser atuante", diz Denise de Paula Albuquerque, coordenadora do curso de Tecnologia Assistiva da Unesp (Universidade do Estado de São Paulo).
PROCESSO DE CRIAÇÃO
Um seleto grupo de estudantes de todas as partes do mundo passa dois meses em Stanford desenvolvendo criações tecnológicas inovadoras, a convite da Army High-Performance Computing Research Center. Eles participam de uma competição que vale prêmios e o reconhecimento dos professores da universidade.
Para desenvolver os projetos, alguns trabalham em grupos, outros sozinhos, mas todos contam com a ajuda de mentores. Adam Duran, aluno do último ano da New Mexico State Universe, venceu a disputa, apresentando a invenção acessível, inspirada pelo convívio com o seu tio cego.
Antes da chegada do estudante à universidade, em junho, os mentores Lew e Dharmaraja já tinham entrado em contato com o Gabinete de Educação Acessível de Stanford, cuja função é ajudar jovens cegos a ter acesso ao ensino superior.
"Imagine um cego em uma sala de aula. Como ele pode tomar notas? E quando precisar anotar um número e estiver na rua?", questiona Lew.
Em busca de uma solução para esses problemas, o trio notou que não precisava de um leitor, mas de um editor de textos.
No mercado, já existem dispositivos para escrever braille e enviar e-mails, mas todos são especializados para laptops e chegam a custar U$ 6.000, apresentando ainda funcionalidades limitadas.
"Atualmente, os cegos usam o teclado convencional do computador com o auxílio de leitores de tela, a maioria baixada gratuitamente da internet", esclarece Antonio Carlos Grandi, deficiente visual e diretor de Relações Institucionais da Fundação Dorina Nowill para cegos.
"O aplicativo para tablet é um ótimo recurso para quem é fluente em braille e precisa usar o iPad em uma palestra, por exemplo, na qual o uso do recurso de voz nem sempre é possível", completa.
TESTE DE QUALIDADE
A fim de testar a eficácia do aplicativo, a equipe estudou o braille. Em uma das demonstrações, Duran usou venda nos olhos, aproximou-se da tela touchscreen e digitou um endereço de e-mail, uma fórmula matemática e a equação química da fotossíntese, com a mesma facilidade de quem estivesse escrevendo um simples bilhete.
"A tecnologia para os deficientes visuais deve passar pelo processo que eu chamaria de mudança da cultura visual, no qual os inventores despertam a preocupação de entender como um cego poderia manipular o seu invento. E foi justamente isso o que aconteceu com a equipe de Duran", observa Denise.
Ainda existem obstáculos técnicos e jurídicos a serem resolvidos, mas a intenção dos cientistas é disponibilizar, o quanto antes, o escritor braille para tablet --uma opção com mais funcionalidade, rentável e portátil.
NO BRASIL
Equipamentos de escrita em braille ainda são caros no país. Como forma de incluir os cegos, principalmente na educação, outras possiblidades têm surgido. Na Fundação Dorina Nowill, os computadores convencionais com softwares de reconhecedores de caracteres são os equipamentos eletrônicos usados para escrever em sala de aula.
"Os nossos teclados não têm adaptação, apenas ensinamos o aluno a se posicionar e identificar as letras", explica Grandi.
Livros em braille estão sendo transformados pelo padrão internacional Daisy (Digital Acessible Information System). Essa ferramenta, disponibilizada pelo MEC (Ministério da Educação), é capaz de reverter qualquer texto impresso em narração. Desta forma, o usuário pode ouvir e até selecionar opções como sumário e índice.
Outra importante criação é o Slep (Scanner Leitor Portátil). Produzido pela empresa NNSolutions, parceira da UFBA (Universidade Federal da Bahia), possibilita ao usuário o acesso a textos impressos com a utilização de um celular compatível. Basta apontar a câmera para o texto e, em poucos segundos, o software lê a mensagem.
"O cego vai poder ler um cardápio, por exemplo. Imagine o tamanho do progresso que isso representa", afirma Teófilo Galvão Filho, professor do curso de pós-graduação da UFBA.
____________________________________
Teófilo
Galvão Filho
___________________
www.galvaofilho.net
teo...@galvaofilho.net
te...@ufba.br
--
Grupo "Acesso Digital" em Grupos do Google.
Para postar neste grupo, envie um e-mail para acesso...@googlegroups.com
Para cancelar a sua inscrição neste grupo, envie um e-mail para acessodigita...@googlegroups.com
Para ver mais opções, visite este grupo em http://groups.google.com/group/acessodigital?hl=pt-BR
Acesso Digital - http://acessodigital.net
dá uma olhada na notícia em
http://info.abril.com.br/noticias/mercado/senado-aprova-isencao-para-livro-eletronico-18052011-32.shl
Talvez seja uma esperança para quem deseja adotar dispositivos móveis
para acessar livros digitais.
elton
_____________________________
www.vergaranunes.com
www.audiodescricaoemvideo.com
MAQ
Talvez o conceito pode vir a ser ainda mais interessante no futuro pois é provável que os ecrãs de sistemas computacionais possam vir a ser projectados em variadíssimas superfícies.
Neste caso, a interacção pela fala e pelo toque nas mesmas superfícies pode ser também uma tendência. Neste caso, a escrita na superfície não tem que ser precisa, ou seja, as teclas procuram os toques e a combinação dos dedos define o caracter.
Um abraço
Francisco Godinho
Estou aproveitando minha ins�nia para colocar em dia a correspond�ncia...
Obrigado por ter acompanhado essa hist�ria do IPHONE. O engra�ado � que eu
jamais pensei que um dia eu teria qualquer coisa que eu tivesse de executar
sem ter um tato muito n�tido, mas � incr�vel como no IPHONE a gente vai
aprendendo a tocar melhor... Dependendo da intensidade do toque, pode-se
transmitir um comando diferente, assim como tamb�m na quantidade de dedos a
tocar. Para desligar o IPHONE de uma liga��o, por exemplo, eu li errado como
se fazia e ficava dando dois toques na tela e nada de desligar. Percebi
depois que eram dois toques duplos, ou seja, dois toques com dois dedos!
Pega-se o indicador e o dedo do meio e em qualquer lugar da tela d�-se dois
toques com dois dedos. Pronto, est� desligado. Eu estava fazendo dois toques
com um dedo e nada... (risos). Aos poucos vai se acostumando a ele e ficamos
viciados! O inimagin�vel acontecendo em nossas m�os... O que a turma que
compra o IPHONE, IPODE e IPED n�o sabe � que todos eles j� v�m com o leitor
de tela voice over. Assim, n�o precisamos comprar nenhum aplicativo, leitor
de tela, sintetizador de voz, nada. Basta ligar o voice over e ele passa a
falar tudo que � tocado. Por exemplo, se eu tocar com dois dedos para cima,
ele come�a a falar toda a p�gina que est�, se com esses mesmos dois dedos
para baixo, ele l� de onde voc� est� at� o final da tela. Se tocar com os 4
dedos na parte superior ele vai para o primeiro link da tela, os mesmos 4
dedos vai para o final, para o �ltimo link. Para se navegar de link em link
basta passar o dedo da esquerda para a direita que ele vai de link em link
de cima para baixo, se fizer ao contr�rio, da direita para a esquerda ele
vai de baixo para cima. Se eu parar em um link que ele acabou de falar,
basta dar dois toques em qualquer lugar da tela, pois o link est� marcado,
que ele entra. Se fizermos com dois dedos um z na tela, ele volta � p�gina
anterior. � fant�stico!
O comando de voz dele � outra coisa que, ao contr�rio dos outros
smartphones, funciona. Se eu digo "ligar casa Br�s" ou ligar celular Bras...
ele te liga para o respectivo telefone. N�o encontrei nenhum erro ainda, at�
em ruas movimentadas com barulho de �nibus!
Dia 10 desse m�s estarei em S�o Paulo, no usability day, em uma oficina onde
eu demonstrarei a navega��o via web para o leitor de tela livre e gratuito
NVDA. Demonstrarei a navega��o al�m de dar dicas como isso vai acontecendo
pela estrutura, fazendo uma compara��o da estrutura do site com sua
apresenta��o, o CSS.
A base da oficina ser� o texto:
http://www.acessibilidadelegal.com/13-landmarks.php
Vou procurar navegar pelas acessibilidades do site e, ao mesmo tempo,
mostrar seu c�digo.
Chamei meu amigo e mestre de IPHONE, Wellington Alves para navegar pelos
mesmos lugares que eu, s� que com o seu IPHONE, fazendo uma demonstra��o de
sua acessibilidade. Como s�o 3 horas de oficina com um pequeno intervalo,
chamei-o para que a apresenta��o ficasse mais rica.
Ao final farei uma demonstra��o de audiodescri��o: passarei um comercial de
TV sem as imagens, para que todos vejam como n�s cegos vemos, depois
continuando sem imagem mais acrescentando a audiodescri��o, para que todos
percebam as coisas que estavam s� em imagem e que s�o faladas e como n�s
cegos a escutamos, depois o mesmo comercial com imagens, com e sem
audiodescri��o. Servi�o completo!
Isso acontecer� dia 10 de novembro, agora, e est� no site:
http://www.upasaopaulo.com.br/wud-sao-paulo-2011/workshop-acessibilidade-nos-grandes-meios-de-comunicacao/
Acho que vai ser bacana!
Abra�os amigos e acess�veis do MAQ.
Ah! o evento � de usabilidade... sendo assim,
Abra�os f�ceis de usar do MAQ.
***
Bengala Legal - Cegos, Inclus�o e Acessibilidade: www.bengalalegal.com
Acessibilidade Legal - Sites Acess�veis para todos:
www.acessibilidadelegal.com
***
P. S.: Voc� est� recebendo um e-mail de uma pessoa cega. Isto � inclus�o
digital! Comemore conosco.
Uma sociedade inclusiva � aquela que reconhece, respeita e valoriza a
diversidade humana.
MAQ - Rio de Janeiro - CEL: (21) 9912-0000.
***
----- Original Message -----
From: "Braz - Curitiba/PR" <amigoe...@hotmail.com>
To: "Acesso Digital" <acesso...@googlegroups.com>
Sent: Monday, October 31, 2011 5:27 PM
Subject: [Acesso Digital] Re: "Estudante cria aplicativo para escrever em
braille em tablet"
Ol� Maq.
Fiquei admirado com as funcionalidades do seu IPHONE, realmente �
impressionante como a tecnologia est� avan�ada.
Abra�os impressionados e sinceros e sempre curitibanos...
Braz (Curitiba/PR)
On 30 out, 23:36, "MAQ" <m...@bengalalegal.com> wrote:
> N�o entendo Te�filo, n�s j� interagimos h� muito tempo com esses
> aplicativos. Touch, por exemplo, eu mesmo tenho um IPHONE, onde,
> contr�riamente ao que diziam, fala absolutamente tudo e s� por toques,
> arrastamento de dedos etc. A novidade desse ser� o Braille? Ser� que a
> turma precisa de Braille at� onde esse n�o � necess�rio? Estou querendo
> entender a novidade! Braille para mim � retroagir. Ele � super necess�rio
> para a aprendizagem da escrita... mas numa tela de celular... viva a tela
> lisa, estou adorando! Para se ter uma id�ia, a evolu��o do comando de voz
> est� b�rbara... eu digo: "ligar "fulano de tal", n�o � que o bicho come�a
> a tocar para o fulano de tal, tal e qual eu tivesse teclado em um bot�o,
> tela ou qualquer coisa parecida? Escuta a�: "ligar Te�filo" ... vai
> chegar, heim! trimnm, trinmn, trimmm, trinnn! Te�filo? ... "N�o, � do
> celular da Madame Sat�! V�gi, coisa doutro mundo! )rs)
>
> E a acessibilidade na web? Fant�stica! Posso navegar de link em link, de
> t�tulo em t�tulo, de gr�fico em gr�fico, de tabela em tabela, de ponto de
> refer�ncia em ponto de refer�ncia etc.... e tudo pelo Safari e... de gra�a
> pelo wi-fi! O pre�o disso tudo, um IPHONE 4 de gra�a! Foi dia do meu
> anivers�rio e ganhei do sogr�o! Tudo para dizer a todos que fiz
> anivers�rio dia 20 de outubro!
>
> Abra�os t�teis, aud�veis, falados e sentidos do MAQ.
>
> ***
> Bengala Legal - Cegos, Inclus�o e Acessibilidade:www.bengalalegal.com
> Acessibilidade Legal - Sites Acess�veis para
> todos:www.acessibilidadelegal.com
> ***
> P. S.: Voc� est� recebendo um e-mail de uma pessoa cega. Isto � inclus�o
> digital! Comemore conosco.
> Uma sociedade inclusiva � aquela que reconhece, respeita e valoriza a
> diversidade humana.
> MAQ - Rio de Janeiro - CEL: (21) 9912-0000.
> ***
>
>
>
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Te�filo Galv�o Filho
> To: acessibilid...@yahoogrupos.com.br
> Sent: Sunday, October 30, 2011 10:10 PM
> Subject: [acessibilidade] "Estudante cria aplicativo para escrever em
> braille em tablet"
>
> Estudante cria aplicativo para escrever em braille em tablet
> Fonte: Folha de S�o
> Paulohttp://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/998286-estudante-cria...
> SIMONE TAVARES
> COLABORA��O PARA A FOLHA
> Durante o curso de ver�o da Universidade de Stanford, na Calif�rnia (EUA),
> o estudante Adam Duran desenvolveu um aplicativo de editor de textos em
> braille para tablet Android.
>
> Basta o toque dos dedos na tela para o sistema decodificar os c�digos,
> criando letras, n�meros e s�mbolos. O custo chega a ser 1/10 dos similares
> encontrados no mercado. E o recurso pode ser usado tamb�m em celulares.
>
> "O projeto original era o de criar um aplicativo reconhecedor de
> caracteres, que iria usar a c�mera de um dispositivo m�vel --telefone ou
> tablet-- para transformar p�ginas em braille em texto leg�vel", explica
> Duran.
>
> Com a ajuda de seus mentores, Adrian Lew, professor-assistente de
> engenharia mec�nica, e Sohan Dharmaraja, doutorando, Duran desenvolveu
> pesquisas e entrevistas com poss�veis usu�rios, chegando � conclus�o de
> que um escritor em tela touchscreen seria mais funcional.
>
> A grande dificuldade, nesse caso, era a forma como os cegos localizariam
> as teclas na tela plana. Para isso, os cientistas criaram um recurso no
> qual basta tocar na tela e as pr�prias teclas se orientem na dire��o dos
> dedos.
>
> Ao todo s�o oito teclas: seis para os caracteres, uma para deletar e um
> cursor. O sistema � reiniciado todas as vezes que os dedos s�o retirados
> totalmente da tela. Assim que o usu�rio come�a a digitar, o programa
> reproduz, por meio do recurso de voz, todas as letras e palavras.
>
> "Uma cria��o como essa n�o � apenas uma possibilidade de inclus�o, mas
> tamb�m uma forma do deficiente se sentir pertencente ao mundo. A inclus�o
> digital possibilita uma melhor qualidade de vida. Eles podem se comunicar,
> estudar e desfrutar da tecnologia n�o como um mero expectador, mas como um
> ser atuante", diz Denise de Paula Albuquerque, coordenadora do curso de
> Tecnologia Assistiva da Unesp (Universidade do Estado de S�o Paulo).
>
> PROCESSO DE CRIA��O
>
> Um seleto grupo de estudantes de todas as partes do mundo passa dois meses
> em Stanford desenvolvendo cria��es tecnol�gicas inovadoras, a convite da
> Army High-Performance Computing Research Center. Eles participam de uma
> competi��o que vale pr�mios e o reconhecimento dos professores da
> universidade.
>
> Para desenvolver os projetos, alguns trabalham em grupos, outros sozinhos,
> mas todos contam com a ajuda de mentores. Adam Duran, aluno do �ltimo ano
> da New Mexico State Universe, venceu a disputa, apresentando a inven��o
> acess�vel, inspirada pelo conv�vio com o seu tio cego.
>
> Antes da chegada do estudante � universidade, em junho, os mentores Lew e
> Dharmaraja j� tinham entrado em contato com o Gabinete de Educa��o
> Acess�vel de Stanford, cuja fun��o � ajudar jovens cegos a ter acesso ao
> ensino superior.
>
> "Imagine um cego em uma sala de aula. Como ele pode tomar notas? E quando
> precisar anotar um n�mero e estiver na rua?", questiona Lew.
>
> Em busca de uma solu��o para esses problemas, o trio notou que n�o
> precisava de um leitor, mas de um editor de textos.
>
> No mercado, j� existem dispositivos para escrever braille e enviar
> e-mails, mas todos s�o especializados para laptops e chegam a custar U$
> 6.000, apresentando ainda funcionalidades limitadas.
>
> "Atualmente, os cegos usam o teclado convencional do computador com o
> aux�lio de leitores de tela, a maioria baixada gratuitamente da internet",
> esclarece Antonio Carlos Grandi, deficiente visual e diretor de Rela��es
> Institucionais da Funda��o Dorina Nowill para cegos.
>
> "O aplicativo para tablet � um �timo recurso para quem � fluente em
> braille e precisa usar o iPad em uma palestra, por exemplo, na qual o uso
> do recurso de voz nem sempre � poss�vel", completa.
>
> TESTE DE QUALIDADE
>
> A fim de testar a efic�cia do aplicativo, a equipe estudou o braille. Em
> uma das demonstra��es, Duran usou venda nos olhos, aproximou-se da tela
> touchscreen e digitou um endere�o de e-mail, uma f�rmula matem�tica e a
> equa��o qu�mica da fotoss�ntese, com a mesma facilidade de quem estivesse
> escrevendo um simples bilhete.
>
> "A tecnologia para os deficientes visuais deve passar pelo processo que eu
> chamaria de mudan�a da cultura visual, no qual os inventores despertam a
> preocupa��o de entender como um cego poderia manipular o seu invento. E
> foi justamente isso o que aconteceu com a equipe de Duran", observa
> Denise.
>
> Ainda existem obst�culos t�cnicos e jur�dicos a serem resolvidos, mas a
> inten��o dos cientistas � disponibilizar, o quanto antes, o escritor
> braille para tablet --uma op��o com mais funcionalidade, rent�vel e
> port�til.
>
> NO BRASIL
>
> Equipamentos de escrita em braille ainda s�o caros no pa�s. Como forma de
> incluir os cegos, principalmente na educa��o, outras possiblidades t�m
> surgido. Na Funda��o Dorina Nowill, os computadores convencionais com
> softwares de reconhecedores de caracteres s�o os equipamentos eletr�nicos
> usados para escrever em sala de aula.
>
> "Os nossos teclados n�o t�m adapta��o, apenas ensinamos o aluno a se
> posicionar e identificar as letras", explica Grandi.
>
> Livros em braille est�o sendo transformados pelo padr�o internacional
> Daisy (Digital Acessible Information System). Essa ferramenta,
> disponibilizada pelo MEC (Minist�rio da Educa��o), � capaz de reverter
> qualquer texto impresso em narra��o. Desta forma, o usu�rio pode ouvir e
> at� selecionar op��es como sum�rio e �ndice.
>
> Outra importante cria��o � o Slep (Scanner Leitor Port�til). Produzido
> pela empresa NNSolutions, parceira da UFBA (Universidade Federal da
> Bahia), possibilita ao usu�rio o acesso a textos impressos com a
> utiliza��o de um celular compat�vel. Basta apontar a c�mera para o texto
> e, em poucos segundos, o software l� a mensagem.
>
> "O cego vai poder ler um card�pio, por exemplo. Imagine o tamanho do
> progresso que isso representa", afirma Te�filo Galv�o Filho, professor do
> curso de p�s-gradua��o da UFBA.
>
> http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/998286-estudante-cria...
>
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Apenas duas informações que talvez você até já saiba, mas vai assim mesmo:
1) Você pode digitar todos os seus contato em contatos do Windows, ou do Microsoft Outlook e sincronizar com o iphone via itunes. Se precisar de mais detalhes me avise;
2) A segunda coisa é que você pode configurar o teclado do seu iphone para acionar as letras, números e símbolos apenas no levantar do deddo, isto é, não precisa de dois toques. Porém, isso funciona apenas para o teclado e não para teclas de atalho.
Atenciosamente,
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E feliz ano para começar!
Alguém conhece algum aplicativo de chat acessível, isto é, que funcione como
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Beijinhos e abraços,
NSousa
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